Michele Bachmann rejeita ser chamada de feminista

por The-Spearhead

Seguindo a especulação que uma das pré candidatas do Partido Republicano Michelle Bachmann poderia levar a uma nova onde de “Feminismo Evangélico“, a representante de Minnesota recusa o selo de “feminista”, dizendo que ela é “pró-mulher e pró-homem”. Continue lendo

Funcionalismo público britânico entra em greve e ninguém dá bola

por The-Spearhead.com

Em todo o mundo ocidental os governos estão procurando um jeito de diminuir o inchaço da máquina pública, e os funcionários públicos estão reagindo contra isto furiosamente. No Reino Unido, milhares de funcionários públicos fizeram uma greve para protestar contra os cortes em seus ganhos, mas de acordo com o governo a greve atrapalhou pouco o andamento da sociedade, o que sugere que muitos destes funcionários são desnecessários. Continue lendo

Caso Strauss Khan – Quando a grande mídia dará nome aos bois?

por The-Spearhead.com

Agora que a srta. Diallo, mais conhecida apenas por “acusadora do DSK”, foi desmascarada como uma mentirosa, vigarista e prostituta, não é hora de jogar um pouco de luz sobre esta falsa acusadora? Ela é uma criminosa – uma chantagista que assumiu a criança de outra mulher para poder ganhar mais benefícios sociais, participava de um esquema de pirâmide que explorava imigrantes ignorantes de seu país natal e é uma falsa acusadora que não consegue mentir direito. Continue lendo

Feminista pega prisão perpétua por crimes contra a humanidade

fonte: The-Spearhead.com 

Pauline Nyiramasuhuko

Pauline Nyiramasuhuko, uma proeminente membro da tribo Hutu da Ruanda e antiga ministra de Assuntos Familiares e Avanço Feminino, foi sentenciada à prisão perpétua por um tribunal internacional por uma miríade de crimes hediondos, como estupros em massa, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

De acordo com um artigo publicado em 2002 no New York Times, Nyiramasuhuko seguiu um padrão comportamental típico das feministas antes de se tornar numa genocida: Continue lendo

Acusadora de Strauss Kahn tem sua história desmontada por investigação

por The-Spearhead

De acordo com o New York Times, os investigadores do caso Strauss Kahn descobriram sérias inconsistências nas acusações de estupro contra ele. A acusadora Nafissatou Diallo supostamente mentiu repetidamente, e a justiça não estão acreditando mais em sua história. Para complicar ainda mais o caso, a srta Diallo tem problemas com a imigração e pode estar ligada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Continue lendo

Respeitar a opinião pública é para perdedores

por Paul Elam

Há duas coisas que aconteceram recentemente aqui nos EUA que gostaria de comentar.

Primeiro, recentemente a página da Wikipédia de língua inglesa falando sobre Thomas James Ball foi deletada, pois foi considerada como irrelevante. E segundo, comentários recentes de um leitor antigo daqui sugerem para que eu modere meu linguajar, talvez até o tom que uso em meus artigos, para meus textos ficarem mais palatáveis à opinião pública.

Sim, a mesma opinião pública que considera a morte horrível de Thomas James Ball irrelevante. A opinião pública que nos deu as absurdas leis de violência doméstica, Hanna Rosin, leis de família draconianas, políticas obrigatórias de detenção, a lei do agressor primário, a mídia que ignora a morte do sr. Ball, e a massa de zumbis que assitem a tudo isso e se preocupam com questões primordiais como “Ei, já comeu as batatinhas cobertas de queijo do Wacky Burguer?!?”

Para mim, a situação atual é auto explicativa.

Não precisamos de agradar a opinião pública. Temos é que continuar a criar um ambiente onde os oxímoros da opinião pública sejam expostos.

A opinião pública não tem sensibilidade. A opinião pública é composta por um bando de desmiolados programados para consumirem porcarias orgânicas e eletrônicas. Afinal, eles são estúpidos o suficiente para pensarem que feminismo é sobre igualdade, não é?

Boa parte de nós sabemos disto, mas temos que ficar repetindo, então escrevo este artigo como resposta permanente aos que me pedem para ser bonzinho com políticos sociopatas, forças policiais brutais e corruptas e especialmente com os zumbis manginas que tomaram conta da opinião pública.

Para todos que acham que tenho que me moldar as vontades deste sistema moralmente corrupto e misândrico estejam avisados que deveriam pensar primeiro na morte e na desumanização póstuma de Thomas James Ball promovida por eles.

Deixe me ser direto. A opinião pública é o problema. Como diabos podemos ter alguma chance de resolver este problema apelando por compaixão e decência para aqueles que não tem estas qualidades?

Teremos que vestir nossos problemas e reclamações com uma linguagem polida e esperar por esmolas vinda do pessoal dos direitos humanos?

Vocês estão brincando comigo?!

Acho que há uma aproximação melhor, e tudo é uma questão de mentalidade; como nós nos vemos, e como nós vemos “eles”.

Primeiro, NÓS somos a porra da mídia. As putarias que passam nas redes de notícia atuais não tem nada a ver com o mundo real. Tudo que eles fazem é ilegítimo e cheio de mentiras. Mas eles continuam a ter legitimidade porque nós atribuimos a eles alguma importância ou credibilidade.

E eles estão morrendo… uma morte lenta, mas merecida. Cada dia mais as pessoas se voltam para a internet para se informarem. (NT: Olavo de Carvalho fala muito disto em seus programas de rádio pela internet, ouçam!)

Pensem, irmãos e irmãs. Larguem de bobagem! Temos que aprender a vê-los como eles enxergam atualmente os homens: em termos estritamente utilitaristas.

Resumindo, temos que nos aproveitar deles o quanto pudermos, e jogá-los no lixo e ignorá-los quando não pudermos mais usá-los. Mas nunca, jamais, tentar uma aliança ou conquistar o respeito deles.

Nunca deveremos ter a “aceitação” deles.

Nosso “produto” é destinado a uma elite crescente. Nós somos privilegiados que não apenas enxergamos através da falsidade deste sistema misândrico, mas também sabemos que a biologia conspira contra os homens para mantê-los num estilo de vida subserviente. Nunca podemos ser a “opinião pública”, mas sim uma grande e florescente subcultura.

E nós cresceremos, não por debatezinhos polidos e cavalheirescos, mas sim como Dan Moore diz (figurativamente) “arrancando a pele de nossos oponentes e dando risadas de seus gemidos de dor.”

Não sei se Thomas James Ball alguma vez vistiou o nosso site, o A Voice for Men. Talvez sim, mas nunca saberei com certeza. O que acredito é que, se ele fosse convencido a não atear fogo em seu corpo em desespero, ele seria um reforço imenso a esta guerra.

Um homem como ele vivo e ativo seria um pesadelo imenso para eles. E se ele se dispôs a se auto imolar para mostrar suas convicções, não acho que meras encheções das feministas o fariam recuar.

Eu acho, que com esta guerra contra os homens piorando, acabarão por surgir mais e mais homens como o Sr. Ball. E com este site crescendo, acabaremos por encontrá-los antes que eles encontrem gasolina.

Usando a palavra “FODA-SE” não irá nos parar.

Usar contra nós palavras de ódio e de hostilidade aberta, afinal, pode ajudar. Nós refletiremos os sentimentos deles com nosso conteúdo, e não diluindo ele.

Então se ainda não ficou claro, deixe-me deixar bem claro agora. A política oficial deste site é:

QUE SE FODA A OPINIÃO PÚBLICA E QUE SE FODA AS SENSIBILIDADES DELA.

Com meus sinceros respeitos aos masculinistas que pensam diferente, eu apenas posso dizer que não acho que vocês estão vendo as coisas com clareza.

Quando formos grandes o suficiente, e certamente seremos, a grande mídia virá com tudo, tentando pateticamente minar nosso crescimento. Usaremos isto para contra atacá-los e ganharmos ainda mais seguidores.

Mas primeiro teremos que nos agrupar e causar alguns estragos.

Nós daqui do A Voice for Men já temos alguns planos em mente, que até podem não virar o jogo, mas que vão causar bons estragos na reputação de algumas feministas.

Mas neste meio tempo, para aqueles que dizem que temos que falar mansinho, até os escutaremos, mas vocês serão respeitosamente ignorados.

Está é uma guerra, porra!

fonte: http://www.avoiceformen.com/2011/06/24/mainstream-acceptance-is-for-losers/

Escola da Suécia quer eliminar papéis de gênero

Uma escola na Suécia quer eliminar o preconceito de gênero chamando as crianças de “amigos”, ao invés de meninos e meninas, e evitando palavras específicas de gênero como “ele” ou “ela.

Paga pelo governo, a escola Egalia em Estocolmo que abriu ano passado para crianças de 1-6 anos, onde meninos e meninas brincam ao msm tempo de casinha ou de Lego.

Eles lêem livros que apresentam casais gays e lésbicos, pais solteiros e crianças adotadas, ao invés de contos de fada como “Cinderella” ou “Branca de neve”, que apresentam esteriótipos de gênero.

Os funcionários da escola evitam expressões masculinas e femininas quando falam, como “ele” ou “ela”, e sim uma mistura das duas expressões, que na verdade não existe na língua Sueca.

“A sociedade espera que as meninas sejam femininas e bonitas, e que os meninos sejam masculinos, fortes e dominantes” diz a professora Jenny Johnsson. “A Egalia os dá uma oportunidade fantástica de serem o que quiserem.”

Uma pesquisa de 2010 feita pelo Fórum Econômico Mundial aponta a suécia e outros 3 países nórdicos lideram a lista de países em igualdade de gênero. A Suécia é também pioneira em legalizar uniões gays e lésbicas.

Recentemente um canal canadense chamou a atenção da mídia internacional pela decisão de criar um bebê sem gênero ao não dizer a ninguém se a criança é menino ou menina.

Quando Storm nasceu, o casal de Toronto disse aos amigos e à família que eles decidiam não dizer o sexo da criança.

“Quando um bebê nasce, até mesmo as pessoas mais próximas perguntam “é menino ou menina?” diz a mãe Kathy Witterick. “Se você relamente quer conhecer alguém, não pergunte o que ela tem entre as pernas.”

Os irmãos de Storm Jazz, 5, e Kio, 2, Escolhem as próprias roupas e penteados. Jazz prefere manter seu cabelo comprido e com 3 tranças. Sua cor favorita é o pink.

fonte: http://www.globalpost.com/dispatches/globalpost-blogs/weird-wide-web/sweden-preschool-children-boys-girls-gender-stereotypes

Comentários, por Cenobita:

Lendo esta notícia e as declarações dos professores e pais, até parece que eles estão criando uma sociedade sem preconceitos de gênero ou de preferência sexual. Bobagem, porque o que estão fazendo é deturpar a visão das crianças afim de promover idéias imbecis que não só falharam, como resultaram em mortes.

Pra começar, gênero não é uma construção social. Homens são homens e mulheres são mulheres, e agem como tal, não porque a sociedade quis, mas porque foi assim que a natureza nos fez. A milhares de anos o ser humano evoluiu selecionando indivíduos que estavam mais aptos a se adaptar e sobreviver. O homem como maior e mais forte, naturalmente se torna mais agressivo e disposto a enfrentar os desafios que aparecer. Os preguiçosos, fracos e que tinham medo de se arriscar não se davam bem, e não conseguiam parceiras pra se reproduzir. Já as mulheres, menores e mais frágeis, e que carregavam os filhos, naturalmente ficam em casa, protegidas e sendo bem tratadas afim que cuidem e protejam a criança. Não é a toa que os meninos desde cedo brincam de guerra e lutam enquanto as meninas gostam de casinha e bonecas em forma de bebê, mesmo sem que ninguém ensine isso a eles. Por que sim, nossa estrutura corporal e ação dos hormônios influencia no comportamento. Então NÃO, os papéis de gêneros não são ensinados, apenas encorajados. Talvez usar uma arma ou conversar com mulheres possa ser ensinado, mas a força que nos motiva a pegar em armas e lutar, ou tentar conquistar uma mulher é perfeitamente natural. O que mudou do passado até hoje foram apenas os meios de conseguir o que quer, já que avançamos tecnológicamente e adquirimos novos conhecimentos, mas os objetivos continuam basicamente os mesmos.

As diferenças dos sexos são tão óbvias que até um imbecil as notaria. No entanto, os tais “especialistas” teimam que não, e se a realidade não concordar? Que se dane a realidade!

Na mente dessa gente, um bombeiro carregar uma pessoa de 100 kilos pra fora de um incêndio não deve ser um ato heróico, e sim um insulto às suas colegas femininas que não conseguem. Vai entender…

Agora a pergunta que não quer se calar. Como diabos se referir a alguém como “ele” ou “ela” incentiva preconceito? Como deixar de usar essas expressões vai influenciar as pessoas a serem tolerantes? Como as crianças devem se identificar ao tentar usar um banheiro? Afinal são separados por sexo. Eu particularmente me sinto oprimido por não me deixarem usar o vestiário junto com as mulheres, afinal elas estão só trocando a roupa e não iam se incomodar com minha presença não? Até que esse negócio não é má idéia… Enfim, deixando as piadas sem graça de lado, essas idéias levadas a sério pelos pais e professores parecem ter saído da cabeça de uma criança. Uma bem ingênua por sinal. Tudo isso pago com o dinheiro do povo. Maioria casais heterossexuais.

Outro ponto interessante disso tudo, é que as crianças lêem histórias de casais gays e pais solteiros, no entando é proibido histórias de famílias heterossexuais, porque são considerados esteriótipos. Ora, então eles não estão ensinando as crianças a escolher o que ser, e sim usando a educação comum sobre gêneros e família, só que ao contrário. Tentando fazer com que elas cresçam achando normal uma estrutura de família diferente da comum, e a comum que não os é ensinada, como algo diferente.

Na mente desses educadores “brilhantes”, uma pessoa heterossexual é um esteriótipo, no entando uma pessoa gay não. Isso não só é incoerência, mas uma tentativa forçada de doutrinação ao homossexualismo e a desconstrução do modelo de família da sociedade ocidental. Apesar disso já estar em andamento através da mídia a muito tempo. Não é a toa que ultimamente existe uma onda de garotos afeminados e que não sabem trocar um pneu, garotas que sequer sabem esquentar a água, e de filhos que não conseguem viver sem depender dos pais. De alguma forma os especialistas chamam isso de progresso.

A Suécia como mostra na notícia, é um dos países de maior igualdade de gênero, e isso deixa todo mundo feliz não? Bom, na verdade não. A dita igualdade tem um preço. Muitos homens perdem o emprego ou a chance de serem promovidos e até mesmo de serem contratados, simplesmente para não desequilibrar as estatísticas. Eles forçam a contratação de mulheres e cortam muitos homens afim de equilibrar a relação entre os sexos, principalmente porque as mulheres costumam sair do emprego justamente para terem filhos. Os países nórdicos também estão entre os que possuem os maiores índices de suicídio do mundo, principalmente de homens por sinal. O índice de suicídio entre mulheres lá é maior que o de homens no Brasil, e 4 vezes maior que o cometido por mulheres. É essa a sociedade ideal?

Por fim, as crianças. Como ficam elas nisso tudo? Décadas atrás testes parecidos foram feitos em israel, todos falharam miseravelmente, já que não importa o que fizessem, as crianças continuavam a agir de acordo com seu gênero.

Privar uma criança de ser o que é como estão fazendo também não funciona. Como exemplo podemos citar a história de David Reimer, que teve o pênis queimado em uma cirurgia de circunsição, e os pais tentaram o criar como menina, chegando ao ponto de castrá-lo e de o botar por tratamentos hormonais femininos e sessões com um médico que revolucionou o modo que as pessoas lidam com as diferenças de sexo, que influencia o pensamento das pessoas até hoje, mesmo todos os testes tendo falhado. Isso nada adiantou, porque David (chamado de Brenda na época) não se sentia nem queria ser menina mesmo assim, até o dia que seus pais cansados de tudo resolveram contar a verdade. David então resolveu seguir a vida como homem e inclusive se casou, mas pelo seu passado, entrou em depressão profunda, até o dia que saiu de casa com uma arma na mão e tirou a própria vida.

Será então que vale a pena tudo isso? Com certeza que não. Na minha opinião essa escória deveria ser punida. Mas se você prefere ficar do lado das pessoas”boas” e “tolerantes” que usam crianças como ratos de laboratório, botando suas vidas em risco por teorias sem fundamento, o problema é seu.

Só sei que no futuro a Suécia vai ter uma geração de pessoas confusas sobre si mesmas andando por aí.

No que os blogueiros masculinos falham?

por Angry Harry 

Será que muitos blogueiros masculinos entendem realmente do que eles estão falando? Em grande parte não, pelo que vejo.

Eu frequentemente fico navegando pela internet e gasto horas e horas lendo vários blogs que abordam uma grande variedade de assuntos.

E ficou muito surpreso com muitos talentos que vejo surgir por aí.

Claro, ainda há muito lixo, mas mesmo assim parece não ter fim a variedade de assuntos onde muitas pessoas se tornaram peritas, nos passando informações muito melhores das quais você encontraria na grande mídia – que, aparentemente, parece que não tem mais nada de realmente interessante para nos informar – exceto, talvez, quando se trata das “notícias” mais recentes. Continue lendo

Marcha das Vadias em Nova Deli?

por The-Spearhead.com

Para demonstrar como a cultura ocidental (desta vez a parte mais aberrante dela) penetrou de vez na India, Umang Sabarwal, uma jovem de Nova Deli, decidiu seguir suas irmãs ocidentais “poderosas” e está orgranizando uma “Marcha das Vadias” em sua cidade natal. Continue lendo

Desmontando uma falácia feminista: como as “muié” inventaram inventoras

por Paul Elam

Começo este artigo agradecendo a leitora Sonia, que comentou o artigo de Angry Harry chamado “Por que os homens são mais inteligentes que as mulheres”.

A Sonia diz:

“Eu não acredito que estou me importando em não ignorar sua idiotice, mas criança, é difícil inventar coisas se as pessoas a PROÍBEM DE IR PARA A ESCOLA. Meu deus homem mulher só puderam votar só no começo deste século, mulheres não podiam nem abrir um pedido de patente só por ser mulher, então elas tinham que abri-lo com o nome do marido, e muitas autoras femininas tinham que publicar suas merdas sob pseudônimos.
Você me faz rir”

Primeiro, ao analisar como a Sonia não tem lá muito cuidado com a língua e sua falta de qualquer argumento racional do porque mulheres não são inventoras, ela é que foi negada ter acesso a educação. Continue lendo

%d blogueiros gostam disto: