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maio 08 2015

Eles ainda querem que você “vire macho” e adote alguma rodada

Um homem "responsável" e maduro...

Um homem responsável e maduro.

por Society of Phineas

Dado que eu estou achando menos pedidos para os caras “virarem macho” de uns tempos pra cá, eu pensei que eles finalmente se tocaram e perceberam que tais encheções não estão mais dando resultado. Mas olhando para os comentários da última pesquisa sobre o casamento nos EUA no site conservador Media Research Center, parecem que eles ainda não se tocaram que sua mensagem é inútil.

 

70% dos americanos do sexo masculino de idades entre 20 e 34 anos não estão casados, e muitos vivem num estado de “adolescência perpétua”, que trará consequências sombrias para o futuro da nação, diz Janice Shaw Crouse, autora do livro “Marriage Matters.”

“Muitos jovens falharam em fazer uma progressão normal e seguir caminhos mais maduros de responsabilidade e auto suficiência, papéis geralmente associados ao casamento e a paternidade,” Crouse, antiga diretora executiva do Instituto Beverly LaHaye, afirma em um artigo para o Washington Times.

 

Mas é claro, já começam logo acusando o homem de ser uma espécie de “Peter Pan”  que nunca cresce, e vem nos dizer que parte do processo do amadurecimento envolve assumir sem pensar uma responsabilidade simplesmente porque outras pessoas dizem para ele fazer tal coisa. O estado civil da pessoa não é um reflexo de sua maturidade e responsabilidade, como inúmeros exemplos de divórcios, casos extraconjugais e outros problemas nos mostram. Ser adulto requer que você tome decisões por si mesmo, se responsabilize por elas e que seja sábio para decidir se tal decisão é benéfica para você. Os homens simplesmente estão entendendo o que o casamento realmente representa hoje – ou seja, algo que não oferece benefícios para eles – e basicamente estão se recusando a assumir tal responsabilidade.

 

O grande número de homens solteiros significa baixas expectativas para milhões de jovens mulheres que sonham com uma festa de casamento que nunca virá. ´”É algo muito deprimente,” Crouse diz para a CNSNews.com. “Eles não entendem o quanto isso é importante para a cultura, sociedade e para o poder de uma nação ter famílias bem estruturadas.”

 

Tudo se resume ao que a mulher quer. A mulher quer apenas a festa de casamento e um escravo particular para sustentá-la e protegê-la, isso tudo sem assumir responsabilidade alguma perante seu marido. Tudo tem que ser pra ela e para satisfazer suas fantasias de ser uma princesinha mimada.

O casamento atual, de forma resumida.

O casamento atual, de forma resumida.

A evidência está clara e escancarada atualmente, e isto fica evidente nos comentários da matéria em foco, onde os homens demonstram estar entendendo perfeitamente o estado atual das coisas. Mas mesmo assim, pessoas como Janice Shaw Crouse parecem se recusar a entender que para termos famílias estruturadas, ambos os lados tem que enxergar benefícios no casamento. Afinal, na mente de pessoas como Janice Shaw Crouse e outras feministas tradicionalistas, o homem não merece nada além de ficar calado e aceitar sem reclamar seu papel como escravo – todos os comentários contrários e artigos linkados que contra argumentam esta imposição nada mais são que conversinha de escravos “atrevidos” e não devem ser levadas em consideração. Afinal um homem deve saber seu papel e calar a boca, não é dona Crouse?

 

Depois de décadas de feminismo, Crouse nota que homens é que impõem parâmetros para se relacionarem intimamente, e entre estes parâmetros está a exclusão do uso do anel de noivado.

“Eu sei que as feministas irão reclamar se você dizer algo assim, porém a verdade é que eram as mulheres que impunham os padrões morais, sociais e demais parâmetros para relacionamentos íntimos. Elas que definiam até onde poderiam ir. Mas agora são os homens que definem tais limites,” diz Crouse ao CNSNews.com.

 

Parece que este “comando” feminino sobre o homem está ruindo. O homem descobriu que ele também tem direito a escolher as condições que ele quer assumir para viver sua própria vida. Mas acredite, eles não estão “impondo padrões”, mas somente notando como o casamento é um acordo ruim para eles e simplesmente o evitando. Se chamam isto de “impor padrões”, que seja, mas ainda assim isto não passa de negação da realidade. Prosseguindo:

 

“E isto é ainda pior, pois agora as faculdades são locais predominantemente femininos. Então hoje temos por volta de 60% dos estudantes compostos por mulheres. Tal taxa desbalanceada é totalmente fora de sincronia.

“E isto significa que as mulheres estão tendo que viver pelas demandas masculinas. E isto significa menos romance. Elas não tem mais encontros. As garotas com quem eu ando falando lamentam o fato de não terem mais a oportunidade de se arrumarem para ir num encontro.”

 

Ué, mas não era justamente isso que as mulheres lutaram tanto para ter? “Uma mulher precisa de um homem assim como um peixe de uma bicicleta“, não é verdade? Se você coloca as leis de admissão à faculdade favoráveis a elas e as favorece no ambiente escolar, não é de se estranhar que com isso tenha mais mulheres nas universidades.

A dinâmica feminista em um casamento.

A dinâmica feminista em um casamento.

E some a isto as expectativas totalmente irreais que uma mulher tem em relação a um homem, onde basicamente você tem uns 80% deles que não irão se encaixar neste padrão doido, e você só reduzirá as chances dela. E vamos adicionar também o grande problema que aumentam demais essas estatísticas das quais dona Crouse tanto lamenta: são as próprias mulheres que estão adiando a data de seus casamentos para poderem ganhar suas medalhas de honra ao mérito feministas: se formar naquela faculdade, viajar meio mundo, dar pra metade dos destacados da região, “curtir a vida” nas baladas, etc. E por algum motivo desconhecido, ainda assim tudo isso é culpa do homem. Pois é claro, a culpa é sempre dele, não importa o que aconteça.

 

“E as jovens que aderem a um código moral e se recusam a participar da “cultura da pegação” são consideradas excluídas sociais, Crousse aponta. E elas enfrentam ainda mais desafios para encontrarem um bom marido do que suas concorrentes promíscuas.”

 

E temos mais uma coisa para jogar na conta do homem – afinal são os homens que impõem uma “cultura de pegação” e as pobrezinhas tem que aceitar caladas, não é mesmo? É óbvio que qualquer um que siga um código moral terá problemas com a “cultura da pegação”, porém eles sabem quem são os verdadeiros culpados. São elas que demandam tal cultura de curtição, ignorando as condições para um casamento tradicional e também são elas que adiam seus casamentos, como colocado acima. Mas obviamente, todos sabemos como os homens são ruins e as mulheres sempre são boas e sem defeitos, não é?

 

“É muito interessante, já que Mark Regnerus e Jeremy Uecker escreveram seu livro “Premarital Sex in America, por volta de uns 4 anos atrás. E eles já estavam preocupados com o fato de que as mulheres mais jovens não iriam conseguir se casar. E suas chances, caso elas não sejam sexualmente promíscuas, são bem baixas já que ps homens, se podem fazer sexo por aí, não irão se interessar por uma mulher que seja mais reservada.

 

Mais uma vez, quando você transforma o sexo em mercadoria que o homem só pode comprar pelo preço da escravidão eterna, como era feito no casamento tradicional, não se surpreenda quando as mulheres começarem a competir por atenção masculina baixando seus preços. Mas é claro, tudo isso é culpa do homem, esse monstro, e não pelo fato deles estarem simplesmente se adaptando aos novos comportamentos delas, não é verdade?

 

“Aquelas que são bem sérias quanto a ideia de se casar. E isto deixa a maioria dessas jovens, chegando aos 25 e trabalhando em seus primeiros empregos, com poucas chances de arrumar um bom marido. E Mark Regnerus foi bem claro em apontar como as “boas garotas” é as que correm mais risco de não se casarem.”

 

A importância que a mulher dá em conquistar suas medalhas feministas em detrimento ao casamento é deixado bem claro aí, junto com as restrições artificiais que elas mesmas impõem para escolher um homem. Mesmo as “boas garotas” ainda querem conquistas as medalhas feministas e adiam seus casamentos.

 

Crouse afirma que o declínio do casamento e um aumento correspondente nas uniões estáveis está acontecendo mesmo contrariando pesquisas que vem sendo feitas a mais de uma década demonstrando os benefícios sociais de um casamento tradicional.

(…)

Mas os homens não são os únicos culpados por isto tudo, Crousse aponta. “Muitas mulheres temem o casamento. Enquanto o feminismo está desgastado, as consequências finais desta filosofia foram a formação de mulheres que não querem ter um homem mandando nelas, e não entendem que num casamento, a capacidade de ceder em certos momentos é essencial.”

 

O artigo continua a falar sobre as uniões estáveis. Poderia ser dadas as condições do feminismo moderno (feminino), juntamente com as condições do feminismo tradicional (homens), que ambos os lados estão vendo o valor correto do “pedaço de papel” (certidão de casamento), especialmente tendo em conta as consequências que foram testemunhados em suas vidas ao ver o que o casamento representa? Que são ambos os lados que preferem um relacionamento com uma dinâmica diferente do que ambos entendem como “casamento”, sentindo que um mero pedaço de papel não irá realizar isto?

Como Crouse diz, “há muito sentimento anti masculino por aí”. E isto inclui o seu artigo, junto com as suas observações. Quando o bem estar masculino e seus interesses como homem não podem entrar na equação do casamento – quando a mulher sempre tem que receber tudo o que ela quer às custas do homem e que o homem deve sempre sacrificar tudo pela mulher e aceitar perder tudo – não é de se surpreender porque os homens não demonstram tanto interesse no casamento. Comparado a um acordo comercial, o casamento não passa de um trambique que ninguém em seu juízo perfeito aceitaria participar.

Se estes tradicionalistas realmente tem algum interesse em reerguer o casamento, eles estariam melhores servidos se jogassem fora o ódio feminista que os domina e tentem restaurar o matrimônio nos termos de Deus (onde tanto homem e mulher se beneficiavam dele), ao invés de simplesmente continuarem a perpetuar sua destruição.

FONTE.

23 comentários

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  1. Brow!

    Terminei agora um relacionamento pois não suportava a idéia de casar com alguém, que já pegou mais de 12 caras. Alguém que abusa do feminismo aproveitando a vida ao máximo e tinha planos de chegar aos 24 e encontrar alguém pra casar. – Mas não dessa vez querida. A idéia de ter uma família com uma rodada dói. (entao voce tem filhos com ela, e em um passeio pelo shopping, ela da um “oi” pra um cara, vc pergunta quem é, ela fala que era alguém que já ficou o passado) Isso fere o ego masculino. Descontrói todo o conceito de família, ainda mais quando se cresce em uma família no qual seguiu os padrões (pai alfa, primeiro homem da mãe) então você busca isto pois é o modelo convencional. O modelo de sucesso.

    E vocês perguntem as suas namoradas, com quantos ela já ficou, se vc não gostar da resposta, não continue, termine por ai. ~Para Brow, deve-se viver o presente! (conceito feminista pra vc casar com rodada) vai toma no cú! presente ? vai se fuder! se eu compro um carro eu quero saber a procedência. Para saber se vou precisar fazer manutenção ou não. Mas se o carro é novo, então não esquentarei a cabeça, nao me trará problema.

    E casamento agora é como já citado, uma caça ao tesouro.

    Eu gostaria de polemizar nas redes sociais com uma campanha: só caso se for virgem. ;
    E o resultado disto, a longo prazo seria bom. Mas acredito ser irreversível este padrão de sociedade atual… Mas tenho fé.

    1. Muchacho

      Não precisa, criar hastag por ái. Esse assunto é batido no canal ou no forum.

      Sobre a feminista que queria se aposentar aos 24 anos, é por aí mesmo. Tem gente que acha que mulher só fica imprestável dos 30 em diante, se esquecendo que nesse mundo onde os manginas são muitos e a putaria cresce a cada dia, qualquer mulher poder chegar antes disso com um currículo bem (mais muito bem) vistoso.

      Agora, se a feminista se dispõe a compensar esse lado promíscuo dela, dado aporte financeiro considerável no casamento, aí é outra conversa. Mas isso é pouco provável de acontecer, porque assim como as necessidades biológicas dela de encontrar um bom provedor é que vem em primeiro lugar nessas horas (curioso é que quando mais novas, não raciocinam assim).

      Se gostassem realmente de casamento e de homem, entraria com dinheiro nessa. Mas como querem ser promíscuas + hipergâmicas, então fica nessa.

      Só assume quem quer.

  2. Marcelo

    Já era. Tenho 36 anos. A geração do meu pai foi a última aonde havia honra nos casamentos.
    Hoje elas começam aos 13 ou menos, na adolescência já são rodadas, carreiristas nos 20’s e balzacas caídas e amargas depois dos trinta, com uma longa lista no currículo (só homem lixo, canalhas, etc.).

    E eu, correto, trabalhador, tranquilo, estudei, comprei meu apartamento, com grana no banco, acha que agora vou receber uma mulher com experiência de prostituta (nada contra elas, pelo contrário, são as mulheres mais sinceras de hoje) para ser minha esposa? E casar de branco na igreja? rsrsrsrs sendo que eu fui ignorado a vida toda por elas, por não se encaixar no padrão fantasioso-insano-doentio definido pelo feminismo e pela mídia?

    Tô fora. Prefiro ficar sozinho, eu e minha honra.

  3. Pek

    Cara, sou mulher, NÃO sou rodada, sou virgem aos 32 anos, com orgulho, sou bonita, estudei, viajo meio mundo sim, pq nenhum homem MACHO como vcs dizem aqui ainda teve a decência de me assumir! Só querem pegar e sair fora! Comigo vcs não conseguem nunca! Nem p dar um beijo e sair fora, pq eu não deixo. Ainda bem q esse blog só me confirmou o quão babacas vcs são! Nunca fui feminista, mas esse blog tá incentivando as mulheres a serem! Viver odiando as mulheres vão levar vcs até onde? Eu não odeio os homens, mas vão ter de pastar muito comigo até algum ser classificado por vcs como macho alpha ou beta decente me assumir!

    1. Barãozin

      Lendo isso entendi pq chegou aos 32 sem nada…

      Primeiro, jeito irritante de se expressar.

      Segundo, se acha a última bolacha do pacote.

      Teu destino é terminar sozinha.

      Tenha um bom dia.

      1. Um cara odiado

        ”Cara, sou mulher, NÃO sou rodada, sou virgem aos 32 anos, com orgulho, sou bonita, estudei, viajo meio mundo sim, pq nenhum homem MACHO como vcs dizem aqui ainda teve a decência de me assumir!”

        ham, sei kkkkkkkk ninguém teve coragem de te assumir… vc procura um “macho” e ainda diz que é virgem? só uma vadia fala desse jeito vc não é virgem porra nenhuma kkkkk
        ainda quer que a gente acredite kkkkkkkk

    2. Rafael

      Pek, parece-me que vc entendeu muito mal o que está escrito no texto.
      Vc, pela descrição, tem o perfil de mulher que um homem assumiria, ou seja, o oposto,
      das que são apontadas no texto.
      Contudo, pelo menos no que me diz respeito, não ficaria/aceitaria a
      companhia de alguém que se mostra tão desagradável, em 6(seis) linhas vc
      distribuiu socos e pontapés justamente nos caras que estão
      tentando que as mulheres recebam o valor que merecem.
      Por outro lado, escrevo de peito aberto, pouco se me diz se vc é PHD, ganha muito
      dinheiro, é empresária/modelo/artista de sucesso, ou seja lá que por&*%$#ra, a mim,
      me basta um mínimo de beleza, educação familiar, um tico de educação acadêmica (afinal
      minha mulher deverá ensinar um pouco nossos filhos) e saber usar garfo e faca.
      De resto, acrescento, por último, bons modos, boas maneiras, devem vir
      em primeiro lugar.

      Boa Sorte

      Rafael

    3. guilhermo

      32 anos e atenção:
      … Mr. Chroooooooooooooooooooooooooonos!

      Huuuuuuuum! Gosto ácido.

    4. Dizóio

      Não entendeu nada do texto.
      E o problema nem é você já ter 32 anos(nem se tivesse 18 anos ainda),mas sim ser chata pra caralh*!
      Sabe aquelas vizinhas rabugentas e fofoqueiras?Você vai ser uma delas!

    5. pompeu

      Dúvido que seja uma mulher, este linguajar… sei não. Se aos 32 anos você não consegue distinguir um homem de verdade a procura de compromisso sério, ou você é muito tapada ou só anda procurando no lugar errado e o tipo errado; depois vem aqui querendo se fingir de inocente, aqui não neném!!!

    6. M. Silva

      Pek arrogante, boca suja, feminista.
      Ninguém odeia mulher aqui.
      Mas todo mundo despreza feminista.
      E quem disse que feminista é mulher?
      Feminista é um zumbi. Mulher é raça em extinção.
      Vá gastar sua grana e se divertir noutra freguesia.
      Faça um favor a um homem: não lhe dê bola!

  4. Observador

    Caramba Barão, acho que esse ja o segundo ou terceiro texto seu sobre esse tema. Queria saber uma coisa: Você acha que isso tudo que foi relatado nos EUA será visto aqui em terras tupiniquins?

    Vlw e Obrigado!

    1. Barãozin

      Já tá sendo.

      Nunca leu reportagem por aí falando que os caras tem medo de se relacionarem com mulheres “fortes e independentes” (tradução: alguma carreirista histérica, rodada e que não sabe ser agradável por 5 minutos)?

      1. Observador

        Eu já vi muitos Barão e isso me chamou bastante a atenção. Nesses textos havia muitos comentários de mulheres que “corroboravam” isso, e um ou outro realista que mandava a Real bem seca. O que me deixou curioso é como essas mulheres “fortes e independentes” se acham a última bolacha do pacote.

  5. Pompeu Teles

    Isto se resume no seguinte: homens espertos bem sucedidos oriundos da classe média preferem ficar solteiros do que segurar uma bomba de uma rodada que passou na mão da torcida do flamengo, o próprio movimento feminista criou um contra movimento não oficial, embora alguns manés ainda caem no golpe da pensão ou se casam com uma baladeira arrependida (vitima de manipulação emocional ou vacilo mesmo, todos nós corremos este risco) e quando percebem o erro é tarde, lá se vai metade do seu patrimonio, fora a vergonha publica. Mulheres serias realmente estão numa situação complicada, a oferta de sexo esta tão facil que os caras viciam em tanta promiscuidade que imagino que perdem a atração em uma mulher de carater e personalidade (virgem, pois depois que a mulher deu para um, não tem como saber se foi um mesmo ou um tantão). Nem venham com argumentos de beta fracassado, que tem virgem que já fez outras coisas, estamos na alta hierarquia da engenharia social e sabemos separar o joio do trigo.

    Nossos antepassados alfas eram mais racionais, sabiam deste perigo e não exigiam que a esposa que iria educar os filhos fosse também uma atriz porno na cama, exigiam apenas a virgindade pois, não tem como ter as duas coisas em uma mulher só: o sagrado e o profano. Exatamente por isto o feminismo vive batendo nesta tecla que o prazer livre da mulher (dá para todo mudo) é normal, que homem tem que aceitar o passado das vadias como algo normal, mas se esqueceram que sempre existiu e sempre vai existir as mulheres que vão contra a corrente, quando o homem atual entender que a mulher para casar não pode ser uma rodada tudo voltara ao normal, mas teremos um desequilibrio na cadeia pois poucas mulheres que atenderão ao perfil gerará uma demanda alta para pouquissima oferta, uma verdadeira caça ao tesouro.

  6. guilhermo

    Vejo homens de muita coragem. Que não desistem de seus valores e de sua honra em prol de uma tendência momentânea e provavelmente passageira, como muitas tendências que já houve nesses, pelos menos, 7000 anos de civilização.

    Desejo o melhor a todos vocês. E é possível sim ter tranquilidade, felicidade e estabilidade nesse mundo. É só planejar o caminho todo; assim, certamente dará tudo certo.

  7. guilhermo

    Só uma pergunta: por que que elas ainda querem se casar? Ah, esqueci. Nada é lógico para elas. E esse é o problema. Namorar, casar, levar elas à sério são tarefas para malucos que vivem em Nárnia.

    O pior é o cara querendo saber, depois do rápido casamento, do porquê “dele” ter errado tanto.

    Mas eu acho uma boa muitos homens se casarem, porque fica muito aparente para os racionais, frios e calculistas se organizarem nessa configuração atual.

    Eu, por exemplo, quero ter filhos e uma família. E, é claro, farei sozinho. Se a vadia confusa consegue, porque eu não consigo?!

  8. Alex heinze

    Sinceramente barãozin não vejo nenhum benefício em se casar,para o homem o custo benefício é péssimo que dá 95% e recebe apenas 5%,no fundo o casamento é feito para que o homem se acomodar e principalmente gasta,gastar muito,consumir,pois quando o homem é solteiro ele não consome muito,e a sociedade não vê isso com bons olhos,ela(sociedade) espera e quer que nós homens gastemos toda nossa energia para paparicar e endeusar mulheres mais rodadas que pneu careca.

  9. Welzo

    Eu só acho que esse negócio de Marriage Strike matrixiano demais.
    O negócio mesmo é não casar, e fazer isso quando as condições forem muito generosas. Se não, fica quieto.
    Engraçado mesmo é a feminista querendo que os caras virem MACHO para aceitarem mulher rodada.
    Ah!….é mesmo. E o patriarcado machista opressor só é válido nessas horas, quando é para beneficio delas?
    Só rindo mesmo…
    E se mesmo que o cara fosse MACHO, jamais levaria isso adiante.

  10. Angelo Salles

    Se casar pra dar conforto a vagabunda pra que?

  11. Julio

    Casamento aqui no brasil serve apenas para os homens feios pobres e para as mulheres feias, gordas e/ou velhas!

  12. Contrapondo Idéias

    Não é bonitinho essa realidade? Não é lindo isso? Teremos mais e mais gerações de promíscuas, de putas de toda a espécie… teremos milhares de frases como esta: “EU NÃO ESTOU FELIZ” dentro do relacionamento. E os homens, segundo Michelle Langley, terão de ser compreensíveis com as mulheres. Ora, não me faça rir…

    http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/05/07/evolucao-explica-por-que-as-mulheres-traem.htm

  13. Arthur Souza

    Casamento hoje em dia se resume a uma competição, interna e externa. É como dois pilotos de uma mesma equipe, que lutam primeiro entre si pra ver quem pode mais dentro da equipe (relacionamento) e depois contra os outros pilotos, pra ver quem é o melhor (mostrar para os amigos e demais pessoas que o relacionamento é uma maravilha). Não há mais um trabalho conjunto para melhorar a relação em todos os sentidos. Não se discute maneiras de driblar a rotina, de investir dinheiro pra ambos terem mais tempo um para o outro e para dar uma condição de vida mais favorável para os filhos estudarem em uma boa universidade ou seguir a carreira que eles quiserem (esportes, música, etc), bem como para passar valores essenciais a eles; para melhorar o sexo (que com o tempo vai ficando uma droga). Enfim, as pessoas hoje em dia não têm mais essa noção. A cultura agora é se encostar no outro, é pagar de feliz nas redes sociais. Não, casamento não é isso, e enquanto as pessoas continuarem queimando etapas nos relacionamentos, deixando de observar principalmente o caráter e a formação/criação do indivíduo, mais e mais elas continuarão tendo problemas, acabando por viver num ciclo vicioso de casa-separa, casa-separa de novo, gerando filhos que serão tão ou mais desequilibrados que os pais, que por sua vez repetirão o padrão doentio dos seus pais. Não dá mais para pensar em relacionamento sério hoje em dia, pelo menos não da maneira que a maioria das pessoas de nossa cultural ocidental o assimila.

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