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mar 12 2014

O X% : Sobre o que é realmente o feminismo e porque quem valoriza a liberdade deve lutar contra ele – parte 1

porcentotraduzido por Thoth, da Equipe Búfalo de Tradução

por Paul Elam, do A Voice For Men

Itália, Estados Unidos , Congo, Reino Unido, Coreia do Sul, Dinamarca , Austrália, México , Índia, Japão , Canadá e Espanha . É uma lista de países com muitas disparidades (e apenas parcial ), uma mistura de leste e oeste , uma mistura extrema de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. No entanto diferenciados os termos de normas sociais e de governança, o entanto gritante contraste superficial, todos esses lugares têm uma coisa muito poderosa e proeminente inextricavelmente  tecida através da malha de sua própria existência, unindo-os.

É o mesmo fio condutor que agora atravessa muitas outras entidades: o Pentágono, a Federal Express, a União Europeia, os partidos políticos conservadores, rock and roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais na Terra, O Parlamento Australiano, a música country, partidos políticos liberais, todas as 500 maiores empresas do mundo, Oxford, Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e The New York Times.

Todas estas instituições, esses países, culturas, empresas e construções têm em comum que, em maior ou menor grau -geralmente maior – eles foram impactados pela expansão e influência do feminismo de gênero.

Vemos isso na aceitação indiscriminada dos resultados de investigação fabricados e estatísticas falsas de apoio à narrativa feminista que se repetem, sem consideração ou veto pelos meios de comunicação, dos funcionários estaduais e dos candidatos políticos (independentemente do partido) a nível mundial.

É visível o aumento exponencial das leis draconianas que evisceram os princípios básicos da lei que têm resistido durante séculos; inocentes são mandados em massa em grilhões para um complexo prisional-industrial que aumentou em destaque nos últimos cinqüenta anos.

Ele aparece na faculdade em seus “tribunais de honra” que tornaram-se câmaras de estrelas, dosando as consequências que mudam a vida de inocentes sem provas, sem sequer conhecer as novas normas, sendo reles coagidos por uma administração presidencial corrupta.

Somos bombardeados por ela a partir da mídia, bombasticamente nos batendo com desinformação e chantageando-nos com a vergonha isso ter sido incutido em nós há décadas.

Costumamos brincar, e com razão  sobre a estupidez de feministas . Afinal, você já viu Futrelle em um debate, assistiu a donzela Sarkeesian enquanto reclamava de vetos , ouviu Rebecca Watson tentar convencer os céticos de que um convite para o café é uma ameaça e um problema social para as mulheres, ou ler algumas linhas de Ally Fogg apenas depois que ela lhe diz que ela não é uma feminista?

Na verdade, no reino do feminismo, especialmente online, a estupidez é considerada como boa educação; um ativo que vai chegar ao topo.

Mas a questão permanece, se as feministas são tão estúpidas, então por que é o feminismo agora a ideologia dominante no planeta, afetando quase todas as instituições, aparato político, fornecedora de todos os níveis da educação, bem como todas as agências de aplicação da lei e pessoa jurídica conhecida?

Se as feministas são tão intelectualmente vagas, então por que estamos aqui, sem recursos e lutando bravamente patinando mesmo usando astúcia e criatividade, a fim de fazer qualquer coisa contra suas supostas idiotas?

A resposta para isso é simples, e ao mesmo tempo complicada.

O feminismo não é para as feministas. As feministas são idiotas, mas elas são como as idiotas úteis como eram os bajuladores soviéticos nos tempos da Guerra Fria.

O feminismo, na realidade, servem os governos e as corporações. E é a ferramenta mais eficaz para o controle das massas desde o uso de cassetete e canhões de água.

Eu acho que, quando olhamos através do mapa, de Estocolmo a San Diego, de Tóquio a Toronto, não estamos vendo um mundo que acabou de comprar as divagações de gênero dominadas por um bando de idiotas que mal conseguiriam se formar no primário. Também não estamos vendo o trabalho de trogloditas femininas que usam coturno 44 bico largo, sombrancelhas grossas e um buço que mais parece um bigode.

O que estamos vendo é uma cadeia de governos, sem falar de seus interesses corporativos para manter o poder, que descobriram o “segredo” para impor o que lhes serve para a população, sem causar resistência significativa.

Eles descobriram que o melhor método para fazer as pessoas seguirem a linha do governo não é com restrições com mão de ferro contra a liberdade de expressão, de imprensa e do direito de reunião. Essas são as estratégias do mundo antigo ainda em jogo, em algumas regiões do Terceiro Mundo, mas não no mundo industrializado. Muitíssimo fora de moda e ineficiente.

Governos do Primeiro Mundo, e até mesmo alguns que mal se qualificam de Primeiro Mundo, descobriram que eles podem controlar as massas com um ginocentrismo agressivo.

O método para fazer isso não é tão difícil. Só é preciso um pouco de tempo, um pouco de dinheiro, e mais do que um pouco de conhecimento básico da sociobiologia humana. Na verdade, se você souber jogar o jogo de uma forma não muito idiota, você pode controlar as massas com a ajuda entusiasmada das próprias.

Existem algumas leis básicas que formam a base para este tipo de controle. Elas são baseados em características dessa tendência fortemente nos respectivos sexos. Elas não são 100% fixas, e há exceções, o que obviamente significa que elas não são leis no sentido literal da coisa. O termo Lei é usado de forma ilustrativa, não literalmente.

As exceções são muito raras, no entanto. Há muito poucas delas comparativamente; não o suficiente para ficar no caminho de afirmar o controle, se você está comprometido com ele.

Discutir essas leis exige alguma qualificação. Nelas você vai ver muitas acobertações e declarações altamente generalizadas sobre homens e mulheres, em grande parte pouco lisonjeiras. Tenha em mente duas coisas. A primeira coisa é que estas leis lidam com áreas específicas do comportamento e atitudes sexualmente enraizadas. Elas não se destinam a qualquer tipo de descrição completa de homens e mulheres. Elas abrangem apenas o microcosmo.

Em segundo lugar, a crítica é equilibrada. Não por uma tentativa orquestrada de ser igualitária, mas porque os comportamentos a serem encontrados aqui são mais ou menos de igual proporção em homens e mulheres. Não estou pintando uma como melhor, mais moral ou com mais princípios do que outra, porque esse não é o caso. Quando se trata das fraquezas humanas que permitem este tipo particular de tirania, homens e mulheres se encontram na posição rara de ser iguais absolutos.

Então, vamos começar.

As leis que regem homens e mulheres.

Homens :

1 . O homem não se oporá a qualquer coisa percebida para beneficiar as mulheres. Proteger as mulheres e fornecer auxílio para elas e seus filhos é um instinto inato nos homens. Note-se que a lei diz “percebido.” Não importa se uma determinada coisa na verdade beneficia mulheres ou se de fato prejudica-as; mas se a percepção que uma medida em particular beneficia as mulheres se torna popular, os homens vão apoiá-lo mesmo que eles saiam no prejuízo.

2 . O homem vai atacar e evitar outros homens que violarem a lei número um. Trata-se de execução. A percepção de qualificação ainda se aplica. Nos reinos sociais, jurídicos e políticos, os homens vão atacar, verbal e fisicamente, os homens que são percebidos tanto causando dano a mulheres ou que se opõem a qualquer coisa percebida para proteger as mulheres. De fato, nas mentes dos homens essas duas coisas, agredir uma mulher ou se opor a qualquer tentativa de sua proteção são literalmente a mesma coisa.

3 . Os homens quase não tem limites sobre o quão longe eles irão para a adesão às leis número um e dois. Isso inclui o fato de que os homens têm as suas próprias famílias rasgadas pelos tribunais corruptos, em processos em que sofrem falsas acusações, na alienação de seus filhos, na perda de sua casa e de sua renda, controlando impulsos suicidas, e, finalmente, reagindo a tudo isso buscando outra esposa e mandando os homens que experimentam tais problemas que eles precisam calar a boca e “virar homem”. Eles vão ver um homem que não concorda a Lei Maria da Penha como um homem que incentiva a violência doméstica e um homem que não concorda com as leis de estupro como um homem que incentiva estupro. A lista continua.

4 . Os homens não vão reclamar coletivamente sobre tudo o que acontece com eles como um grupo. Esta lei fundamental é particularmente benéfica para alcançar o controle governamental/corporativo completo. Os ataques e afrontas aos homens como um grupo não vai causar uma reação coletiva do grupo. Você pode prendê-los, vencê-los, roubar sua propriedade, demonizar e abusar psicologicamente de seus filhos, relegá-los para as ruas, tributá-los e gastar seu dinheiro em outros grupos, que mesmo assim eles, como um grupo de homens, não vão reagir. Na verdade, os homens, de acordo com as leis um e dois, auxiliarão o Estado na promoção de tais abusos, enquanto a percepção do público dominante é que ele é feito sob os auspícios de proteger as mulheres.

Mulheres:

1 . As mulheres não se oporão a qualquer coisa percebida com algo que as beneficia como um grupo. Na superfície pode parecer inócuo e até mesmo humano, mas estende-se em algumas áreas muito desumanas. Como um grupo, as mulheres não se oporão a qualquer coisa, não importa o quão destrutivo pode ser para os outros, e, finalmente, a si mesmas, se elas percebem isso como um benefício imediato. Elas não vão, como um grupo, se opor a um alistamento obrigatório, a mutilação genital masculina, ao saque do Estado contra os ganhos do homem que serão usados para beneficiarem as mulheres ou qualquer outra injustiça que trabalhe em seu favor. Elas não vão se opor a leis claramente opressivas e inconstitucionais, desde que eles percebam nisso um benefício para as mulheres. Elas não vão se opor ao desaparecimento completo do homem tanto na universidade quanto no mercado de trabalho, desde que eles percebam que isso funciona a seu favor. Essa lista continua ao infinito.

2 . As mulheres vão atacar e evitar outras mulheres por violar a lei número um. As mulheres que violam essa lei são freqüentemente consideradas “traidoras” para outras mulheres, e elas serão marginalizadas e deixadas ao ostracismo. A natureza e o alcance dos ataques contra elas são geralmente menos extremos do que aqueles contra os homens, mas eles são completamente reais. As mulheres vão atacar e evitar outras mulheres que apoiem todas as idéias que não incluem as mulheres como as principais e muitas vezes únicas beneficiárias de serviços sociais, de proteções legais especiais, subsídios governamentais e até mesmo a respeito de opiniões. As mulheres, em geral, sempre verão o lado exclusivamente delas.

3 . As mulheres praticamente não tem limites para o quão longe elas irão sobre adesão às leis número um e dois. Isso inclui a vontade de ver os próprios filhos psicologicamente afetados apenas por vantagem pessoal e vendo mesmo parentes e entes queridos homens abusados e até mesmo destruídos pelo Estado e outras entidades para a vantagem de outras mulheres. Elas podem experimentar indignação sobre a forma como o abuso e os impactos de destruição aos homens que elas são gratas foi feito, mas isso não se traduzirá em uma indignação significativa sobre o que acontece com os homens no geral.

4 . As mulheres queixam-se coletivamente sobre o que acontece com elas como um grupo, independentemente de saber o que está realmente acontecendo. A única exigência é que algum nível de percepção de um problema esteja lá. As mulheres, como um grupo, vão reclamar por décadas sobre longas injustiças, e se recusam a sequer fornecer uma prova em contrário. Os homens vão fazer isso também, mas para as mulheres, não para si mesmos. O ponto de lei número quatro para as mulheres é que ela informa ao governo e entidades empresariais que, a fim de criar uma dinâmica social suficiente para aprovar leis e justificar políticas abusivas, tudo o que precisam fazer é informar, de forma precisa ou não, que de algum jeito as mulheres fiquem na classe de vítimas. A Sociobiologia vai assumir a partir daí.

Estas são as leis em que a tirania moderna se baseiam. Por quê? Porque essas leis determinam em quem as pessoas vão votar e o que elas vão tolerar. Novamente, elas não são apresentados de modo a passar juízo moral para homens ou mulheres. Estes traços são uma parte inata da condição humana em ambos os sexos. Apoiar as mulheres como uma classe  que pode se aproveitar como quiser de leis injustas é tão ilegítimo como apoiar que os homens por serem cúmplices nisso.

* como o artigo é um pouco extenso, irei dividi-lo em duas partes. A segunda parte ainda sai esta semana. Fiquem ligados!

fonte: http://www.avoiceformen.com/feminism/the-x-what-feminism-is-really-about-and-why-anyone-who-values-freedom-should-fight-against-it/

2 comentários

  1. Charlton H. Hauer

    Esse texto (ele completo) é crucial para a androsfera. Muito bom, mesmo. Apesar de ter sido publicado no Canal, em breve vou traduzi-lo para publicar no meu blog também.

  2. Luiz Alberto da Silva Lima

    O que seria do feminismo se não fosse esses homens que ajudam a manter todo esse sistema podre? Simplesmente acabaria. Esses homens que ajudam a manter esse sistema podre pensam que serão imunes a ele, mas na verdade, estão apenas criando um monstro que mais cedo ou mais tarde irá se voltar contra eles. Como diz o ditado: “Quem cria cobra, amanhece picado!!!”

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