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set 17 2013

Por que defender o indefensável?

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* traduzido por Durga, Fórum do Búfalo

Por W. F. Price, do The-Spearhead.com

Desde que passei a pegar meus filhos no final de semana eu tenho passado muito tempo com eles e seus avós, que estão visitando a Califórnia. Tem sido difícil conseguir alguma coisa com uma casa tão cheia. Acrescente a isso o fato de que eu estive preocupado com recuperar o atraso em alguns dos deveres e questões parentais típicas (como, por exemplo, boletins escolares, etc) que, como um pai divorciado, não tenho a opção de lidar no dia-a-dia, e tem sido quase impossível de me concentrar em alguma coisa.

Eu tenho certeza que vou estar no topo das coisas em breve, mas isso  me lembra das dificuldades enfrentadas por pais separados e divorciados e, claro, os seus filhos.

Para toda a conversa sobre o divórcio sendo algo que beneficia a mulher, a verdade é que na maioria das vezes é uma enorme dor de cabeça. Racionalmente falando, é uma má ideia – mesmo que seu casamento não seja incrível. Se você tem filhos, é melhor você ter uma boa razão para se separar, caso contrário, será estupidez.

Muitas vezes, quando vamos discutir o divórcio, pensamos em casais de meia-idade ou próximos dela. Imaginamos uma mulher buscando maximizar a sua parte dos despojos enquanto segue em frente com o garoto que limpa a piscina, extorquindo uma herança inesperada de seu cônjuge. Às vezes há o estereótipo do homem de meia-idade, fugindo com sua jovem secretária ou tendo alguma outra crise de meia idade similar.

A realidade é muito diferente. Os picos do divórcio atingem uma faixa etária bem mais jovem. Para as mulheres, a idade média do divórcio é 20 anos, e para os homens 30 anos (estas estatísticas estavam certas sobre o meu divórcio). Os ativos são geralmente baixos, e não há colheita de bens em qualquer das partes. Financeiramente, ambos sofrem.

Então, por que as pessoas fazem isso? Porque eles não estão pensando com a cabeça. No divórcio americano típico, uma jovem inicia o divórcio pelo que muitas vezes são motivos irracionais. Em muitos casos, a motivação é puramente instintiva. Ela desmamou seu último filho e, profundamente desgostosa com o marido domesticado e frequentemente desmoralizado (cuidar de crianças pequenas é difícil para os homens também), ela decide pular fora para encontrar outro companheiro. Depois que param para pensar no que fizeram muitas delas se arrependem, embora poucas admitam abertamente.

Certa vez ouvi uma mulher – bem na época em que me casei – me dizer depois de alguns drinques o quanto ela lamentou desistir de seu casamento com o pai de seus filhos para ter um caso com um dançarino. Ela era uma mulher agradável, razoável e bastante atraente, que tinha permanecido em termos cordiais com o pai de suas filhas. Se ela tivesse tido a presença de espírito quando tinha seus 20 anos da mesma forma que ela teve em seus 40 anos, o divórcio não teria acontecido. Em vez de realizar seus sonhos, ela acabou com nada além de uma grande confusão em suas mãos.

Este é o divórcio típico: o resultado de algum erro idiota, impulsivo. É triste e patético, e faz com que todos os envolvidos sintam um pouco de dor. As crianças estarão permanentemente marcadas, e os dois, marido e esposa, acabam financeiramente pior do que seriam de outra forma. A parte que foi abandonada/traída leva a maior carga emocional, e se for do sexo masculino, muitas vezes sofre de problemas de saúde e uma vida útil encurtada.

Mas, em vez de alertar as pessoas contra cometer tais erros estúpidos e incentivá-las a aguentar problemas passageiros dentro de um casamento, temos desenvolvido uma cultura e um regime legal que faz o que for necessário para justificar o divórcio. Quando uma jovem mulher começa a reclamar sobre seu marido, ela encontra imediatamente um bando de mulheres para apoiá-la em suas críticas. Em vez de ser repreendida por adicionar  problemas domésticos, arrastando o marido (e a família toda) para baixo, ela tem a certeza de que ele é o único problema, e incentivada a colocar todo o tipo de exigências exageradas sobre ele que tantas vezes precedem a separação.

Quando ela finalmente decide estragar as coisas, iniciando um caso ou pedindo a separação, se forma um muro impenetrável de manifestações de apoio das mulheres ao seu redor, garantindo que não haja nenhuma esperança de reconciliação. Enquanto isso, um advogado define o direito em movimento, o Estado entra em cena para depenar o salário do homem, e uma família quebrada nasce.

Os males do divórcio tornaram-se impossíveis de ignorar, no entanto, as feministas continuaram a defender e promovê-lo muito tempo depois, tornando-o um dos maiores problemas sociais do nosso tempo. Sua teimosia desafia a razão, e levanta a questão de por que elas tão obstinadamente defendem uma instituição tão horrível. Às vezes, a resposta mais simples é a única que faz algum sentido: elas são pessoas más.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2013/07/11/why-defend-the-indefensible/

5 comentários

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  1. Fernando

    A maioria dos filhos hoje são criados por mães solteiras onde terão forte tendência de se tornarem criminosos sociais quando crescerem e assim o feminismo vai ajudando a destruir a sociedade,quero ver o que espera essas feminazis no futuro.

  2. Jhon

    Laveley, gostei do teu comentário, com respeito ao feminismo, vi uma matéria do Olavo de Carvalho falando sobre esses movimento existente hoje, e o feminismo foi criado justamente pra esse propósito, para destruir a família, quando eu era moleque eu ouvia muito isso esse ditado dos meus avós, ”família Forte Nação Forte”, e essa frase não diziam à toa, Porque assim como a mídia e outros movimentos ativistas, o feminismo é uma massa de manobra, Para essas grandes potências mundiais, é muito mais fácil de manipular a população até as de países emergentes como o Brasil individualmente do que uma família prospera e unida como existia até uns tempos do século 20,E outra assim como esse femem que fiquei sabendo que quem comandava era um homem, a maioria desses movimentos ativista como o feminismo, também são homens que criaram esses movimentos, e quem criou realmente foi um gênio, porque está funcionando como planejado, feminismo foi uma sacada inteligente porque como já dito a mulher é menos racional e mais emocional, é muito mais fácil programada e manipulada, dai veio a ideia do feminismo e também a mídia e peculiarmente as novelas tem uma grande culpa na manipulação da mente feminina, por exemplo; quer saber que a mulher gosta só observar qual novela atual que está fazendo sucesso e você saberá ,a novelas que o feminismo e as novelas ditam com as mulher devem pensar e agir, não é à toa que quando aprendi a real eu fiquei impressionado na questão de relacionamento o comportamento feminino é praticamente igual.
    Ai Barao vo até colocar esse link que falar sobre as novelas e a engenharia social.

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xok9aMtwFnQ#t=117

    Seria Legal vocês olharem.

  3. Laveley

    Essa questão do divorcio é elementar para se entender o que está a ocorrer com as pessoas na sociedade moderna e deveria ser discutida bem mais a fundo.

    Eu concordo que o feminismo tem ai uma boa parcela de culpa (talvez seja o principal culpado).

    Mas devemos olhar além e observamos outros fatores que também se mostram relevantes.

    Um deles, por exemplo, é o crescente egoísmo, hedonismo e materialismo impulsionados por essa sociedade de cunho consumista moderna que determina com pressão avassaladora o estilo de vida de todos nós. Hoje em dia, ninguém está nem ai pra ninguém. Todo mundo quer mais e para si. Isso tem reflexos incríveis nas relações interpessoais, principalmente nos relacionamentos modernos e, principalmente, entre as mulheres que são mais emocionais e menos racionais.

    Ninguém está disposto a ajudar o próximo, no momento que a coisa ficou ruim pra vc, vc cai fora sem pensar duas vezes, e foda-se o resto. A maioria das mulheres pede o divorcio por motivos banais, como bem apontou o texto. Algumas, nem sabem o pq de se separarem, simplesmente se sentiram infelizes dentro do casamento e resolveram arranjar outro(s) companheiro(s). Nem ao menos tentaram resolver o problema com seus maridos.

    Hoje em dia, se você soltar um peido é motivo mais que suficiente pra sua esposa te pedir o divórcio. E isso aliado a segurança maior que elas tem atualmente (pois recebem auxílio e não são mais reprovadas pela sociedade, quando mais são até elogiadas e impulsionadas para tal, como aponta o artigo) é um prato cheio pra esse caminhão de divórcios que vemos por ai e, aonde, no final das contas, todo mundo sai perdendo no final.

    Aqui também vale uma autocrítica pois também fazemos parte do problema. O hedonismo e o egoísmo também são características marcantes do homem moderno. Como queremos que as mulheres se comportem de maneira diferente se, no lugar delas, teríamos feito a mesma coisa?

    Vejo muito disso em muitos lugares, ou melhor, na sociedade como um todo. Até dentro da real tem disso. Eu sei, participei dos fóruns e vi com meus próprios olhos. Tem nego que fala mal de mulher mas é mais filho da puta do que qualquer uma que eu jamais conheci.

    Enfim. O feminismo já fez o seu estrago. Mesmo que amanhã ou depois uma peste negra que ataque apenas feministas assolasse a terra e o feminismo se extinguisse, mesmo assim, as coisas não mudariam pois o estrago já está feito, temos que agora é pensar em como consertá-lo.

    1. andre

      mulher consegue homem num piscar d e olhos, pra elas nós somos algo banal “carne de vaca”, desde novinha elas ja começam a subir em varas com a maior facilidade, chegam aos 20 anos, com um histórico de pica imenso, elas tem uma sociedade que valoriza a vagina, um sistema de saúde que só falta dar dinheiros pra elas, pra que precisam de marido? pra min o casamento ja era é algo que ja foi interessante para o homem, mas isso é passado.

  4. Don Corleone

    Sinto pena quando vejo centenas de homens que conheço felizes entrando num casamento e mais felizes quando nascem seus filhos. Mal sabem eles, que segundo as estatísticas, a chance dos mesmos deixarem a convivência com seus filhos e terem suas finanças corroídas é enorme nos próximos 5 anos de casamento. Cerca de 80% das separações quem pede é a mulher, incentivada por anos de doutrinação feminista que prega que as mulheres são senhoras absolutas e não dependem nem elas e nem seus filhos de uma figura masculina. Como diz o texto, as feministas são más. Elas odeiam homens. Não podemos esperar mudanças em suas atitudes, pois elas ou são misândricas ou são lésbicas e misândricas. É uma pena que milhões de mulheres embarcaram na propaganda feminista e detonaram com a civilização ocidental.

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