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ago 02 2013

Nós somos sexy!

redirecionar ataque* revisando o assunto “táticas de intimidação”. Lembrando sempre que você deve APRENDER com esses contra ataques propostos pelo Harry, e jamais COPIAR. Copiando você simplesmente abre margem para tomar uma reversão, já que você não dominando sua defesa e em caso de um ataque inesperado, você ficará sem ação…

por Angry Harry

Provavelmente você já recebeu xingamentos e foi vítima de táticas intimidatórias vindos tanto de homens quanto mulheres quando foi debater nos diversos fóruns e espaços de debate pela internet afora.

“Você deve ter um pinto pequeno.”

“Sua mulher te largou, é?”

“Tendo problemas para pegar mulher, né?”

“Não consegue arrumar namorada?”

A lista de insultos é infinita, mas os sentimentos não são.

Basicamente, se você tem a ousadia de criticar o feminismo, as suas políticas ou mesmo as mulheres de alguma forma, mesmo que de leve, você irá atrair pelo menos algum imbecil ou alguma histérica ofendidinha que irá te perseguir pelo debate inteiro, tentando minar sua masculinidade, não importa quais sejam seus argumentos.

E geralmente é difícil fazer isto cessar.

Também, não raro você vê blogueiros, tanto homens quanto mulheres, sugerindo que aqueles caras que se preocupam com os problemas que atingem o homem só fazem isso porque são incapazes de atrair mulher.

E os ativistas pelo direito do homem acabam sendo enxotados das discussões por causa da persistente e invasiva humilhação que sofrem, algo que geralmente é difícil de aturar – sem ficar maluco no processo.

Bem, mas estou aqui para ajudar com este problema.

Você pode fazer isto aqui.

Idiota: “Não consegue arrumar namorada?”

Você: “Como qualquer cara experiente e que manje um pouco de mulher sabe: mulheres adoram canalhas, não os bonzinhos.

Então não tenho problema com elas. Aliás, esse meu ponto de vista anti feminista (NT.: ou machista) parece fazer sucesso entre elas.

Mas um homem que manje um pouquinho de mulher deveria saber sobre isso, não é?

Virjão.”

Mulher Idiota: “Tendo problemas para pegar mulher, né?”

Você: “Alguns. As únicas mulheres que parecem se interessar por mim são aquelas que amam um homem mandão e dominante.

Acredito que isto aconteça porque meus pontos de vista antifeministas (NT.: ou machistas) fazem elas pensarem que eu sou um cara mandão e dominante.

Então várias delas hoje em dia parecem gostar mais dos canalhas do que dos bonzinhos, aparentemente.

O porquê disto? Realmente não sei.

Vai ver sempre foi assim…”

Essencialmente, dizer que mulheres se atraem mais aos canalhas do que aos bonzinhos cria um desconforto porque esta é uma verdade inconveniente.

Assim sendo, aqueles que nos acusam de serem incapazes de atrair mulher por causa de nossos pontos de vista anti feminista (ou seja, acusam você de ser um canalha) apenas mostram que são meros idiotas que não entendem nada de mulher.

De qualquer forma, elas perdem.

Além disso, você promove a ideia – particularmente entre a audiência masculina – que homens anti feministas são atraentes, ao contrário dos poodles feministas lambedores de salto; que acham que agindo feito um puxa saco por anos o fará garantir alguma fodinha.

Meu conselho é introduzir essa dicotomia entre o canalha/bonzinho em toda e qualquer oportunidade na qual sua masculinidade é atacada, sempre deixando no ar que na verdade são os anti feministas é que pegam a mulherada.

Paspalho: “Você deve ter um pinto pequeno.”

Você: “Não… acredito que o meu esteja na média. Mas não entendo como o tamanho do pau de alguém pode ser a medida da validade dos argumentos de alguém.

Está sugerindo que mulheres são burras?

Ou quer nos dizer que seu pau é maior que o meu? Como você sabe?

Talvez seja isso.

Mas, já que você não parece ter muita experiência com mulher, eu vou te ensinar algo interessante, algo que a maioria dos caras normais já sabem…

Mulheres preferem mais os canalhas, não os bonzinhos. E isso tem nada a ver com o tamanho do pau.

Assim, elas tendem a preferir mais a mim do que a você.

Mas você não sabia dessa, não é?

Puta merda. Até um macaco sabe dessa!”

Paspalha: “Você deve ter um pinto pequeno.”

Você: “Na verdade ele é bem grande, ou pelo menos é o que elas vivem me dizendo.

Mas parece que nem é o meu magnífico membro ou minha beleza que parece realmente atraí-las. Parece que na verdade é o meu anti feminismo (NT.: ou machismo, ou outra coisa do gênero) que parece realmente atraí-las.

Talvez seja porque as mulheres costumam se atrair mais pelos canalhas, e não pelo bonzinho bunda mole.

Assim, quanto mais canalha você me considerar, melhor. É propaganda grátis para mim!

E é mais propaganda para todos os meus colegas antifeministas.

Quanto mais você me chamar de canalha e de machista, mais mulher eu tou pegando.

Então continue com isso, por favor!”

Resumindo: sempre quando for insultado por eles, pense sempre nessa polarização canalha/bonzinho.

Contra um imbecil, enfatize que ele não deve ter muita experiência com mulher, já que ele não sabe que mulheres preferem os canalhas.

Contra uma feminazi louca, faça o mesmo, mas enfatize também que você está muito satisfeito que ela te pinte como um canalha.

EM QUALQUER SITUAÇÃO, desvie, redirecione ou ignore o insulto, e contra ataque dizendo que seu anti feminismo parece fazer sucesso com a mulherada devido a imagem de canalha que ele passa.

Finalmente, antes que alguém me pergunte se eu atraio a atenção das mulheres por causa de meu forte ponto de vista anti feminista, a resposta é um sonoro SIM.

Só que o problema é que eu não me atraio muito a mulheres que querem um homem mais dominante comandando elas.

Eu prefiro relacionamentos mais equilibrados.

E além do mais, eu já estou com minha mulher faz mais de 20 anos. Cheio de altos e baixos em todos esses anos, é claro. E não me parece que ela irá evaporar no ar assim do nada tão cedo…

Hmm… Deixa quieto…

Mas não se engane, eu já cumpri minha pena, já paguei meus pecados. Não tenho mais nada.

MAIS NADA! Me ouviu?

Mais nada.

Hahaha!

fonte: http://www.angryharry.com/MRAs-Are-Sexy.htm

Off topic: mais uma Reflexão do Barão no ar, não deixem de ver!

6 comentários

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  1. Fernando

    Receber intimidações dessa corja feminista e algo que será cada vez mais comum de homens que conhecem a real,por isso sugiro mais posts que ajudem a lidar melhor com as táticas de intimidação usadas contra homens por feministas e manginas nessa sociedade cada vez mais misândrica.

  2. Piemonte

    Partiu pro xingamento,é sinal que falta argumentos.

  3. Brasileiro

    Barão, algo importante a se comentar: a progressiva tentativa de no Brasil se definir estupro como todo e qualquer ato que um homem em direção a mulher, mesmo que do mais inocente. Veja este texto da Nádia Lapa (aquela dos cem homens) em que ela parte do óbvio (de estupro ser sexo sem consentimento), mas passa a guinar para a lei 03/2013 recém-aprovada na íntegra por Dilma e, subsequentemente, jogar pedras em Marco Feliciano para daí vir com aquele papo de que comprovação de estupro não precisaria ser outra coisa que não o depoimento da que se alega vítima. Falam mal do exame de corpo de delito tão essencial à comprovação do ato (e que envolve o óbvio fato de ter de se despir para um legista e isso ser desagradável, mas essencial para obtenção de provas, como esperma e verificação no órgão genital de lesões compatíveis com estupro. E novamente a Lapa fala contra Feliciano pro este falar de falsas denúncias de estupro. É possível que uma esposa seja estuprada pelo marido? É possível sim, mas isso é muitíssimo diferente de sexo consensual em que ela não esteja na mesma empolgação do marido para tal ato. Observe também que para ela é insuficiente que haja Delegacia da Mulher, quando o que deviam reclamar é daquela típica má vontade que vemos em qualquer delegacia.
    O outro texto, de Marília Moschkovich, que lhe passo é mais radical ainda e solaniza no último ao falar de estupros em universidades. Diz ela que “forçada de barra no meio de uma pista de dança” é violência sexual e iremos pedir que ela defina forçada de barra, pois poderia cair aqui naquela simples história de o cara tentar derrubar uma barreira a um beijo de simplesmente ficar olhando a fulana e seguir sua cabeça enquanto ela tenta se esquivar do tal beijo. Diz ela que violência sexual é quando passam a mão na bunda ou agarram uma mulher por trás durante um show de banda. O mais engraçado é que uma mulher consegue se soltar perfeitamente desses abraços por trás e, caso haja problema de não conseguir se soltar, sempre há um segurança. E se uma mulher passar a mão na bunda de um homem e este não gostar, podemos considerar que ele foi violentado sexualmente também ou isso só vale para mulher. Vem ela falar sobre uma bêbada que não pode deitar para descansar porque alguém a agarraria. Não poderia essa mesma bêbada deitar-se em algum lugar iluminado e perto da equipe de segurança para evitar o tal problema? Sobre ter de trancar a porta do próprio quarto durante uma festa de república, acho natural que isso aconteça e isso homens também poderiam fazer caso a república deles estivesse em festa e eles quisessem dormir. Afinal, ninguém quer ter seu quarto invadido por alguém mais impetuoso que de repente pode querer até trepar em cima de sua cama. Também queria saber que incrível mundo é esse em que ela vive em que mulheres não podem ir sozinhas a festas, pois já vi várias mulheres que foram sozinhas a festas e nunca sofreram o que ela diz ser violência sexual. Esse incrível mundo dela é tão violento que sequer uma mulher pode ir sozinha ao banheiro sem sofrer violência sexual. Será que ela está escrevendo do Afeganistão? Talvez seja, pois aqui no Brasil as coisas são mais calmas.

    A autora também quer demonizar homens que trabalham em laboratório de faculdade e os docentes, pois estes também teriam altíssimas chances de serem perigosos estupradores. Também pediremos definição do que seja “forçada de barra para transar”. Também pedimos detalhes sobre por que ela aceitaria que um cara não quisesse pôr camisinha e mesmo assim tivesse sexo.
    Também perguntaremos que caras sem-noção são esses (que estão na cara que são manginas) que interferem no beijo entre duas lésbicas. E que fraqueza espiritual seria essa que faria uma mulher beijar quem ela não quer? Também pergunto sobre fraqueza espiritual de aceitar simulação de sexo oral achando que isso vai condicionar a vida social. Também pergunto que violência sexual seria essa em que não deixam uma mulher em paz sozinha. Está parecendo que o simples fato de dirigir uma palavra para uma mulher e parar com isso caso ela não queira papo já consumaria a tal violência sexual. E, claro, na ótica dessa Marília que não é de Dirceu, assobiar e passar cantada também é equivalente a forçar uma pessoa a fazer sexo contra sua vontade sob a mira de uma pistola. E se um professor der gracejos inconvenientes, não há formas de se coibir isso sem querer tipificar isso como violência sexual? E que festa é essa em que ela só quer se divertir e não sabe que virá homem passar cantada (assim como teríamos algumas taradas ou feiosas por aí passando cantada em homem)? Será mesmo que não há como se divertir com a banda tocando? E sobre beijo contra a vontade dela, como é que identificaremos quando ela quer ou não um beijo, ainda mais que as brasileiras são mestras em fingir linguagem corporal de desejo para depois dizer que não é bem assim?

    A violência sexual não pode ser tolerável em nível algum, diz ela. Se for violência sexual de forma objetiva, concordaríamos com ela e concordaríamos que não aceitamos penetrações forçadas na vagina, no ânus ou na boca sob violência ou grave ameaça ou praticadas contra quem não tem condições de consentir, como no caso em que o perpetrador está sóbrio e a vítima está de fogo ou quando a vítima sofre de alguma grave doença mental ou está em coma. Porém, como dá para ver pela Moschkovich, ela quer que tudo seja combatido (e aqui penso no relato de OFrancês). E, claro, ela agora vem querer ensinar homens e mulheres a identificarem o que ela diz ser violência sexual e coibirem nem que na base da chatice. Podemos aqui considerar algo como aquele buzinaço que fizeram durante a Marcha das Vadias de Brasília contra um cara de muletas, perneta mendigo e com suspeitas de problemas mentais? Também perguntarei por que as pessoas seriam tão burras assim para considerarem como violência sexual apenas as tais práticas não consentidas e realizadas sob violência, grave ameaça ou contra quem não tem condições de consentir e, por esse motivo, teriam de ser ensinadas. Muito lembra aquele lance de que homens deveriam ser ensinados a não estuprar, não acha? Por fim, vem a autora reclamar que não há estudos sobre violência sexual nas universidades brasileiras. Pode não haver mas, se houver, será um estudo sério ou será uma daquelas coisas em que consideram sexo de que a mulher se arrependeu a posteriori como violência sexual? Sabemos que esse tipo de estudo foi devidamente derrubado por Christina Hoff-Sommers e, portanto, não achamos legal que a má fé seja feita em versão brasileira.

    PS: Só para dar uns risos e possivelmente ser pauta do próximo Jornal da Real, segue esta notícia bizarra.

    1. Anjo_Censurado

      Estava refletindo sobre e isso para comentar e tu falou tudo que penso.
      Ja esta sem rumo a coisa, se mulher reclama que homem não chega, agora ate bom dia ja ta virando estupro.
      Aconteceram relacionamentos heteros como?!

  4. Anjo_Censurado

    Algumas reflexões retiradas por experiências empiricas…

    Como o ego/desejo tenta nos controlar fortemente, fazem aproximadamente 3 meses que estou solteiro, por N motivos, mas enfim, sai da fase de reflexão e to voltando pra ativa, muitas vezes tenho me pego pensando na minha ex – eu que decidi romper- vem o desejo do companheirismo, ter uma mulher.
    E pra ajudar sempre vi um certo interesse de uma mulher que estuda comigo – nunca usei aliança e nem fiquei fazendo propaganda que namorava, mas tinha respeito pela ex – mas por que namorava não dava acorda, creio eu que a faze que ela estava receptiva passou, dei uns tiros agora solteiro nela pra ver se acertava não rolou, mas minha mente parece estar procurando outra porto seguro pra se prender e tb tem me trazido a pensar nela, não quero isso, o racional tenta controlar, mas isso vem sem querer, ja vi ate um post no face dela e me senti estranho, ahhhh pode ser o amor, sei lá pode ser, mas p@ta que p@riu que droga é isso de mente que não me ajuda e me afunda.
    Ai é que entra a real me mostrando o desapego mas a tentação é forte.

    Vai parecer até frase feminista – o orgasmo como arma para prender o homem, ja li algumas coisas sobre a mulher usar ele pra segurar o homem, mas refletindo tenho hoje isso como certeza.
    A mulher tenta prender o alfa/cafagestee, tem tal história de dar TUDO do bom e melhor pra eles, pois se mudarem foi por sua culpa, e os betas recebem os famosos chás para ficarem presos ao desejo e em troca darem tudo o que elas querem.
    Mas o que tudo isso tem haver? O homem quando passa pelo orgasmo tem digamos uma fase de êxtase/dasanimo e não vai atrás de outras, perde o discernimento do que é verdadeiramente bom e ruim para si, o cérebro acaba preso nessa cilada das reaçoes quimicas que influenciam no psicológico.
    Ex: Em uma viagem para resolver problemas, eu e minha ex chegamos estressados para dormir, ela veio e me animou – bom dia e boquete não se deve negar -, depois de começar a relaxar, me veio na cabeça e questionei o pq ela tinha feito aquilo, se conhecendo ela estava tão desanimada, me respondeu que era pra mim relaxar, compreendi que ela sabia do poder de um orgasmo para um homem e sua dominancia.
    Ha alguns dias fiz um teste, ja ha algum tempo sem mulher percebi como acordava disposto, animado, em uma noite coloquei o sabia pra cantar e prestei atenção na outra manha como eu acordei lento, desanimado.
    A minha tinha consciência, algumas não tem mas usam ele, então se o homem não tiver conhecimento de si mesmo, pode virar refém de sua mente, e sua derrota ja começar antes de ir a luta.

  5. Humberto

    Essas feminazis s´ø partem pro emocional,sõa chatas demais.

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