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jul 31 2013

Relembrando o terrorismo feminista

shoot* obs: eu não sei que diabos aconteceu que eu postei esse texto ontem, foi publicado certinho e minutos depois essa porcaria simplesmente sumiu e voltou pra lista dos não publicados! Nunca vi isso acontecer antes! Eu hein… Então tou repostando hoje mais uma vez.

traduzido por Durga, Fórum do Búfalo

por Welmer, para o The-Spearhead.com

Em 3 de Junho de 1968,  Valerie Solanas invadiu o estúdio The Factory de Andy Warhol, em Nova Iorque. Ela estava furiosa por que ele não tinha produzido um filme baseado em Up Your Ass, uma peça de teatro que ela tinha escrito sobre uma prostituta que odiava homens.

Quando Solanas inicialmente se aproximou de Warhol, ele ficou intrigado com a ideia por trás da peça, mas depois de lê-la decidiu que era altamente pornográfico e que poderia ser parte de uma operação para levá-lo preso por obscenidade. (Warhol já tinha tido alguns problemas deste tipo no passado).

Enfurecida, Solanas obteve duas armas de fogo, uma pistola .32 e outra de calibre .22, de reserva. Aqui está um trecho da narração do ataque:

Warhol chega ao The Factory  em um táxi, vestindo uma jaqueta marrom de couro sobre uma camiseta preta, calças jeans e botas pretas. Anteriormente, ele tinha ido pegar uma prescrição médica de Obetrol, em seguida, procurado o medicamento em Bloomingdales, e tinha também tocado a campainha de Miles White, o designer de trajes, que vivia na East 55th Street, mas ele não estava em casa. Quando Andy chega do lado de fora do The Factory, o namorado dele, Jed Johnson, se aproxima pela 17ª avenida com a Broadway  carregando algumas luzes fluorescentes. Valerie Solanas se junta a eles e os três entram no edifício. Enquanto aguardava o elevador, Warhol percebe que Valerie está vestindo uma blusa de gola alta debaixo de um casaco grosso em um dia quente de verão. Ainda mais estranho, ela estava usando rímel e batom, embora  seja uma feminista fanática que nunca usava maquiagem. Warhol também percebe que ela está “saltando um pouco nas pontas dos seus pés, torcendo um saco de papel marrom em suas mãos.”

Lá em cima, Fred Hughes está sentado à sua mesa escrevendo um memorando, Paul Morrissey está falando com a atriz Viva Auder pelo telefone, que está no Kenneth’s Hair Salon onde ela está tingindo seu cabelo em preparação para seu papel no filme Midnight Cowboy de John Schlesinger. O crítico de arte e curador Mario Amaya estava esperando por Andy, a fim de discutir a sua próxima retrospectiva em Londres.

Quando Warhol, Jed e Valerie chegam, Paul deixa o escritório para ir ao banheiro, deixando Andy falando com Viva. Jed entra no escritório particular de Warhol na parte traseira do quarto. Andy sinaliza para Fred Hughes para que ele assuma a conversa com Viva.Valerie Solanas tira a 32 automática do saco de papel e dispara. Viva ouve o tiro ao telefone, mas pensa que é alguém da banda Velvet Underground, que frequentemente tocava no estúdio. Andy grita “Não! Não! Valerie! Não faça isso!”. Ela dispara um segunda vez. Ele cai no chão e tenta rastejar sob de uma mesa. Ela dispara uma terceira vez. A bala entra no lado direito de Andy e atravessa seu corpo, saindo pelo lado esquerdo. Warhol mais tarde diz aos amigos “Doeu muito, eu desejei ter morrido.”

Pensando que havia matado Warhol, Solanas se vira para  Mario Amaya, que jaz no chão e dispara um quarto tiro nele. Ela erra, então dispara novamente, atingindo-o um pouco acima do quadril. A bala passa pelo corpo dele sem danificar nenhum dos órgãos, saindo a partir de suas costas. Ele se levanta e corre para o quarto dos fundos, usando o peso de seu corpo ensanguentado para manter as portas fechadas.

Valerie Solanas aponta a arma para Fred Hughes, que implora para que ela não atire nele. “Eu sou inocente”, ele protesta. “Por favor saia!” Ela se caminha até o elevador e aperta o botão, em seguida, retorna a ele, visando a testa com a arma. Ela puxa o gatilho, mas a arma recua e ela erra. Ela pega a outra, uma calibre 22 do saco de papel mas o elevador chega e ela sai.

Assim que ela sai, Fred Hughes chama uma ambulância e a polícia. O telefone toca. É Viva, ainda no cabeleireiro, perguntando o que está acontecendo lá. Fred diz a ela que Valerie simplesmente atirou em Andy e que há sangue em todo o canto e em seguida desliga o telefone. Viva, pensando que é uma piada, decide continuar cortando o cabelo antes de tingi-lo.

Gerard Malanga chega no The Factory com Angus Maclise dois ou três minutos após o tiroteio. Gerard estava preparando um  show no Cinematheque e estava indo pegar dinheiro com Andy para pagar um anúncio do filme. A cena no The Factory era de “caos total.”

Warhol está sangrando no chão com Billy Name inclinado sobre ele chorando, enquanto esperam a ambulância chegar.

Warhol sobreviveu, mas por pouco. A pequena bala de calibre 32 atravessou sua caixa torácica antes de sair do corpo dele, danificando um bom número de órgãos e deixando ferimentos que iriam se agravar pelo resto de sua vida. O coração de Warhol parou por um minuto e meio antes dos médicos o reanimarem com uma massagem cardíaca. Estes ferimentos podem ter contribuído para sua morte prematura.

Solanas foi julgada e condenada por tentativa de homicídio,mas acabou por receber uma sentença de três anos.

Em uma última análise, o ataque não repercutiu negativamente para as feministas, que passaram a próxima década tendo uma vitória após o outra. A Organização Nacional para as Mulheres (NOW) saudou Solanas como uma “campeã dos direitos das mulheres.” Florynce Kennedy, uma ativista do NOW, que a representou no seu no julgamento a declarou “uma das porta-vozes mais importantes do movimento feminista.”

Valerie Solanas escreveu o Manifesto SCUM, um livro que clama pelo o extermínio de todos os homens. Mais tarde, ela afirmou que sua defesa do genocídio foi apenas uma sátira, mas dado o seu ataque terrorista a um dos mais famosos artistas do final do século 20, parece provável que ela estava falando a sério.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2010/06/05/remembering-feminist-terrorism/

Off topic: não deixem de ver também mais um vídeo meu das Reflexões do Barãozin! Nesse aqui eu falo sobre a rolofilia, a inexplicável tara por rolos e outros problemas imbecis.

1 comentário

  1. ford maverick 302 v8

    eu conheço uma vadia biscataça ultrapower puta, que arrumou um trouxa para se casar com ela, e encrivel a cara de alegria do cara contrastando com a cara de quem comeu e não gostou da vadia ( mina de drogas ,vadiagens e muitas surubas) , nessa a mina ja tem três pivetes com o babaca, e em todas as fotos o babaca esta sorrido !!!!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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