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jul 26 2013

Gail Halvorsen – o bombardeio de doces

GAIL HOLVERSEN 01por Tio Peba, do Fórum do Búfalo

Esse tiozinho ai do lado, tá com 92 anos hoje. Sua historia ajudou a moldar minha personalidade e tenho certeza que depois de conhecer a sua historia, vão ajudar vocês também.

CENÁRIO:

A Alemanha depois de perder a guerra foi dividia entre a França, Inglaterra, EUA e URSS.

No começo da Guerra Fria a Alemanha tinha um lado capitalista, a Alemanha Ocidental, com seus jogadores de futebol tri campeões, suas Mercedes e BMW’s fodonas e suas maravilhosas festas de cervejas; enquanto o lado comunista formou a Alemanha Oriental, com seus ginastas afeminados, sucatas russas na rua e sem liberdade para um homem ser homem.

Berlim, a capital, também foi dividida, porém o lado capitalista era uma ilha de liberdade e recomeço no meio do mar comunista.

COMO TODO COMUNISTA É UM FILHO DA PUTA DESUMANO, pra tentar foder o lado capitalista e serem os fodões com seu comunismo sobre o mundo, resolveram fechar todos os acessos a BERLIM CAPITALISTA, fazendo com que 5 milhões de pessoas ficassem ilhadas, sem comida, água potável, gasolina, gás, remédios, etc. Ou seja literalmente quiseram MATAR DE FOME 5 MILHÕES DE PESSOAS.

Berlim ocidental, uma ilha de liberdade no meio do cu do mundo

Berlim ocidental, uma ilha de liberdade no meio do cu do mundo

Em uma missão de emergência, os EUA planejaram um jeito de conseguir entregar suprimentos em Berlim Ocidental, em menos de uma semana HOMENS E MULHERES BERLINENSES, construíram uma pista de pouso, que na época era a maior da Europa.

Então no único jeito de entrar em Berlim era por via aérea, para a entrega e distribuição dos suprimentos.

ONDE ENTRA O TIO GAIL:

Ele era piloto, utilizava um pequeno avião bombardeiro que foi adaptado para transportar cargas.

Pra ter uma pequena ideia, 5 milhões de pessoas comem pra caralho, então haviam pousos durante todo dia, A CADA 46 SEGUNDOS UM AVIÃO POUSAVA NA PISTA, era descarregado o mais rápido possível e levantava vôo apos mais ou menos meia hora depois de pousar, era um verdadeiro inferno logístico.GAIL HOLVERSEN 03

Em um dia de folga o CAPITÃO GAIL, resolveu pegar carona em uma dessas aeronaves e passear por Berlim. Logo que desceu do avião, foi a cabeceira da pista, onde estavam muitas crianças.

Então ele comecou a conversar com essas crianças, falar sobre os aviões e sobre o mundo que eles não conheciam, e o dialogo deve ter sido mais ou menos assim:

– Oh piazada, vocês estão aqui ilhados, não sentem falta de doces?

– Ih tio, agente ja ta muito feliz que vocês estão trazendo comida pra gente, doce é superfulo!

Isso cortou o coração do Gail, então ele bolou um plano e disse pras crianças que em sua próxima viagem, ele iria BALANÇAR AS ASAS do avião assim que começasse a se aproximar da pista, e esse seria o sinal para que as crianças soubessem que era o TIO BALANÇA ASAS.

Chegando de volta a França, comprou uma grande quantidade de chocolates e chicletes, ficou durante toda a noite fazendo paraquedas com lenços para as barras de chocolate.

No seu próximo vôo, cumpriu o que prometeu, balançou as asas do avião e soltou uma pequena quantidade de doces em forma de paraquedas para as crianças.

Vários outros capitães se tocaram com o ato do tio Balança Asas e começaram uma campanha, onde conseguiram mais lenços e doces para fazer paraquedas para as crianças. Muitos dos lenços eram pintados por cidadãos americanos com mensagens e desenhos de crianças para crianças.

GAIL HOLVERSEN 04

Durante a ponte aérea foram distribuídos mais de 100 mil barras de chocolates para as crianças.

COMO OS PAU NO CU DOS COMUNITAS viram que seu bloqueio de merda não ia dar em nada, um tempo depois resolveram abrir novamente os acessos a Berlim. Mas tiveram outra ideia tosca, COMO TODA IDEIA COMUNISTA: TOSCA E GAY, que foi o Muro de Berlim.

O capitão Gail, o Tio Balança Asas e o bombardeiro de doces, continua ate hoje levando doces por paraquedas a diversas partes do mundo, mostrando que até mesmo na guerra, até mesmo com seu inimigo, a fraternidade e a compaixão, principalmente com as crianças é necessária e indispensável.

Logicamente o sr Gail virou um herói na Alemanha, e é um dos motivos do grande respeito dos alemães com os americanos nos pós guerra, POIS O GRANDE INIMIGO ERA O NAZISMO E NÃO O POVO ALEMÃO. É um dos caras que mais admiro, acho muito foda o que ele fez, parabéns Tio Balança Asas, tu mora no meu coração e no coração de muita gente!

Troféu joinha pro senhor tambem, Tio Gail

Troféu joinha pro senhor tambem, Tio Gail

—————————————

NEM PRECISO DIZER QUE “AMO” COMUNISTAS, AMO TANTO QUE GOSTARIA QUE TODOS SUMISSEM DA FACE DA TERRA.

VOU COMEÇAR UMA CAMPANHA: MANDE UM COMUNISTA PRA COREIA DO NORTE APENAS COM PASSAGEM DE IDA!

E SE POSSÍVEL EXPULSAR TODOS OS COMUNISTAS DA REAL, PORQUE VOCÊ NÃO PODE SER HOMEM E COMUNISTA AO MESMO TEMPO! SENDO COMUNISTA VOCÊ PERDE 40% DA SUA MASCULINIDADE AUTOMATICAMENTE.

fonte: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=4405

13 comentários

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  1. pedro

    Se fosse hj alem da ajuda alimenticia ir direto para as maos das mulheres o cara seria um manginão que ia jogar bonecas barbie.

  2. Fernando

    Realmente todo comunista é um filho da puta desumano que não tem nenhum respeito pela vida humana,é impressionante como eles demonstram isso em comentários que fazem em videos do youtube e facebook.

  3. Jhony

    Comunista nenhum presta mesmo, que moral eles tem para falar de qualquer coisa? Eles historicamente só fizeram merda, e esse texto mostra mais uma que eu nem sabia, o comunismo/socialismo é contra a humanidade é a maior desgraça que já existiu, por isso são tão desumanos e ainda se acham no direito der dar palpite sobre qualquer coisa.

    Caramba, países comunistas são tão maravilhosos que te que construir muros imensos, e montar guarda armada na fronteira para que a população não fuja do paraíso para não sofrer os “horrores” do capitalismo como na Coreia do Norte que praticamente existe um “Moro de Berlin” nos tempos atuais

    Só para finalizar:

    “Um comunista honesto, um comunista honrado, um comunista bom, um comunista que por princípio diga a verdade contra o Partido, um comunista que sobreponha aos interesses da sua maldita revolução o direito de seus adversários à vida e à liberdade, um comunista sem ódio insano no coração e ambições megalômanas na cabeça, é uma roda triangular, um elefante com asas, uma pedra que fala, um leão que pia em vez de rugir e só come alface. Não existiu jamais, não existe hoje, não existirá nunca.”

    Olavo de Carvalho

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/080520dce.html

  4. Leandro

    Já que o assunto é Alemanha, é preciso desmistificar mais um mito do politicamente correto: o Plano Marshall.

    O plano Marshall é um daqueles mitos econômicos que ainda perduram no imaginário popular por causa da ignorância acerca de questões básicas de economia.

    Pra começar, e isso é empiricamente verificável, os países que receberam mais auxílios do Plano Marshall (Suécia, Grã-Bretanha e Grécia) foram os que apresentaram as menores taxas de crescimento entre 1947 e 1955, ao passo que aqueles que receberam menos dinheiro (Alemanha, Áustria e Itália) foram os que mais cresceram.

    Isso é óbvio: auxílios externos desobrigam os governos a incorrerem em orçamentos equilibrados. Auxílios externos estimulam a gastança governamental e a consequente destruição do capital da economia. Os gastos governamentais privam a população de obter bens escassos (os quais são apropriados pelos burocratas do governo), impedindo que a população tenha uma maior qualidade de vida.

    Ademais, o auxílio do Plano Marshall à Alemanha representou uma ínfima porcentagem do PIB daquele país (dizer que a recuperação econômica alemã se deu por causa de um auxílio minúsculo em relação ao PIB é algo economicamente risível). Adicionalmente, o dinheiro que a Alemanha Ocidental teve de pagar em termos de reparações de guerra mais do que contrabalançou a ajuda do Plano Marshall. A Alemanha Ocidental recebeu serviços de defesa militar dos EUA e da Inglaterra, mas teve de pagar taxas substanciais por estes serviços.

    1. Laveley

      Discordo totalmente de seu comentário.

      Dizer que o plano Marshall fez algum mal aos países Europeus é uma tamanha besteira.

      Começando que, não sei de onde tu tirou que quem mais recebeu auxilio foi Suécia e Grécia. A França, se não me engano, foi uma das que mais recebeu, juntamente com Reino Unido e Alemanha.

      Outra coisa, como já percebi que tu és neoliberal; o plano marshall foi muito além do que apenas ajuda monetária, houve ajuda de logística, transferência de tecnologia e abertura comercial na Europa ocidental, tudo por causa da ajuda americana do plano marshall, pra ficar só nisso, mas teve vários outros auxílios. As transnacionais americanas invadiram o mercado europeu sedentas para explorar o novo mercado consumidor. Só ai os efeitos pra economia daqueles países Europeus já é imenso.

      A própria história do tópico é o plano marshall em sua essência. Sem plano marshall jamais haveria ajuda por ponte aérea até Berlim ocidental, não haveriam nem aviões, nem suplementos pra levar, pois era tudo americano. Berlim teria teria caído nas garras dos commies.

      Em suma, os efeitos positivos de tal plano para a economia europeia vão muito mais além do que a mera ajuda financeira direta.

      Outra coisa, não adianta tu comparar benefício com crescimento econômico, até pq não se tem como saber qual seria o crescimento sem o benefício. Vc diz que Suécia e Grécia foram os que mais receberam, oq eu discordo, mas vá lá, mesmo que sejam, como vc poderia afirmar que sem o benefício não teria havido uma retração violenta nesses países?

      Os países que você citou que tiveram maior taxa, são justamente os que perderam a guerra e estavam totalmente destruídos…. ou seja, meio óbvio que a taxa de crescimento teria que ser maior nesses países, pois na época eles eram os mais arrasados economicamente pela guerra.
      Pra quem ta na merda qualquer ajuda já é de grande valia.

      Se vc dizer que o plano marshall prejudicou ou não ajudou em nada os países europeus é o mesmo que dizer que você vai deixar um mendigo mais pobre se tirar ele da rua, levar pra dormir na sua casa, fazer um churrasco pro cara, matricular o cara em um curso profissionalizante e depois ainda dar uma boa grana pra ele se sustentar até que possa terminar o curso e arranjar um emprego.

      Oque vc poderia argumentar é que os efeitos do plano marshall foram muito mais positivos devido a abertura econômica, transferência de tecnologia e elevação do saldo comercial do que a mera ajuda monetária. Ai tudo bem. Agora dizer que o plano marshall n ajudou em nada é forçar a barra.

      Aquele plano da URSS pro bloco oriental sim foi um tremendo fracasso, plano molotov eu acho, sei lá, até o nome era tão ruim que não me recordo.

      1. Leandro

        Prezado Laveley.

        Em primeiro lugar, nao sou neoliberal. Sou LIBERTÁRIO. Leia isso e entenda porque sou libertário:

        “For the last several years, when I daydream, it is not about sex or women or even taking a vacation. My dreams are about my escape – my total escape – from the gynocentric culture that seeks my enslavement at almost every turn. Like Bigfoot in the mountain forest, I want to be gone. And it is not just feminists that are driving me away, but the whole feminized culture.

        My business is a heavily regulated one and every regulator has their hand out for my money – money from taxes, penalties, fees and fines. I can’t play any live music in my venue any more because music companies demand ruinous fees for me to do so. If someone dances, walks off with a beer, starts a fight, lights up a cigarette or even brings in a puppy, I get to pay the fine. If they complain when I ask them to leave, that is a fine, too. I can’t put an ashtray outside my door (I pay a fine if I do) and when people, lacking an ashtray, throw their cigarette butts on the sidewalk in front of my place, I get fined for that, too.

        All those fines and taxes feed a gynocentric machine that hates me for no other reason than because I am a man and I work for a living.”

        http://www.avoiceformen.com/sexual-politics/m-g-t-o-w/sex-mgtow-and-elective-de-attachment/

        Eis o meu sonho: não ter mais um estado misândrico me extorquindo e reuglando cada psso da minha vida. E este é o senho de todo MRA. Francamente, nao sei o que você faz aqui. Vc não segue o MGTOW way of life. Se seguisse estaria questionando a entidade que tanto mal está causa a nós: o estado.

        Sobre o Plano Marshall em si, o que ele fez foi inchar os setores estatais dos países recipientes, pois um dos pré-requisitos impostos para se receber o auxílio era o de destinar estes fundos a obras públicas e a outros projetos governamentais.

        Por fim, os países que receberam os maiores valores em relação ao tamanho de suas economias, como Grécia e Áustria, só começaram a se recuperar quando a ajuda terminou, ao passo que países como Alemanha, França e Itália já estavam se recuperando antes de receberem qualquer centavo dos fundos do Plano Marshall.

        Leituras recomendadas:

        http://mises.org/daily/5922

        http://mises.org/freemarket_detail.aspx?control=120

        http://mises.org/daily/1374/

        1. Leandro

          Erro de digitação:

          Onde você lê:

          “Eis o meu sonho: não ter mais um estado misândrico me extorquindo e reuglando cada psso da minha vida. E este é o senho de todo MRA. Francamente, nao sei o que você faz aqui. Vc não segue o MGTOW way of life. Se seguisse estaria questionando a entidade que tanto mal está causa a nós: o estado.”

          Na verdade é:

          “Eis o meu sonho: não ter mais um estado misândrico me extorquindo e regulando cada passo da minha vida. E este é o sonho de todo MRA. Francamente, nao sei o que você faz aqui. Vc não segue o MGTOW way of life. Se seguisse estaria questionando sobre a legimidade da existência de uma entidade que tanto mal está causando a nós. E me refiro ao estado.”

          1. Laveley

            Cara, sem querer ofender, mas não me interessa oq vc é.

            Se vc se diz libertário, então deve apoiar políticas econômicas de cunho neoliberal (keynesiano é que não deve ser!), mas enfim, como eu disse, de pouco me interessa.

            Mas voltando ao foco da questão, vc n respondeu aos meus apontamentos, apenas repetiu oq eu já havia rebatido. Como eu disse, a relação incentivo/crescimento que você aponta não prova nada.

            Muito desses incentivos foram dados em bens e serviços, de forma que foram computados os valores desse bens e serviços. Se fomos considerar, por exemplo, que junto com esses bens e serviços houve uma transferência de tecnologia, então Alemanha e França receberam muito mais transferência tecnológica do que Grécia e Suécia, pois ai toma relevância o valor BRUTO do benefício, e não o relativo que tu leva em conta. E o valor dessas tecnologia é inestimável.

            Aliás, um dos maiores defeitos que eu noto nos colegas economistas é sempre levar mais em conta os valores relativos e se esquecer que, em muitos casos, o valor bruto é muito mais importante do que o relativo ao se fazer uma analise. Depois não sabem pq contadores e administradores dão melhores empresários, rs.

            Enfim, leia essa notícia e veja o exemplo da faber-castell:
            http://www.washingtonpost.com/wp-srv/inatl/longterm/marshall/marshall.htm

            “With practiced ease, a worker slices open the cardboard box, pulls out the hand-size panels of California cedar and stacks them at the head of the assembly line.

            In just a few minutes, the thin blocks make their way down what is known in the factory as Pencil Street, where they are swiftly grooved, inlaid with graphite cores, covered, cut and shaped into some of the 1.2 million pencils that roll out of Faber-Castell’s factory here each year. The California cedar is the key; no other wood does so well for quality pencils.

            Ludwig Lihl, 76, a retiree who first came to work at Faber-Castell GmbH & Co. in 1950, knows why this company was able to begin importing cedar from Stockton, Calif., after World War II.

            ‘It would not have been possible without the Marshall Plan,’ he said.”

            O valor da madeira computado no benefício pode ter sido pequeno, mas o valor intrínseco da tecnologia embutido nesse tipo de madeira específico foi inestimável pra faber-castell se tornar uma firma líder em seu setor no mundo todo até hoje.

            E tem mais:

            “In the four years of the Marshall Plan, from 1948 to 1951, industrial production in Europe rose 36 percent. Much of this doubtless would have happened without American aid, which accounted for a fraction of total European investment. But scholars say it would not have happened so fast, or been shaped the way it was.

            The shape was determined in part by a massive injection of American management and technological know-how. Although the labor force in most European countries was well trained and educated, two world wars had left production capabilities where they had been in 1910. In addition to furnishing factories with machines, the Marshall Plan sent delegations of thousands of European business people and labor union representatives to myriad companies in the United States to learn the American ways of modernization, management and productivity.”

            Veja que o plano marshall foi MUITO mais além do que a mera ajuda financeira.

            Portanto, ao fazer apenas o cálculo benefício/crescimento vc desconsidera um milhão de fatores, alguns deles q eu já apontei no meu primeiro comentário. Vc dizer que o plano marshall n ajudou os países europeus somente com base no valor calculado do benefício é ridículo.

            Li os três artigos que você postou e nenhum deles fala a respeito dos pontos que eu levantei. E procure alguma literatura sem um viés ideológico para embasar seus argumentos, dará muito mais credibilidade a eles, fica a dica.

        2. Leandro

          Laveley, libertário é completamente diferente de neoliberal. Os libertários defendem uma economia de mercado livre, irrestrita e intacta. Aliás, libertários vão além. Defendem a desestatização completa de tudo, inclusive a desestatizaçao do casamento. Somos contra a ingerência estatal na vida dos indivíduos e das famílias. Isso é assunto de interesse da Real. Os neoliberais, por exemplo lado, defendem privatizações, mas desde que sejam criadas AGÊNCIA REGULADORAS; equilíbrio orçamentário, sendo válido ELEVAR IMPOSTOS; câmbio livre, mas MANIPULADO. Ao mesmo tempo em que os neoliberais defendem uma liberdade econômica limitada, muitos apóiam a ingerência estatal na vida dos indivíduos e das família. Por isso nao é raro você ver neoliberal defendendo as leis de divórcio. Em suma, neoliberalismo é o que temos hj. E por azar, veja só, nós libertários, confundidos com estes lixos neoliberais, pagamos o preço pelas merdas que estes imbecis fazem. Mas nós não temos nada a ver com isso.

          Agora, por favor, leia isso, urgente:

          Small Government as the Trail to Liberty

          Under a government whose limitations are exhibited only in the protection of property rights and against foreign invaders can politico-economic support or enforcement of the feminist ideology onto the populace remain impossible, preventing the divide between said populace. Men and women will not suffer the indoctrination of government-enforced ideologies that cause the sexes to remain continually embittered to one another. This system of self-reliance enables, even forces the sexes to work together under the banner of liberty for the benefit of one another since government must refrain from interference due to an insufficient revenue stream that would otherwise support special interests for politico-economic gain. Human beings then become dependent on themselves and one another instead of a distant omnipotent government which does not have the best interests of the people in mind.

          The removal of the central bank as well as the reimplementation of a commodity-based currency must be created for small government to become a reality. All currency must be 100% backed by a commodity; gold perhaps the best candidate, for it acts as a regulatory control upon government’s ability to spend since all paper currency must be completely backed by gold and the mining of this commodity requires substantial time. This monetary system prevents government from the printing of fiat money, the latter acting as a stealth tax upon the entire savings of individuals.

          As previously noted government must be stripped of its virtual monopoly on education. This is an absolute necessity for the creation of a liberty-based society. Education under government amounts to little more than indoctrination centers for children who learn to tow the favored special interest as well as government line. Opposing viewpoints are typically either dismissed or barred outright from discussion, effectively translating into a system where students are instructed as to what to think rather than how to think. Private or home education will allow for a variety of ideas to be presented and analyzed, forcing the destruction of the current monopoly government holds over the youth and thus freeing the individual into adulthood.

          Government as Husband

          Despite claims to the contrary modern woman still remains as dependent a creature as at any point in history. Under the current politico-economic system women’s husband has gradually become government rather than an individual man, effectively transferring their previous dependence from a loving husband to a distant organism rather than creating any true independence for women that the feminists have fallaciously claimed to have offered or provided. Unfortunately feminism has only succeeded in creating animosity between males and females by removing any responsibility for the actions of the latter. With government as women’s current husband masculinity has effectively become demonized at the behest of feminists. Men have increasingly become viewed only valuable as cannon fodder for the imperialist ambitions of politicians and as a source of revenue for various branches of government, the family courts in particular, and narcissistic women.

          Woman therefore isn’t free but rather acts as a whore, metaphorically sleeping in bed with the desired politicians, selling her vote in return for special privileges; child support, alimony, affirmative action, and so forth. This isn’t independence but dependence, seemingly proving correct those who believe women cannot support themselves. With the increase of single mother homes, children have likewise become increasingly violent, medicated, and disillusioned with parental authority. Parents, knowingly or otherwise, increasingly depend upon government to raise their children. This situation politicizes the family unit creating a vast array of problems to the extent that most individuals are unaware as to how the current problems related to the family have managed to become so acute. This effectively obfuscates the individual answers that could otherwise restore the sanity within the family unit, bringing balance back into its structure. This would substantially reduce the plethora of artificially-created problems that currently plague much of western culture. Is there a Political Solution?

          It is imperative that the halls of education be removed from the clutches of government to prevent the continued programming government education has forced upon the human mind before any even the thoughts of a political solution to the current problem of Big Government can be mounted. Individuals must be instructed as to the advantages of small government otherwise the status-quo, regardless of political activism, shall remain. Unfortunately the Democrats and Republicans have effectively become so similar as to merge into a single entity, the Republicrats; perhaps not in name but in action as both parties support the expansion of government.

          The largest third party in America is the Libertarian Party. If desired this could provide as a small government alternative to the Big Government policies of the Republican and Democratic parties. Should enough voters gravitate toward this third party option it may provide the necessary opposition to at least greatly hinder Republicrat power, and this even if the Libertarian Party is not voted into office. Though most individuals don’t realize it the sway of the voters still holds power over the political system. However it is the voters who continually support the current two party system by not forcing it to face competition from an alternative party. Again however change can only be realistically expected if the minds of individuals are changed, for it is through the people that the current divides they suffer under can be alleviated while directing their newly acquired knowledge against the current semi-monopolist system.

          http://antimisandry.com/mgtow/public-policy-men-going-their-own-way-13214.html

          Quanto ao Plano Marshall, ao dizer que o Plano Marshall não funcionou como dizem seus defensores, recorro tanto à Ciência Econômica, como à comparação empírica dos números.

          “E procure alguma literatura sem um viés ideológico para embasar seus argumentos, dará muito mais credibilidade a eles, fica a dica.”

          Sim, literatura sem viés ideológica como o Washington Post, que sempre foi conhecido como um órgão oficial do regime. Ou seja, história contada pelo politicamente correto. A doutrinação ideológica que é dada às crianças nas escolas. Isso nao é análise econômica sensata.

          Ademais, Laveley, vc tá ruim de inglês, pois leia com atenção este trecho das reportagem que vc citou:

          “In the four years of the Marshall Plan, from 1948 to 1951, industrial production in Europe rose 36 percent. Much of this doubtless would have happened WITHOUT American aid, which accounted for a fraction of total European investment. But scholars say it would not have happened so fast, or been shaped the way it was.”

          Ou seja: ao mesmo tempo em que o repórter admite que a produção teria aumentado sem o Plano Marshall — o qual representou “apenas uma fração de todo o investimento europeu” —, ele diz que acadêmicos afirmam que a produção não teria aumentado tanto sem a ajuda estrangeira. Ora, qual a tese que sustenta esse contrafatual? Isso é pura achismo. Não é assim que se faz análise econômica.

          Agora, vou meter a Real:

          I) É o óbvio ululante que determinados setores se beneficiaram da ajuda externa. Essa é a essência de qualquer tipo de ajuda estatal (tanto em nível nacional quanto internacional). Sempre haverá um setor específico beneficiado às expensas de todo o resto. O Instituto Mises é pródigo em artigos que explicam e ilustram esse fenômeno. Mas tal fenômeno de modo algum significa melhoria econômica. Significa apenas conchavo, compadrio e favorecimento. Isso lém de tudo é um IMORAL. Mas se você entende isso como prova acachapante de que um pacote de auxílio é “bom para toda a economia” mostra bem que você nao apenas entende o básico de Economia, como nao tem conceito de ÉTICA. Sendo assim, nem sei o que vc faz aqui. Pois a Real não é lugar de relativista e politicamnete corretos. Aqui o politicamente correto não tem vez.

          II) É óbvio ululante que um dos maiores entusiastas do Plano Marshall foi o setor exportador americano. O governo americano mandava dólares para os europeus e estes utilizavam esses dólares para adquirir produtos exportados pelos americanos. Ou seja, tudo não passou de um enorme esquema de subsídio às empresas americanas, com o dinheiro dos american taxpayers, travestido de ajuda internacional. Ou seja, não foi um estímulo a economias européias, mas um programa de subsídios às empresas americanas. Há uma volumosa literatura a respeito.

          III) Se ajudas internacionais fossem economicamente benéficas, os países africanos seriam, na mais tolerante das hipóteses, economias relativamente desenvolvidas.

          Então, sua maneira de fazer análises econômicas que é ridícula.

          1. Laveley

            Bem, li só metade do seu comentário, do plano marshall pra baixo, pois, como já havia explanado nos meus outros comentários, não me interessa a primeira parte. Se você é liberal, neoliberal ou wathever não vem ao caso.

            Bem, quanto ao plano marshall, você simplesmente saiu pela tangente de novo e não respondeu aos meus apontamentos.

            Pior, tentou agredir ao interlocutor (argumento ad hominem) e desclassificar a minha fonte. Bem, vc simplesmente joga pra cima que o washington post é “órgão oficial do regime” e ponto, e depois me acusa de não ter ética! hahaha

            Imagina que esplendido “órgão oficial do regime” é esse que expõe uma mentira que derrubou um presidente!

            O mais engraçado é vc falar mal dos neoliberais e usar o instituto mises como fonte de seus argumentos! kkkkk

            Amigo, nem vou gastar calorias em mais um comentário pedindo pra vc contra argumentar os meus apontamentos a respeito dos efeitos positivos da transferência tecnológica e outros fatores… vc enrolou em 3 oportunidades e não respondeu com nenhum argumento concreto de pq o plano marshall teria prejudicado as economias europeias, além daquele argumento estúpido da razão entre benefício/crescimento.

            A única coisa que tu fizestes foi por propagando ideológica liberal aqui como se isso desse alguma sustentação ao que vc diz. Vc não sabe pensar por si próprio? Se tu se julgas tão capaz de fazer uma análise econômica, então coloque com suas palavras aqui como que o plano marshall fez mal as economia europeias, sem “mimimi, meus amiguinhos liberais dizem que o estado sempre faz mal a economia, então o plano marshall prejudicou os europeus invés de ajudá-los”.

            Isso é o mesmo que um comunista chegar aqui e dizer que o comunismo é o melhor sistema econômico pq marx dizia isso. Ai até eu!

            “Se ajudas internacionais fossem economicamente benéficas, os países africanos seriam, na mais tolerante das hipóteses, economias relativamente desenvolvidas.”

            É pra rir? Isso foi piada né?

            Bem, os argumentos estão ai na mesa.

          2. Leandro

            Laveley.

            A Washington Post é a mídia mainstream. Ou seja, o politicamente correto. Se vc não sabe, tal jornal apoiou a eleição e a reeleição do Obama. Se isso pra vc não significa nada….

            Ademais, a notícia que vc citou é contraditória, pois ao mesmo tempo em que admite que a produção “indubitavelmente” teria aumentado SEM o Plano Marshall — o qual representou “apenas uma fração de todo o investimento europeu”, isso o trecho que vc citou diz —, ele diz que acadêmicos afirmam que a produção não teria aumentado tanto sem a ajuda estrangeira. Ora, qual o embasamento científico para esse contrafatual? Isso é pura achismo. Não é assim que se faz uma análise científica.

            Ao dizer que o Plano Marshall não funcionou como dizem seus defensores, recorro tanto à ciência econômica quanto à comparação empírica dos números. Já você utiliza uma matéria de jornal que diz que um sujeito conseguiu emprego na Faber Castell… Se isso para você é prova definitiva da eficácia de um plano econômico, paro por aqui.

  5. bruno

    parece minha vo comentando uma novela, muito engraçado vc continue assim

  6. João Paulo

    Simplesmente incrível a história desse cara. Exemplo é pouco.

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