«

»

jun 20 2013

Evidências que as notas não são sinal de inteligência

burro* traduzido por Durga, do Fórum do Búfalo

por The Elusive Wapiti, para o The-Spearhead.com

… E mais evidências de que a melhor coisa que os pais que podem fazer para o futuro de seus filhos é retirá-los de um sistema de ensino de mulheres e para mulheres:

“As causas do declínio nas conquistas educacionais dos meninos são muitas, desde a sua medicação excessiva, a feminização da sala de aula, serem criados por mães solteiras, serem desde o nascimento rotulados pela cultura popular como alguma versão do velho slogan de camiseta “Os meninos são estúpidos. Jogue pedras neles “. Acontece que há ainda um outro obstáculo à aprendizagem dos meninos – Suas professoras.

“Um recente estudo publicado na edição de fevereiro do  Journal of Human Resources  descobriu uma coisa assombrosa. Embora os meninos e meninas tivessem pontuações iguais em testes padronizados, os meninos tiravam notas mais baixas do que as meninas. Dito de outra forma, as notas que você esperaria que os meninos recebam baseando-se  em suas pontuações foram maiores do que as que eles realmente recebem. Meninas, por outro lado, receberam notas que foram maiores do que seria previsto por suas pontuações. Os alunos foram submetidos a testes de leitura, matemática e ciências, enquanto os professores também avaliaram as capacidades dos alunos em todas as três áreas, bem como os classificaram comportamentos de sala de aula. O estudo descobriu que, ao avaliar habilidades acadêmicas para crianças, os professores baseavam-se no comportamento delas sala de aula … meninas tiveram a nota cerca de 15 por cento maior no comportamento (também chamado de “habilidades não cognitivas”), o que significava que elas tiveram notas melhores do que os meninos, apesar de não alcançarem notas mais altas nos testes.”

Enquanto isso, um estudo feito em um continente completamente diferente, utilizando metodologia diferente chegou a uma conclusão surpreendentemente similar. Um estudo fora do Reino Unido descobriu que as professoras de alunos do sexo masculino avaliam seus estudantes mais severamente do que fazem com as estudantes do sexo feminino:

“A pesquisa afirma que as professoras avaliam os alunos do sexo masculino com mais rigor do que elas avaliam  suas alunas . Além disso, as meninas tendem a acreditar que professores do sexo masculino irão olhar para elas de forma mais favorável do que as docentes femininas, mas os homens tratam todos os alunos o igualmente, independentemente do sexo. Além disso, ter um professor do sexo masculino fez com que as estudantes do sexo feminino se esforçassem mais, enquanto que uma professora diminui os esforços dos meninos.”

Tendo em conta que mais de 80% dos professores de escolas públicas nos Estados Unidos são mulheres, o desânimo dos meninos com a educação  não deve ser vista com surpresa. Não é a sua capacidade, sua inteligência ou seu esforço o que importa, é o seu sexo. Lembre-se, muitos deles são crianças pequenas de cinco a sete anos de idade. Não podemos dar um tempo, mesmo nos casos dessas crianças indefesas, com essa difamação contra os homens?

E isto não vai parar. O problema é sistêmico. Deixando de lado por um momento o fato de que a escola pública é projetada para “produzir” engrenagens idênticas  para a grande máquina, engrenagens apenas inteligentes o suficiente para apertar um botão, mas não inteligentes o suficiente para questionar o mundo ao seu redor, a cura para o declínio acadêmico masculino é a de que os pais retirem as crianças do sexo masculino desse sistema completamente. Em um sistema em que o comportamento feminino é recompensado e comportamento masculino é punido e/ou inibido com o uso de drogas até sua submissão á cultura feminista, a maior parte da variabilidade cognitiva masculina é guardada (na extremidade baixa) e ignorada (na parte alta), e onde a presença de homens nas fileiras de ensino é desencorajada.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2013/04/02/more-evidence-that-grades-academic-achievement/

4 comentários

Pular para o formulário de comentário

  1. pedro

    O sistema de ensino atual baseado na mentalidade socialista joga todos no mesmo saco, não se trabalha as potencialidades nem tambem as deficiencias. antigamente pelo menos no grau cientifico ja se podia ir escolhendo qual área voce queria se dedicar.

  2. A. Siqueira

    Aindo sou cético em relação à necessidade da separação por sexos na escola. Já li de fato muitos resumos estatísticos positivos sobre escolas segregadas, mas me pareceu que os números estavam propositalmente exagerados. Os autores geralmente esquecem de isolar outros fatores que possam influenciar nas notas dos alunos e como resultado, a analise que fazem acaba por ser inconclusiva. Um fator que esquecem por exemplo é o tipo de escola, particular ou publica. Escolas segregados por sexo são em geral escolas particulares, e escolas particulares tem melhores resultados que as públicas, mesmo nos EUA. Por exemplo, o Colégio São Bento do RJ tem a melhor nota média no ENEM e é só para garotos. Mas também é um colégio onde os alunos estudam 8 horas por dia (algo muito incomum aqui no Brasil), com corpo docente formado por uma “nata” de professores e com uma mensalidade caríssima. Não estou dizendo que segregar por sexo não seja positivo, só que o que eu li sobre o assunto é inconclusivo.

    Para mim a solução é que se perceba que feminismo é uma doença e se pare de se classificar características tipicamente masculinas como ruins. A “energia” típica de garotos não deve ser reprimida, mas sim canalizada, o que exige uma sensibilidade e paciência que professores, principalmente os mal pagos professores públicos, não tem. Falta de professores do sexo masculino também é algo bastante negativo. Não bastasse a maioria dos professores ser mulher, tipicamente eles também são esquerdistas feministas e adotam uma pedagogia baseado nessa ideologia.

    No mais, também concordo que inteligência e notas não sejam sinônimos. Aliás, lembro-me das pesquisas de Leta Hollingworth, em que ela conclui que indivíduos muito inteligentes (que havia conseguido um escore maior que 160 em testes de QI) tinham um alto nível de evasão escolar. Ou seja, para aturar a escola, mais que ser inteligente é preciso a, digamos, “habilidade” de se sentar várias horas ouvindo o professor sem se entediar, tem de se ser maleável e obedecer ao professor, algo mais comum entre garotas.

  3. Laveley

    A solução é o sistema de ensino separado por gênero (exclusivo).

    O sistema de ensino misto, largamente difundido no país e no mundo, é muito pior que o exclusivo.

    Isso é fato e unanimidade entre qualquer pedagogo que entenda do assunto. Já foram feitas várias pesquisas estatísticas no mundo e todas apontam para um desempenho acadêmico superior em alunos do sistema exclusivo em comparação com o misto, tanto para meninas quanto para meninos.

    É só dar uma pesquisada no google pra confirmar oq eu estou dizendo.

    Infelizmente, essa é uma das coisas que a dita “inclusão” e a patrulha do politicamente correto destruiu em nossa sociedade. Hoje em dia são raras as escolas apenas para meninos ou meninas no Brasil. Em algumas nações como o Reino Unido esse sistema ainda permanece, embora também encontra-se cada vez mais em extinção. Mas mesmo as poucas que existem no país, se destacam, vou deixar um pequeno informativo com algumas opiniões a respeito; http://www.ondajovem.com.br/acervo/17/so-para-meninos-ou-meninas

    Ademais, pra mim nunca foi novidade que inteligência e desempenho acadêmico não são sinônimos (muito embora possam ser correlacionados).

    1. A. Siqueira

      Se bem que essa diferença de maturação citada no link, com garotas amadurecendo mais cedo é algo que deve ser considerado. A diferença de amadurecimento cerebral chega a ser de vários anos, como reportado em alguns estudos que utilizaram exames de MRI para avaliar o cérebro.

Deixe uma resposta

Switch to mobile version
%d blogueiros gostam disto: