«

»

maio 14 2013

Com ajuda policial, feministas judias desafiam a tradição ortodoxa

murolamentaçõespor W. F. Price, do The-Spearhead.com

No dia 10 de maio, tivemos uma invasão feminista no Muro das Lamentações de Jerusalém, que é análoga à Praça de São Pedro para os católicos. O Muro das Lamentações é uma muralha remanescente do Segundo Templo, que foi destruído pelos Romanos no ano 70 DC como parte da campanha para esmagar a revolta de independência judia. Hoje, este é o local mais sagrado do judaísmo e tem uma grande significância religiosa.

Tradicionalmente, homens e mulheres rezam em partes separadas do muro, e de forma diferente. No início do séc XX, oficiais britânicos agindo sob um decreto otomano tentaram acabar com a separação de homens e mulheres no muro, e receberam a resistência dos judeus de ambos os sexos, que foram consequentemente espancados com porretes pela polícia britânica. Hoje, entretanto, não são mais os britânicos, otomanos ou romanos que estão batendo nos ortodoxos, mas sim a própria polícia israelense agindo em nome das feministas:

JERUSALÉM – a polícia israelense, usando barreiras metálicas e correntes humanas na sexta feira (10/05/2013) impediram centenas de protestantes ultra ortodoxos que tentavam impedir um grupo liberal de mulheres de rezarem em um ponto principal religioso, foi a primeira vez que a polícia ficou do lado das mulheres e não dos protestantes.

A troca ocorreu por causa de uma ordem judicial que defendia o direito das mulheres rezarem no Muro das Lamentações na Cidade Antiga usando práticas que os judeus ortodoxos insistem serem exclusivas dos homens.

O grupo “Women of the Wall” está realizando orações mensais no primeiro dia do mês hebreu no Muro das Lamentações em Jerusalém por mais de duas décadas, vestindo xales de oração e fazendo rituais religiosos reservados apenas aos homens dentro do judaísmo ortodoxo. Acusado pelos ultra ortodoxos de violarem “costumes locais” no lugar sagrado, muito dos membros do grupo já foram presos.

Na sexta o jogo virou por ordem judicial. A polícia protegeu as mulheres e prenderam 3 manifestantes ortodoxos por desordem, segundo o porta voz da polícia Micky Rosenfeld afirmou.

Isto é uma virada para o grupo. Além das prisões, as mulheres enfrentam protestos e batalhas legais para poder ter o que elas afirmam ser um direito: poderem rezar no Muro – o local mais sagrado onde os judeus podem rezar – como os homens fazem. No último mês uma corte de Jerusalém instruiu a polícia a parar de deter as mulheres.

“Este é um momento histórico”, afirmou Shira Pruce, representante da Women of the Wall. “A polícia fez um excelente serviço protegendo as mulheres que desejavam rezar livremente no Muro das Lamentações. Isto é justiça.”

A praça logo em frente ao Muro, remanescente dos templos bíblicos judeus, é marcada em duas seções distintas, uma para homens e outra para mulheres, onde eles rezam separadamente. Até agora, as mulheres tinham que acatar as restrições ortodoxas de oração.

Eu compreendo que autoridades seculares se metendo em assuntos seculares, mas esta violação forçada da tradição ortodoxa é como se tivéssemos a polícia italiana forçando a entrada na Praça de São Pedro e impondo mulheres no altar. O Muro das Lamentações não é um ônibus público ou uma corte de justiça; mas sim um local sagrado, e como tal deveria estar sob jurisdição das autoridades religiosas.

Tal curso de eventos são impressionantes, e sugere que a liberdade religiosa não é o que parece em Israel – mesmo para os judeus! Os ocidentais seculares interpretam a liberdade religiosa como a liberdade de poderem fazer qualquer loucura que alguém queira fazer, mas na verdade ela era vista como a liberdade do controle estatal, o que é exatamente o que as autoridades seculares israelenses exerceram neste exemplo. As feministas já tinham seu próprio pedaço no Muro, mas elas tem que tomar conta também do lado reservado para os homens ortodoxos. Isto é um claro ataque contra a tradição ortodoxa, e vindo de um grupo feminista que não está querendo participar de nada, mas na verdade usurpar.

Isto é apenas um pequeno passo. Na próxima, quem sabe, teremos celebrações de casamentos gays na parte ortodoxa do Muro. E depois celebrações ecumênicas e orações híbridas esquisitonas. Finalmente – vai saber o que pode acontecer? – a colocação de uma grande estátua de um bezerro de ouro. Que vergonha…

fonte: http://www.the-spearhead.com/2013/05/10/with-heavy-police-backup-jewish-feminists-defy-orthodox-tradition/

15 comentários

Pular para o formulário de comentário

  1. Berg

    Na cultura Oriental o interessante é que cada sexo ainda sabe seu lugar na sociedade. Homens agem como provedores e protetores, enquanto as mulheres agem como cuidadoras e base para o homem só pensar nos seus afazeres. Por isso não há crise de identidade. Cada um sabe e aceita sua natureza. O que vemos na sociedade oriental é que, por causa do feminismo, existe uma grande bagunça. Mulheres entraram no mercado de trabalho aumentando a competitividade, gerando desemprego e baixa salarial dos homens. Trabalham e continuam a cobrar de seus conjugues a mesma função de provedor e protetor, enquanto lhes faltam nos deveres como mulher (sempre cansadas), de criação de sua prole e cuidados com seu lar. O sonho de toda mulher ocidental contemporânea é poder trabalhar enquanto seu marido pague t as contas de casa, uma empregada e uma babá, para assim lhe sobrar tempo para usufruir de seu lindo salário com suas futilidades. E quando este homem não satisfaz esses desejos, gera uma insatisfação eterna… culminando com o divórcio.

  2. Lady

    Feminismo nada mais é do que o espírito de Jezabel agindo por meio da mulherada! E a tendência, infelizmente, é piorar!

  3. Leo Philalethes

    Sionismo é um movimento que defende a autodeterminação dos judeus e a existência de um estado nacional judaico. Mas, na mente dos conspiracionistas (como os adeptos da NWO), neonazistas e antissemitas, o sionismo se converte numa ferramenta para a dominação mundial ou para a destruição do “ocidente cristão”.

    Árabes odeiam os judeus, assim como também odeiam cristãos ou qualquer outro grupo que não siga a religião muçulmana.
    http://www.news.va/pt/news/arabia-saudita-dois-cristaos-condenados

    E se os judeus controlassem a mídia, os veículos de notícia de todo mundo não seriam notoriamente pró-palestina, apresentando os palestinos sempre como uns pobres-coitados injustiçados.

    Não vou dar continuidade a essa discussão porque a mesma foge do escopo deste blog, mas acho importante me manifestar para mostrar a quem não participa do movimento masculinista que o nosso movimento não se resume a antissemitas e teóricos conspiracionistas que, convenhamos, existem aos montes na Real.

    1. Barãozin

      Cara, eu raramente vejo antissemita nos fóruns e em boa parte das pgs do face. A grande maioria ou são neutros a isso ou são pró Israel. Eu na questão msm sou meio neutro.

      Se vc fala do Orkut, boa parte das comunidades são tomadas por aqueles idiotas amiguinhos dos caras q foram presos no rolo do blog do Sílvio.

    2. Pedro

      Amigo, aonde a grande midia é pró palestina? a grande midia quando fala mal de israel é em tom bem moderado. É so vc ver os nomes que controlam a grande midia e hollywood que vc ve que sao quase todos judeus, inclusive aqui no brasil…

      Não sei se vc sabe mas a grande maioria das feministas radicais da segunda leva eram judias, que curiosamente pouco falavam do machismo judaico.

      Mas e como eu disse, as vezes voce acaba sendo ferido pela sua propia arma. Foi um pouco bem feito para eles…

  4. Marciio.andrade@gmail.com

    Judaísmo é totalmente diferente dos sionistas, estes sim que estão fudendo o mundo. Todos os sionistas são judeus, mas nem todos os judeus são sionistas, existem diferença entre eles. Os arabes odeiam os sionistas e não os judeus.

  5. Crazy Madman

    Pobres judeus.

  6. Don Corleone

    Eu quero é ver as feministas forçarem a barra lá no talibã, daí sim eu digo que elas são corajosas, agora, brigar e espernear em países que tratam as mulheres como bebês, ahhhh, daí é muito fácil

  7. Leo Philalethes

    E depois os “Arianos Pereira”, os “Skinheads Silva” afirmam que o feminismo é um movimento financiado pelos judeus, sionistas etc., que visam a destruição do ocidente cristão. Ora, mas o feminismo também faz um estrago muito grande em Israel, basta ver o grande número de abortos!

    1. Pedro

      Não é questão de mestiços neo nazistas… os arabes tem origem semita e sao anti judiacos , nao e questão racial.

      O fato é que os alto escalão da midia e das financas á judeu. nao religiosos mas sao judeus em sua maioria. Mas as vezes a agua acaba batendo na bunda tbm! a sociedade misandrica que eles estao ajudando a criar mais dia ou menos dia acaba prejudicando eles tbm.

  8. UM BARBARO

    Nossa! Que gracinha! O que mais elas vão querer reinvindicar para sí na religião Judaica? O Cargo máximo da religião que é o Sumo Sacerdócio? Cargo este que foi instituído desde Moisés Pelo próprio Senhor ADONAY sob pena de maldição eterna (Doenças, morte, inferno) para quem usurpasse o cargo?

    Veremos uma Suma Sacerdotiza mulher, não sobre a autorização do Deus Altíssimo, mas isso para vocês é de menos né, feministas? Vcs nem acreditam nessa força superior, na verdade isso é um ateque histérico para difamar a religião e pregar a verdadeira religião de vocês, o ateismo secularista, né?

    Até onde será que vai a inveja dessas mulheres meu DEUS?

  9. Fabiano

    Daqui algum tempo essas feministas desocupadas irão exigir o direito de mijar em pé.

    1. INTERESSADO

      Gostei dessa kkkk !!!

    2. Cássio Henrique

      Bem, na Suécia os Homens são obrigados a mijar sentado, então…..

    3. Abigail Pereira Aranha

      Más notícias: já existe um negócio pra isso, tipo um funil, só esqueci o nome. Só que eu vi na página da Capricho foi em 2009.

Deixe uma resposta

Switch to mobile version
%d blogueiros gostam disto: