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fev 07 2013

Contra a Liberação Feminina – Parte 1

rothbard* traduzido por Fábio Leite

por Murray R. Rothbard

Texto original em: http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard4.html

Originalmente publicado como “The Great Women’s Liberation Issue: Setting It Straight” (“O Grande Problema da Liberação Feminina: pondo tudo em pratos limpos”), no The Individualist, maio de 1970.

Faz um bom tempo que alguém denunciou o movimento de “Liberação Feminina” (N. do T.: “Women’s Liberation”, no original). Tal como o discurso do ambientalismo, a Liberação Feminina esteve, nos últimos meses, súbita e estridentemente em todo o lugar. Tornou-se impossível evitar ser assaltado, todo santo dia, pelo falatório do Movimento Feminino. Edições especiais de revistas, programas de TV e jornais devotaram-se a este recém-descoberto “problema”, e cerca de duas dúzias de livros sobre a Liberação Feminina estão agendados para publicação neste ano, através das grandes editoras.

Em todo este tumulto verborrágico, nenhum artigo, nenhum livro, nenhum programa ousou apresentar o lado oposto. A injustiça dessa onda que só vê um dos lados da questão deveria ser evidente. Não somente é evidente, como a falta de atenção pública dada à oposição nega uma das maiores queixas das forças de liberação feminina: a de que a sociedade e a economia estão sofrendo sob uma tirania “sexista” monolítica dos homens. Se os homens estão conduzindo o show, como podem elas nem mesmo presumirem publicar um texto ou apresentar ninguém do outro lado?

Ainda assim, os “opressores” permanecem estranhamente calados, o que levanta suspeitas, como mostraremos mais adiante, de que talvez a “opressão” esteja do outro lado.

Enquanto isso, os homens “opressores” vêm agindo, tal como os liberais de todos os lugares, como coelhinhos assustados ou tomados por culpa. Quando os cem viragos da Liberação Feminina foram ao escritório central da “The Ladies’ Home Journal”, por acaso o editor-chefe, John Mack Carter, ao ser assediado, gritou contra o ouvido coletivo dessas agressoras, como ele deveria ter feito? Pelo menos ele virou-lhes as costas e foi para casa? Não, no lugar disso ele sentou pacientemente por onze horas enquanto aquelas loucas derramavam abusos sobre ele, sua revista e seu gênero, e então passivamente concordou em dar a elas uma seção especial no seu jornal, além de uma “contribuição” de US$ 10.000. Assim, o liberalismo masculino aleijado, submissivamente, alimenta o apetite das agressoras e abre caminho para a próxima rodada de “demandas” ultrajantes. A revista “Rat”, um tablóide alternativo, desceu a um ponto ainda espetacularmente mais baixo, e simplesmente deixou-se tomar, de modo permanente, por um “coletivo de liberação feminina”.

Por que, de fato, esse súbito estouro do movimento de liberação feminina? Mesmo a valentona mais fanática do Movimento Feminino assume que este novo movimento não emergiu como resposta a qualquer súbito pisar da bota masculina contra as sensibilidades da mulher estadunidense. Em vez disso, a nova investida é parte da atual degeneração da Nova Esquerda, a qual, uma vez que a parte libertária da sua estrutura política, ideológica e organizacional entrou em colapso, tem se fragmentado em formas absurdas e febris, abarcando do Maoísmo à chutologia, dos atentados à bomba à Liberação Feminina. A idéia da “liberação” para grupos sociais supostamente marginalizados está no ar já há algum tempo, algumas vezes merecidamente, mas na maioria das vezes de modo absurdo. E, agora, as mulheres da Nova Esquerda entraram em cena. Não precisamos ir tão longe como o comentário do prof. Edward A. Shils, eminente sociólogo da Universidade de Chicago, sobre o fato de ele esperar, agora, por uma “frente de libertação dos cachorros”, mas é difícil não notar o aborrecimento atrás de sua observação. Em toda a vasta gama de “libertações”, o maior alvo tem sido o homem branco adulto de classe média, inócuo e trabalhador, o “homem esquecido” de William Graham Summer. E agora, essa infortunada figura, que mais lembra o Homer Simpson (no original: Dagwood Bumstead, personagem do quadrinho “Blondie”, de Chic Young, então famoso quadrinista nos EUA. Dagwood era casado com Blondie, a personagem principal, e uma de suas características era a de ser trabalhador), está sendo atacada mais uma vez. Quanto tempo até que o sofredor Americano Médio perca sua paciência e se levante, raivoso, para fazer algum barulho em sua própria defesa?

O atual Movimento Feminino divide-se em duas partes. A mais antiga e levemente menos irracional começou em 1963, com a publicação de “The Feminine Mystique”, de Betty Friedan (N. do T.: a mesma que liderou o boicote ao anticoncepcional masculino do Dr. Elismar Coutinho), e com sua organização, a NOW (“National Organization of Women” – “Organização Nacional das Mulheres”). A NOW se concentra em supostas discriminações econômicas contra a mulher. Por exemplo: o ponto do salário médio anual de todos os trabalhos, em 1968, ter sido de quase US$ 7.700 para homens e de US$ 4.500 para mulheres, ou 58% dos ganhos masculinos. O outro grande ponto da NOW é o argumento da cota: aquele de que, se alguém observar os grandes cargos de gerência e chefia de várias profissões, concluirá que a cota feminina é muito mais baixa do que os supostos 51% a que elas teriam direito – que são a porcentagem de mulheres na população.

O argumento da cota pode ser descartado rapidamente; porque é uma faca de dois gumes. Se a baixa porcentagem de mulheres cirurgiãs, advogadas, gerentes (N. do T.: este texto é de 1970. De lá pra cá todos sabemos que as mulheres entraram em massa no mercado de trabalho, o que torna o argumento feminista da “baixa representatividade da mulher nas chefias” ainda mais frágil) etc. é prova de que os homens deveriam rapidamente ser substituídos por mulheres, então o que fazer com os judeus, por exemplo, que se destacam nas profissões, na medicina, na academia, etc. em porcentagens muito maiores do que estão distribuídos na sociedade? Eles deveriam ser expulsos dos seus cargos?

Os salários menores das mulheres se explicam de diversas maneiras, nenhuma delas envovlendo discriminação irracional “sexista”. Uma delas é o fato de que a esmagadora maioria das mulheres trabalha durante poucos anos, e então dedica uma grande parte dos seus anos produtivos para educar suas crianças, depois dos quais elas podem ou não decidir voltar à força de trabalho. Como resultado, elas tendem a entrar ou a encontrar empregos em certas indústrias ou outros tipos de atividades que não requeiram um compromisso de longo prazo com a carreira. Além disso, elas tendem a ocupar vagas em que o custo de treinamento de novos funcionários, ou de dispensa, é relativamente baixo. Estas ocupações tendem a oferecer salários menores se comparadas àquelas que requerem uma longa dedicação, ou em que os custos de treinamento ou dispensa são mais altos. Essa tendência geral de dedicar anos à criação dos filhos também pesa no insucesso feminino em promover-se a cargos mais altos e mais bem remunerados, daí a baixa “cota” de mulheres nessas áreas. É fácil contratar secretárias que não têm a intenção de fazer desse trabalho uma meta de vida; não é tão fácil promover pessoas a degraus mais altos na academia ou nas corporações se elas não pensam de modo diferente. Como pode uma mulher que vai se tornar mãe conseguiria ser uma presidente de empresa ou uma professora universitária em tempo integral? (N. do T.: isso pode não ser um impedimento, mas com certeza é um obstáculo à mulher que quer seguir carreira)

Embora essas considerações sejam boas responsáveis pelo menor salário das mulheres e pelo fato delas ocuparem cargos menos importantes, não explicam completamente o problema. Numa economia capitalista de mercado, mulheres têm plena liberdade de oportunidades; discriminação irracional no emprego tende a ser mínima num mercado livre, pela simples razão de que o empregador também se prejudica com práticas discriminatórias. Num mercado livre, todo trabalhador tende a ganhar o valor do seu produto, sua “produção marginal”. Similarmente, todos tendem a procurar os trabalhos que melhor podem realizar e a trabalhar em seu máximo esforço produtivo. Empregados que persistem em pagar abaixo da produção marginal de um trabalhador vão se prejudicar, pois perderão seus melhores empregados e, consequentemente, perderão lucros para si mesmos. Se mulheres têm persistentemente menores salários e empregos menos importantes, mesmo depois de compensarem o tempo dedicado à maternidade, então a simples razão deve ser a de que a produção marginal feminina tende a ser menor do que a masculina.

Deve-se enfatizar que, em contraste às forças da Liberação Feminina que tendem a culpar o capitalismo e os tiranos dos homens pela discriminação de séculos e séculos, foi precisamente o capitalismo e a “revolução capitalista” dos sécs. XVIII e XIX que libertaram a mulher da opressão masculina, e deixaram a mulher livre para seguir seu próprio caminho. Foi a sociedade feudal pré-capitalista e pré-mercado que se caracterizou pela opressão masculina; foi nessas sociedades em que as mulheres eram propriedade e escravas dos seus pais e maridos, em que elas não podiam adquirir propriedades por si próprias etc. O capitalismo libertou as mulheres para que elas pudessem caminhar com as próprias pernas, e o resultado é o que vemos hoje.

O movimento de Liberação Feminina retorque, então, que a mulher tem pleno potencial para igualar a produtividade masculina, mas ela foi oprimida durante séculos pelos homens. Mas a notória falta feminina em alcançar os mais altos postos sob o capitalismo ainda permanece. Há poucas mulheres doutoras em medicina, por exemplo. Ainda assim, as escolas de medicina de hoje não as discriminam, pelo contrário, curvam-se para aceitá-las (isto é, discriminam em favor delas), e mesmo assim a proporção de mulheres médicas ainda não é percebivelmente alta. (N. do T.: claro, isso mudou desde 1970, e temos muitas mulheres competentes na medicina. Mas quantas delas lideram as pesquisas e as descobertas científicas?)

Aqui, as militantes mulheres caem em outro argumento: o de que, por séculos, elas sofreram “lavagem cerebral” de uma cultura dominada por homens, que tornou a maioria das mulheres passiva, fazendo-as aceitar seu suposto papel inferior e até mesmo induzindo-as a gostar de cuidar da casa e cuidar de crianças. E o maior problema para essas militantes barulhentas, claro, é o de que a esmagadora maioria das mulheres de fato abraçam a “mística feminina”, sentindo que suas carreiras devem ser a de mãe e a de senhora do lar. O simples fato de rotular esses evidentes e fortes desejos femininos como “lavagem cerebral” é ir longe demais; porque sempre podemos desqualificar qualquer valor de uma pessoa, independentemente do quão profundamente ela o guarde, como sendo “lavagem cerebral”. Esse tipo de “lavagem cerebral” é chamada pelos filósofos de “operacionalmente vazia de sentido”, porque ela indica que as militantes mulheres recusam a aceitar qualquer evidência, lógica ou empírica, de qualquer tipo, que prove que elas estão erradas. Mostre-nas uma mulher que ame ser dona de casa e elas a desqualificam, dizendo isso ser “lavagem cerebral”; mostre-nas uma militante e elas dirão que é uma prova de que as mulheres estão gritando por “liberação”. Resumindo, essas militantes acreditam que seus argumentos fracos não são dignos de nenhuma prova; mas esse posicionamento é o buraco sem fundo do misticismo, e não um argumento que reflete uma verdade científica.

E então, a alta taxa de aderentes ao movimento, aclamada pelas liberacionistas, também não prova nada; não seria isso também uma “lavagem cerebral” das militantes femininas? Afinal de contas, se você é ruivo, e uma Liga de Libertação dos Ruivos subitamente aparecesse e martelasse em sua cabeça que você foi eternamente oprimido por infames não-ruivos, talvez até mesmo você se juntaria à liga. O que não prova se os ruivos são ou não são objetivamente oprimidos.

Não vou tão longe quanto os extremistas “sexistas” masculinos, que acham que a mulher deveria estar confinada ao lar cuidando dos filhos e que é anti-natural que ela busque qualquer outra profissão alternativa. Por outro lado, eu não vejo muita base para o argumento oposto, que defende que mulheres mais caseiras estão indo contra a própria natureza. Em tudo isso, assim como em todos os casos, existe uma divisão do trabalho, e em uma sociedade de livre mercado cada indivíduo vai ocupar as atividades profissionais que ele ou ela acham mais atrativas para si. A proporção de mulheres no trabalho é muito maior do que era há vinte anos, e isso é bom; mas ainda é uma minoria, e isso é bom também. Quem é você ou eu para dizer a quem quer que seja, homem ou mulher, qual trabalho ele ou ela deve fazer?

Além disso, as liberacionistas caíram numa armadilha lógica ao culpar séculos de lavagem cerebral masculina. Se essa culpa for verdadeira, então como puderam os homens terem conduzido a cultura durante eras e eras? Claro, isso não pode ser um acidente. Não seria isso uma evidência da superioridade masculina?

As Friedanitas (N. do T.: seguidoras da Betty Friedan), que estridentemente clamam por igualdade de salários e cargos, entretanto, foram deixadas para trás nos ultimos meses pelas liberacionistas, ou “novas feministas”, mulheres que trabalham com o movimento mais velho, mas consideram-no “coisa de tiazonas”. Essas novas militantes, que atraem mais publicidade para si, persistentemente associam sua suposta opressão à opressão sofrida pelos negros e, tal como o movimento negro, rejeitam igualdade e integração em prol de uma mudança radical na sociedade. Eles clamam pela abolição revolucionária do provável poderio maculino e seu suposto corolário, que é a família. Demonstrando um profundo e mal disfarçado ódio aos homens “per se”, essas mulheres clamam por comunidades formadas apenas por mulheres, por crianças sustentadas pelo Estado, bebês de proveta, ou simplesmente em “eliminar os homens” (N. do T.: “cutting up men”, no original), tal como a verdadeira fundadora da militância pela liberação feminina, Valerie Solanas, escreveu em seu Manifesto SCUM. Solanas tornou-se a heroína cultural do Novo Feminismo em 1968, quando ela quase matou a tiros o pintor e cineasta Andy Warhol. Em vez de ser isolada (como deveria ter sido feito por qualquer pessoa racional) como uma louca solitária, as mulheres liberais escreveram-lhe artigos em louvor, chamando-a de “doce assassina” que tentou descartar o “macho de plástico” (N. do T.: “plastic male”, no original, em referência ao fato de Warhol ter sido um artista plástico). Deveríamos ter sabido, naquele ponto, dos fundamentos disso tudo.

Continua no próximo artigo.

14 comentários

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  1. Perseu

    Pergunta: Por que não existe Marcha das Vadias, Femen e similares na Coréia do Norte e outras ditaduras?

    Resposta: Porque quando os homens no poder são realmente tão maus quanto as feministas dizem, eles não permitem que haja feminazismo.

    * * *

    Um rapaz e uma garota disputam uma vaga na faculdade de medicina; ela é escolhida, trabalha alguns anos e depois desiste da carreira; se ele tivesse feito o curso, teria continuado servindo a população por décadas. Ela não devia indenizar o Estado? As cotas deviam ser para os homens!

    * * *

    E a libertação das mulheres que são empregadas domésticas das doutoras, gerentes, etc.?

    * * *

  2. gleici

    Eu não sou excessão !!! Tem várias mulheres assim !!! Conheço muitas , entre amigas , parentes , conhecidas .E meu marido disse que também conhece !!! E não é fantasia , tudo que eu disse é verdade !!! Não sou santa , só tento fazer o que acho certo!!! O problema é que voce acha que todas as mulheres são iguais e não são . Assim como todos os homens não são iguais . Aí , quando , alguém mostra que não é bem assim , voce acha que é mentira !!!É só questão de procurar direito !!! Sempre tem alguém certo para alguém !!!

    1. Barãozin

      Não acho q são iguais. Só acho q são uma caixa de granadas.

      Fácil falar q naquela caixa de granadas, falar q todas ali (ou pelo menos uma grande parte) são apenas simulacros. “Aiennn eu conheço um monte de gente honesta no Congresso também, não é assém!” Mas ae na primeira q vc puxa da caixa e tira o pino, BOOOM! Na segunda, BOOM! E assim por diante.

      Pode ter algumas q realmente valham a pena. E acredito q tenha, obvimente, afinal eu conheço também. Mas a pergunta q fica: vale ficar puxando pino de granada, sabendo q a maioria ali pode ser uma granada viva? Vc puxaria? Correria um risco q pode lhe gerar poucos retornos, dada as situações atuais?

      É mt cômodo falar isso qdo se tem proteção legal. Agora, qdo vc tá por si, q nem grande parte dos homens por aí, aí é q o bicho pega minha filha.

      É como falei, não adianta espernear. Essa é a regra. E a regra é implacável.

      E ainda continuo com a mesma opinião: na hora q levanta a corrupção dentro do puteiro, todo mundo ali é honesto. Desonesto é o cara do lado e q não tem nada a ver comigo…

  3. gleici

    Eu quero saber se voce é contra as mulheres trabalharem foram ? Se voce odeia mulheres ? Se voce é machista ? E se voce apoia os homens serem violentos com a mulheres ? Não sou feministas e nem faço parte de nenhum grupo feminista .E não odeio homens não , que isso fique bem claro .É só pra saber .

    1. Barãozin

      1 – indiferente. Aliás, sou favorável sim. Auxilia na subida das minhas futuras ações de empresas de ração de gato e ansiolíticos haha
      2 – não, não sei daonde vc tirou q apenas por criticar determinados comportamentos femininos é odiar. Exemplo, se eu critico determinados comportamentos destrutivos do meu pai (bebedeira, por ex), eu odeio ele? isso é idiotice.
      3 – sim, com orgulho.
      4 – não, também não sei daonde vc tirou essa idiotice.

    2. Leandro

      Permita-me resonder:

      “Eu quero saber se voce é contra as mulheres trabalharem foram ?”
      – Ninguém aqui é contra as mulheres trabalharem fora. Mas ninguém é obrigado a ficar sustentando e sendo babá de marmanja carreirista. A partir do momento em que a mulher trabalha, ela tem que pagar a metade dos gastos de alimentação, saneamento, gás, energia elétrica, telefone, TV a cabo, etc. Conheço muito casal que a mulher trabalho e o marido tem que pagar tudo. E também não fique reclamando de “dupla jornada”. Se ela tem problema de “dupla jornada” foi porque ela quis. Se ele prefisse ficar em casa, não teria problema de dupla jornada.

      “Se voce odeia mulheres ?”
      – Ninguém aqui odeia mulheres. Pelo contrário, gostamos muito delas. hehe

      “Se voce é machista ?”
      – Sim e daí? Qula o problema nisso?

      “E se voce apoia os homens serem violentos com a mulheres ?”
      – Não apoiamos homens violentos com as mulheres. Aliás, elas que escolhem estes lixos. Basta ver aquela argentina que se casou com a assassina de sua irmã gêmea. Vai dizer que ela não sabia com que tipo tava se metendo?

      1. gleici

        Em nenhum momento , eu disse que homem tem que sustentar e bancar a babá de mulher !!! Acho sim , que os dois tem que dividir tudo !!! E , se , a mulher , não contribuir com as dispesas da casa , o homem tem direito de exigir que ela contribuia . No caso que voce citou , o marido que está deixando ficar assim , por que ele não tem uma conversa com ela e diz que não é justo , que os dois tem que dividir as despesas ?Quanto a dupla jornada , eu acho que os dois tem que contribuir !!! Por que , afinal , a casa e os filhos são dos dois e não só da mulher !!!

        1. Barãozin

          Ah tá q mulher aceita por muito tempo dividir tudo rs

          Deixe os dois dividirem tudo mesmo se em menos de uns, digamos, 4 anos a mulher não vai começar achar o marido um pedaço de merda e desejar um mais rico…

          Falar é fácil pra caralho, quero ver é fazer hahaha

          1. gleici

            Não é verdade !!! Eu e meu marido , dividimos todas as dispesas da casa , as tarefas domésticas e os cuidados com os nossos dois filhos !!! Nós nos amamos muito!!! Estamos casados a dez anos , tenho muito respeito e admiração por ele , e ele por mim !!! Não somos ricos , e ganhamos , cada um , 2 salários mínimoss e não acho ele um pedaço de merda , e não troco ele por nenhum outro homem , por mais rico que seja !!!Aí , voce diz : É por que nunca apareceu nenhum homem rico te querendo . Pois , eu digo , que sim !!! E , muito rico , não apenas um !!! Eu os dispensei , disse que era casada e não trocaria meu marido por ninguém e que eu me dava ao respeito . Detalhe : Meu marido é muito HOMEM , ele exala testosterona !!! Somos fiéis um ao outro !!! Só somos justos e achamos essa guerra dos sexos , uma grande besteira !!! Mulher e homem , não nasceram para serem inimigos , e sim , para cuidarem um do outro , cuidarem um do crescimento do outro , serem cumplices , serem companheiros , serem complementos um do outro , se amarem , se respeitarem , viverem juntos , serem marido e mulher ,e se reproduzirem juntos …

          2. Barãozin

            Vamos assumir q isso q vc diz é verdade. (me parece fantasioso, mas vamo lá)

            Agora me diz: vc é o parâmetro pros outros 99,99999% da população feminina? Não, né?

            Não lidamos com a excessão. Lídamos com a regra. E a regra é essa q eu falei.

            Pode discordar, pode espernear, mas essa é a regra. E não há “beicinho” q derrube uma regra geral como essa.

            Sem contar q em comentário de internet td mundo, automaticamente, vira santo, vira honesto, etc. Até o Renan Calheiros vira “reserva moral” em comentário de internet…

  4. Brasileiro

    Segue um artigo de A Voice for Men que seria bom que fosse traduzido o quanto antes, pois a lógica dissecada revela muito sobre aquilo que os revolucionários não querem que o público em geral se dê consciência ou que no máximo fique com aquela consciência ingênua de que eles defenderiam o “quanto pior, melhor”, que tem algo correto em seu todo, mas falha ao não solidificá-la com argumentos consistentes e fica vulnerável a ser derrubada por discursos planejados milimetricamente.

  5. Tenchin

    A Real é uma forma de levante contra a sociedade feminazista que estão querendo implantar. É por isso que incomodamos tanto.

  6. Don Corleone

    A falácia de dizer que as mulheres ganham menos por causa da opressão cai por terra na primeira observação da sociedade ao nosso redor. Reparem nas mulheres médicas. Geralmente elas optam pela área da estética, que é mais fácil, não se vê mulheres cirurgiãs, neurologistas etc. Mulheres policiais são um prejuízo para o estado, geralmente os comandantes nem as deixam trabalhar na rua por causa de sua pouca força física e aptidão para o enfrentamento da bandidagem. Perguntem para as mulheres se elas querem subir em postes pra consertar redes de energia? quantas mulheres optam por agronomia, engenharia? quem são os desenvolvedores de softwares? nem dá pra citar tudo, é chover no molhado, só as feminazis que hipocritamente fingem que tudo é opressão.

  7. Eduardo Garcia

    Temos que ressurgir das cinzas e mostrar a esses/essas quem é que manda nessa porra…
    Convoco á todos agora!

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