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out 29 2012

Feminismo, o grande mal: o repúdio da vida

por Carey Roberts

Na mente de muitos, o mal é representado pelo Nazismo. Um amargurado cabo austríaco, uma ideologia racista e um movimento eugênico amoral se uniram ao mesmo tempo num período da história humana e eventualmente causou a morte de 6 milhões de judeus, entre outros povos.

Outros enxergam o comunismo como um mal ainda maior, uma filosofia ateia que eventualmente condenou milhões de almas na União Soviética, China, Camboja e outros lugares.

Ainda assim estes números são pequenos se comparados ao número de crianças não nascidas que tiveram suas vidas ceifadas pelo aborto. A cada ano, 42 milhões de abortos são feitos em todo o mundo. Como o Alan Guttmacher Institute deixa claro em seu site: “em todo o mundo uma em cada 5 gestações terminam em aborto.

Enquanto o Comunismo consumiu por volta de 100 milhões de vidas durante um século,  o aborto consumiu a vida de 420 milhões de inocentes apenas nos últimos 10 anos.

Enquanto você lê este artigo, as Nações Unidas estão tentando deixar mais acessível a prática do aborto. Sob o disfarce de sua “Initiative on Maternal Mortality and Human Rights”, os defensores  do aborto estão exigindo que para diminuirmos a mortalidade materna, você tem que oferecer a cada mulher grávida o direito de abortar.

É como dizer que para evitarmos acidentes de carros, nós teríamos que acabar com todos os carros.

O aborto representa mais do que um holocausto moral. Tempos atrás uma mulher de Eskilstuna, Suécia, que já tinha duas filhas descobriu que o bebê que carregava em seu útero era uma menina. Ela exigiu – e ganhou – um aborto financiado pelo governo sob a alegação que ela desejava ter um menino.

Quando decisões parecidas são tomadas por milhões de mulheres no mundo, um desequilíbrio populacional começa a surgir. Na China, apenas 832 meninas nascem a cada 1000 meninos, de acordo com a UNICEF. Isto é o prenúncio de uma tragédia demográfica.

E tudo isto é liderado pela luta incansável de feministas radicais, que enxergam o aborto como o sacramento central de sua ideologia destrutiva. Uma mulher não pode se considerar membro de qualquer organização feminista sem se proclamar como uma defensora do “direito de escolha da mulher”, eufemismo para aborto. Um direito geral de aborto não é suficiente, uma feminista acredita apenas no direito ao aborto absoluto e chancelado pelo Estado, não importando quantos meses  tem o feto, a idade da mãe ou a opinião do pai.

Assim como a escravidão induz a torpeza moral no coração dos donos de escravos, o aborto oprime as almas de seus defensores. Se você acredita no aborto, toda a malha da vida humana começa a perder seu valor inerente. As crianças eventualmente começam a serem vistas como dispensáveis.

Um exemplo pertubador desta pervesidade moral é o crescimento das leis de “Porto Seguro”. Tais leis são postas em prática depois que as mães começaram a abandonar seus recém nascidos nos hospitais ou jogá-los em latas de lixo. Mas ao invés de punir tais abandonos, os lesgisladores começaram a criar leis que dizem que é perfeitamente aceitável que uma mulher abandone seu bebê, desde que ela faça isso num local próprio para isto. E para aliviá-lo de qualquer culpa persistente, vamos deixá-la fazer isso anonimamente!

Legitimando tais atos asquerosos, as leis de “Porto Seguro” somente fazem o problema ficar pior.

Depois da aprovação em 2001 de uma lei semelhante em Illinois, 54 mães abandonaram seus bebês ilegalmente em locais não aprovados. Vinte e sete deles morreram.

No Nebraska, a lei original não impunha nenhum limite de idade. Em 2008 uma mulher dirigiu 12 horas de Detroit para poder descartar seu filho de 13 anos em um hospital de Omaha. E uma garota de 14 anos foi abandonada por seus avós para ensinar uma “lição nela”.

Em 2009 foi proposta uma lei no Texas  que pode diminuir as penas de uma mulher que mate seu filho recém nascido caso seja constatado problemas hormonais advindos do pós parto. Se aprovada, a medida re-classificaria tais atos de homicídio para crime comum. A representante Jessica Farr, defensora da proposta, se vangloria: “Eu acho o que nós temos até agora é bastante significativo.”

Aborto sob demanda. Leis de “Porto Seguro”. E uma lei que faz com que o infanticídio seja algo banal. Acrescenta-se aí a vitimização das crianças e um descaso pela santidade da vida humana.

Qual será a próxima medida? Adotar a sugestão de Jonathan Swift em “Uma proposta modesta“?

fonte: http://www.renewamerica.com/columns/roberts/090611

11 comentários

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  1. Gabriel Vianna

    Caras, sinceramente, sou até a favor da legalização do aborto, mas não pelos mesmos motivos das feministas, que querem abortar só pra poderem levar uma vida completamente promiscua e transar a torto e a direita. Mas axo que o aborto ajudaria mais em um planejamento familiar, como por exemplo um garoto e uma garota fazem relações, mesmo que seja com contraceptivos, ainda pode haver um risco de se engravidar… Imagina como seria a vida desses jovens, a garota sairia da escola para cuidar da criança, o garoto iria precisar arranjar um emprego o mais rápido possível para sustentar a nova família. Eles teria de abrir mão de fazer uma faculdade ou cursos para melhorar suas habilidades para o mercado de trabalho, acabariam ganhando perto de um salario a dois, e viveriam uma vida miserável, seriam apenas mais massas de manobras…

    Não estou tentando estabelecer padrões, estou apenas mostrando que esse assunto não é tão simples, sou totalmente contra essas putinhas aborteiras, mas sou a favor de um planejamento familiar onde as pessoas não precisariam se preocupar em manter relações com seu namorado ou namorada, assim como eu mantenho com a minha. Vcs podem dizer que “é só tomar cuidado para não engravidar” ou que “se fez agora assuma”, mas não é tão simples assim, há sempre imprevistos… Para que isso fosse realidade seria necessário uma logística muito densa e uma regulamentação muito trabalhada, levando em conta o numero de filhos, renda famílias, saúde da mãe, idade dos pais, situação do feto
    (se ele tem doenças ou síndromes, pois pode acabar virando mais um fardo do que um filho, eu mesmo não iria querer um filho com síndrome de down ou qualquer outra coisa, mesmo sendo lindas as historias de superação, duvido que alguém espere que seu filho tenha qualquer uma dessas coisas que demandam muito cuidado, tempo, atenção e dinheiro) entre tantos outros fatores…

    Não tenho dados científicos ou pesquisas complexas para agregar valor ao meu comentário, mas axo que me dei por entendido… Concordam ou nem?

  2. Aline

    Eu odeio abortistas, todas devem sofrer muito pra pagar por este enorme pecado.

  3. Marcus Valero XR

    Se quiserem um argumento devastador contra o aborto, sem apelar para questões espiritualistas, e quiserem refletir porque o aborto é simbolicamente tão importante para o feminismo, sugiro meu texto
    http://www.xr.pro.br/Ensaios/Aborto-Repensado.html

  4. EU

    Rapaziada, olha só o post que eu achei no blog das feminista, é de ontem 1/11. Vejam e tire vocês mesmos suas conclusões! O mais interessante, é que nenhum momento essa mulher (assassina) que tirou esse ”negócio” do útero, consultou o pai da criança pra ver se ele concordava com o aborto.

    http://blogueirasfeministas.com/2012/11/aborto-um-relato/

  5. Logan

    Cara, esse vídeo é legal.

    Além da mina ser gostosa, ela manda a real sobre muitas coisas!

  6. Renato

    E a pílula anticoncepcional masculina ,a que os chineses usam sem efeito colateral,cadê???
    Se aprovada reduziria drasticamente o número de abortos
    Exemplo: ” O homem toma essa pílula,a mulher toma a dela,ele usa camisinha e pronto,chance de engravidar é ZERO!!! ”

    Mas como as mulheres adoram se fazer de vítimas para receber mais atenção e auxílio do governo elas não aprovam essa pílula,fora que se aprovada elas perderiam a chance de usar o “golpe da barriga” para prender o cara ou para fodê-lo nos tribunais com pensões abusivas.

    Elas querem abortar quando bem quiserem,como se retirasse uma espinha ou um furúnculo,não seria melhor se precaver antes?evitar a concepção?Não,segundo essa lógica marxista atual é melhor matar bebês ainda no ventre de suas mães para “resolver o problema”,e se ela quiser matar seu bebê por um motivo esdrúxulo como de “querer um menino ao invés de um menina” também pode.

    Homens do meu Brasil baronil,por favor USEM CAMISINHAS,façam vasectomia se já tiverem filhos,depois de usar a camisinha vire-a do avesso e jogue na privada o espema……FAÇAM QUALQUER COISA para evitar a concepção…..
    Façamos a nossa parte e deixemos essa vadias sem motivos ou argumentos para chamarem ainda mais atenção e nos demonizarem.

    é isso.

  7. sergiovisk

    Pois é, aborta-se mais na Russia do que na CHINA.

    Isso porque na China a pílula masculina é USADA.

  8. Don Corleone

    Vejam o benefício que as mulheres tem em nosso sistema jurídico. O art. 123 do código penal atenua a pena sobre as mulheres que matam seus filhos sob a falácia do “estado puerperal”, algo que nem os juristas chegaram a um consenso. vejam o que diz um especialista em medicina legal: “A discussão que se impõe é se tal estado puerperal realmente poderia acontecer ou como diz FRANÇA , trata-se de mera ficção jurídica. O mesmo autor afirma, textualmente: ” nada mais fantasioso que o chamado estado puerperal, pois nem sequer tem um limite de duração definido (…) o que acontece no infanticídio é que numa gravidez ilegítima, mantida em sobressaltos e cuidadosa reserva, pensa a mulher dia e noite em como se livrar do fruto de suas relações clandestinas (…) e como maneira de solucionarem seu problema praticam o crime devidamente premeditado em todas as suas linhas, tendo o cuidado, entre outras coisas, de esconder o filho morto, dissimular o parto, tudo isso com frieza de cálculo, ausência de emoção, e, às vezes, requintes de crueldade”. Voltei: ou seja, as mulheres tem um atestado para matar seus filhos com uma desculpa esfarrapada de oscilação hormonal. Engraçado que só elas são regidas por hormônios, nós homens somos robôs feitos numa linha de montagem. A desfaçatez das feministas talibãs é algo inimaginável. Se os hormônios ou um temporário surto mental fosse válido então os estupradores teriam que ter suas penas diminuídas, visto que só uma parcela ínfima dos homens praticam tal ato, mas eles não tem essa diminuição de pena (o que concordo) então porque as mulheres podem ter? o que elas tem de especial? Na verdade elas querem carta branca para suas pilantragens. As mulheres feministas talibãs tem que ser enfrentadas com um jogo duro, sem argumentações (argumentar seria dar murro em ponta de faca), ou fazemos isso ou veremos suas mentes criarem mais sandices a cada dia que passa

  9. sergio

    “Assim como a escravidão induz a torpeza moral no coração dos donos de escravos, o aborto oprime as almas de seus defensores. Se você acredita no aborto, toda a malha da vida humana começa a perder seu valor inerente. As crianças eventualmente começam a serem vistas como dispensáveis”.

    Verdadeirissimo. Vejam as novas “tendências do mercado”
    http://opiniaoenoticia.com.br/vida/saude/dupla-de-filosofos-defende-aborto-de-recem-nascidos/

    Lógico que quando você começa a “relativizar” comportamentos éticos e morais, perde-se completamente o controle de onde isso vai parar.

  10. sergiovisk

    1 em 5 é um número geral e conservador. Na Rússia onde o aborto é liberado desde os tempos da revolução socialista, os números são de 1 pra 1. Ocorrem 300 abortos POR HORA. Enquanto isso a pilula masculina é ENGAVETADA na ONU.

    http://portuguese.ruvr.ru/2011/09/05/55663887.html

    —–Medvedev assina lei sobre anúncios de clínicas de abortos—

    O presidente Dmitry Medvedev assinou uma lei que recrudesce as exigências em relação ao conteúdo dos anúncios sobre serviços médicos de interrupção da gravidez, comunicou o serviço de imprensa do Kremlin. Trata-se de emendas à Lei da Publicidade, que agora obrigam a inserir nos respectivos anúncios a advertência de que o aborto pode provocar esterilidade ou ter outras consequências para a saúde da mulher.

    A advertência deve ocupar pelo menos 10% do texto publicitário. Para além disso, a lei estabelece que os referidos anúncios não devem conter afirmações sobre o carácter inofensivo de tal intervenção médica.

    Um dos co-autores do respectivo projecto-lei, o deputado Victor Zvagelski, informara anteriormente que, segundo os dados estatísticos oficiais, na Rússia realizam-se mais de 300 abortos por hora. O país ocupa o primeiro lugar no mundo quanto a esse indicador, assinalou.

    Em 2007, por exemplo, na Rússia praticaram-se 1.479.000 interrupções da gravidez, um número praticamente igual ao de nascimentos registados no país. Para além disso, o número real de abortos pode ser muito maior que os dados oficiais, disse o deputado.

    1. Barãozin

      Serious shit here, hm?

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