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set 28 2012

O paraíso perdido: a amarga pílula do feminismo global

Não deixem de ouvir a Décima segunda edição do Jornal da Real!

No sábado passado aconteceu o EDR São Paulo de Setembro. É muito bom juntar a galera da Real para tomar umas caninhas, dar umas risadas e trocar idéia sem frescura e politicamente correto. Nada daquela chatice deficar pisando  em ovos para não ter que aturar algum chato que se ofendeu com a sua “grosseria” (novo nome que se deu a verdade, para quem não sabe rs)

Para quem quer ter um “resumo” do que rolou no EDR, clique no link abaixo:

http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=1792&pid=23390#pid23390

Para quem quiser escutar o podcast que gravamos por lá, baixe o mp3 no link abaixo:

http://www.mediafire.com/?h4dl50ku5vkzci6

Para ouvir os podcasts anteriores, clique aqui:

http://canal.bufalo.info/multimidia-bufalesca/

Obs 1: Se liguem na singela “homenagem” ao fim do podcast hehe

Obs 2: se forem comentar isto, façam SEM CITAR NOMES. Se citarem não aceitarei o comentário.

Agora, vamos ao artigo de hoje.

por Carey Roberts

A maioria das pessoas conhecem a política chinesa de filho único. Mas poucos realmente entendem as marcas indeléveis que tal barbárie, travestida de direitos humanos, deixou na alma do povo chinês.

Recentemente, o professor Jing-Bao Nie da Nova Zelândia publicou uma avaliação extremamente franca desta política, que representa a mais ambiciosa experiência demográfica já feita na história humana.

China’s Birth Control Program through Feminist Lenses” (NT: O programa de natalidade chinês sob a ótica feminista) cataloga em detalhes como o programa de controle populacional chinês coagiu milhões de mulheres a usarem métodos contraceptivos, compeliu a mais de um quarto da população feminina chinesa a praticar aborto e assegurou a esterilização forçada de 37% das mulheres casadas.

Isso tudo resultou em mais de 200 milhões de crianças não nascidas, e este número só aumenta. Esta calamidade moral é agravada pelo aborto seletivo, uma prática generalizada que criou um déficit de 40 milhões de meninas, dando o início para uma futura bomba demográfica.

Ironicamente, esta eugenia moderna foi vendida para os desavisados cidadãos chineses como ferramentas para “libertar” e “dar poder” à mulher. “Nada é capaz de descrever a dor física e emocional” que foi imposta por tal política, o Dr. Nie conclui.

As feministas há muito tempo são obcecadas com o “problema” da criação de filhos, vendo tal atividade como um grande obstáculo a realização feminina. (Como pai de três, eu posso dizer com propriedade que cuidar de crianças foi uma das coisas mais recompensadoras que já fiz na vida. Mas é claro, eu não sou feminista.)

As feministas são tão focadas neste assunto que chegam ao ponto de propor políticas totalitárias. Em 1974, a matriarca feminista Simone de Beauvioir advogava pela sua solução final: “Nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar de seus filhos… as mulheres não deveriam ter esta escolha, precisamente porque se elas tiverem tal escolha, a grande maioria delas a escolheria.

Controles populacionais impostos pelo governo e proibições contra mulheres que decidem ficar em casa para cuidar dos filhos são coisas abomináveis para as mulheres. Mas isto não impede a esquerda feminista de tentar impor uma solução ainda mais radical: acabar com a família tradicional. A antiga editora da revista Ms. Magazine Robin Morgan não fazia nada para disfarçar o extremismo de seus objetivos: “Não poderemos destruir as desigualdades entre homem e mulher até conseguirmos destruir o casamento.

Mas Morgan enfrentou os mesmos obstáculos que os propagandistas da política de filho único chinesa enfrentou: como vender tal falcatrua para as mulheres?

Para responder tal questão, Morgan e outras teóricas feministas se voltaram a Karl Marx: “No que a família atual é baseada?“, perguntava retoricamente Marx em seu Manifesto Comunista de 1848. Ele respondeu: “O burguês vê em sua esposa nada mais que um instrumento de produção.

Ao confiar numa análise de classe marxista, as feministas transfiguraram o homem de provedores e protetores dedicados para opressores burgueses, usando as mulheres proletárias como suas vítimas indefesas.

Robin Morgan liderou uma campanha que durou décadas, que tinha o intuito de vilificar o homem. “Eu sinto que o ódio aos homens é uma política viável e honrosa” ela disse certa vez.

Eventualmente, uma fiada de epítetos viraram sinônimos da persona masculina: opressor patriarcal, porco chauvinista, pai caloteiro, espacandor de esposas e muito mais. Os homens que se opuseram a tais xingamentos foram classificados como maricas sem senso de humor ou insensíveis as necessidades das mulheres.

Alguns desses esteriótipos, imprecisos como são, acabaram influenciando as leis como a “Violence Against Women Act” (NT: Lei Maria da Penha americana). Burocracias multi bilhionárias como a “Office of Child Support Enforcement” foram criadas, baseadas na presunção infundada que os pais são fundamentalmente irresponsáveis e sempre fugiriam das obrigações financeiras de sustentar seus filhos.

Com o tempo os homens descobriram que tais acepções vagas de violência doméstica como “incômodo” ou “apreensão” dariam bases para ações legais que os retirariam de suas casas, de suas famílias e de seus bens. Não é de espantar que milhões de homens não se desejam mais se casar diante de tais condições.

Na conferência da Cidade do México de 2010, Arie Hoekman da United Nations Population Fund abraçou fervorosamente as notícias sobre a derrocada da família. Hoekman  ostentava para seus ouvintes, “estamos no limiar do enfraquecimento da estrutura patriarcal (e) no surgimento de novos valores centrados no reconhecimento dos direitos humanos fundamentais.

Por toda a história, a família foi a instituição social que mais protegia e celebrava a mulher. E é isto que a esquerda feminista quer destruir, forçando as mulheres a largar sus filhos aos cuidados do Estado.

Como Charles Dickens previu de forma forma sagaz em A Tale of Two Cities, “Toda a revolução acaba se virando contra si mesma.

fonte: http://www.renewamerica.com/columns/roberts/101228

9 comentários

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  1. Don Corleone

    Pessoal, as eleições estão chegando. Não vamos votar em mulheres porque quase 100% das candidatas seguem a cartilha feminista. Vamos alertas os homens para que abram seus olhos e não repitam os erros do passado; temos que bloquear o máximo de representatividade feminazi nos cargos eletivos. Claro que a eleição de homens não garante nada porque a maioria absoluta dos políticos homens são um bando de manginas e os que não são tem medo de perder votos mas mesmo assim, não vamos dar mais munição ao inimigo, quanto menos feminazis com seus rancores e mágoas melhor. Sai um pouco do tema do post mas se analisarmos é tudo obra de uma das piores ideologias que já surgiram no mundo, senão a pior

  2. EricBH

    Sou a favor que a mulher trabalhe assim como o homem, portanto sou a favor que o Estado se encarregue de cuidar das crianças, dos filhos dos casais. Mulher que não trabalha e calculista, preguiçosa e aproveitadora.. Quantto a filhos, quanto menos melhor. Sou a favor do controle de natalidade, MAS… através de conscientização e educação. Não através da força. Como dizia Racionais MCs a cada hora nasce um monstro no brasil que daqui a 15, 20 anos, irá roubar e matar.

    1. Barãozin

      Sim, botar cada vez mais crianças na mão do estado! O governo (e seus manipuladores sociais) agradecem!

    2. Márcio

      Que mais o Eric quer propor? Que os bandidos sejam “conscientizados” de que roubar, matar, estuprar, agredir, etc. é errado e que eles deveriam fazer psicanálise na delegacia ao invés de serem acusados de crimes?

      Ele se esqueceu da mulher que trabalha em casa, sem hora para começar e nem acabar a administração doméstica?

      E ainda cita um bando de “manos” de fundo marxista?

      Ah, Eric, fala sério, você é PeTista, né?

      Daqui a pouco, ele vai querer que o Estado arrume os filhos para ele, mandando um “Ricardão” fazer as crianças com a esposa dele (e deixando a conta para nós – bolsa família e outras, só possível pela extorsão das nossas bolsas). Pior é se o cara quiser “traçar” ele também…

  3. BERNARDO

    OLha imaculada sobre esse dos “peões serem comidos”, só vejo uma alternativa viável: A possibilidade de uma guerra a nível mundial e outras merdas como esterelização forçada em massa da sociedade! Tinha um vídeo no youtube que o magnata Bill Gates defendia isso através de Vacinas que eram uma fachada para esterelização forçada…tudo para reduzir a população aos moldes dos anos pré 50.

    O Olavo de Carvalho sempre lança uma excelente biografia, pena que muitos estão em francês ou Inglês. Mas não me parece hj ser apenas teoria da conspiração não!

    Um Abraço a todos!

  4. Imaculada Virgínia Pereira Souto

    Olha, fofo, esse “toda a revolução acaba se virando contra si mesma” não é bem assim. Teve esse texto e um outro acho que do Marxismo Cultural falando do aborto acabar sendo usado contra as feministas e aí eu queria chamar a atenção de uma coisa. Vocês sabem e dizem que o feminismo não tem nada a ver com os interesses da mulher, e foi criado pela elite global. Não estaria começando a hora de eles estarem pondo os peões pra serem comidos?

  5. UM BARBARO

    “Com o tempo os homens descobriram que tais acepções vagas de violência doméstica como “incômodo” ou “apreensão” dariam bases para ações legais que os retirariam de suas casas, de suas famílias e de seus bens. Não é de espantar que milhões de homens não se desejam mais se casar.”

    Pois é senhores! A base fundamental de QUALQUER sociedade organizada foi destruída, sob o argumento de “machismo”. Os homens não vão se casar e essa tendência só aumentará

    Pergunto por que as feministas não tocam no alicerce da estrutura Islãmica, que também é a família islãmica! Aposto que se fizerem tempo elas teriam a cabeça a prêmio, seriam mortas e ninguem faria NADA! É Uma ofensa grave contra o profeta sagrado do islã! Quero ver feminista cretina falar contra a família islãmica mesmo sendo poligâmica! Ela teria sua cabeça cortada!

    Somente mesmo o ocidente cristão é que come toda a merda que as feministas cagam e ficam com medinho de serem chamados: “ah você é um machista e opressor!”

    O futuro de nossa civilização é ser coroída por dentro, justamente por aqueles que não deixaram-se destruir em suas bases, (moral e família)… ou falando mais claro: o futuro de nós ocidentais é acabar sendo mortos por islâmicos na nossa própria terra por termos nos tornados… afeminados em nossa própria cultura! Quem viver verá!

    1. Márcio

      É isso aí, Bárbaro!

      A guerra mundial virá (é a final Israel x Irã) e os islâmicos encherão nossas terras com seus refugiados. Aí, eles farão o resto. Já todo mundo afina para os bandidos favelados, mesmo! Vai todo mundo afinar pros barbudos também…

      As feministas só mexem com os inimigos do bem. Os islâmicos são aliados delas em outras frentes.

      Nós, homens de bem, boicotemos as mulheres e aprendamos a virtude da castidade e da simplicidade voluntária (mulher detesta simplicidade e odeia pobreza).

      Usemos nosso tempo e nossos recursos (dinheiro, saúde, talento) para fazermos algo construtivo na vida (carreira, estudos, vida espiritual, sumir todo mundo pro meio do mato, jogar futebol, etc.).

      Vamos deixá-las com suas amiguinhas disputando os cafas que resolverem encarar as vadias. Ambos vão se deleitar! Assim, vão se destruindo uns aos outros.

      Qualquer coisa, menos mexer com mulher, cara! Mulher é o Vietnam (quem saiu vivo daquela guerra, ficou aleijado ou doido varrido).

      Quanto às mulheres de bem…alguém já viu alguma? A NASA diz que sim…

      1. Ramapithecus

        To contigo Márcio. Se uma mina quiser sair comigo, no começo vendo uma fumaça. Depois de transar umas três vezes, falo pra ela que não será prioridade na minha vida e peço pra pagar ou dividir um jantar ou motel. Na hora a paixão dela acaba. E eu fico de boa, sem estorvo. Aquele amor dela ia custar minha alma se eu continuasse com a vadia.

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