«

»

set 25 2012

Feminismo e racistas

Não deixem de ouvir a Décima segunda edição do Jornal da Real!

(título original “Jewish Feminist: Holocaust Survivors “Judenscheiss””)

por W.F. Price

As vezes vemos alguns supremacistas brancos falando que o feminismo é uma invenção judia designada para atacar a raça branca. Se os judeus conseguissem que as mulheres brancas odiassem ser mães e esposas, eles dizem, então a raça branca iria ser extinta. Há um bocado de gente que acredita nisso, e pensam que se eliminarmos a perversa influência judia sobre as mulheres brancas elas magicamente virariam anjinhas puras e imaculadas.

Bem, desculpem, mas o feminismo político moderno existia bem antes dos judeus terem direitos reconhecidos na Inglaterra. Quando Abigail Adams forçou John Adam a garantir o sufrágio feminino pouco depois da Revolução Americana, alguém acredita que foi um maligno rabino que sugeriu isto a ela? Assumir que mulheres precisam de judeus para lhes dizer que elas devem exigir por mais e mais privilégios é algo que denota um extremo desconhecimento da natureza feminina.

As forças psíquicas que contribuem para o feminismo estão sempre por baixo da superfície da sociedade humana, então o feminismo facilmente emerge sob as condições certas. As mulheres usarão sua sexualidade para ter vantagens políticas quando a chance surgir, assim como o homem usa sua força política para ter acesso a mulheres se tiver a chance para isso. O feminismo simplesmente é uma forma politizada de prostituição, onde a mulher ganha favores e privilégios em massa por ser sexualmente desejável ao homem, e nada mais. É por isto que a cada ano que passa, as feministas podem sempre vir com a mentira espetacular que suas conquistas materiais são tão escassas porque os homens “não dão a elas a oportunidade” (leia-se dar a elas dinheiro e poder).

Num artigo intitulado “Breaking Bad Karma“, uma feminista judia que escreve para o site Jezebel critica de forma asquerosa a geração de seus avós, essencialmente os chamando de degenerados morais e doentes espirituais. Ela usa o seriado Breaking Bad para fazer uma comparação entre judeus e Walt, o protagonista que fabrica drogas:

Eu penso que se alguém alertou Hitler já que no evento do fracasso da solução final apenas alguns judeus realmente cumpriam o esteriótipo do Judenscheisse (já que cada grupo há alguns deles) que poderia ser propagado na raça judia – coniventes, indestrutíveis, e ladrões. Meus avós não se excluem desta suspeita. Durante um jantar familiar estávamos conversando sobre Terri Schiavo, meu pai exigiu que se ele ficasse em estado vegetativo, ele gostaria de ficar sendo tratado e mantido vivo indefinidamente. Hoje eu e ele estamos separados por várias outras questões que de alguma forma levam a mesma questão.

[…]

… Walt e Breaking Bad expressa uma de nossas mais inerentes falácias psicológicass: a habilidade de fazer várias coisas conscientemente repreensivas enquanto persistimos que somos os protagonistas o tempo inteiro. De guerras mundiais a partir corações, nos apegamos a idéia que a destruição causada a nós no passado é uma justificativa para a destruição que causaremos no futuro.

O que vai acima não é diferente da feminista anglo saxã que vomita bobagens cheias de ódio contra o “maligno patriarcado cristão”; você sabe, aquele que cuidou dela e construiu as intituições que ela usa para denunciar a sua maldade. Ou a feminista católica irlandesa Mary Daly, que se esforça ao máximo para denegrir seu povo e sua religião. Ou a feminista negra Oprah, que propaga um dos esteriótipos mais nojentos sobre o homem negro atualmente. Há tantos exemplos que seriam capazes de encher um livro falando sobre isto.

As feministas jamais ajudarão, somente tentarão denegrir ainda mais seu povo, não importa qual seja. É um impulso vergonhoso, mas tão comum que qualquer um que seja familiar a isto instantaneamente reconhece este padrão. A razão para tal comportamento é que a tribo demanda sacrifícios de suas mulheres que elas geralmente não estão dispostas a fazer. Sob qualquer forma de etnocentrismo, algo que sempre foi a norma humana, mulheres tem a obrigação de serem boas mães e esposas; não de matar seus filhos, dar para estranhos, se divertir às custas da comunidade, etc. Entretanto, muitas mulheres – especialmente feministas – tem um imenso ressentimento a isto. Então o que elas fazem? Naturalmente, elas jogam os valores de sua tribo no lixo num esforço de caçar uma justificativa para não cumprir suas obrigações. Quando feministas atacam o seu próprio povo, isto é apenas um meio de racionalizar sua desobediência e falta de lealdade. Elas não precisam que ninguém as convença a agir assim, porque é da natureza humana ser egoísta, e nenhuma mulher – nem mesmo as judias, são imunes a isso.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2012/07/21/jewish-feminist-holocaust-survivors-judenscheiss/

Comentário do Barão: vou traduzir também alguns dos comentários originais bem interessantes sobre este artigo, que expandem um pouco mais o que o artigo quis passar:

Sob qualquer forma de etnocentrismo, algo que sempre foi a norma humana, mulheres tem a obrigação de serem boas mães e esposas; não de matar seus filhos, dar para estranhos, se divertir às custas da comunidade, etc. Entretanto, muitas mulheres – especialmente feministas – tem um imenso ressentimento a isto.

Na mosca. Outro grande artigo. Mas isto demonstra também que qualquer etnocentrismo sempre carregará no seu dna o germe do feminismo político.

Eu digo mais uma vez – o supremacismo branco é algo imbecil porque eles são um dos piores puxa sacos de mulheres (brancas) que temos. Eles estão entre os piores ginocêntricos que existem. Qualquer tipo de supremacismo racial necessariamente enfatiza aumentar sua taxa de natalidade, o que naturalmente envolve cultos adoração de deusas e cultos de fertilidade.

Já perdi as contas de quantos artigos supremacistas que já li que exortam a beleza da mulher branca e “ariana” ou lamentando sua degradação pelos negros. Ou implorando a elas que elas mantenham sua “pureza” (pureza? sério??). Ou nos trazendo estudos “científicos” que “provam” que a mulher branca é a mais bonita do planeta. E por aí vai.

Esta pedestalização inveterada tem consequências funestas. Violações brutais de direitos humanos são cometidas por causa disto: as primeiras vítimas da cultura da falsa acusação de estupro foram os negros que eram linchados por brancos por causa de falsas acusações feitas por mulheres brancas. Mesmo só olhar para uma mulher branca era suficiente para que se matassem um negro. A taxa de natalidade dos brancos está caindo – mas esses supremacistas põem a culpa nisto em imigrantes ilegais ao invés de apontarem o verdadeiro culpado: a mulher branca que prefere sair trepando por aí do que a ter filhos – mas como esses supremacistas vivem a idolatrar vaginas, eles não podem encarar essa verdade  e preferem jogar a culpa em minorias.

Supremacistas brancos (assim como alguns conservadores) são apenas feministas disfarçados que estão apenas a alguns passos de abraçar leis como a VAWA (NT: Lei Maria da Penha americana). Já que a manosphere é anti-feminista, tais pessoas não tem espaço aqui.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2012/07/21/jewish-feminist-holocaust-survivors-judenscheiss/#comment-161557

Mais um:

Eu digo mais uma vez – o supremacismo branco é algo imbecil porque eles são um dos piores puxa sacos de mulheres (brancas) que temos.

Sim.

De todos os tipos de cavaleiros brancos que temos, tais supremacistas são os maiores deles. Eles assumem que qualquer transgressão sexual feminina é culpa do homem; eles são os primeiros a lincharem um homem (branco ou negro) simplesmente porque uma mulher “alegou” que foi estuprada por ele.

Na mente do supremacista branco, seu sonho é marchar para a gloriosa batalha enquanto todas estas castas, inocentes, e sofredoras mulheres brancas os esperam pacientemente em sua terra natal. Esses caras são palhaços ingênuos. A maioria das mulheres, especialmente a branca, anglo saxã, já estão podres e não são confiáveis.

O feminismo e a misandria é um problema do homem. Não importa sua raça ou religião. Em países “brancos” o feminismo é um grande problema, por causa destas mulheres brancas.

http://www.the-spearhead.com/2012/07/21/jewish-feminist-holocaust-survivors-judenscheiss/#comment-161575

5 comentários

Pular para o formulário de comentário

  1. Damiao Diaz

    http://www.youtube.com/playlist?list=PL58DB4CF44C9AB06B&feature=plcp

    Otimo documentário para acrescentar.

    1. Nomade

      Que vitimismo pqp…

      Não basta negros sempre posarem de vitimas, agora os brancos também?

  2. sergiovisk

    “Eu digo mais uma vez – o supremacismo branco é algo imbecil porque eles são um dos piores puxa sacos de mulheres (brancas) que temos. Eles estão entre os piores ginocêntricos que existem. Qualquer tipo de supremacismo racial necessariamente enfatiza aumentar sua taxa de natalidade, o que naturalmente envolve cultos adoração de deusas e cultos de fertilidade.”

    http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2012/07/suecia-o-inevitavel-acontece.html

    Os homens suecos que não querem comprar confusão com o governo optaram por uma tática mais simples, IMPORTAR mulher. Sim, os homens suecos que querem mulheres femininas e não histericas simplesmente se casam com mulheres da tailandia.

    E o que fazem as nativas que dizem que o homem sueco é um ser repugnante e inutil? ficam felizes? Pois não precisariam viver com eles? NAO!!! Elas querem BOICOTAR esse fluxo migratório ESPECIFICO de mulheres não SUECAS. Pra ter MONOPOLIIO. Se o cara nao tiver poder de escolha ele TEM QUE SEDER aos caprichos delas.

  3. sergiovisk

    “As feministas jamais ajudarão, somente tentarão denegrir ainda mais seu povo, não importa qual seja. É um impulso vergonhoso, mas tão comum que que qualquer um que seja familiar a isto instantaneamente reconhece este padrão”.

    Caraca, é mesmo. Outro dia estava lendo sobre aquele hospicio chamado Suécia e adivinha? As feminazis suecas dizem que o homem sueco é o pior de todos os monstros. Protestam e hostilizam os castrados suecos mas nao diziam um “ai” dos nada politicamente corretos homens islamicos.

    Sinceramente, estou achando que quem financia o feminismo no ocidente é o islã, a russia e a china. Depois que eles emascularem todo mundo no ocidente, vão vender a solução mais obvia: que homem deve ser homem e mulher deve ser mulher. Já está começando, pois muitos europeus nativos já estao se convertendo VOLUNTARIAMENTE ao islã, e somado ao fato de que os ocidentais tem menos filhos que a taxa de reposiçao populacional, e o islã é um prodigio reprodutor. Logo logo o islã vai vence por W.O.

    A Russia que não é besta e precisa aumentar sua populaçao, não dá moral pra feminista e movimento gay, dá apoio total pra igreja ortodoxa e deixa claro que é o imigrante que tem que se adaptar a cultura russa, e não o contrario.

    Quem viver verá…

    1. Crazy Madman

      Os russos já estão bem vacinados contra o feminismo. Na era soviética, apogeu do esquerdismo, os vermelhos mais radicais tentaram destruir a família, acusando esta de ser uma instituição burguesa, patriarcal e autoritária. O fracasso deste tipo de doutrinamento foi retumbante.

      Os islâmicos podem ter seus defeitos, mas eles lutam até a morte pra proteger seus valores. Duvido que algum mangina esquerdista gayzista faça o mesmo.

      Agora o que é incrivel mesmo é o porquê dos homens europeus, outrora tão valorosos, se submeterem desta forma à sua própria destruição, a ponto de os poucos que lutam contra o marxismo cultural atacarem outras etnias, e não o câncer contido no seu próprio povo.

Deixe uma resposta

Switch to mobile version
%d blogueiros gostam disto: