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set 11 2012

Desmascarando abortista no Facebook

Não deixem de escutar a Décima primeira edição do Jornal da Real!

Isto aqui precisa ser espalhado. Vejam isto que meu camarada Mopar, do Facebook, pegou:

Um simples questionamento a respeito do aborto na página ” A favor da despenalização do aborto ” resulta em censura.

O confrade Mopar fez um questionamento simples, se elas divulgam aos quatro ventos que morrem 200 mil mulheres por ano devido a complicações do aborto, devem ter alguma fonte sólida para isso. Então perguntou qual é a fonte desses números.

Como é de praxe elas não tiverem argumentos e dados para responder. E tentaram mudar o assunto, novamente ele insiste na fonte dos números e elas novamente fogem.

Depois disso elas expressam a sua opinião apenas, mas sem dar nenhum argumento sólido, e utilizando do sarcasmo o confrade menciona alguns métodos anti concepcionais, resultado?

Nosso amigo foi bloqueado da página e teve excluído os seus comentários.

Curiosamente as mesmas feministas que pregam a liberdade de expressão, são as mesmas que censuram qualquer tipo de pensamento divergente dos seus.

Incoerência, falta de argumentação e censura são as marcas do movimento feminista.

Obs 1: Algum confrade que seja advogado pode me ajudar se não me engano fazer apologia ao aborto é crime, não é não?

Obs 2: O jornalista Reinaldo de Azevedo desmascarou a algum tempo esta falácia das 200 mil mortes simplesmente ao analisar os números oficiais do governo sobre o total de mortes de mulheres no Brasil. Segue o link (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-grande-mentira-sobre-as-200-mil-mulheres-que-morreriam-em-decorrencia-do-aborto-pior-o-governo-brasileiro-ajuda-a-espalhar-a-falacia/) mas destaco o seguinte trecho da matéria:

Comecemos pelo óbvio: INEXISTE UMA BASE DE DADOS QUE PERMITA DIZER QUANTAS MULHERES MORREM EM DECORRÊNCIA DE ABORTOS DE RISCO. Logo, de onde tiram os números? Mas isso, se querem saber, é o de menos. O maior escândalo vem agora.

Em 2010, o Censo, do IBGE, passou a investigar a ocorrência de óbitos de pessoas que haviam residido como moradoras do domicílio pesquisado. ATENÇÃO! Entre agosto de 2009 e julho de 2010, foram contabilizadas 1.034.418 mortes, sendo 591.252 homens (57,2%) e 443.166 mulheres (42,8%). Houve, pois, 133,4 mortes de homens para cada grupo de 100 óbitos de mulheres.

Vocês começam a se dar conta da estupidez fantasiosa daquele número? Segundo o Mapa da Violência (aqui), dos 49.932 homicídios havidos no país em 2010, 4.273 eram mulheres. Muito bem: dados oficiais demonstram que as doenças circulatórias respondem por 27,9% das mortes no Brasil — 123.643 mulheres. Em seguida, vem o câncer, com 13,7% (no caso das mulheres, 60.713). Adiante. Em 2009, morreram no trânsito 37.594 brasileiros — 6.496 eram mulheres. As doenças do aparelho respiratório matam 9,3% dos brasileiros — 41.214 mulheres. As infecciosas e parasitárias levam outros 4,7% (20.828). A lista seria extensa.

Agora eu os convido a um exercício aritmético elementar. Peguemos aquele grupo de 443.166 óbitos de mulheres e subtraiamos as que morreram assassinadas, de doenças circulatórias, câncer, acidentes de trânsito, doenças do aparelho respiratório, infecções (e olhem que não esgotei as causas). Chegamos a este número: 185.999!!!

Já começou a faltar mulher. Ora, para que pudessem morrer 200 mil mulheres vítimas de abortos de risco, é forçoso reconhecer, então, que essas mortes teriam se dado na chamada idade reprodutiva — entre 15 e 49 anos. É mesmo? Ocorre que, segundo o IBGE, 43,9% dos óbitos são de idosos, e 3,4% de crianças com menos de um ano. Então vejam que fabuloso:

Total de mortes de mulheres – 443.166
Idosas mortas – 194.549
Meninas mortas com menos de um ano – 15.067
Sobra – 233.550

Dessas, segundo os delirantes, 200 mil teriam morrido em decorrência do aborto — e necessariamente na faixa dos 15 aos 49 anos!!!

A pergunta que não quer calar: daonde tiraram que morrem 200 mil ao ano em decorrência de aborto? EXIGIMOS AS FONTES!

Agradecimentos ao confrade Mopar que nos cedeu seu print.

Retirado da página “Movimento da Real” no Facebook.

11 comentários

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  1. Allen

    Engraçado que esse tipo de notícia nenhuma feminista comenta: http://www.bocaonews.com.br/noticias/policia/interior/43238,jovem-forca-aborto-e-joga-crianca-em-lixeira.html

    sabe como é, “machismo mata” e “feminismo liberta”…rs

  2. Lucas Silva

    Fiz a pesquisa e no “Grupo CID-10” selecionei “gravidez que termina em aborto”, o resultado é o alarmante e preocupante de…

    154 mortes apenas, no Brasil todo

  3. Mats

    “Interrupção da gravidez” é uma expressão errada. Não é uma “interrupção” mas o término da mesma. Os aborcionistas usam essa expressão eufemistica como forma de esconder a realidade nojenta do acto em si.

  4. Renato

    Não existe 200 mil mortes por ano devido ao aborto,isso é uma mentira descarada.

    A interrupção da gravidez é um assunto tão sério que a lei ( de 1940) só permite em alguns casos,esse ano fizeram um adendo a esse lei para ter a opção ,se a mulher assim desejar, interromper caso constate anencefalia,ou seja ausência quase que completa do cérebro,a criança sem cérebro não dura mais que algumas horas.
    Crianças que nascem com parte do cérebro (Acrania) tem uma chance de sobrevida de alguns anos só.

    No mais todos sabem as outras exceções : estupro,risco de vida a mãe.

    Descriminalizar o aborto nos outros caso é uma falta de humanidade tremenda,se a mulher deu pra um marmajo e não se protegeu,problema dela e dele agora,agora querer matar uma criança ainda em formação É CRIME SIM !!!!

  5. Bastion

    Só posso dizer que antes de se tomar qualquer atitude é necessária a reunião de provas mais consistentes e diversas, afinal, não podemos esquecer o pezinho que esse movimento tem na maior parte do judiciário brasileiro. Se alguém inventar de cutucar onça com vara curta pode terminar tendo que fugir do país pra se salvar. Planejamento acima de tudo quando tiver que tratar com esse tipo de seres.

  6. Giordano

    Caros, veja os dados do Datasus:

    http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/mat10uf.def

    em “Capítulo CID-10” escolha “XV-Gravidez parto e puerpério”

    onde tem “Morte grav/puerp” escolha “Durante a gravidez, parto ou aborto” e selecionem Ordenar pelos valores da coluna.

    1. Barãozin

      Aqui deu 1700 só no período de 2010.

      Um pouquinho longe dos 200 mil…

      1. Giordano

        Barão, nesse valor de 1700 estão inclusas as mortes puerpuerais. Esse resultado ocorre quando na tabela “Morte grav/puerp” está selecionada a opção “Todas as categorias”; excluindo-se aquelas mortes, as resultantes de gravidez/parto/aborto são 502.

        1. Barãozin

          É então. Se alguém explicar esse verdadeiro milagre da multiplicação…

  7. Don Corleone

    Queria relatar aqui o absurdo que eu vi numa foto tirada numa dessas tais “Marcha das Vadias”: uma feminista militante levou sua filha de 5 anos empunhando um cartaz com os seguintes dizeres: “Quando eu crescer eu faço com o meu corpo o que eu quiser”. E agora senhores, o que dizer disso? É exagero de nossa parte denunciar esse movimento? Somos nós os alienados brutais e grosseiros? Essa mulher usou um inocente pra defender seus interesses mais mesquinhos. Elas não tem mais um pingo de vergonha senhores, abandonem todo o pudor que ainda resta em suas mentes e combatam esse abuso.

  8. Arthur Petry

    Muito bom!

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