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ago 06 2012

Estupradoras

Sem jornal essa semana, senhores. O meu computador fez o favor de dar problemas…

por Heartiste

Ler tais histórias de terror deixa um gosto amargo na boca:

Patrick Connaro, um engenheiro da área de robótica de 42 anos que vive em Colorado Springs, estava assistindo o jogo de basebal de seu filho em 2003, quando o chão se abriu abaixo dele.

“Meu garoto estava lá, segurando o taco, e comecei a gritar por ele, “Vamos! Jogue essa bola pra fora do campo!” E outro cara começou a gritar pelo meu filho. Mais alto que eu. Eu olhei para ele e ficava pensando, quem é esse cara? E olhei para o meu filho, e então olhei para o cara de novo… os dois eram praticamente iguais,”

Depois do jogo, Connaro fez um teste de paternidade. O resultado saiu 2 semanas depois. “Abri a carta do laboratório, e ela dizia, ‘… 99,9% de chances que você não é o pai biológico desta criança.’ Comecei a chorar. Minha cabeça começou a rodar.”

Patrick, um bom macho provedor, marido fiel e bom pai, foi sacaneado por sua esposa e passou anos pagando por um filho que não era dele. Como sua esposa, que ele conhecia tão bem e a amava tanto, reagiu a esta mentira monumental?

Connaro admitiu que já havia pensado nesta possibilidade antes, dado que seu filho não se parecia com ele, mas cada vez que questionava sua esposa sobre isso, ela negava veementemente. Mesmo quando o exame foi apresentado a ela, ela ainda negava. “Ela dizia, ‘Vcoê forjou isto,'” Connaro relembra, tremendo a cabeça de espanto.

Os moralistas ficam perplexos!

Cuidar do filho de outro homem sem saber, pelo menos do ponto de vista genético, é a pior coisa que pode acontecer a um homem, exceto é claro ser morto. Estamos nesta terra por um único objetivo – a propagação de nossos genes. Tudo que fazemos é baseado neste objetivo, de alguma forma. Então quando uma esposa engana seu marido, fazendo-o criar um filho de outro cara, e então monopoliza o tempo e o recurso de seu marido na criação do bastardo, ela está roubando a soberania reprodutiva dele assim como ela seria roubada se ela ficasse grávida de um estuprador e fosse forçada a criar um filho que ela não desejaria.

Ela cometeu o equivalente feminino do estupro.

Enquanto o estupro é associado com um trauma físico terrível que é imediato, criar um filho de outro homem sem saber acarreta num trauma crescente e de longa duração, que consiste em retirar dele anos e anos de esforço para criar um filho ilegítimo. Psicologicamente, ambos são traumáticos. Na verdade, isto é ainda pior que o estupro em um aspecto fundamental – custo. Uma mulher criando um filho de um estuprador pelo menos ainda está propagando seus genes, ao contrário do homem enganado que não irá propagar nada pelo tempo que ele gastou criando um filho bastardo.

Tenha em mente que os recursos de um homem é equivalente ao corpo de uma mulher. Ambos definem suas chances de se reproduzirem. O estupro é universalmente execrado porque ele viola exatamente a essência feminina. Um homem que tem que criar o filho de outro homem sem saber também faz o mesmo com um homem, e porque tal coisa não é universalmente execrada? Onde estão os protestos e discussões políticas, estudos e departamentos especializados em combater tal violência?

A resposta é muito simples. Em termos genéticos, os homens são descartáveis, e tal assertiva está tão enraizada no senso comum que a indiferença a todos os problemas que atingem diretamente os homens chega a ser paupável. Se você acha que tal indiferença se dá pelo baixo número de incidências disto, melhor mudar sua visão:

E pesquisas mostram que isto é mais comum do que imaginamos.

Depois de rever 67 estudos sobre o assunto, pesquisadores da Universidade de Oklahoma achou que as taxas de filhos bastardos são muito maiores do que imaginávamos. Nenhuma surpresa aqui. Mas deixe de fora estes homens e você acaba com um número que pode seguramente ser assumido para representar o resto de nós. Tal número é 3,85%. Outra revisão de 19 estudos feito por um grupo da Universidade John Moores de Liverpoll nos dá por volta de 3,7%. De acordo com o censo americano de 2005, temos 27,940.000 pais pelo país todo com filhos abaixo dos 18 anos. Isto significa que por volta de 1 milhão desses homens estão tomando conta de um filho que não é deles.

Tal número é 10 vezes superior ao número de estupros cometidos contra mulheres em 2005.

Então o que nós, como uma nação justa e moralista, estamos fazendo para conter tal assalto? Bem, de acordo com o artigo, pode esquecer de ter a ajuda dos médicos, eles são cúmplices disto.

A verdade é, que a maioria dos médicos não diria a verdade ao pai.

“A maioria dos médicos diriam a si mesmos, “meu deus, eu não quero causar problemas aqui dando uma informação dessas,” disso Alan Meisel, J.D., diretor do Centro de Bioética e Leis de Saúde da universidade de Pittsburgh. “Porque se meter aonde não é da minha conta?”

E a lei? Homens são forçados a pagarem pensão por filhos que não são deles. Como sempre, a lei é uma merda.

Minha solução a este roubo generalizado é simples, o que significa que nunca será implementado. Um acordo pré nupcial que forçaria todas as mães a passarem por um teste de paternidade ao nascimento de todas as crianças. Se a paternidade for confirmada, ótimo. Se não, o homem tem o direito legal de requerer o fim do casamento sem ser penalizado por isto, nem tendo nenhuma obrigação, seja ela legal ou financeira, com sua ex esposa, e ainda a esposa seria obrigada a devolver o que o marido gastou durante a gravidez dela. Negócio é negócio.

Se a lei aumenta os riscos da mulher cometer tal crime, provavelmente teremos alguns efeitos colaterais, como mulheres evitando se casar com caras mais comuns se ela não poder transformá-lo no provedor do filho que ela teve com algum cafajeste na surdina. Enquanto tal mudança poderia trazer certos malefícios para a saúde da sociedade como um todo, para o indivíduo do sexo masculino, este efeito pelo menos daria a ele uma chance de melhorarem a si mesmos como homens sem terem o perigo de acabar sendo sugados por uma paternidade indesejada.

Como o estupro, tal estelionato mata a alma de sua vítima. Mulheres que cometem atos tão vis como este e perpetuam eles com mentiras e mais mentiras deveriam ser execradas, tanto culturalmente, legalmente e financeiramente. Elas não merecem nem a cortesia de levar um beijinho antes de serem chutadas. Se elas não sofrerem consequências graves por seus atos, nada mudará.

fonte: https://heartiste.wordpress.com/2007/08/28/female-rapists/

12 comentários

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  1. Marcelo

    Mas não adianta, nada vai mudar. A mulher tem tudo do lado dela: as leis, a “justiça”, os meios de comunicação, a opinião pública, etc. E contrato pré-nupcial não garante nada, sei de vários casos em que a “justiça” simplesmente o ignorou. Lamento, mas não tenho esperança de que a situação mude algum dia.

  2. toni

    Acho que as pessoas são sacanas. Homens e mulheres, mas as mulheres são mais sacanas, pois sou homem né rsrs Elas são sacanas de um jeito foda. Tenho um conhecido que tem 6 filhos fora do casamento sendo 4 ou 5 em casamentos de outras pessoas. Ele é pedreiro aí eu penso como tem mulher safada e soltinha por aí. Se teste de DNA fosse obrigatório ele teria umas 5 pensões pra pagar no mínimo.

    1. caio22

      Em coisas que ninguém vê, na surdina, são extremamente maldosas, sem nenhum peso de consciência, nenhum, fazem com toda naturalidade. As mesmas maldades que o homem faz, a mulher também faz só que piorado, ninguém como mulher pra fazer pior, de maneira mais perversa. Elas tem uma mente imunda e diabólica que a maioria não acredita, o único motivo que as impede de realizar tais insanidades que elas tem em mente é a falta de coragem, o que as aterroriza é o medo da própria vítima reagir e virar o jogo ou algo assim, e não por moralidade ou respeito, piedade ou compaixão como elas tentam dizer que tem, quando elas dizem que é por poupar o outro na verdade é pra poupar a si mesma, e a falta coragem de assumir erros, desmascarada, e enfrentar as consequências sendo criticada por todos, e sozinha, não com orgulho pelo que fez mas com dignidade para se redimir e tentar consertar o erro, somente isso. Mas o desejo maldoso delas… Agora, confesso que o homem tem mais audácia e arrojo em seus feitos mas se as mulheres tivessem os mesmos, elas dariam de 7 a 1 em termos de perversidade em cima de nós, mas ainda assim se vê aqui e ali, não se engane, mulheres são extremamente inescrupulosas para fazer prevalecer os seus individualismos. É isso que as impedem, a falta de mais coragem, por isso não se vê ainda mais perversidades delas, mas a mente da mulher… é a coisa mais feia do mundo.

  3. samurai

    Ainda bem que o meu filho eh a minha cara, senão eu faria o teste de dna.
    quer casar, a mulher tem que ser virgem?

  4. marcos

    Fantastica a analogia com o estupro.

  5. Renato

    Eu só registro “filho supostamente meu” com exame de DNA,nem adianta a mulher fazer drama,como vou saber se alguém antes de mim já a comeu e ela quer colocar na conta de outro?

    Os tempos são outros gente,a mulherada hoje é quase tudo safada,exijam DNA sim,ou então nada feito.

    Elas não confiam na gente de jeito nenhum,porque deveriamos confiar nelas cegamente?

  6. Renato

    Sou favor que toda criança que nascer ter OBRIGATORIAMENTE um exame de DNA para comprovar a paternidade,e digo mais ser obrigatória também na hora de registrar a criança no cartório.

    Assim essas PUTAS aprendem …que acham? é muito “machismo” da minha parte.

    1. Barãozin

      Até serviria também pra caso a criança foi trocada na maternidade. Mataria dois coelhos com uma pedrada.

      Mas como tem a vadiagem feminina envolvida, fica por isso mesmo…

  7. andre- desbravador

    enquanto a isso elas estaum sossegadas pois sabem que ha uma vasta classe d e homem medianos que vivem num deserto sexual, e fazem d e tudo para ter uma buceta fixa para meter, essa coisa d e assumir esperma dos outros não é pra guerreiro da real, mas um mangina que vive na ilusão ele naõ ta nem ai ele asume ate 10 filhos dos outros, é so olhar ao redor veremos varias maães solteiras com pretendentes a escolher, va a um psoto d e saude e tu vera varias gravidas e a moaria não tem relacionamento fixo ou s eja são filhos de fodinhas de esquemas, eu mesmo quando era afundando no mito do romantismo namorei um tempão uma mãe solteira que me dava doses cavalares de chas de buceta, elas sabem que fisgar um provedor para seu filho sem pai é f acil ” sexo animal” dificilmente um cara que vive na secura ira resistir e se envolvera em um relacionamento serio.
    ou seja o interessante é evitar ao maximo maes solteiras.

  8. BERNARDO

    Muito provavelmente tal lei de proteção à paternidade nunca vai ser implantada! É “opressão feminina” É “constrangedor para a mulher”e uma afronta aos “direitos das mulheres!”

    A tendência é esse tipo de abuso aumentar pelo dobro ou o triplo do que o autor falou no texto, nos próximos anos! E nós não temos nenhuma via legal que nos proteja! As mulheres estão liberadas para abusar do homem o quanto quiserem via adultério!

    E aí! Alguém conhece uma saída melhor para essa encruzilhada que nós homens nos encontramos do que o Marriage Strike?

    1. Rider

      Desenvolvimento Pessoal E Marriage Strike.

      Faça de si mesmo um alpha – de corpo, mente e alma – mas JAMAIS ceda à tentação de ter um relacionamento estável com uma dessas espertinhas. Ou procure uma mulher numa sociedade onde elas ainda são femininas.

      Elas próprias estão incorrendo na sua extinção. Agora que a palavra sobre a Real foi solta, mais e mais homens embarcarão nessa. É um processo sem volta.

      Não existe força maior no Universo do que uma ideia, quando o seu momento chegou.

  9. Anderson Garcev de Lima

    Já imaginei em alguma lei do tipo, hoje, quando uma mulher engravida, existem uma serie de exames feitos chamados pré-natal, elas fazem até exame de HIV, e assim que a criança nasce, a mesma passa por outros exames para detectar problemas genéticos, visão, audição, pesinho…etc, por que não criar uma lei que obriguem a todas fazer um exame de DNA/paternidade? Todas as crianças após nascerem, são registradas em um cartório de registro civil, e aquele documento constando o nome da mãe e do pai é para sempre, assim como o investimento do pai para manter seus genes entre nós e cumprir sua função biológica…

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