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jul 10 2012

Até onde uma mentira mangina pode chegar

Bem senhores, dado o feriadão e uns problemas que tive, acabou não dando para fazer o Jornal e nem pra postar ontem, vou ver se consigo fazer alguma gravação neste domingo, já que faz um tempo que não faço o jornal…

Mas hoje começo com uma série de artigos escrito por Carey Roberts, escritos entre os anos de 2003 e 2004, que faz uma análise da ligação do feminismo com o marxismo e a revolução cultural. Boa leitura!

por Carey Roberts

(Título original: Jessica Lynch and the neo-con revolution)

Era uma história tão boa que ficava me perguntando se tudo isto não tinha sido pré-fabricado.

Um comboio americano no Iraque sofreu ataque inimigo. Uma jovem soldado (leia-se Donzela em perigo) é ferida. Oito dias depois, uma equipe das forças especiais (leia-se, Cavaleiros em armaduras reluzentes) fazem um dramático resgate noturno. Enquanto era carregada para o avião, ela sorri timidamente para a câmera.

Tal história não faz parte de um conto de fadas, onde “todos ficaram felizes para sempre” no fim. Ao contrário, isto acabou nas primeiras páginas do jornal Washington Post.

De acordo com eles, a soldado de primeira classe Jessica Lynch levou “diversos ferimentos de bala” e foi esfaqueada enquanto ela “lutava ferozmente, matando diversos soldados inimigos… até que sua arma ficou sem munição.

É claro, tal descrição a lá Rambo não tem a mínima relação com a realidade. Olhando para trás, vemos que tal história proveu uma mistura irresistível de notícias diretas, entretenimento social e propaganda feminista The Guardian (UK), May 15, 2003.

Mas tal história nos mostra como a mídia esquerdista perdeu totalmente seu norte moral. O fiasco de Jessica Lynch é mais um episódio da Guerra Cultural.

Porque simplesmente esta história que inventaram diminui o papel do guerreiro masculino ao papel de mera chacota – a tradição do homem que se arrisca sua vida e sua saúde para defender sua família e sua casa.

Esta história mina o arquétipo masculino, é claro, porque Lynch é uma mulher.

E o pior, esta história ignora completamente a verdadeira bravura que ocorreu durante aquele ataque.

Como ela mesma admitiu perante o Congresso, a arma de Lynch travou e ela desmaiou quando o carro em que ela estava bateu. E é isto. Ela não fez absolutamente nada que possa ser considerado heróico.

Em contraste, o soldado de primeira classe Patrick Miller, que estava no mesmo comboio, atacou e repeliu sozinho a segunda onde de ataques de morteiros dos iraquianos. Ele foi responsável por ter salvo a vida de JessicaLynch, Depois, Miller foi condecorado com uma Estrela de Prata por sua bravura.

Mas a mídia esquerdista raramente o mencionava. As fotos do soldado Miller não apareciam nas capas de revistas. E nem ofereceram a ele contratos de 1 milhão de dólares para escrever livros sobre sua experiência em combate.

Então a mensagem que fica é: “garotas, entrem para o exército, sobrevivam a um ataque, sorria para a câmera e você será uma heroína também!

E quem exatamente são as pessoas que estão propagando esta Guerra Cultural divisionista?

David Horowitz, um antigo esquerdista, entende a agenda da esquerda radical muito bem. Ele chama tais agitadores de neo comunistas.

Esses novos comunistas sabem que não podem lutar contra o poder econõmico e militar do capitalismo. Então, eles subvertem a cultura.

É como a feminista Betty Friedan, que pegou o ideal do conforto de classe média americano e o transformou chamando o de um “campo de concetração confortável.

Babette Gross, que foi envolvida com movimentos socialistas por anos, descreve esta tática:

“Você não se chama de comunista. Você não incita as pessoas a apoiarem os soviéticos. Nunca. Você alega que é um idealista e pensador independente. Você não entende de política, mas você alega que eles estão sendo explorados.”

O filósofo Herbert Marcuse é um dos líderes destes neo comunistas. Marcuse descreveu a Revolução Cultural nos termos de um “tipo difuso e disperso de desintegração do sistema.

Para manipular a mídia usando um tremendo desrespeito pela verdade, para emascular o arquétipo do guerreiro masculino, para lutar pela “desintegração” de nossa sociedade – esta é a agenda da Revolução Cultural.

fonte: http://www.dvmen.org/dv-124.htm#lynch

Comentário: toda esta mentirada pode ser melhor lida aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Jessica_Lynch. Aparentemente ela não foi culpada pela história e a usaram para cometer esta manginagem épica. Que vergonha.

Porque resolvi traduzir tal artigo, que pouco tem a ver com uma realidade daqui, aparentemente? Simples. Se prestarem atenção nas notícias ultimamante, principalmente durante a ocupação dos morros cariocas e a subsequente implantação das UPPs, tinhamos diversas reportagens mostrando o “heroísmo” de uma ou outra PM feminina que supostamente subia os morros atrás dos bandidos. Enquanto praticamente pouco se falava dos caras que realmente estavam fazendo o grosso do serviço, se arriscando a levar bala: o pm, o soldado do BOPE, o investigador da Civil, os fuzileiros navais que estavam no apoio,  etc.

Pois bem. Segundo alguns conhecidos meus que trabalham em UPPs no Rio, tais “gladiadoras do século XXI” no geral fazem trabalho burocrático. E o pior, quando o tiroteio começa elas ficam muito bem escondidas e rezando de medo, enquanto o pm tem que ir lá fazer o traficante parar com aquela porcaria na base da bala Isso quando elas simplesmente oferecem favores sexuais para os oficiais da pm para poder subir de cargo, ganhar um aumento,  ou outra vantagem excusa.

E então, porque tal mentira é veiculada na mídia? Porque colocam como heroís pessoas que não são? Justamente pelos motivos explicitados no artigo acima. Para denegrir a imagem do guerreiro que realmente está fazendo o trabalho pesado e nos deixando a salvo.

Então fiquem avisados. Caso verem mais uma reportagem exaltando uma pm que “enfrenta o crime de arma em punho” é quase certeza que é enrolação da mídia.

5 comentários

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  1. fernando

    é o caso recente q aconteceu no rj numa upp.. a policial foi baleada e veio a falecer…vejam mais sobre essa noticia nos jornais do rj … http://www.odia.com.br

  2. daniel

    Pelo menos aqui ainda emos filmes como Tropa de Elite 1 e 2, mostrando quem são os verdadeiros heróis.

  3. Tenchin

    Agora elas querem aprovar uma lei que se elas estiverem grávidas e acharam que não tem condições psicológicas para terem esse filho elas podem matar a criança em seu ventre mesmo se o pai não quiser, vai ser uma decisão só dela, mas eu sempre faço uma pergunta à elas: ” E se o homem não quisesse ter esse filho e a mulher quisesse? O pai também não deveria de ser isentado de todo dever com a criança pelo fato dele ter querido abortar e ela não? Ela não deveria arcar com os custos do bebê?”. Aí elas ficam caladas e mudam de assunto como é de costume, só vale quando beneficia elas. Embora eu seja contra o aborto, esse argumento hipotético revela em suas reações feministas que elas só pensam nelas e querem tirar vantagem em tudo.

  4. marcos

    Pura verdade sou militar no sul do brasil, e aqui as mulheres usam o corpo para receber hora extra num serviço de escritorio sem comparecer ao trabalho (!), são completamente inuteis quando comparecem ao trabalho, se aposentam 5 anos antes dos homens sendo que nem uma única mulher morreu em servico em toda história da respectiva policia militar onde eu trabalho.

  5. Hugo Leonardo

    Essas “matérias” sobre essas “heroínas” eu não as vi, pois não assisto TV (pra mim TV só presta pra ver DVD e jogar Video-Game), mas não duvido nada sobre essa enrolação. E não é só no jornlístico, mas nas artes e nas “aulas” de história você encontra isso…
    … E ainda inventam que as mulheres são oprimidas na sociedade… Putz!

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