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jun 26 2012

O motor do feminismo

Não deixe de escutar o Oitavo protótipo do Jornal!

Um ponto de vista bem interessante que li esses dias no Antifeministtech.info. Realmente eu não tinha pensando muito por este lado. Acho que este artigo será controverso, mas eu acho que vale uma reflexão…

por Antifeministtech.info

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Alguém comentou no blog Dalrock:

Na verdade, isto é o que cheguei a conclusão de que seja o “motor do feminismo”. Papais. Um sentimento que fez com que os homens que estavam no poder durante a metade do século XX a apoiar o feminismo da forma que apoiaram – eles queriam isto para suas filhas. Isto ainda acontece hoje, na maioria das vezes, entre os políticos mais cotados de todos os espectros políticos (incluindo, como todos sabemos, os social-conservadores). Em algum momento da segunda metade do século XX a agenda principal dos pais americanos que tinham filhas mudou de ser orientá-las primariamente para ser boas esposas para prepará-las para ser o mais independentes possíveis. Sem esta mudança maciça da maioria dos pais, o feminino talvez fracassaria. Ele é bastante sustentado por isto, precisamente porque qualquer crítica deste sistema tem que bater de frente com um exército de papais que são super protetores com suas filhas, que exercitam esta proteção através do encorajamento da máxima independência (do homem, é claro). Este é tanto o motor do feminismo quanto o maior obstáculo de qualquer tentativa séria das reformas que discutimos nestes blogs, de verdade.

Qualquer um que diga a você que se casar e ter filhos estará lutando contra o feminismo está errado. O feminismo é dependente do casamento e da família. Sem eles, o feminismo colapsa. Quando conservadores incentivam o casamento, eles estão lutando para criar mais e mais feminismo.

Alguns de vocês estão pensando, “mas e todas essas feministas que querem “destruir o casamento”? Eu diria que isto é não saber enteder causa e efeito muito bem, mas isto representa um mal entendimento do que é o feminismo e do quão generalizado ele é. Algumas poucas lésbicas querendo destruir o casamento não representam a totalidade do feminismo. A parte mais proeminente do feminismo existente hoje é o feminismo híbrido, que combina tudo que pensamos tradicionalmente por “feminismo” até a parte que beneficia a mulher que vem do conservadorismo e tradicionalismo. Este feminismo híbrido não quer destruir o casamento. E nem tem interesse em viver em comunidades lésbicas. Elas querem mesmo é ter a capacidade de destruir SEUS PRÓPRIOS casamentos e lucrar com isto via divórcios no momento em que elas bem entenderem, mas ao mesmo tempo que querem se casar na hora que elas quiserem. Se o casamento for totalmente destruído, então elas não terão como explorar o homem via pensão alimentícia e divisão de bens por que basicamente elas não teriam como se casar para depois se divorciar. Sem ter o casamento e o divórcio, fica praticamente impossível para o feminismo explorar as riquezas dos homens. Mesmo se criassem altos impostos para homens solteiros não ia adiantar muito por que aí os homens teriam ainda menos motivos para trabalhar e juntar dinheiro. O feminismo atualmente é totalmente dependente do casamento e da família.

Esta é a razão do porquê o “marriage strike” é uma grande ameaça ao feminismo. Com os homens não se casando, o motor do feminismo não teria o combustível necessário para continuar funcionando, e entraria em parafuso.

fonte: http://www.antifeministtech.info/2012/04/the-engine-of-feminism/

3 comentários

  1. samurai

    Qualquer um que diga a você que se casar e ter filhos estará lutando contra o feminismo está errado. O feminismo é dependente do casamento e da família. Sem eles, o feminismo colapsa. Quando conservadores incentivam o casamento, eles estão lutando para criar mais e mais feminismo.
    Concordo totalmente, as mulheres querem se casar e depois se separar, eh um ciclo.

  2. Julio

    O problema das feministas brasileiras (leia-se feias), elas indo contra os homens, darão muito mais privilégios às mulheres bonitas (que no máximo as seguem, mas nunca são “líderes” do movimento), que as feministas tanto invejaram / invejam.

  3. Charlton H. Hauer

    Muito bom o post. Eu sempre pensei da mesma forma, mas era combatido por alguns homens ingênuos e por “puas” metidos a “bem resolvidos” com as mulheres, que sempre diziam que o “marriage stryke” beneficiava o feminismo, em vez dos próprios homens. Em breve, farei um post sobre isso.

    Sem casamento, feministas terão enormes problemas para tirareem dinheiro dos homens.

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