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jun 28 2012

O ativismo pelos direitos humanos virou um esporte sangrento

Não deixe de escutar o Oitavo protótipo do Jornal!

Este artigo vai diretamente para os idiotas que vivem perguntando porque não revelamos nossas identidades reais por aí.

por John th Other

Erin Pizzey é uma mulher perto dos 70 anos atualmente.

Ela também é uma ativista britânica pela assitência à família e uma escritora com best sellers no currículo. Ela ficou internacionalmente famosa depois que criou o primeiro abrigo no mundo para mulheres vítimas de violência doméstica em 1971 – e começou a estabelecer um movimento internacional para as vítimas de violência doméstica.

Entretanto, depois de estabelecer seu primeiro abrigo na Inglaterra, ela foi expulsa de lá por mulheres psicologicamente perturbadas que tomaram conta de sua pequena organização.

Em seu livro de 1981, intitulado “Prone to Violence”, Pizzey afirma:

Das 100 primeiras mulheres que se abrigaram naquele refúgio, 64 delas eram tão ou mais violentas quanto os homens de quem elas alegadamente fugiam.

Isto provocou tanta ira na comunidade feminista britânica que Pizzey recebeu inúmeras ameaças de morte, recebeu ameaças de ataque a bomba em diversas conferências que participou e teve que viver sob segurança policial em tempo integral. Seu cachorro foi morto por feministas frustradas porque não conseguiam matá-la dado a proteção policial, depois disto ela teve que fugir da Inglaterra e teve que viver escondida por quase 10 anos. Ironicamente, isto só confirmou a verdade da violencia e do comportamento psicótico de muitas das feministas que Pizzey descreveu em seus artigos.

Seus artigos e seu ativismo são bastante referenciados no que se chama hoje de movimento pelo direito dos homens e o movimento pelo direito dos pais. São movimentos pelos direitos humanos totalmente não violentos que, entre outras coisas, visa a corrigir o forte viés anti masculino nas leis de família, no sistema educacional e em outros pontos chave da sociedade.

Um membro proeminente deste movimento de direitos humanos, que vive no Canadá, publica uma revista eletrônica e é grande crítico da ideologia feminista de gênero. No começo de 2012, a Polícia Municipal de sua cidade foi contatada anonimamente, e fabricou uma acusação de que este homem estocava armas e munições. Ele não fazia isso e nunca tinha feito, muito menos possuia armas de fogo, e tal “denúncia” anônima foi feita com a intenção calculada de criar problemas para ele, usando a polícia local para isto.

Diversas outros “trotes” foram feitos para seus empregados e parentes, causando uma raiva e dor significativas para sua família. Quando rumores surgiram que ele tinha tentado cometer suicídio, diversos blogs feministas postaram artigos saditas comemorando tal fato, incluindo um intitulado: “1 a menos, faltam mais 15000”, referência ao número de leitores de seu blog. Seu nome foi omitido aqui para evitar maiores constragimentos a ele e sua família.

Ben Vonderheide é um ativista pelo direito dos pais e um oponente da ideologia feminista. Ele faz vídeos para o youtube. Vonderheide usa o nickname “Daddy Justice” e foca boa parte de seu ativismo em denunciar o sistema de justiça americano, que ele denuncia como corrupto e profundamente contra os pais. Quando Vonderheide participou de conferências sobre a Lei de Violência contra a Mulher em dezembr ode 2011 no Prédio do Senado Americano em Washington DC, ele foi atacado no saguão pela advogada Lisalyn R. Jacobs,  uma ideóloga de gênero e membro da organização Legal Momentum. Vonderheide gravou tal ataque em vídeo e o postou no Youtube.

Jacobs foi acusada por agressão no dia 5 de dezembro de 2011.

Em maio de 2012, Vonderheide teve sua casa invadida. Ele foi roubado durante a invasão, por um homem grande armado de uma faca, que usava uma touca ninja. Em adição de ter contatado as autoridades locais e cooperar com as investigações, Vonderheide documentou a invasão de sua casa e o colocou no Youtube.

Vonderheide fez diversos vídeos sobre isto, incluindo um que ele e mais um policial foram até uma praça perto de sua casa, analisando um lugar onde o assaltante pode ter se escondido no escuro para observar sua casa.

Um amigo próximo de Vonderheide também foi vítima de invasão domiciliar algumas semanas depois, e o homem, que tinha 60 anos, teve que escapar nu para poder se livrar do assaltante, chamando a polícia da casa de um vizinho.

Acredita-se que tais invasões e perseguições feitas contra tais ativistas são resultado de seu atvismo, escrevendo e reportando sobre organizações compostas por sujeitos que são instáveis, movidos por uma raiva patológica e dispostos a cometer atos violentos.

E agora parece que não há limites para os ideólogos de gênero para tentar calar, intimidar ou até mesmo agredir seus críticos e oponentes.

A perigosa e suja tática do “trote” (NT: No original “SWATing”, seria chamar a polícia alegando que há um crime violento acontecendo na casa da vítima do trote)

Em junho de 2012, o colaborador da CNN Erick Erikson, um blogueiro conservador e colunista foi entrevistado por Don Lemon, descrevendo como um desconhecido ligou para a polícia, se identificando falsamente como Erikson, e informando a polícia que ele estava armado e atirou em sua esposa. A polícia respondeu rapidamente ao chamado, chegando à casa de Erikson já de arma em punho e pronto para uma provável troca de tiros. Mas tudo era falso. Erikson não estava armado quando ele recebeu os policiais, mas no alto stress que tais policiais estavam no momento que antendiam uma suposta situação perigosa e volátil, Erikson poderia ter levado um tiro.

Os ideólogos de gênero já deixaram claro que são tanto capazes e propensos a cometerem atos violentos terríveis, incluindo mesmo a manipulação da polícia usando trotes, para potencialmente matar opositores filosóficos, críticos ou ativistas dos direitos humanos através do cultivo da impressão nos policiais que eles terão que lidar com um indivíduo armado e perigoso.

O movimento pelo direito dos homens e o movimento pelo direito dos pais são ambos não violentos e movimento pelos direitos humanos apolíticos. É aconselhavel que ativistas americanos pelos direitos dos homens se apresentem em suas delegacias locais, explicando seu trabalho e o que o movimento que eles participam faz.

Conheça a polícia local, e faça com que eles conheçam você.

fonte: http://www.avoiceformen.com/feminism/human-rights-activism-is-now-a-blood-sport/

Obs: canal do Ben Vonderheide no Youtube – http://www.youtube.com/user/daddyjusticefilms

7 comentários

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  1. Arpoador

    Vivemos num sistema em que a mulher é endeusada, enquanto o Homem é atirado no fundo do poço sem piedade. Parece que nós já não servimos mais a Sociedade… esqueceram que fomos os criadores da civilização… Urge a necessidade de irmos a luta e enfrentarmos a tormenta de peito aberto…. para isso, se faz necessário que os homens de bem saiam e rejeitem a matrix, do contrário, nosso barco estará à deriva..

  2. Merovingian Persephone

    Um certo homem, um nazareno, julgou mesmo que mostrar a cara (e dá-la à tapa) certamente iria causar um sentimento de respeito em resposta à sua ação nobre e transparente. Eis que, retaliação foi mesmo o menor dos problemas que ele enfrentou.

    Os covardes nunca mostram a cara e quando sim, só o fazem por terem forte cobertura de estruturas totalitárias e corruptas que, claro, não jogam jamais por regra alguma (simplesmente as torcem, transgridem ou simplesmente as ignoram). É impossível jogar limpo com quem joga sujo. Penso que o ideal é não jogar nada, porém, se nos dermos ao luxo da inação, inobservância ou negligência, seremos tragados por este sistema que não conhece limites.

  3. Alan Kwiek

    Devemos tirar o maior número de homens possíveis da matrix para deixarem de ser palhaços marionetes de vadias espertas que só querem sugar e tirar vantagem de tudo. Quando muitos estiverem despertos tenho a esperança de que esse câncer chamado sistema matriarcal vai ruir bonito. Essas nazi-satânicas não podem ficar impunes.

  4. josuebritto

    E o engraçado é que não existem nenhuma política de repreensão a esses tipos de atentados contra os ativistas de movimentos pró-masculinismo, pró-pais e pro-família e sim tem políticas para combater os “opressores” de mulheres, tem delegacia especial da mulher, tem juizado para mulher, ou seja, pra mulher tem tudo, agora prus homens que ergueram suas casas, enriqueceram seus países, salvaram a vida de muitas mulheres e crianças em incendios e desastres não tem, é anormal.

    Isso não pode ficar assim. Mulher é tão violenta, periogosa, imprudente quanto o homem, podemos afirmar que até mais.

    Os homens, a sociedade devem valorizar mulheres com conduta igual a de Pizzey e repudiar, banir condutas feministas violentas.

  5. Renato

    E ninguém noticia nada disso,NINGUÉM,a grande mídia nem liga para isso
    Eu digo a todos os homens que NÃO SE CASEM,NUNCA.
    Deixem essa merda de sistema ruir e apodrecer,deixa eles se auto-sabotarem,e vamos nos preocupar com nós mesmo e com nossos futuros…

    1. andre-desbravador

      renato…. e digo mais o f eminismo é uma farsa é so a sociedade passar pelo um caos global e voltar a idade da pedra que a s vadias feministas desaparecem, pois são parasitas, e concordo que homems devem evitar casamento casamento é escravidão, se preocupem em fuder e ganhar seus dinheiro e deixa essa sociedade vaginante ir pro brejo. equanto o homem comum ta levantando predio movendo a maquina da humanidade, essas vadias estaum só sugando o s angue, mulé tem que meter a pica e gozar na cara e descarta-la como s e fosse uma latinha d e cerveja vazia.
      abraços a galera da real

  6. DuleniroPE

    Eu entendo a situação e é mais viável nos mateemos em sigilo quanto nossas reais identidades. Porem, creio que mais cedo ou mais tarde teremos de nos expor para poder fortificar mais o movimento masculinista.

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