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jun 06 2012

Grupo feminista radical foi barrado numa conferência

Não deixe de ouvir o Sétimo Protótipo do Jornal da Real!

Tempos atrás publiquei aqui um alerta sobre um grupo feminista radical, o RadFem.  Mas para a nossa alegria, esses dias lendo o A Voice for Men tive uma grata surpresa: graças, em parte, pelas investigações realizadas pelo “Agente Orange”, uma conferência que seria realizada por este grupo de ódio foi barrada na Inglaterra!

por Paul Elam, do A Voice for Men

Eu tive o prazer de conversar via skype com o verdadeiro Agent Orange.  Fiquei com vontade de falar com ele ao saber que as feministas radicais e cheias de ódio do RadFem levaram uma rasteira, graças em parte aos eforços do Agent Orange.

Os administadores de Conway Hall, um centro de convenções londrino onde o grupo RadFem tinha uma conferência a ser realizada daqui alguns dias, publicou um pronunciamento sobre o porquê do grupo RadFem estar banido dali:

“Queríamos garantias que os organizadores do envento permitissem acesso livre para suas conferências, a fim de permitir a permanência deles aqui. Nós também expressamos a preocupação de que os conferencistas precisariam estar cientes de que, embora acolhemos o pensamento progressista e o debate, nós daConway Hall temos por missão defender a inclusão na relação de obrigações legais como um princípio. ” (fonte)

A linguagem é educada, mas a mensagem é clara. Eles não querem saber de um bando de fanáticas por lá.

O Agent Orange mandou a eles trechos de seus arquivos alguns dias atrás. Tais arquivos também causaram estardalhaço na comunidade gay recentemente (graças aos esforços do Agent Orange), o que gerou muita indignação.

E não é somente temos protestos da comunidade gay, elas estão sendo repudiadas em diversos grupos.  Em adição de terem sido expostas pelos ativistas dos direitos dos homens americanos,  muita discussão sobre isto está vindo de outros lados também.

Até mesmo feministas e o grupo esquerdista “Democratic Underground” também consideram que o grupo é composta por fanáticas violentas e estão se opondo a elas.

Uma feminista, de nome Catherina, tem uma mensagem a elas:

Todos, não importa o gênero ou identidade, estão percebendo que seus pontos de vista cheios de ódio não tem espaço no nosso futuro.

Tais séries de eventos levantam pontos importantes. Primeiro, se um local de conferência já se negou a sediar a palestra delas, não será difícil para que outros lugarem também as barrem. Temos agora um precedente que sempre poderemos usar que mostra uma clara rejeição de um grupo “mainstream” a agenda radical e violenta delas.  Também acho que não ajuda muito que ongs ajudem e recebam dinheiro de uma organização que nem sequer pode reunir a credibilidade de pagar por um local em um ambiente esquerdista.

Também ganhamos ao ver feministas tendo que escurraçar umas as outras publicamente. Quem liga que as feministas do Democratic Underground não percebem que são tão odiosas quanto o RadFem? Eu não ligo. Eu ficaria mais do que satisfeito de usar a retórica delas contra versões um pouco mais radicais das feministas, e usá-las contra as “menos” extremistas quando apropriado.

Mas isto é um começo. O RadFem já anunciou que está preparando sua própria conferência em um “local alternativo”.

É melhor não apostar todas as suas fichas nisto.

Temos agora o Conway Hall publicamente rejeitando o RadFem por suas visões radicais e suas políticas preconceituosas. E também temos os arquivos do Agent Orange. E também temos a pressão dos grupos gays.

E agora iremos atacar não importa aonde elas vão, e faremos isso de um jeito mais rude. Então sugiro que este grupo de “mulheres de verdade” comecem a se reunir em lugares privados para poder fazer seus discursos de ódio, porque em qualquer lugar público que elas se reunirem nós iremos agir imediatamente revelando quem elas realmente são, como aconteceu em Conway Hall.

Um gol para a gente. Iremos marginalizar este grupo de psicopatas o quanto possível.

fonte: http://www.avoiceformen.com/featured/radfems-ousted-from-conway-hall/

1 comentário

  1. Bruno L. Rocha

    Adorei. Simplesmente de mais!

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