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jun 29 2012

Como sensibilizar as mulheres

Não deixe de escutar o Oitavo protótipo do Jornal!

Nos comentários do artigo que publiquei este dia chamado “Estupro e assassinato de homens são considerados irrelevantes“, Roberto mais uma vez fez uma análise de mestre e ainda faz uma boa reflexão de como atingir o coração de pedra feminino aonde concerne em ter pontos de vista semelhantes aos nossos.

por Roberto, do Fórum Homens Realistas

A sensibilização ocorre porque:1.1 Mulheres se senbilizam por outras mulheres porque querem ganhar poder para se proteger de uma possível ocorrência de tal crime com elas.
1.2Mulheres são indiferentes aos crimes cometidos contra homens, pois a maior criminalização dos mesmos significa maior poder para elas colocarem os homens na cadeia quando as mesmas quiserem.2.1 Homens se sensibilizam por mulheres porque possuem instinto protetor, peso na consciência e solidariedade com os mais fracos.
2.2 Homens são indiferentes aos crimes cometidos contra outros homens por questões de rivalidade e insegurança.Para diminuir a gravidade desse quadro, o homem deve:

– Conhecer a Real.
– Ou sofrer um mal injusto em razão da misândria do sistema.
– Ou ser influenciado por uma opinião feminina na direção oposta.

Os dois primeiros estão andando a todo vapor. Vejo no meu dia a dia cada vez mais homens acordando e na internet cada vez mais pessoas alertando os outros homens sobre a Real.

O terceiro é mais complicado. A mulher só se posiciona contra o feminismo quando sabe que lhe é prejudicial, ou quando quer fazer média para alguém.

Para a mulher perceber que o feminismo lhe é prejudicial, não basta argumentos lógicos. É preciso atingir diretamente o emocional dela, os sentimentos dela, de forma a causar-lhe uma revolta contra tal ideologia. A mulher se revolta contra tudo que diminua a probabilidade dela engravidar e constituir uma família.

Um bom exemplo disso é que um bom número de mulheres condenaram a marcha das vadias, pois sabem que as mulheres que participam dessa marcha estão excluídas da seleção natural e do ciclo reprodutivo (fazem média com a sociedade, reprovando essas mulheres), e sabem que esse tipo de movimento suja a reputação das mulheres brasileiras em geral e diminui a vontade dos homens de casar e ter filhos (sabem que lhe é prejudicial).

Outro exemplo é o caso de ex-feministas, que se revoltam contra o movimento. Isso acontece depois de elas fracassarem completamente na vida, sem homem, sem filhos, sem vida social, sem destaque na mídia. Acontece tarde, pois primeiramente elas tentarão culpas os homens pelas escolhas que elas mesmas fizeram. Depois de muita desilusão, culparão o feminismo, especialmente quando observarem que colegas de classe que não seguiram essa ideologia estão felizes aos 40, 50 anos, com filhos e família formada.

Um terceiro exemplo são as mulheres influenciadas pelos homens firmes que estão com elas. Quando a mulher está com um homem de valor, ou seja, um homem com poder de barganha e bom controle emocional, ela se guia pelas palavras dele, pois têm muito medo de perdê-lo, e, ao mesmo tempo, considera-o superior na tomada de decisões.

É preciso incrementar esse medo de não engravidar e não formar família. O risco é real, pois a política e suas ideologias apenas usam as mulheres para seus propósitos, como tolas úteis. O medo vem principalmente do receio de reprovação perante os homens, o que significa sua derrota perante as mulheres que têm opinião anti-feminista e seguem um estilo de vida mais patriarcal. Também vem da desmistificação da política, fazendo-a saber que homens e mulheres estão usando a mesma, dando pequenas esmolas com o fim de dominá-la emocionalmente. E por fim, vem também da biologia, preocupação com a gravidez do ponto de vista médico, já que quanto mais tarde a mulher resolver engravidar, menores as chances de dar certo.

10 comentários

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  1. Abigail Pereira Aranha

    Muito legal o texto. Para a parte dos homens, muito certo (como eu devo ter dito a vocês, eu tenho muito contato com homens que prestam). Mas sensibilizar as mulheres? Fofinhos, melhor desistir de sensibilizar e preparar pra PORRADA.
    Primeiro: rapazes, tenham autoestima e consciência do próprio valor. Aí, é menos um na balada rastejando pra ver se pelo menos é VISTO com uma gostosa. Segundo: preparar pra guerra. Inteligência, estudo, conhecer legislação e cabeça erguida.
    Como vocês sabem bem, o Barão e a turma da Real, as lesbofeministas vão até onde os homens deixam, ou pior, até onde os homens LEVAM (dinheiro pra faculdade, leis feminazistas, favorzinho de miguxo, etc). Um bando de machos de cabeça erguida unidos vai dar no mínimo trabalho. A sensibilização delas vai ser isso.
    E até o “medo de não engravidar e não formar família” vai vir daí. Medo de não engravidar eu duvido muito. É só liberar a periquita pra um aviãozinho do tráfico ou um miguxo carente na adolescência. E quem disse que a moça de família vai deixar de trabalhar, fazer faculdade, ir pro baile funk só porque tem um filho pra criar? Até pouco tempo atrás, isso ainda se via. Mas hoje… gravidez virou investimento (vamos destacar a postagem daqui mesmo sobre alimentos gravídicos). Agora, medo de não formar família pode até ser. Fofinhos, estudem pra subir pra classe média, sejam os homens que toda mulher quer pra se casar (honrados e ricos), dominem o país e não se casem. Aí, os recheios de sanduíche de cafajeste podem até se casar com 30 e poucos anos e filhos de 2 ou 3 pais diferentes, mas só vão achar de caminhoneiro pra baixo (pra baixo em matéria de renda). Imaginem só, a vadia universitária que se formou sentando em rola de professor, já subiu de estagiária a diretora com menos de dois anos de empresa e estoura a bomba que ela fez aborto do professor que deu a carta de recomendação dela pro mestrado. Nome sujo em todas as vagas possíveis, nenhum homem legal quer esquecer o “passado” (viva a putaria, abaixo a hipocrisia) e a mestra em Engenharia Mecânica só consegue se casar com um ambulante vendedor de produto chinês que passa duas horas por dia mudando de lugar pra fugir dos fiscais. A sensibilização delas vai ser isso.
    Pra terminar, um texto pra vocês (podem clicar que não tem putaria NESTE AQUI, hehehehe).
    http://paraisoconcreto.blogspot.com.br/2012/03/bem-viver-revolucionario-3-desenvolva-o.html
    Beijos
    Abigail

  2. cheng

    tenchin vc está certo em outro blog concordei com suas ideias leia o livro o homem domado, ester villar

    1. Tenchin

      Olá Cheng, eu conheço o livro de Ester Villar. Eu li os primeiros capítulos e achei muito interessante e realístico. Tamo junto véi! Se tiver mais algo pra recomendar eu gostaria muito. Abraços da Real!

  3. Tenchin

    Sobre a marcha das vadias eu tive uma discussão ferrenha com as feministas do meu trabalho e dos cavaleiros brancos que alí estão. A última marcha das vadias que houve aqui no Rio de Janeiro teve como slogan: “Não ensine a mulher a não ser estuprada, ensine o homem a não estuprar”. Havia um banner com uma foto de uma mulher jovem, entre 18 e 22 anos, com os braços cruzados e cara fechada com essa frase logo abaixo. A discussão foi por que aleguei que dizer “ensine o homem a não estuprar” já é colocar o homem como um potencial estuprador. Ou seja, todo homem já nasce um estuprador, ele tem que aprender a não violentar as mulheres. Isso é algo que tem se colocado cada vez mais em nossos ouvidos e daí pra nossa consciência e tem se constituído como verdade absoluta e se você discutir é por que você é um machista e quem sabe um potencial estuprador que ainda não foi domado e pode ser um perigo para toda mulher em sua volta. Sem contar que nesta marcha houve uma invasão de uma igreja católica e gritos contra os padres. Em florianópolis, eu acho, homens vestidos de mulher, dançavam em frente a Igreja Universal do Reino de Deus com cartazes feministas. Independente de que religião alguém seja, ou que não tenha religião, desrespeitar a fé dos outros nunca será uma forma de lutar pela liberdade, mas eu acho isso tudo ruim? Claro que não, espero que assim mais e mais guerreiros despertem pra Real e conheçam a verdade que está por trás do feminismo. Concordo com a campanha acima dos homens não casarem com mulheres feministas, mas acho que sempre vai haver cavaleiros brancos pra isso. Só que esses por não terem o pulso firme, vão se ver num inferno no futuro, pois uma feminista não deixa de ser mulher, e uma mulher não vai querer um homem que lhe entregou suas bolas. Parabéns ao post desse dia 29, parabéns ao canal do búfalo, precisamos de vocês! VAMOS CONTINUAR LUTANDO!

  4. chupa

    Perfeito. temos que criar uma campanha Homens não casem com mulheres com pensamento femimimiminista ou algo do tipo

  5. Hugo Leonardo

    “… Os dois primeiros estão andando a todo vapor… ” Isso é fato e eu não posso negar… Mas uma coisa que se tem que observar – e com muito cuidado – é que não basta o cara participar de uma comunidade! A questão é o quanto ele absorvem com a “real” e como eles a executam na vida. Vi uma vez em um blog que o homem que conhece o masculinismo passa por 3 fases.
    1 – Ilusão
    2 – Revolta
    3 – Superação

    A questão é que muitos – inclusive o paspalho que aqui vos escreve – está ainda na segunda fase, o que na minha visão é bem mais perigoso do que se pensa. Como exemplo nós vemos pessoas que, ao ver a “real” escancarada na sua cara, podem surtar e até nunca prosseguir para o terceiro. Não quero me aprofundar ainda nesse assunto, mas é claro que no futuro, se surgir um post do gênero vou ter o prazer em ler. Mas o que quero dizer é que não se deve – isso para os mais veteranos – perder o controle do “todo o vapor” que está sendo gerado. Pois ainda tem muuito revoltadinho “sem causa” só por que a mina que ele tava afim era uma espertinha que o enganou. É bom esse cuidado pra que novos “Engenheiros” não surgam… E é claro Amin, excelente post!!!

  6. andre-desbravador

    mulé só acorda quando os 30 aninhos estaum batendo na janela,
    mas no fim o resultado é o mesm0 os destacados comem o file e a sobra vai pro mediano,

  7. Interessado

    Gostei do texto. Especialmente do o item 3 sobre o que o homem precisa para diminuir a gravidade do quadro. Ser influenciado por uma mulher na direção oposta. Eu fui influenciado sim e pela minha tia paterna. Ainda que de uma forma meio hipócrita como a relatada por vocês. Segundo ela mesma me disse, palavras dela: DEPOIS QUE A MULHER GANHOU LIBERDADE O MUNDO ESTÁ DE PERNAS PARA O AR. Esta minha tia nunca foi casada. E quando eu indaguei o por que disso estar acontecendo. Ela me respóndeu que agora está muito mais difícil para a mulher. Pois agora elas têm que trabalhar e ajudar o marido e não simplesmente cuidar dos filhos….E mesmo assim ela fazia referência a minha irmã. Que nem filhos ela não tem. Apesar de ter mais de seis anos de casada. Ou seja, elas admitem isso. Mas desde que seja para adular ou lisonjear alguma mulher por isso. E não exatamente para reconhecer no homem o papel de líder da família…..

  8. samurai

    2.2 Homens são indiferentes aos crimes cometidos contra outros homens por questões de rivalidade e insegurança.
    Nós temos meios de defesa, mas a verdade, infelizmente, somos muito desunidos.

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