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maio 15 2012

O Lei Feng americano?

Porcaria. Ontem o host em que o Canal está hospedado resolveu tirar uma folga e fiquei mais de meio dia sem sistema! O que fodeu para divulgar o Jornal que publiquei ontem. Caso não tenha escutado o jornal de ontem, clique aqui: Quinto protótipo do Jornal da Real no ar!

por W. F. Price, do The-Spearhead.com

Lei Feng era um jovem que morreu em 1962 a serviço do regime comunista da China de Mao. Depois de sua morte, Lei era celebrado como um cidadão modelo, que se sacrificou abnegadamente pelo comunismo e pelo seu país. Tirando o fato que o Maoísmo saiu de moda, Lei Feng continua sendo uma figura importante na China, e um museu dedicado a sua vida continua popular em Changsha, onde ele nasceu. Eu soube da história de Lei Feng quando assisti um filme sobre sua vida um tempo depois que me mudei para Beijing em 1997. Meus amigos chineses me contavam quem ele era, e me diziam que ele era um grande herói e era muito amado, representando os mais puros e simples ideais da revolução.

Hoje, temos milhões de americanos que trabalham de forma altruísta em favor da sociedade, muitas vezes sem receber nada em troca. Muitos deles fazem isto a contragosto, sendo forçados à penúria pelas mães de seus filhos/ex-esposas, mas ainda temos muitos homens que contribuem para o bem da sociedade sem ter algo que os force para isto.

Um deles é Justin Knapp, um desempregado de 30 anos que aparentemente vive com sua mãe e passa horas do seu dia editando a Wikipedia. Knapp recentemente se tornou a 1ª pessoa a passar da marca de 1 milhão de edições nos artigos, significando que ele colocou milhares de horas no projeto da Wikipedia. Por todo este esforço, Knapp não recebeu nem um centavo de compensação.

Knapp é descrito a seguir:

O antigo entregador de pizza barbado e de óculo de Indianápolis, Indiana, é um usuário da Wikipédia extraordinário. Na última semana, Knapp, de 30 anos, se tornou a primeira pessoa a alcançar 1 milhão de edições de artigos. Ele fez isto passando “muitas horas” todos os dias no site. Knapp nunca recebeu um centavo da Wikipedia e atualmente está desempregado.

Quando perguntado sobre porquê faz este serviço, ele responde:

De forma geral, eu faço por duas razões. A primeira é porque simplesmente eu gosto disto. É como eu relaxo: gosto de ler e escrever. Achando coisas a fazer no projeto é uma maneira de passar meu tempo de uma forma construtiva e divertida para mim. Por outro lado, a edição é uma forma de eu atualizar meus valores. Eu acredito muito na colaboração e se eu posso fazer parte de uma comunidade global e multi idiomas dedicada a dar o conhecimento de forma gratuita, isto me dá uma sensação de fazer algo bom.

Há muita discussão sobre do porquê não há muitas editoras femininas na Wikipedia. Até a própria Wikipedia faz um “mea culpa” sobre tal “problema” vez ou outra. Dado que este serviço é aberto a todos, isto deixa algumas pessoas confusas. Supostamente, mulheres são altruístas e adoram “compartilhar”. Mas isto é verdade mesmo? Elas realmente gostam de compartilhar, ou elas simplesmente gostam de participar da partilha? Talvez mulheres sejam mesmo o sexo mais esperto, e simplesmente não gostam de fazer coisas de graça. Tavez serviços semelhantes que pagam são abertos para mulheres e não para homens. Não importa a razão, a falta de editoras femininas na Wikipedia é colocada como se fosse misoginia e discriminação, como algo que diminui a mulher.

Entretanto, uma coisa que eu gostaria de perguntar as mulheres é se realmente elas topariam trabalhar horas e mais horas de graça. Eu tenho quase certeza da resposta, já que elas detestam a idéia de até mesmo fazer um jantar para a família ou cuidar de seus filhos sem ganhar nada em troca; as americanas lutaram décadas para serem compensadas financeiramente por tudo o que elas fazem. Incluindo, mais recentemente, metelanças em festinhas de universidade.

Então, a não ser que a Wikipedia comece a pagar seus editores, a disparidade de gêneros por lá continuará a ser bem alta. E, no meio tempo, homens como Justin Knapp continuarão a se esforçar para levar o conhecimento para o mundo. Como Lei Feng, que se sacrificou para o bem comum. Entretanto, há uma diferença: pelo menos na China Maoísta, Lei Feng recebeu honrarias. Aqui no Ocidente, caras como Justin Knapp são encorajados a trabalhar ainda mais enquanto ainda são insultados pelos seus esforços, simplesmente porque as mulheres – por escolha delas mesmas – não são igualmente representadas entre aqueles que decidiram sacrificar parte de seu tempo e esforço no projeto.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2012/04/28/the-american-lei-feng/

1 comentário

  1. Caio

    Eu sempre achei mulher bem mais egoísta do que homem, é bem notável isso delas, parece que é fruto de uma insegurança doentia delas, já o homem sempre foi mais fraterno, generoso… é marcante sabe, características típicas de líder social, o homem sempre foi mais tipo assim comunitário enquanto que mulher é extremamente individualista, e detesto quando alguém chama isso de esperteza, nunca pensei assim, e longe que é esperteza, isso mais é fraqueza, tem que se admirar as pessoas fraternas e que partilham, é virtude isso, e não trouxismo, e está diminuindo homens assim, os caras hoje estão cada vez mais parecidos com elas, principalmente em países católicos como o Brasil, o comportamento afeminados. Inclusive procurem não emprestar dinheiro a mulher nenhuma pois elas odeiam pagar dívidas, já cansei de escutar histórias do tipo, ô bicho enrolão e veiaco, elas tem uma cara de pau e são folgadas e rabugentas em assumir que não pagam mesmo, embora tenha muitos homens enrolões, homens são mais suscetíveis sim a cumprir sua palavra, suas obrigações e pagar suas dívidas, e pelo próprio sentimento dele mesmo e caráter de se sensibilizar pela pessoa a quem ele deve e não só por que ele é cobrado.

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