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maio 30 2012

O feminismo e a mítica “falta de homens”

por Rookh Kshatriya

Vamos dar uma olhada no livro “Why There Are No Good Men Left: The Romantic Plight of the New Single Woman” (NT: algo como “Porque não há mais homens bons sobrando: a situação romântica da nova mulher solteira):

Duas revoluções estão em curso no romance moderno americano. Uma revolução na alta esducação criou a mais independente geração de jovens mulheres da história, e uma revolução nos relacionamentos criou uma busca prolongada pelo homem ideal. Através de muita pesquisa e entrevistas, Whitehead documenta o novo clima social em que as demandas do trabalho, o surgimento da cohabitação, o desaparecimento d namoro e as exigências padrões das mulheres de nível educacional mais elevado estão levando elas a ficarem mais tempo solteiras e descobrirem que a busca por um parceiro está cada vez mais difícil  e quando é a hora certa.

Esta “falta de homens” está sendo uma pedra no sapato do feminismo anglo americano desde a década de 1970 (NT: no Brasil, já se nota muitas reportagens sobre o tema ultimamente). Whitehead admite logo de cara que na verdade não existe bem uma “falta de homens” no mercado: entre os americanos de 30 a 34 anos, há 4 homens que nunca se casaram (30%) para cada 3 mulheres que nunca se casaram (20%) (Whitehead, 2003: 10). Na verdade se levarmos em conta os dados de Whitehead, é claro que temos uma falta de mulheres, ferrando com a tese dela toda. No entanto, o restante do livro ignora esse fato, se focando em distrações como o aumento da cohabitação e o declínio dos namoros.

A única solução óbvia para este enígma é que a mulher de classe média está ignorando potenciais parceiros de status sócio-econômico inferior, dando a elas a falsa impressão que há uma “falta de homens”. Indo mais fundo, é claro que a mulher pós feminista de classe média ainda tem expectativas de se casar em meio a esses novos direitos e liberdades. Os privilégios tradicionais femininos foram amplificados pelos novos direitos, o que fez surgir expectativas absurdas: e isto é o principal erro do feminismo anglo americano. É algo totalmente instável, completamente impraticável no mundo real.

O sexo é a arma principal da mulher para manipular o homem, e não é do interesse delas mudar isto. Mulheres sempre racionarão o sexo para o que mais puder pagar, não importa que argumento de “liberação feminina” que elas usem. Na verdade, tão enraizado a expectativa delas de se casarem com um de grandes recusos e status que homens sem essas características são literalmente invisíveis a elas. Então quando lemos que “faltam homens”, na verdade elas querem dizer que “faltam homens que tem mais dinheiro e status que as mulheres”. Assim, a verdadeira natureza e manhosa da mulher pós feminista se revela.

É claro, uma verdadeira revolução feminista teria garantido que as mulheres ficassem indiferentes aos ganhos masculinos e outras “armadilhas” patriarcais. Entretanto, a “Síndrome do Pedestal” neutralizou qualquer possibilidade disto, permitindo que a mulher atual fundisse seus novos direitos com expectativas e privilégios arcaicos.

fonte: http://kshatriya-anglobitch.blogspot.com.br/2008/11/few-good-men-anglo-feminism-and.html

5 comentários

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  1. kraiser

    disse tudo…
    sorte que encontrei uma cocotinha que me aceita, mais preciso arrumar minha vida pra ficar com ela
    mais a maioria das mulheres são interesseiras e arrogantes
    Por isso ficam chupando dedo depois de serem usadas muitas vezes
    Sobre homem ficar com meninas novinhas?
    estão mais do que certos, melhor que pegar mina que transou com 1000 caras diferentes

  2. leo

  3. lucas cantino

    a ultima estrofe,o que dizer??perfeito

  4. andre

    todos ja estaum careca d e saber que homem mediano o comum, só pega resto, e quando pegam viram escravos para poder segurar o resto da lavagem, essa classe de homem que é a esmagadora realidade estaum ai aos montes.
    o cara destacado seja la no dinheiro, na fama na beleza fisica, na bandidagem, esses são poucos para cada 100 homens 98 são medianos invisiveis. isso demosntra que mulé não ama nada, essa coisa de sentimentos romantismo apaixonamento isso é coisa de homem doente.
    reparem quando vc entra em uma padaria tu ve aquela balconista gostosinha e ja fica doido pra passar uma cantada né, agora mulé não se tu é um cara comum tu não e xiste é apenas um animal utilitario.
    repito a minha filosofia ” vontade de foder bucetas e ter somente amor a si proprio isso é ser masculo é ser homem, romantismo apaixonamento sentimentalismo e toda e ssa merda tudo é doença, e pode levar a auto destruição.

    1. Y.

      Pelo seu portugues da pra notar que voce não é uma cara muito instruido, embora eu concorde com o que voce diz a respeito das mulheres, eu discordo quanto aos sentimentos, amar não é doença, doença é o que a sociedade moderna e pós feminista fez com o amor, pensar que ter sentimentos é doença só te faz mal amigo, voce realmente devia visitar um psiquiatra.

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