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abr 26 2012

“Vadia” é só um rótulo

por The-Spearhead.com

De acordo com a ABC News:

A pornografia já é um negócio que movimenta 10 bilhões de dólares – maior do que a NFL, NBA e a Liga de Baseball juntas – e algumas das maiores corporaões americanas estão secretamente ganhando com isto.

O crescimento de qualquer negócio significa mais trabalhos para pessoas que querem trabalhar em tal indústria. Neste caso as trabalhadoras são jovens mulheres liberais atraidas pelo dinheiro fácil, adulação e sim… o sexo da indústria pornô. Com todas essas “machas das vadias” enfatizando seu suporte que mulheres não deveriam ser afetadas por rótulos negativos como “vadias”, as jovens mulheres do pornô enfrentam um estigma muito menor do que já tiveram. Algo tentador para que universitárias passem de agir como periguetes em baladas para fazer cenas em filmes pornôs de orgias finalizadas com esporradas na cara sem muitos traumas.

A verdade é que o imenso aumento da indústria pornô demanda um grande número de profissionais do sexo que acabam passando despercebidas na população porque não há mais estigmas ligados à profissão mais antiga do mundo.

Ao contrário dos homens, mulheres sabem manter segredos sobre si. Elas não ficam se gabando com as amigas, na verdade até mentem para si mesmas. Você realmente NÃO TEM COMO SABER  que aquela mocinha que você pretendia casar e que lhe parecia bem conservadora é de verdade até você descobrir os vídeos dela em algum site estilo “caiu na net”. E como ficam os homens americanos com isso?

Cada vez mais tentando transformar uma puta em dona de casa.

Sim, há mulheres terríveis por aí. Mas elas sempre irão procurar um homem para bancá-las, e dado os incentivos que elas tem há uma grande tentação delas em mentir, falar um monte de lorotas sobre como ela é uma “mulher tradicional que fica em casa, cozinha e cuida dos filhos” que ela jamais fará. Sob as leis de divórcio americanas e ESPECIALMENTE as canadenses, a mulher nunca é penalizada por mau comportamento ou por quebrar promessas. Para aqueles que pensavam que sua noivinha só agia como uma puta na cama contigo e ficaram loucos quando perceberam a enrascada na qual entraram, será que o contrato de casamento precisa uma cláusula de “propaganda falsa”?

fonte: http://www.the-spearhead.com/2012/04/17/whore-is-just-a-label/

OBS: NÃO DEIXEM DE ESCUTAR O GLORIOSO PROTÓTIPO DO “JORNAL DA REAL” DESTA SEMANA:

http://canal.bufalo.info/2012/04/um-projeto-jornal-da-real/

O 1º projeto de um podcast semanal comentando notícias e assuntos relacionados com a Real!

3 comentários

  1. Reno Raines

    Texto muito bom. Fica melhor ainda se listar umas matérias de como nos EUA e Canadá a vadiagem de muitas mulheres é defendida pelas leis feministas desses Países.

  2. Fernando

    Engraçado q uma vez eu comi uma prostituta que era casada e fazia programas sem o marido saber,imagine como ela era capaz de enganar e manipular o otário que enquanto trabalhava para ser um bom provedor sua esposinha trabalhava como garota de programa.

  3. São Jorge

    É realmente impressionante a quantidade de filme pornô que vemos! E ainda mais a variedade de vadias atuando nesses filmes. É muita mulher. Aqui no Brasil o mercado é ínfimo se comparado ao americano, mas de todo modo, olho vivo! Porque se não foi atriz pornô, é bem capaz de já ter se aventurado como garota de programa.

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