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jan 18 2012

Uma prostituta de presente

por Angry Harry 

Uma prostituta de presente: um homem que tentou contratar uma prostituta de presente para seu filho para lhe tirar a virgindade foi absolvido.

Me parece muito estranho que mocinhas de 12 anos ou menos já recebam educação sexual na escola, e, para aquelas que já ficaram grávidas, acompanhamento educacional e dinheiro. Mas pais que tentam dar lições “mais práticas” para seus filhos menores estão quebrando a lei!

Sim, há uma diferença, mas não tão grande, no meu ponto de vista: porque, em ambos os casos, jovens estão sendo encorajados a fazerem sexo; o que, aposto que todos sabem disso, não é uma das melhores idéias dado a confusão que acabamos entrando como resultado de entrar na arena sexual.

Mas o pai, com 42 anos, foi preso porque o jovem escolheu uma policial disfarçada, de acordo com o Tribunal de Nottingham Crown.

Ao meu ver, tais “operações secretas” que estas policiais fazem para poder emboscar pessoas só refletem o quão corrupto são aqueles que trabalham no sistema “judiciário”.

Tais táticas repugnantes podem até trazer alguns resultados positivos, mas ao custo de fazer com que a desonestidade e a enganação sejam a norma para aqueles que deveriam ser incorruptíveis – isto porque, num passado não tão distante, os policiais britânicos eram proibidos de prender pessoas comuns por ter oferecido a eles algum serviço ilegal.

Ainda mais, e botando este caso de lado, com certeza há algo bem desagradável em ver mulheres (policiais) se oferecendo sexualmente somente para punir um homem que acabe caindo nos seus encantos.

Isto me lembra aquelas oportunistas que seduzem celebridades – como jogadores de futebol – e que vão para a cama com eles somente para ter atenção da mídia – e que não tem o mínimo sentimento pelos homens no qual ela engana, trapaceia e prejudica.

Ao meu ver, há algo particularmente nojento nestas pessoas que se infiltram na vida afetiva dos outros somente para machucá-los de alguma forma – e geralmente lucrando com isto.

É claro, quando o assunto são crimes sérios e verdadeiramente graves, eu acredito que seja válido para um policial “se inflitrar” e se misturar com os criminosos para poder conquistar a confiança deles para assim ter as provas do crime.

Mas quando o assunto são transgressões triviais – como a prostituição – tal desonestidade realizada por oficiais do estado não é aceitável para mim. E eu penso que isto só ajuda a criar uma cultura de desonestidade entre os agentes do estado que não fará bem para a sociedade.

Ademais, é claro, quando policiais andam pelas ruas para armar armadilhas contra incautos, haverá muitos outros homens que passaram por ela e que ficarão encorajados a terem “sexo com uma prostituta” – homens que talvez nem pensariam nisso se não tivessem visto ela. E uma hora ou outra eles poderão procurar por isto.

E por favor, não se engane com os esteriótipos de como são retratados dos homens que procuram os serviços de uma prostituta.

A grande maioria dos homens que vão em prostitutas são homens comuns e ordeiros – com a grande maioria deles só procurando um pouco de afeição acima de tudo.

Como sei disto?

Pergunte às prostitutas. Leia os blogs delas.

É claro, algumas vezes prostitutas são espancadas ou mortas; mas não chega nem perto do que as feministas retratam histericamente e que te forçam a acreditar.

Mas é claro, há um número significativo de homens violentos e psicopatas entre a população, e se prostitutas são atacadas por tais homens não  é surpresa alguma.

E o mesmo caso acontece quando o assunto é violência doméstica, estupro, etc etc.

Todos sabemos que tais coisas acontecem, mas não é algo tão frequente como nos forçam a acreditar que seja e outra, não é aceitável punir um homem que não prejudicou ninguém e nem tinha esta intenção – o que é, de longe, a maioria dos casos quando alguém procura uma prostituta.

Oh Angry Harry. Seu palhaço. Quantas vezes você foi a uma prostituta na sua vida, hein? Centenas de vezes? Milhares?

Fale! Fale! Fale!

Ha ha ha. Intrometidos.

Nunca – é a resposta.

Nenhuma prostituta teve o prazer de cuidar da minha parte mais suculenta – tirando a minha esposa, é claro.

E uma prostituta que me custou milhões de vezes mais do que se eu tivesse pago pela melhor profissional do ramo; isto prova que eu devo ser um dos homens mais idiotas deste país.

Putz.

É como pagar milhares de reais todos os anos por um pequeno saco de batatas…

Pode ter certeza que é bem pesada.

…eu fui realmente enrolado!

Jovens, escutem o que tenho a dizer.

Ignorem o que suas mães dizem.

Gastem todo o seu dinheiro em video games, bebidas e vadias.

Se isto não lhes trouxer a felicidade, nada trará!

HA HA HA!

(O que vai acima é só uma brincadeira, hein?)

Isto me lembra algo.

O citado saco de batatas e eu estávamos assistindo um programa sobre o Protestantismo numa tarde. Ele foi feito por Tristam Hunt. Grande erro.

Eu deveria saber muito bem – dado que o programa foi feito pelos politicamente corretos da BBC.

E, como deveria se esperar, o programa estava lotado de lixo politicamente correto.

Até minha esposa concordou em mudar de canal, já que era nojento ver o fetiche de Tristam Hunt em beijar o traseiro feminista.

Vou dar um resumo bem direto do programa.

Mulheres sempre são vítimas.

Bem, se isto é verdade, então que bando inúteis de humanos elas são desde o início dos tempos, hein?

Elas não devem ter contribuído em nada para o mundo exceto por parir filhos, então.

De qualquer forma.

Antes da decisão unânime de mudar de canal, meu saco de batatas fez um comentários interessante, falando que antigamente as católicas iam para as igrejas usando véus.

“E estavam certas,” respondi. “Uma missa é tempo de oração, não um desfile de moda onde todos os domingos a mulherada ia disputar para ver quem tinha o cabelo mais bonito e sedoso. E elas rapidinho iriam começar a usar cintas ligas e mini saias na igreja, se a dessem qualquer brecha.

“Essas SIRIGAITAS!”

“Eu acho”, disse o meu saco de batatas, “que elas usavam véus porque os padres não queriam que os homens se distraíssem com elas e não se concentrassem na oração.”

“Bem, em parte está certa,” eu concordei magnanimamente – mais por causa do bolinho que estava me chamando ali na mesa. “Mas então, isso é o que os homens são. Nossas emoções e nossos sentimentos podem ser despertados tão facilmente.

Veja, estamos cuidando.

Estamos querendo.

Nós somos compassivos.

Nós somos facilmente inspirados até a morrer por nossos países, a arriscar o pescoço para proteger os outros, ou simplesmente para conquistar grandes coisas, para subir até o topo em tudo no que fazemos.

Somos impelidos.

Obsessivos.

Focados.

Apaixonados.

E mulheres sem véus podem atrapalhar nossa concentração.

E é por isto que mulheres tinham que usar véus, e os homens não.”

E depois de ter detonado ela com os meus mais magníficos argumentos, o meu saco de batatas se mandou para a cozinha para me fazer um chazinho – enquanto eu comia o último bolinho.

Oh, como eu sou mau!

Prosseguindo. Você sabia que toda aquela coisa que os psicólogos falam sobre as mulheres serem mais ligadas aos seus sentimentos do que os homens, e mais cuidadoras, intuitivas, mais passionais, etc etc etc, não passa de bobagem?

Bem, agora você sabe!

E é por isto que mulheres usavam véus, e os homens não.

Veja; para manter uma sociedade razoavelmente civilizada no passado, era melhor que os homens não fossem tentados a despejarem suas sementes fora da caixa de entrada de suas mulheres, e era melhor para estas mulheres manterem seus anti spam bem atualizados para não serem infectadas com vários vírus.

Afinal, um homem não vai se submeter a trabalhar de sol a sol para pagar as despesas de um filho que não é dele – especialmente quando sua mulher promíscua ficava de papinho com estranhos e baixava seus anexos enquanto ele estava trabalhando.

Nem ferrando!

“Se ela quer ter sexo com outro homem e ter seus filhos, então estou fora!” era o que eles diziam.

E quem pode culpá-los por pensarem assim?

E assim, manter as pessoas fiéis umas as outras através do casamento foi uma maneira muito inteligente de manter a sociedade unida e não deixar com que ela se esfacelasse – porque isso significaria que mulheres e crianças teriam que sobreviver sozinhas – num mundo perigoso e difícil de se viver.

Elas teriam tempos bem duros.

Então o trato era o seguinte.

A mulher ficava em casa cuidado dos filhos e olhando a vizinhança, e o homem ia para algum serviço terrivelmente chato e penoso – e geralmente perigosos, nojentos e/ou degradantes – só para manter a comida na mesa.

E assim, de acordo com as feministas e seus cãezinhos amestrados trabalhando na BBC, e é claro, de acordo com historiadores politicamente corretos como Tristam Hunt, isto era a “opressão feminina”.

Ficar em casa cuidando das crianças = opressão.

Aturar os mais horríveis serviços 24 horas por dia, 7 dias por semana = liberdade.

Pensem nisto, garotas.

Como seria a vida no passado para mulheres e crianças sem o “acordo” que o casamento dava para elas?

Não havia ajuda estatal, pouca polícia, serviços sociais inexistentes, e poucas esperanças de ter uma vida minimamente decente sem ter que trabalhar até não aguentar mais.

Pensem nisto.

Assim, quando feministas – e seus cãezinhos domesticados como Tristam Hunt – continuam sugerindo que o casamento é um sistema patriarcal feito pelos homens para oprimir mulheres, eles estão mentindo para você.

É mais claro do que a água que o casamento melhorou a vida de milhões de mulheres e crianças no passado.

E melhorou a vida de milhões de homens também.

fonte: http://www.angryharry.com/esProstituteAsPresent.htm?AHbt

5 comentários

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  1. Jonyway

    Mulheres preferem serviços penosos, mesmo que isso custe ficar sem ver os filhos durante toda a semana. No meu trabalho, mulheres que se tornaram gerentes, trabalhando 12 horas ao dia, reclamam sobre o pouco tempo que dispõem para a família. Todavia não largam da função gerencial. Não largam porque querem a liberdade, já que a função gerencial remunera bem seus possuidores.

    Liberdade a todo o custo, esse é o lema. E não só a liberdade, mas o status social e o poder aquisitivo. Das seis mulheres que hoje são gerentes quatro se separaram logo após a conquista. Não precisam mais da figura do homem em casa. O homem era útil apenas enquanto elas não haviam conquistado tal liberdade. Os filhos, ou melhor, o futuro da humanidade ocidental pagará o pato dessa irresponsabilidade social e familiar liderada pela mulher moderna. O pior é que tem muitos homens que apoiam, mormente os cafajestes e preguiçosos, já que não precisam mais se preocupar em sustentar mais nada.Esses mesmos homens cafajestes irão se arrepender mais tarde, pois serão homens velhos rejeitados e maltrapilhos, sem qualidade de vida, sem dinheiro.

    Com isso, toda a sociedade está sendo penalizada. Filhos não possuem mais orientações da mães como antes. Não há mais orientações e acompanhamento do aprendizado social e afetivo das crianças. Homens oportunistas preferem mulheres independentes, pois não querem saber do desenvolvimento pessoal. Mulheres modernas preferem os cafajestes por não quererem nada sério com homens. Elas começam a viver uma vida de fantasias e paixões, mais cedo ou mais tarde irão se arrepender também, pois ficarão velhas e solitárias. Assim caminha a humanidade ocidental, homens e mulheres em papeis não naturais, egoístas e inconsequentes.

  2. Ottis

    A mulher ficava em casa cuidado dos filhos e olhando a vizinhança, e o homem ia para algum serviço terrivelmente chato e penoso – e geralmente perigosos, nojentos e/ou degradantes – só para manter a comida na mesa.

    E assim, de acordo com as feministas e seus cãezinhos amestrados trabalhando na BBC, e é claro, de acordo com historiadores politicamente corretos como Tristam Hunt, isto era a “opressão feminina”.

    E assim, de acordo com as feministas e seus cãezinhos amestrados trabalhando na BBC, e é claro, de acordo com historiadores politicamente corretos como Tristam Hunt, isto era a “opressão feminina”.

    Ele também se esquece que a “repressão sexual” é para ambos os lados, tanto o feminino quanto o masculino. Se os dois jogadores de futebol citados são condenados pela sociedade por frequentarem prostíbulos abertamente, o que falar de alguma famosa que saia pra “rodar a bolsinha” por ai? Será manchete de jornal e taxada de p*ta pela sociedade no mesmo instante

    Ficar em casa cuidando das crianças = opressão.

    Aturar os mais horríveis serviços 24 horas por dia, 7 dias por semana = liberdade.

    Eu não concordo com as feminazi quando elas dizem que a vida do homem era “fácil”. Mas dizer que a mulheres ficava em casa só olhando a vizinhança, enquanto homem trabalhava duro, é uma falácia. Talvez funcionava assim entre as burguesinhas. Mas a mulher pobre SEMPRE trabalhou. Trabalhava tanto quanto o homem para a manutenção da família.

    Por exemplo, minha avó sustentou durante muitos anos a casa tecendo e costurando muito. Mas sem nenhum benefício trabalhista, pois o trabalho não existia socialmente. Aliás, ela trabalha com costura até hj. O meu avô trabalhava, mas a renda era insuficiente para manter os filhos e a casa. Quem teve mais reconhecimento social? Ela que virava as noites na máquina de costura ou ele que saia cedo e voltava à tarde, como trabalhador com carteira assinada e direitos trabalhistas? O que eles conquistaram é visto como fruto do trabalho de quem? Dele ou dela?

    E assim ocorria (e ainda ocorre).

    Então, essa história de que ficava em casa só olhando a vizinhança, é a maior falácia.

  3. Spirit

    Matéria sensacional do Angry Harry! Gosto das reais irônicas que ele dá.

  4. Luis

    É claro que as feminazis estavam se referindo à cereja do bolo quando “lutaram” para conquistar espaço no mercado de trabalho. Nenhuma, a não ser as lésbicas masculinizadas, gostaria de enfrentar um trampo de 10, 12 horas por dia em uma mina de carvão, por exemplo. E mesmo assim, descobriram que a vida profissional corporativa, com suas roupinhas bonitinhas e ar condicionado, não é tão “cool” assim, pq hoje as mulheres experimentam os dissabores do estresse e desgaste psicológico e mental da disputa no mercado de trabalho. Basta ver a quantidade de prozac e outros remedinhos que são consumidos por elas.

    1. samurai

      Toda mulher depois dos 25 começam a tomar prozac ou outro remédio semelhante.

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