jan 13 2012

Transtorno de personalidade borderline – um doente ou somente um imbecil maluco?

Só um aviso aos usuários do Fórum do Búfalo, estamos tendo instabilidades no sistema, por isso o fórum está com uma grande lentidão. Eu realmente não sei exatamente o que ocorre, mas acredito que seja alguma instabilidade nos servidores. Acredito que até o fim da tarde tudo retorne ao normal, geralmente os responsáveis pelo host que o Fórum está hospedado são competentes em arrumar esses problemas.

Agora, ao artigo:

por Paul Elam 

Tenho sido um admirador de longa data dos poucos profissionais que trabalham com psiquiatria que decidem lidar com a verdade, ao invés de apenas ficar vendendo o mais palatável para as mulheres neste senso comum misândrico.

Andar no caminho certo é difícil em qualquer área. Na área que lida com a “saúde” mental que é dominada por feministas, é algo brutal. Eu sei, eu vivi tal vida por algumas décadas. Eu posso lhe dizer por experiência própria que os maiores bombardeios que sofri foi por não ter seguido a linha oficial que o partido nos deu.

Meu primeiro conflito sério foi sobre o alcoolismo, que eu era obrigado a ver como uma doença. Isto era complicado para mim, já que o alcoolismo não é uma doença. Eu não estou especulando sobre isso, ou vendo as coisas sob a minha “perspectiva”. Eu falo que isto é uma verdade irrefutável. Não há nenhuma evidência, nenhuma, que o alcoolismo é uma doença, exceto que foi considerada assim no ano do meu nascimento, em 1957, pela Associação Médica Americana, sem a mínima evidência científica que a suporte.

Isto foi puramente uma decisão política e financeira, que permitia que os médicos começassem a ter motivos para cobrarem alcoólatras pelo tratamento da “doença” deles, o que permitiu que alcoólatras inveterados fizessem o que eles sabem fazer de melhor… jogar a culpa de seus problemas em outras coisas ao invés deles mesmos.  No fundo, todo mundo saia ganhando com isto.

Outra área significativa de conflito que tive que passar no campo saúde mental foi em respeito a tal Transtorno de Personalidade Borderline (ou limítrofe), ou, como acho mais apropriado, “imbecil perigoso que deveria ser evitado como a peste”.

Peço um pouco de paciência enquanto abordo um pouco do básico aqui. Se tratando de problemas psicológicos, nós estamos lidando com um imenso e diverso leque de problemas e suas causas. Temos desordens que são puramente fisiológicas em sua origem, como a Síndrome Cerebral Orgânica, onde uma doença ou lesão prejudica as funções mentais. Esta síndrome tem um termo um pouco antiquado, e foi até removida do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais por causa do aumento das descobertas que apontam para uma causa orgânica (fisiológica) de muitos transtornos psicológicos.

Mas o importante aqui é que descobrimos que muitas vítimas de lesões ou doenças cerebrais tem pouco controle sobre seus pensamentos, e muitas vezes de suas ações. Esta capacidade lhes foi retirada devido os efeitos de um trauma cerebral ou alguma doença.

A esquizofrenia, uma condição devastadora que causa uma série de deficiências cognitivas, suspeita-se que em parte acontece por problemas fisiológicos. Assim como outros problemas orgânicos cerebrais, a vítima é completamente impotente contra seus sintomas e as vezes não tem controle sobre seu comportamento. É uma doença destruidora que literalmente aterroriza suas vítimas. Imagine você vendo agora demônios vindo da parede e te rasgando em pedaços, ou sua mente te dizendo que deus está falando através de seu cachorro, mandando você matar alguém.

Esquizofrênicos não escolhem ter estas alucinações e pensamentos bizarros e sem ajuda médica ou até mesmo legal, eles muitas vezes não tem controle sobre como eles responderão a tais estímulos. De forma parecida, a desordem bi-polar pode resultar em uma psicose aguda, fazendo com que a habilidade que m indivíduo tem de controlar suas ações ficarem no mínimo questionáveis.

Há mais exemplos de quando uma causa fisiológica é a raiz de problemas psicológicos ou comportamentais graves. A depressão é um bom exemplo. Ela pode ter uma miríade de causas físicas e pode resultar em sintomas físicos muito perigosos, como o alcoolismo, abuso no uso de drogas, violência e suicídio.

Mas a depressão é uma desordem, mesmo tendo algumas possíveis causas fisiológicas, que demandam um tratamento diferente de doenças como a esquizofrenia.

Uma pessoa, não importa o quão deprimido esteja, ainda é capaz de fazer escolhas racionais sobre suas ações. 

Vendo sob esta luz, eles são totalmente responsáveis por usarem ou não álcool ou drogas, serem violentos ou até mesmo se matarem. Podemos dar a eles remédios e psicoterapia, assim como prover outros serviços de apoio, mas no fim eles são totalmente responsáveis por cada ação que eles tomam. Mesmo com sua mente ficando turva por causa do problema, eles ainda são capazes de determinar a diferença entre o certo e o errado assim como entender as consequências de seus atos.

E isto nos trás a desordem de personalidade borderline. Este indivíduo, geralmente uma mulher (sim, isto já foi observado) é alguém no qual seu estado mental faz com que ela seja um perigo emocional, psicológico e até mesmo físico para as pessoas que se envolvem com ela, em particular os homens no qual elas tem algum tipo de relacionamento amoroso.

A desordem de personalidade borderline é diagnosticada quando alguns ou todos estes sintomas estão presentes: 

  • um longo histórico de emoções turbulentas ou instáveis, incluindo frequentes demonstrações de raiva inapropriada;
  • um padrão de impulsividade e relacionamentos caóticos, incluindo, mas não limitado, a impulsividade de gastar dinheiro, uso de drogas, relacionamentos sexuais, compulsão alimentar e furtos em lojas;
  • reação intolerante, muitas vezes hostil, de ficar sozinha;
  • repetidas crises e atos de auto mutilação, como cortar os pulsos ou abuso de medicamentos.

Existe um exame mais aprofundado dos comportamentos comuns de uma pessoa que sofre desta desordem, mas você provavelmente não irá achá-las detalhadas na literatura médica disponível. O que vem a seguir são traços comportamentais que observei em anos lidando com mulheres bordeline em ambientes clínicos e na vida real.

  • Uma facilidade para mentir e manipular, particularmente usando a simpatia e a adulação, mas também  para listar a ação de outras pessoas que ela possa utilizar para vantagem própria no futuro, com fins vingativos ou de retaliação;
  • uma propensão para inventar acusações de estupro, abuso sexual e violência doméstica;
  • uma capacidade praticamente infinita para praticar vinganças pelos menores, ou imagináveis, motivos;
  • um prazer sádico de causar danos injustificáveis contra os outros que são vistos por ela como inimigos, ou mesmo contra aqueles que ela considera que não as ama o “suficiente”;
  • a capacidade de justificar e racionalizar qualquer comportamento abusivo, não importa o quão extremo ou quão inocente é a vítima. Não seguem um norte moral;
  • a demanda incessante que os outros gostem dela, mesmo com ela causando destruição na vida de inocentes;
  • a visão distorcida que o abuso que elas infligem não é abuso, mas reclamar ou reagir contra este abuso é algo abusivo para elas.

E mais uma coisa que precisa ser incorporado em seu entendimento sobre a desordem borderline. Elas sabem exatamente o que estão fazendo. Não há nenhum fator orgânico ou deficiência em seu auto controle que provoque elas a fazerem isto.  Seus atos são intencionais e premeditados. Elas sabem muito bem a diferença entre o certo e o errado, o que é apropriado ou não, o que é verdade e o que é mentira, realidade e fantasia.

Elas frequentemente tem empregos e se envolvem em situações sociais em que seu comportamento destrutivo acabam rapidamente prejudicando elas. Geralmente demonstra uma capacidade admirável de auto controle e comportamento apropriado. Qualquer noção de que elas não conseguem controlar suas ações, o que você frequentemente escutará da boca de algum borderline ou de um médico inescrupuloso que lucram com esta condição ajudando elas a racionalizarem seu comportamento, são totalmente fraudulentos.

Elas sabem muito bem o que estão fazendo, e muitas vezes até gostam disso.

Elas sofrem com o caos interno e emoções instáveis? Certamente. Assim como os depressivos, os alcoólatras e aqueles que tem desordens de ansiedade ou outras mazelas. Só não podemos permitir que se dê um desconto a eles ou que machuquem os outros e a si mesmo. E nem devemos.

Dado o potencial absoluto de destruição que um borderline pode ter na vidas dos azarados que acabem cruzando seus caminhos, é muito importante o entendimento do prognóstico de sua condição.

Não há medicamento psicotrópico e nem terapias cognitivas que funcionem em um borderline. Resumindo, eles tem uma condição intratável com o que temos atualmente. Eles não podem ser ajudados tanto quanto eles devem ser isolados para poder ajudar os outros.

Há uma piada corrente entres os psiquiatras que lidam com a borderline. E sim, nós fazemos piadas sobre problemas sérios. É uma das maneiras de aliviar o stress de ter que lidar com estes casos. De qualquer forma, é uma piada curta e grossa:

Você não trata borderliners, você simplesmente os ignora.

E assim, num sentindo mais amplo, é o conselho indireto que se dá para qualquer pessoa que tem o azar de se encontrar na mira de um borderline.

Fique longe dele. 

Siga outro caminho. Não vá atrás. Não pague 200 dólares. Simplesmente caia fora; esqueça qualquer perda que sofreu em sua experiência e fique feliz de não ter perdido mais.

As famílias dos alcoólatras são orientadas a ignorá-los quando eles estão bebendo. É um bom conselho que ajuda o alcoólatra encarar o problema e que salva sua família de muitos problemas. Mas lidar com um borderline não é tão simples ou fácil como ir a encontros do AA e aprender a ter limites. Sua patologia é muito mais séria e perigosa do que isto.

Escute isto, e não esqueça. Eles não irão melhorar. Nunca. Não há nada que você possa fazer, nenhuma bondade que você possa fazer, nenhuma simpatia que você possa oferecer, nenhuma mãozinha amiga, nem a combinação de toda a sua experiência pessoal que você possa oferecer pode fazer com que um borderline seja nada além de uma tremenda dor de cabeça e um pesadelo em potencial que está só esperando a chance de destruir tudo o que você tem, por dentro e por fora.

Na verdade, se você se encontra num eterno dilema se deve ou não sair de um relacionamento com uma borderline, eu sugiro é que você vá procurar ajuda. Ao invés dela, talvez tenha uma chance de ajudar a você descobrir as causas que te fazem ficar ligado a uma vida cheia de abusos, caos e perigo.

Afinal, sempre haverá a pílula vermelha da verdade.

fonte: http://www.avoiceformen.com/women/borderline-personality-disorder-sick-or-just-crazy-asshole/

922 comentários

1 menção

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  1. Eu não suporto ser uma imbecil perigosa no mundo. Eu não suporto chorar todos os dias desde os sete anos de idade sentindo uma dor inexplicavel no peito e uma solidão q numca some. Eu não suporto pensar que posso estragar a vida das pessoas q amo e q nunca vou me sentir satisfeita com nada. Nem pensar q sou brilhantemente inteligente e capaz mas q no final do dia chego em cada sem ar e preciso dormir em posiçao fetal pra me sentir bem. Que me destaco e sorrio com os outros mas q a realidade tem um caráter de sonho tão perturbador que ás vzs fico atônita. Mas oq eu não admito é uma pessoa q vive em outra condiçào achar que sabe muito sobre quem se arrasta todos os dias tentando sobreviver num turbilhão de pensamentos e emoções que sugam toda sua energia. Mês que vem são 20 anos q vivo nesse inferno… e eu gosto de acreditar q se sem motivo externo nenhum, eu me sinto sendo rasgada por dentro todos os dias… um dia os meus pecados vão ser perdoados. Tanto o de existir quanto o de não existir mais. Diagnosticada com depressão recorrente aos 7. Bipolaridade aos 19 e borderline aos 24. Vcs nunca… jamais vão entender e palavra nenhuma nesse mundo é capaz de explicar… enquanto isso seremoa criminosos que vivem a parte da sociedade. Leprosos do novo século.

  2. E quando a MÃE é Border?
    Dar as costas !?? Bem complicado, já não aguento tanto sofrimento mas não posso cortar relações com minha mãe !!

    1. Pode sim

    • Japa Ameaçado em 11/01/2016 às 18:15
    • Responder

    Convivo (a contragosto) com uma mulher border há um ano e não consigo me separar em razão de fortes ameaças contra a vida de meus pais e familiares. Sempre imagino que ela não teria coragem de cometer atos homicidas, mas tenho minhas dúvidas, dadas as características dos borders.

    Pela experiência de vocês, os borders são homicidas em potencial ou são mais propensas ao suicídio ?

    Como tenho pouca experiência nesse tipo de transtorno, preciso e gostaria do auxílio de vocês.

    Estou simplesmente sem norte e muito ameaçado…obrigado até a me casar por conta de ameças contra a vida dos meus pais.

    Muito grato por quem puder me ajudar.

    • noborderman em 10/28/2016 às 13:41
    • Responder

    Passando para deixar um “salve” aos noborders. E torcendo para que os(as) borders não se sintam eternamente ofendidos e busque o tratamento adequado ao seu caso e a sua gravidade.

  3. Olá pessoal!
    Acredito que tenha sido mais uma vítima de um relacionamento boderline. Pelo que já li, tá mais para histriônico, mas, salvo engano, tais disturbios possuem pontos de contato.
    Envolvi-me com uma pessoa por dois anos.
    Mulher bonita, inteligente separada e sem filhos. Possui 41 anos. Se veste e trata os demais de forma sensual. Grande importância à aparência. Agressiva (apenas verbalmente) e hostil qdo não tem suas vontades satisfeitas de forma instantânea. Dramática ao extremo. No face é a pessoa mais feliz do mundo. Diz que tem uma fila de homens atrás dela (diz isso do nada, diga-se).
    No início tudo as mil maravilhas. Com três meses meses dizia que me amava (????)
    Depois de uns seis meses, tivemos a primeira separação. Até aí nada que me levasse a crer que estava com uma boderline. Com trêsFicamos um mês separados. A iniciativa do término foi minha. Neste um mês fiquei sabendo que saíra com um peguete antigo, através do facebook. Voltou a me procurar depois deste um mês e reatamos. Aí começaram os indícios. Começamos a sair novamente e me deu o primeiro bolo numa viagem que marcamos, duas semanas depois após o reatamento. Combinamos de ir a belo horizonte juntos de carro para um festival de gastronomia. Qdo fui pegá´la em casa não estava lá. Fui assim mesmo e descobri que já estava lá em BH (me passou um zap). Não falei nada, não briguei e fomos para o deguste. Não se justificou (cara de paisagem) e ainda resolveu fazer terror psicológico comigo, dizendo que eu não era boa pessoa (escutei e não retruquei), enfim me desvalorizando. Após o evento, chamei para dormirmos no hotel que havia reservado Tinha marcado hotel para nós dois e não quis ir, dizendo que estava na casa de parentes Qdo voltamos a questionei. Disse que a culpa era minha, que havia dito pra ela coisas desagradáveis, sendo que nada havia dito. Inventou na cara dura. Afastei-me, dei um gelo e não procurei mais. Dois meses depois voltou a me procurar, sem se desculpar (detalhe: após isso o motivo do bolo gerou três explicações diferentes qdo questionada). Voltei novamente. Veio o segundo bolo, sem qualquer justificativa. Aliás, tentou novamente me culpabilizar pelo bolo. Afastei-me de novo. Mais um pedido de reconciliação, desta vez admitindo a responsabilidade pelo bolo, mas sem se desculpar. E veio o terceiro e o quarto. Trata-se de uma pessoa confessadamente difícil, tanto que me pediu muita paciência no início, antes dos bolos. Nesse tempo de convìvio descobri que matinha perfil em sites de relacionamento, Aparecia com estranhas manchas roxas na altura dos quadris e mentiras sobre o que fazia. Tinha tb a estranha mania de fingir intimidade com quem não possuía. Engraçado que nas separações me esculhambava, atribuindo condutas que eu não tinha (eu me conheço e meus amigos tb) Na verdade eram projeções da sua personalidade. As condutas atribuídas a mim, eram condutas que ela possuía. Acredito que era para incutir culpa, tipo: arrogante, controlador, manipulador, machista,…(coisas que não sou e por isso nunca demonstrei ser). Estamos há quatro meses separados e nesse meio tempo voltou a me procurar diversas vezes. Forçou encontros, pediu a um parente para me ligar para avisar que estava doente e com medo de morrer. Fui visitar, mas desvalorizou minha visita após eu me recusar a fazer as pazes depois. Aí começou a insistência. Primeiro tentou se aproximar de forma carinhosa. Como recusei, mandou um e-mail listando 780 “defeitos” meus, mas que me amava mesmo assim. A maioria deles traços da própria personalidade dela. Voltou a procurar mandando e-mail há uma semana, dizendo-se saudosa. Fui cuidador e protetor Demonstrei todo meu amor e ela sabia disso. Dava chiliques do nada e ficava semanas sem falar comigo. Fechava a cara, não falava o motivo, pra depois esculhambar pelo zap, sempre atribuindo condutas que eu não tinha. Tanto que quando nos reencontrávamos questionava quem era ela realmente, que numa hora dizia uma coisa sobre mim e em outra o inverso do que havia dito. Nunca procurei (orgulho máximo). O fato é que tenho 40 anos, sou bem sucedido e atraente há muitas garotas querendo engatar algo sério), mas não consigo me desvencilhar dela. Penso muito nela ainda. Dentre os traços citados, ela não possui a auto-mutilação e nem o insucesso profissional. Possui insucesso sentimental. atribuindo ao ex-marido a culpa na separação (vários dos defeitos do ex-marido, elencados por ela, foram atribuídos a mim nas mensagens). As mentiras são fáceis de vislumbrar, pois há contradições gritantes qdo conta a mesma história mais de uma vez. Parece que a memória não guarda fidedignamente a primeira mentira. Pelo face vive sensualizando (se gaba de “x” curtidas). Tem um histórico de desavenças paternas na adolescência e drogas. A mãe morreu qdo criança. Tenho um psicológico bom.Consigo enxergar. Nunca fui reativo nas agressões. Pelo contrário, me calo. . Apesar disso, cheguei a me culpar por fatos inexistentes. É uma gangorra emocional. Sei que não devo voltar, mas gosto muito. Cheguei a idealizar um futuro juntos e me frustra não realizá-lo. Porém, sei que se morar junto vai ser um inferno. Duvido das histórias do ex-marido, pois os defeitos elencados não correspondem ao rótulo de boa pessoa, como ela diz. Pra mim, que sou muito mais racional, as coisas não batem.
    Parece boderline ou histrionismo? Os traços de histrionismo são abundantes. O que vcs acham? Desculpe se fui longo, mas ao mesmo tempo omiti vários outros fatos, para que o texto não ficasse demasiadamente longo. Grato, Gilson.

  4. Escritor e mal amado..melhor ser border…cruzes …

    • Girl Power em 09/21/2016 às 1:36
    • Responder

    Acabo de ler o “artigo” e fiquei bem impressionada (não minto que até rí em algumas partes, pq realmente as vezes parece que somos o próprio demônio) com a descrição sobre nós Borderlines.
    Tenho 27 anos e sou diagnosticada Border desde os 19 anos, onde o meu problema me levou ao abuso de drogas excessivas e por quase 4 anos fiz tratamento pra ver se os sintomas melhoravam. Porém discordo de algumas coisas escritas neste artigo, pois hoje já se pode comprovar cientificamente que o cérebro de um border é diferente de uma pessoa tecnicamente normal. Sim, eu fiz essa merda de teste que vc sita no artigo, quase fui internada diversas vezes por surtar e quase acabar com a minha vida. Tenho marcas pelo corpo todo de cortes feitos geralmente com navalha e quando a navalha não estava presente, era com o próprio dente que eu me machucava mesmo.
    Pois bem, no artigo fica nítido o fato de que pessoas que convivem ao lado de border’s tem um enorme desprezo por pessoas como nós, e que para vcs tudo o que fazemos é por escolha e talvez até por birra (coisa que já escutei MUITO!).
    Meu falecido pai a 8 anos, era esquizofrênico, ou melhor, foi diagnosticado esquizofrênico por mais ou menos 15 anos antes do seu falecimento, e por parte de mãe minhas duas únicas tias, ou seja, as duas únicas irmãs da minha mãe TAMBÉM são esquizofrênicas, ou seja, não tive como escapar da louquice.
    Eu desde o 3 anos de idade tenho sintomas da doença, porém nenhum psiquiatra e psicologo conseguia saber o q se passa comigo e foi quando aos 19 anos pesando 47 quilos, cabelos caindo e inteira marcada, digamos que praticamente MORTA, conseguiram achar a merda do problema q eu tinha, pq eu não era esquizofrênica igual ao meu pai e minhas tias (irmãs da minha mãe), mas “normal” eu tbm não era, ou melhor, quem é normal não é mesmo? rsrsrs…
    Hoje aos 27 anos, sou mãe de um menino lindo de 3 anos e parcialmente casada, pois querendo ou não ainda passo por diversos problemas no meu relacionamento, ainda mais pelo fato de ter optado por não tomar mais remédios e tentar seguir como qualquer outra pessoa, e q mesmo assim, mesmo tentando me controlar ao extremo, existem vezes que isso é impossível. Eu não sei diferenciar meus sentimentos e não sei lidar com eles, pra mim isso é muito difícil, entro em várias crises sem saber o que se passa comigo, pq estou daqle jeito e como vou fazer pra melhorar a situação. Hoje conseguiu “superar” algumas adversidades desse lixo de doença, pq sim é uma doença. Não existe remédio específico para tal (tanto que até remédio pra epilepsia meu médico passava pra evitar meus surtos), mas existe o bom senso, o amor e a compreensão de TODOS.
    Se vcs amam uma pessoa que tem esse problema, estejam do lado dela e tente apoia-la, pq se é dificil pra quem está do lado imagina pra sente sente e passa por essa confusão emocional? Empatia é a palavra chave.
    Quem realmente é borderline, que foi diagnosticado como tal e que as vezes como no meu caso é genético, é muito complicado lidar com tudo isso e deixo claro aqui que isso NÃO É FALTA DE VERGONHA NA CARA, mas sim uma coisa muito séria.

  5. Acho que sou boder… Sério eu li cada comentário, cada trecho, cada frase!!!

    Não sei oque dizer não é ele sou eu!!! Sempre fui eu, sou eu o tempo todo!!! Conheci meu atual marido quando tinha 14 anos no colégio… Delá para cá são 12 anos juntos, foi meu primeiro e único amor… Algo tão inexplicado que por alguns momentos acredito saber oque ele pensa…Sim parece loucura mas, aquela tal cumplicidade no olhar acontece muito com a gente!!!

    Estou um pouco assustada, vou procurar um bom psiquiatra e ver oque consigo!!! Infelizmente sempre fui eu o tempo todo, recentemente tivemos uma ultima briga, desta vez foi ele quem iniciou uma discussão banal sobre a louça suja na pia… O desfecho foram uma churrasqueira de concreto destruída, pratos, panelas, copos e todos os itens da cozinha como sanduicheira, cafeteira, etc… Ao inicio de uma discussão tenho sempre a necessidade de ir fundo, o mais fundo que puder, não posso simplesmente xingar, devo ofender, ir lá no fundo do poço escolher cuidadosamente as palavras que sei que ferem a alma, as velhas feridas eu preciso abri-las e vê-las vertendo sangue pra que me sinta conformada.

    Na última discussão eu fui ao fim do poço, testei ao máximo do limite e da tolerância. Meu marido não aguentou e me deferiu vários tapas na face… Com o nariz sangrando ea cabeça quente fui a delegacia e prestei queixa contra ele. Pedi pela representação e fiz com que ficasse alguns meses detido, como um bandido, um criminoso. Algum tempo depois não conseguia me sentir arrependida. Para ser sincera até hoje acredito que tenha sido merecido por ter tido a audácia de me bater, mas, depois reflito e relevo. Sou altamente destrutiva, consigo manter amigos e bons relacionamentos profissionais, sou calculista e manipuladora. Sempre consigo o que quero mas, nunca me sinto satisfeita com minhas próprias conquistas.

    No trabalho me sinto confiante e altamente capaz. Tento não dar importância aos pequenos desafetos. Sempre recebo elogios pelo trabalho desenvolvido e pela ótima gestão de equipe, não tenho nenhuma dificuldade.

    Em casa sou outra pessoa, não sei se consigo definir… Sinto ódio quase todo tempo, sou extremamente infeliz com este relacionamento e embora não tenha tido outra pessoa ou outros planos sinto que meu marido me suga a vida, as vezes amo o jeito dele e as vezes só quero viver em paz, sozinha.

    O mais estranho é a necessidade que ele tem de estar perto de mim, a pena, a piedade e o compromisso de sempre estar ao meu lado. Isto acaba comigo, porque já decidi que quero seguir sozinha, sou melhor sozinha!!!

    Mas, ele insiste em agir como se me perdoasse por tudo. Quando na verdade ambos sabemos que nosso relacionamento não é natural, não podemos continuar assim…e por mais que eu tente ele continua forçando sua presença, oferecendo seu amor e me tornando cada dia mais confusa e surtada.

    Realmente sinto que sou border e gostaria de ficar sozinha. Mas, ele encara como se fosse uma traição o fato de eu não querer continuar com este relacionamento.

    Pior temos filhos, e os pequenos vão me ver perder o controle e odiar minha vida ao lado dele.

    Oque faço??? Não tem cura???

    1. Olá acho que vc deve procurar um psiquiatra. Se você se sente tão infeliz com esse relacionamento porque não vai embora? No começo voce relata que vcs tem uma simbiose e que ele foi e é o seu único amor, e no final se diz sugada por ele e infeliz nessa relação, isso é bem típico do Borderline, essa dicotomia, amar e odiar, preto e branco, 8 ou 80 ,não existe meio termo. Você realmente precisa de ajuda, se você já decidiu seguir sozinha vá na Paz procurar a sua felicidade e dar ao seu marido a chance de ser feliz também, quem sabe sozinho ele não encontra alguém a quem ele possa dar esse amor que você não quer mais.

  6. Nossa…acho que irei repetir mta das coisas ditas aqui até agora, mas acho que é a única forma de me expressar sem ser julgado culpado e responsável e/ou sem interferência familiar.
    Graças a Deus ao ler esses comentários, vejo que não sou louco, e que não sou o único que esta passando por isso.
    Sempre trabalhei com pessoas e sempre fui visto como uma boa pessoa e graças a Deus sou querido por onde passei como profissional, e com minhas ex tenho relacionamentos saudáveis, mas ex é ex claro.
    Fiquei 2 anos sem namorr ninguem, por escolha msm, me reconstruindo de um relacionamento delicado. mas ai quando finalmente estou pronto para amar uma outra pessoa, surge ela, linda, de sorriso largo, de perfume marvilhoso, de tom de voz super agradavél, e borde.
    Sinceramente, não sei o que faço, ou na vdd sei sim, mas a falta de coragem de deixa-laé uma constante, temos pouco tempo de relacionamento, 5 meses, mas estou completamente apaixoando, sabe aquela colocação de que se os pontos positivos forem melhores que os negativos ainda vale apena? Pois é, não estão sendo mas ainda assim nao consigo largar.
    Em 5 meses de relacionamento ja vi de tudo, e olha que esta fazendo acompanhamento, mas sinceramente, como disse o relato do texto, não acredito que exista cura. Sou sempre o errado em tudo, tudo que falo é motivo para colocar o mundo abaixo, agressões de todas as formas imagináveis. sabe o que me mata, saber que eles sabem o que fazem,o sorriso sarcastico, da necessidade de aprovação das pessoas, e quem esta ali do lado apenas querendo dar amor e cuidado é tratado como lixo, tratado como uma pessoa ruim, e depois terem a audacia de dizer que nao queria dizer aquilo,que foi no momemnto de raiva, que vai assar, que a culpa foi minha, que sou isso e sou aquilo. Olha, a biblia fala que a boca fala o que o coração esta cheio. Ser tratado como lixo, e ver a pessoa sorrindo como a melhor pessoa do mundo, cara….isso é um sensação de impotência tão grande quando se ama.
    É só um desabafo, na vdd só quero ser feliz, comprei aliança de compromisso, fiz mil declarações, ela chorou, disse que nunca foi amada e nunca amou assim, mas me pergunta quanto tempo isso durou? Bom…é isso, vou tentar arrumar minha vida assim como vcs.

      • noborderman em 10/31/2016 às 18:00
      • Responder

      Fique satisfeito por arrastar este calvário por tão pouco tempo. Diga a ela pra procurar ajuda e VAZA. Se estiver em SP? Indique o Amborder da UNIFESP.
      Insistir só lhe trará mais e mais dissabores, dos mais variados. Num dia ela se joga aos seus pés, chora, no outro ou até nesse mesmo dia. Ao seu lado é bem capaz de estar articulando alguma nova investida. Elas não se fixam em relacionamentos com cafajestes. Elas podem até curtir o momento. Mas não vinculam. E também está para nascer o cara cafajeste ou não que tolere tanto abuso. O abuso que exercem tem que ser tolerado como se fosse uma carícia. Agora você reclamar, ou até quando chegar o momento que mesmo você sendo um cara teoricamente do BEM e se ver numa situação do tipo: “Meu Deus tira essa FDP da minha frente, porque se não eu vou preso”. E não duvide disso, se decepcione agora e toca a vida. E se prepara, quando você estiver de boa, se recuperando, do nada ela dará um jeito de pedir algo para você, pois você é o pretenso “homem da vida dela”.
      Se cuide, infelizmente não tem cura. Rola um pouco pra baixo, tem um texto imenso postado com o título: “Danos cerebrais…”. Recebi de uma amiga feita aqui neste canal. Raro né?
      Mas acontece também de uma mulher ter a infelicidade de dar de cara com os outros 25% (homens) borderlines.
      Tem uma espécie de ECT sendo utilizado para quem pode gastar, mas é tudo estudo.
      Eu fui juntando informações, dados, artigos, conversas com familiares, e bingo!!!
      O componente genético é um fator preponderante, no meu caso, o pai dela era um border em potencial, ou até um provável psicopata. Morreu (foi morto) jovem. Se estivesse vivo, duvido que a convivência de pai e filha seria pacífica. Um já teria dado cabo do outro.
      Ela?? Ah…ela…linda…fascinante. Mas vai tocar no assunto de buscar ajuda. O lunático, problemático sou EU. Na fala dela ela pode até ter alguns problemas de cunho depressivo, de ansiedade e etc. Mas o problema sempre estará no outro.
      Fuja o quanto antes desse manicômio ambulante. No amor a gente tem que se sentir bem.
      Não ficar igual a um cachorrinho mendigando uma eventual recompensa.
      Meu caro pra um(a) borderline só o tempo e a vida. Digamos que de acordo com o que preconiza os estudos, inclusive o DSMV, lá pelos 30/40 anos as nossas amadas estejam mais estáveis. E aí? Estudos, carreira, vida, etc. Foi tudo pro saco.
      Você já imaginou se nós dois eu e você resolvéssemos acordar para a vida aos 40?
      E essa estatística é controversa, dias desses li um artigo dizendo que uma mãe borderline não seria uma boa mãe. Já li que a maternidade ajudaria algumas.
      Pensando na minha experiência, chego a passar mal, só de imaginar que a minha “amada” tivesse um filho comigo.
      Primeiro não seria fácil, segundo meu amigo, tem a tal herança genética e se ela tivesse uma menina seriam os mesmos 75% de probabilidade de além de mãe eu ter que conviver com uma filha com o mesmíssimo transtorno.
      Você tocar um relacionamento já é uma tarefa complicada. Você ser pai separado idem.
      Imagina ser marido ou ex-marido de uma bomba relógio dessas? Com cria a tira colo ainda?

    • Bruno Cesar em 07/19/2016 às 17:14
    • Responder

    Só agora pode ter a dimenção do risco na qual eu estava correndo com minha ex namorada,no fundo eu ja desconfiava que ela tinha algum problema,mas não sabia qual era,se soubece que era esse,ja tinha pulado fora antes.Vai fazer um mês que terminamos,e não quero mas reatar com ela,a mulher mudou do nada comigo,antes eu era o AMOR da vida dela e agora sou o vilão da historia,por mas que eu tentava entender o porque de tanta agrecividade comigo,ela não tava nem ai pros meus sentimentos,2 semanas sem dormi por causas das chantagens e ameaças dela me ligando.E eu tentando ajudala e entender o porque,ao ponto de sugar as minhas forças e eu cair doente,agora que estou me recuperando e ela me vigiando,to fora me isolei dela legal.Eu juro que tentei ajudar na maior boa vontade,mas quando eu percebi que tava sendo tudo em vão,e ela não tava nem ai pro meus sentimentos cai fora ou melhor,graças a Deus ela quis termina comigo,por pilha de uma amiga louca igual a ela,que sofre dos mesmos transtornos por isso que se dão bem,uma dando patada na outra.É muito dificio de lidar com esse tipo de pessoa,nos primeiros meses ela era a mulher perfeita:(Amavel,Educada,Carinhosa,Compreenciva,Amiga,..)Depois que fui oficializar de vez a nossa união.Nossa a mulher virou outra assim do nada.Não vou nem comentar o que ela me fez comigo,com certas chantagens,paranoias,mentiras,fofocas,intrigas,fofocas de mim,pra me ferrar e me deixar mau com meus amigos e os dela,e ta fazendo pra ser passar como coitadinha e boa,que fiquei sabendo de um amigo.Isso que me deixou com uma magoa dela profunda,dei amor carinho,respeito,compreençao,ajuda.Pois agora pode enchergar que o ex-dela não era esse demonio todo na qual ela me falava do cara,pois ela fez as mesma coisas com ele,as mesma juras de amor,e o cara se afundou tanto,que até morreu.To fora dessa mulher,só tenho pena do proximo que ela arruma,se não abrir os olhos rapido já era,ou tomara que ela arruma um assim com os mesmo transtorno,ai vão se dar super bem,igual ela com essa amiga…

  7. gostaria que alguém q conhece bem o quadro de border conversasse um pouco comigo, pois estou em dúvidas se meu ex é um, ou se é na verdade um psicopata!

    pode me deixar face, whats, e-mail? agradeço mto

  8. São sem vergonha, sabem muito bem o estão fazendo, e sempre tem total noção do mal que fazem. Caia fora! Viva sua vida! Esse “abacaxi” não é seu para descascar, devolva para o pai e para a mãe, deixem que eles descasquem…rs
    Eles tem o capeta no couro, a personificação da maldade.
    Tem muita gente boa por aí, muito bacana e inteligente para se conviver.

  9. Espantosa verdade! O relato é 100% como agem! Chocante!

    1. Porque elas border são tão promiscuas. namorei uma que fazia tudo comigo mais me dizia que com o marido era outra mulher que sentia pelo marido respeito e não queria que ele pensasse que ela gostava de sexo. era muito briguenta ,me falava que não gostava do marido mais tinha prazer em fazer ciume e o cornear o pai da filha dela . me apaixonei depois de um ano com ela mesmo achando que ela era uma doente em relação ao sexo. depois não queria mais sexo mas sempre me procurando e eu me sentido mal por ela ser casada . ai ela me contou que tinha varios amantes e que algus ela provocava para que batecem nela ,fiquei assustado com a declaração dela, porque nesse ano que ficamos juntos ela me contava da vida dela de casada que era bem recatada ate no modo de se vestir e pude costatar pois frequentavamos o mesmo clube social ela me falou que fazia terapia pois a familia e o marido achavam que ela tinha um transtorno limitrofe o borderline. sei que ela não vale a pena e que essa conduta moral dela e duro de aceitar mais pesquisando na internete vi que esse transtorno tem haver com promiscuidade todas são assim???

      1. Já conheci casos horríveis relacionados a esses problemas. Pessoas que no circulo social, na família, no trabalho foram perseguidas e tiveram vidas destruídas e carreiras interrompidas por conviverem com pessoas movidas por sentimentos patológico. Os lúcidos precisam aprender a perceber e a reagir de forma a se proteger, seja se afastando destas pessoas, seja denunciando-as a elas mesmas e aos que as rodeiam para que, nos processos de causa e efeito, não acabem sendo vítimas da insanidade delas. Milhares de casamentos, amizades, parcerias, sonhos e projetos de vida já foram destruídos pela convivência danosa com indivíduos aberrados. Nossa dinâmica social patológica infelizmente permite que tais mentes convivam no meio social sem serem percebidas, provocando situações ruins e muitas vezes desgraças e mortes. Essas pessoas são muito doentes e sendo assim inocentes em suas atitudes e sentimentos, mas com certeza não são nem um pouco inofensivas!

  10. Cara ,o seu relato parece que esta falando da minha vida ,so que eu tenho um filho de 8 anos ela nos abandonou passou um ano separada em S. Paulo( moro em Salvador Ba) e voltou . e o pior e que eu aceitei de volta pois a mesma não tem emprego nem casa para morar esta na merda mais não reconhece . arrogante borderlouca nem sei mais o que sinto .amor, tezão , raiva ou pena elas são ums estorvos vestidos de mulher sexaup e ficamos presos., porem agora que entendo a doença lido melhor com ela e minha vida. ,mas não sei o que me faz querer ela por perto. O meu filho esta super feliz.

    • Rose Souza em 05/17/2016 às 21:29
    • Responder

    Eu convivi 15 anos com uma filha Q na minha visão era uma filha de ouro até o dia Q acordei e ela tinha se suicidado dentro da nossa casa , arrasando com minha vida de uma só vez. Deixou em um diário Q eu desconhecia toda a sua vida de dupla petsonalidade e qual foi o diagnóstico. ?? Ela era borderlaine e eu não sabia , PQ de tão perfeita ela nunca deixou escapar nada da sua vida errada, mas deixou td escrito em seu diário e junto minha vida devastada somente em lê tudo Q ela fazia nas minhas costas , inclusive me deixando mal perante nossa família PQ no diário ela deixou escrito os nossos segredos . Enfim hj sofro muito . Mãe de bordelaine .

  11. Impressionante como eu me identifico com os relatos aqui… Como me faz bem revisitar este fórum e ver que eu não estou ficando louco!

    Até os ciclos são iguais:

    1 – Briga com tudo que é baixaria;
    2 – Rompimento;
    3 – Esforço da reconquista (da parte dela, quando finalmente estamos elaborando um luto);
    4 – Volta da relação, cheia de amorzinho;
    5 – Estranhamento;
    6 – Briga, de novo;

    Eu, infelizmente, não posso eliminar a louca da minha vida, pois tenho uma filha com ela. Não vou mentir pra vocês, ela me ensinou um bocado sobre educação de crianças. Mas, por outro lado, é uma bomba-relógio! Não chega a tentar se matar, usar substâncias perigosas ou nocivas, mas tem uma série de traços borderliners. Faz coisas inacreditáveis: usa minhas fraquezas contra mim no momento mais delicado possível, usa minha filha pra me chantagear (indiretamente), diz que vai dizer à polícia que eu abuso da pequena. Tudo isso nos seus momentos de ódio mortal, desproporcional, no calor de discussões que sempre acontecem, acontecem o tempo todo! É impossível estar em paz com uma pessoa dessa, estamos sempre tentando consertar as coisas. Sempre!

    Tenho várias propostas legais de mulheres bonitas, saudáveis e inteligentes. Mas estou dando um tempo pra me acertar de novo na vida. Preciso me estabilizar, relembrar quem eu sou e sair dessa, de uma vez por todas. É f*da porque a mulher sabe como nos agradar. Mas to no caminho de conseguir. Entrei numa terapia muito por causa disso.

    Bom poder ler os relatos de vocês!

  12. Tenho transtorno borderline e sinceramente achei até meio preconceituoso esse artigo, somos seres humanos e precisamos sim de carinho e atençao como qualquer outra pessoa “normal”, eu tenho um relacionamento saudavel e de longa data, todos os dias é uma luta diaria pra mim nao brigar ou surtar mas eu consigo e se nao fosse o apoio da pessoa que eu estou eu estaria bem pior, ela me ama e vivemos super bem! ela nao precisa fugir de mim pois nunca iria e irei fazer mal a ela!

    1. Olá Talytta, que bom que vc se da bem com a sua parceira,mas na maioria das vezes não é assim que acontece, eu por exemplo já perdi as contas de quantas vezes fui traída e maltratada pelo meu marido e isso porque o trato super bem,ultimamente depois que começou o tratamento é que ele começou a melhorar um pouco, mas ainda temos um longo caminho pela frente. Esse artigo não é preconceituoso , ele simplesmente fala sobre o outro lado da moeda, ou seja, ele fala de nós os não border e a nossa convivência com os borderlines, como somos tratados por nossos companheiros e companheiras borderlines, são relatos de pessoas que sofrem tentando ajudar os borderlines a caminhar um dia de cada vez, pessoas que sofrem tanto quanto vcs, aqui nessa página podemos falar, trocar experiências e principalmente podemos ser ouvidos sem que aconteça uma reação de fúria contra nós os parceiros. Leia os relatos e veja como é o nosso mundo. Espero que vc fique bem e siga a sua vida em paz e harmonia.

    • noborderman em 05/05/2016 às 11:27
    • Responder

    Olá Mary. Minha pós foi em D.Q. Até então não tive embasamento em TPB. Oque via na clínica era comorbidade de dependências químicas associadas ao TPB. Tive que sentir na carne como qualquer outro (a) que amou uma pessoa borderline que fode com tudo e todos e atualmente preferiu ingressar no curso de psicologia ao invés de buscar tratamento. Por ser muito jovem terá muita vida e estragos a serem perpetrados mais adiante. Mas vou lutar pra me desintoxicar. Me deixei vislumbrar por ser “escolhido” por uma linda jovem e bem mais jovem do que eu e me dei muito mal. E o pior correndo o risco de prejudicar inocentes. Eles sempre ficam com a palavra final, restando-nos concordar ou pra preservar o resto da nossa sanidade mental, nos distanciando. São doentes. Por isso postei o artigo sobre danos cerebrais. Preciso me apagar a isto. Como diz um amigo: o prato de cocaína sempre estará cheio, é só não cheirar. Obrigado pelo vosso feedback. Mesmo tendo pós me fudi. É por isso que já comentei que fora a a complicação do border se tratar? É raro profissionais na psiquiatria e psicologia que efetivamente tratem de TPB. Olha Mary seriam heróis pra lidarem com a AIDS da psiquiatria.

  13. E eis que chego aqui em uma recaída mental (por sorte SÓ MENTAL) com o ex NAMORADO border (vejo muito relatos só de borders femininas).

    Mais uma história que se repete, mas como vejo poucos relatos masculinos vamos aos fatos. Um ano de término de namoro, só dei nome aos bois pro comportamento dele, logo após o término definitivo, porque claro como boa ex namorada de border houveram no mínimo uns 6 términos vindo dele. Nem vou entrar no mérito da história inteira senão ficaria meses escrevendo aqui igual a Fernanda hehehe o que ocorre é nesses 12 meses separados, houveram várias formas de contato e todas TODAS me deixaram MUITO mal, sempre. Sadismo, egoismo, falta de empatia, manipulação, conhecer nossos pontos fracos mais doloridos, e usadas argumentação certeira pra mexer com o psicológico foram as armas usadas pra esse jogo desleal.

    Eis que estou bem tranquila da minha vida, conhecendo muita gente bacana. malhando, fazendo dieta, trabalhando estudando, enfim seguindo..claro que sempre tem aquele pensamento na pessoa la no cantinho reservado ao trauma…mas levando muito bem. Quatro meses sem contato absoluto (1 ano de termino), eis que chega msg…. eis que consegue minha atenção, eis que caio na armadilha, eis que me fodo de novo….me deixo levar mentalmente pelas declarações de amor eterno, a falta e arrependimento sentidos… até descobrir por outras vias, que o ser doentio, namora outra pessoa há MUITOS meses e desde SEMPRE me manda msg, emails, sms…se duvidar com ela do lado. Senti raiva, odio, mágoa, nojo, arrependimento e tudo aquilo que todos nós sabemos o que eles causam…. 24 horas de choro copioso se seguiram até voltar a mim lendo todos os depoimentos de vocês. E mas uma vez me conscientizar, que o livramento é a maior benção que nós podemos ter. Que meu anjo da guarda esta sempre fazendo de tudo pra que eu corra pro mais longe possível.

    Homens border usam na caracteristica materna de sua companheira, em sempre querer cuidar, zelar pelo amado e exploram isso até a última gotam, sabem atingir o ponto fraco sentimental de quem tem esse comportamento maternal instintivo. São ardiolosos, crueis com palavras e atitudes, só pensam em si e nos seus sentimentos.

    Quando enviei msg resposta que não acreditava que ele estava fazendo aquilo, me mandando msg de eu te amo estando namorando, a resposta veio no mais puro sarcasmo, com uma gargalhanda e um: “ah ta que vc não sabia isso??? conta outra”

    Por mais que a gente saiba racionalmente do que eles são capazes, depois que vc cai na armadilha fica cego, fica burro e esquece que esta falando com uma mente doentia, capaz de em poucas horas de conversa te desestruturar inteiro.

    Enfim, retomei meu centro, e agradeço por cada um de vocês que postam sua experiências aqui, ajuda MUITO saber que não estamos só, e que apesar da dor de se desfazer de algo que ama, a distância SEMPRE será a melhor opção pra quem sofreu com um border.

    juro que cheguei a pensar que pudesse manter uma amizade, um dialogo mas é IMPOSSÍVEL completamente IMPOSSÍVEL se vc ja amou um border ter QUALQUER forma de contato com ele/ela

    1. oii, gostaria que alguma mulher q já namorou um border conversasse um pouco comigo, pois estou em dúvidas se meu ex é um, ou se é na verdade um psicopata!

      li q borders são mto sentimentais (eu tbm sou, mas consigo controlar minhas atitudes) e ñ entendo esses relatos de q eles usam e machucam as pessoas! isso ñ é atitude de uma pessoa sentimental! eu sempre me sacrifiquei pelos outros, e só estourei depois d mto abuso mesmo!

      pelo q li, qm faz isso seria um psicopata, q ñ tem emoção alguma! estou em dúvidas!!!

      eu sou bipolar, mas eu tenho um controle incrível, somente ñ sei superar as crises depressivas q me anulam e ele fez eu entrar em mais uma, pois me faz me sentir culpada! Se eu tiver certeza q ele é doente irei conseguir seguir em paz!

      alguma pode me deixar face, whats, e-mail? agradeço mto

    2. Oi Mary, também tenho um ex border. Somente agora concluí que se trata desse transtorno, cheguei a pensar em psicopatia e narcisismo, pois ele tem certos traços. Mas agora tudo faz sentido. Já sofri horrores com a culpa que ele me fez sentir e tudo mais. Agora estou naquela fase mais racional de entender que não temos futuro e que não devo mais cair na conversa dele de se reaproximar (já caí várias vezes e sempre descobria que tinha outra mulher em quem ele estava investindo também). Ultimamente tenho dado uma de terapeuta com ele (preciso tratar minha codependência e mania de ser a cuidadora). Gostaria de conversar com você, talvez possamos nos ajudar.

    • nobordeman em 04/24/2016 às 12:21
    • Responder

    desculpe os erros gramaticais e português escrevendo smartw

    • noborderman em 04/21/2016 às 11:46
    • Responder

    Olá Fernanda quanto! Na época dos desatinos da sua namorada border eu sempre considerava seus posts sensacionais. Até brinquei e fiz de verdade, usei aquela sua dica pra sairmos de vez e uma relação border. Lembras? Que vc citava o quanto seria desperdicada nossas energias positivas num terreno inóspito. E que essa energia poderíamos utilizar com pessoas e em momentos positivos.
    Voltando a ler a respeito do seu momento atual só posso crer que pessoas como nós devem possuir um magnetismo terrível pra relações problemáticas. Sai ou melhor na última e derradeira vez fui saído da vida da minha adorável border. Mês e meio depois me procurou e tome recaída. Espero agora ter forças pra me manter afastado. A border que não admite ser borde? Preferiu entrar na faculdade de Psicologia ao invés de se tratar. Sorte pra ela. Difícil se desvincular de alguém amando a criatura. Mas como citam em determinado momento no livro pisando em ovos, o marido só foi se dar conta no momento em que se pegou dizendo que acontecesse o que fosse, ele não “abandonaria” a esposa que estava casado há 15 anos; foi aí que ele caiu em si que havia abandonado a si próprio. Sou um cara maduro, me sentia ameaçado, encurralado, sentimento que a palavra da outra pessoa sempre tinha que prevalecer. Até surtar e devolver os abusos em moeda similar. E aí ser taxado de abusador, torturador psicológico e etc. Tudo de mal que eu suportei tinha que ser enterrado e perdoado. Já os meus revides; esses SIM foram e sempre serão abusos.
    Tudo de bom Fernanda. Ingressei num grupo de codependentes. Estou afastado, mas vou voltar a frequentar. Se vc quiser dar uma olhadinha no site, funciona tal como os demais que seguem os 12 pessoa. Chama CODA (www.codabrasil.org). Vibrando para que vc não se magoe mais ainda na atual relação. Eu ainda estou cego e inseguro, mas se Deus quiser é questão de tempo pra sair fora desse pesadelo. Eu fiquei quase 3 anos sem namorar ninguém. Aí surge a encantadora border e em dois anos foi tanto atrito, como vc disse certa vez, já nem sabia mais o motivo da última briga. E parece piada num dos tantos períodos de afastamento me envolvi com uma pessoa que igualmente em 45 dias quase me surta de vez. Não era border mas queria porque queria aplicar o golpe da barriga. Foi um estresse em cima do outro. Daí até partiu a motivação de partilhar história semelhante a sua. Jura que nesses 2 anos a border desencanou de vc? Forte abraço fique bem. Só por hoje tentando manter a minha serenidade e sanidade. Doído mas é muita incoerência da minha parte sabedor de que me faz mal e numa eventual procura ser novamente envolvido numa atmosfera doentia. Esse artigo sobre o sistema límbico também me trouxe algum alento.

      • Fernanda Rangel em 04/24/2016 às 16:33
      • Responder

      Olá noborderman! Sempre vi seus posts por aqui e fico extremamente feliz quando leio que minhas palavras e experiências serviram para ajudar alguém. Dessa forma percebo que nossos sofrimentos, apesar da dor e perdas, são também formas de caminhar, um aprendizado, que podem ser utilizados de uma maneira positiva para nós e para os demais. Agradeço muito pela indicação do Coda Brasil, vou me registrar e fazer parte do grupo, pois não posso tampar o sol com a peneira, afinal para deixar relacionamentos doentios dominarem a minha vida social é porque também devo ter algum problema emocional, o qual acredito ser a codependência. Não somos perfeitos, então o importante é sempre buscar uma melhora, para assim alcançar maior bem-estar para nós e aqueles que nos cercam. Hoje percebo que devemos dar valor a nós mesmos antes de tudo, essa é a grande chave para se livrar de relacionamentos nocivos. Nesse sentido os vídeos do Luiz Gasparetto têm me ajudado muito e os indico para todos. Espero que vc consiga se livrar de vez de relacionamentos conturbados, que encontre uma namorada tranquila que te traga paz, estou torcendo por vc e se eu consegui sair desse turbilhão emocional vc também é capaz. Uma relação saudável faz bem, traz crescimento, bem-estar, boas energias, se não existem essas características no relacionamento é sinal para cair fora, pode ter certeza! Ninguém merece ficar aprisionado nas teias emocionais de outra pessoa, temos que viver nossa vida, realizar o que podemos, os outros são responsabilidade deles mesmos, sempre! No meu caso a última vez que a border me contatou foi no meio do ano passado, alegando que o avô estava doente. Eu não quis nem saber, não poderia abrir essa porta para os infernos novamente, por motivo algum. Pensei em mim e na minha família antes dela e garanto que o resultado foi ótimo. Mas sei como é difícil não recair, perdi as contas de quantas vezes retornei no relacionamento. Quando for assim é melhor pensar que a volta pode até ser agradável na hora, só que vai terminar da mesma forma desagradável de sempre: em briga, discussão e desgaste. Então se vc pensar a longo prazo, consegue segurar a onda para não voltar.

      Tudo de melhor para vc e se cuide, acima de tudo! Esse conselho tbm vale para mim rsrs

      1. Fernanda eu li o seu relato da situação da Uti. O meu usou de estratégia similar, mas o objeto foi o carro roubado e ele sozinho na rua, me ligou chorando após 8 meses separados pra por favor ajudá-lo. Como era de madrugada, atendi sem pensar muito….. acabei indo ajudar da forma mais gélida que consegui…e nem roubado o carro foi!!! Pronto. Foi a porta de entrada pra mil mensagens e declarações. E hoje eu sei que ele já estava se relacionando com outra pessoa quando o fato ocorreu. Estou com pena da atual de verdade…. pq vejo que ele tem conseguindo manter o ponto da manipulação com ela, tem conseguido enganar bem.. mal ela sabe o tormento que vem com a intimidade da convivência.
        Me sinto traumatizada com ele relacionamento, e o pior de tudo no fundo, ainda tenho um amor por ele, uma preocupação,e tenho dó, pena de saber que ele vai ser eternamente infeliz enquanto não assumir o problema e TENTAR fazer algo por si, sem usar as pessoas….. é tão triste né?

        1. Fico me perguntando porque voc~es não bloqueiam o fone desses caras …. e Outra: foi assaltado chama a polícia. Cada um com seus problemas.

            • Mary em 05/13/2016 às 11:28

            Ahahahahhaahahaha ih amigo/a vc não sabe da missa a metade né? se somente bloquear telefone resolvesse alguma coisa, não tinha tantos depoimentos aqui 🙂 vc pode mudar de telefone umas 10 vezes a depender do border, ele consegue os 10 novos números.

      2. Olá Fernanda, também tenho visto muitos vídeos do Gaspareto e isso também tem me ajudado muito, inclusive a melhorar a minha auto estima e a colocar limites no relacionamento. Eu ainda estou casada com o meu border, ele está em tratamento com psiquiatra e terapia comportamental , muitas coisas melhoraram, mas ainda temos um longo caminho pela frente, pois é um transtorno grave e quanto mais tarde se descobre pior é para o paciente, pois mudar o comportamento de muitos anos é dificílimo e exige do paciente muito comprometimento, e isso é uma atitude que os borderlines não tem, é uma luta diária , perdemos quase tudo que tínhamos, estamos atolados em dívidas depois da última traição,temos dois filhos e os dois sofreram e sofrem muito com isso,ele é um Pai muito carinhoso com os filhos, nunca deixou faltar nada,com o filho sempre houve muita competição, meus dois filhos também se tratam com psiquiatras para poder aguentar o tranco , meu filho está casado e tem um ótimo emprego,minha filha vai fazer 18 e vai estudar fora do Brasil, tem um ótimo coração é carinhosa e calma, meu filho é mais explosivo mas muito carinhoso , e Graças a Deus tem uma esposa Maravilhosa .Muitas coisas mudaram no nosso relacionamento para melhor, mas ele ainda tem muitas recaídas e eu tenho muito medo, agora nesse momento estou focada na ida da minha filha para Portugal, quero que ela fique bem e saia da depressão que entrou por causa desse último caso dele, estou focada nisso e na recuperação financeira da Família, e principalmente preciso me tratar da co dependência Urgente!
        Um dos maiores problemas do Border é achar que pode tudo, que tem direito a tudo , a falta de Moral , tudo lhe é devido e nada lhe será ou pode ser cobrado . Vivendo assim no seu mundo de fantasias e ilusões, a Carência deles é tão grande que ninguém pode deixar de ama-los e seguir com a sua vida normal, ele pode não querer mais o outro mais o outro não pode jamais esquece-lo, é de um egoísmo sem fim! Desejo que vc seja Feliz e encontre o seu caminho!

    • noborderman em 04/15/2016 às 9:08
    • Responder

    Deixei este artigo sobre danos cerebrais…para que sirva de alguma forma…na compreensão do que por um tempo tentamos lidar. O psicólogo americano do artigo publicado aqui no canal é taxado de “n” adjetivos. Entretanto para nós que lidamos ou no caso de alguns ainda tenham lidar. Creio que apesar de tudo ele tem RAZÃO! NADA ABSOLUTAMENTE NADA que fizermos será benéfico para aplacar o GOV da nossa pessoa amada. Logo este artigo que postei aqui seria uma espécie de incentivo para de uma vez por todas tomarmos a decisão mais indicada. Recentemente ouvi e li coisas do tipo: “sorte da sua ex; você é um babaca, ela tem que arrumar uma pessoa melhor é você se fuder”. Confesso que me abalo até hoje e não é mimi, infantilidade ou coisa de homem porcelana. A minha ex preferiu ingressar num curso de psicologia a se tratar. Torço pra quê realmente ela se dê bem e encontre alguém que saiba lidar com o TPM.

  14. Qual a diferença entre boderline e bipolar?

    to procurando em tudo q é site, mas ainda assim não consigo entender.

    alguém poderia me ajudar?

      • Fernanda Rangel em 04/24/2016 às 16:05
      • Responder

      As mudanças de comportamento no borderline são mais rápidas e explosivas, ou seja, num momento a pessoa está super bem com vc e de repente ela fecha a cara sem haver uma razão racional para aquilo. Num mesmo dia a pessoa pode dizer que te ama, te encher de elogios, e dizer logo em seguida que te odeia e não quer mais ver sua cara, pois vc não presta. Se não me engano esse comportamento border é chamado de disforia. Já o bipolar fica dias num padrão emocional depressivo, depois vai para um padrão emocional alegre, que fica por um bom tempo, e assim vai. Devem existir várias diferenças, mas essa é a principal que conheço.

    1. Creio que o border ocila muito mais rapido…em minutos, horas… o bipolar pode ser ciclivo..mesess semanasss de euforia..seguido de mesesss semanas de depressão.

      Nao sei se os outros padrões de comportamento se assemelham em especial a falta de empatia com sentimento alheio do borderline…o egoismo, vazio permanete, infrlicidade consigo próprio

    • Fernanda Rangel em 04/12/2016 às 9:04
    • Responder

    Oi pessoal, volto aqui depois de meses para mais uma vez contar minhas experiências. Não postei mais por querer esquecer minha experiência com uma borderline, assim como colocar uma pedra em cima das lembranças dessa pessoa, toda vez que escrevo a respeito acabo por remoer o que deveria estar quieto no limbo do esquecimento. O que me traz de volta é por estar vivendo situação parecida com a que vivi com a borderline, ou seja, estar dentro de uma relação que não me é mais saudável e ter de enfrentar resistência, julgamentos e críticas de quem não aceita ser “rejeitado”. Na verdade essa história de ser “rejeitado” para mim não existe, é puro melindre, o que existe são opções que as pessoas tomam a partir de seu livre-arbítrio, ou seja, se num determinado momento eu não quiser mais estar na companhia de alguém, esse é um direito meu de fazer o que penso (e sinto) ser o melhor para mim. Afinal não vim ao mundo para ser escravo emocional de ninguém! Vim para me aperfeiçoar, para crescer, para encontrar meu caminho, doa a quem doer, pois não tenho responsabilidade NENHUMA sobre o sentimentos dos outros. Obviamente que não podemos desrespeitar os demais, ofender, agredir, mas podemos sim decidir pela nossa felicidade, escutar a razão de nosso interior que se comunica sutilmente pela intuição, e deixar de lado, sem olhar para trás, uma relação que não é mais frutífera. O seu sofrimento, angústia e frustração por estar do lado de alguém que não lhe acrescenta é um grito desesperado da sua alma querendo se libertar. Não podemos nos ignorar! O Universo é perfeito, a natureza é perfeita e vc é perfeito do seu jeito, por isso o que devemos saber ignorar são os julgamentos e críticas que vêm de fora, de quem está no mesmo patamar que o seu, o da existência humana, e que por isso tem uma visão imperfeita de tudo, proferindo julgamentos falhos. Os julgamentos são falhos pois existem sempre várias versões de uma mesma história e cada um proferirá o julgamento que mais lhe servirem. Portanto nosso compromisso é ser leal com nós mesmos, com nossos sentimentos e deixar que os outros saibam cuidar dos seus. Enfim, se estiver sofrendo dentro da relação, pegue seus trapinhos e caia fora, encontre outros caminhos que façam seu Espírito sorrir de novo, pois vc não vai “consertar” o borderline, esse trabalho é do próprio border, é o caminho DELE e não o seu.

    Hoje, meu problema não é mais um relação border, que felizmente está morta e em seu devido lugar: cemitério emocional. O problema é que devido a minha conduta anterior, de sempre me colocar por baixo, de aceitar relacionamentos pouco saudáveis, de ser depende emocional de outras pessoas, criei amizades pouco frutíferas, que não me traziam crescimento e sim atraso. Porém mudei muito nos últimos dois anos, depois da relação border, acidente de carro, problemas judiciais, amadureci bastante e hoje sinto necessidade de companhias que sejam mais equilibradas e adultas. Assim, decidi me afastar de pessoas que não tenho mais a afinidade de antes, porém, obviamento, elas não gostaram do meu afastamento e vieram as críticas, julgamentos e ofensas. Por isso concluí que a verdade é que as pessoas nos veem como meros objetos que estão ali para as satisfazer, pois criam expectativas de como devemos ser ou nos comportar dentro da ótica e interesses delas, e se deixamos de seguir esse “script” vão vir as críticas, já que deixamos de nos comportar como elas queriam. É exatamente por essa razão que é impossível agradar a todos, e ninguém está preocupado de verdade com o seu bem-estar, ou seja, só vc pode saber do que precisa, o que quer, por onde deve seguir e, muito sabiamente, conseguir ignorar a boca dos outros. Ignorar a boca dos outros é confiar em si mesmo, no que sua alma pede, e essa é uma das chaves para se alcançar a felicidade e paz emocional. Minha mensagem a todos que querem mudar e tem medo dos julgamentos ou se sentem culpados, é para confiarem em si mesmos, na sua força interior, pois essa é a sua real responsabilidade.

    1. ola boa tarde meu nome é Di acabo de sair de um relacionamento de quase 2 anos com uma border agora tenho certeza que é uma border enfim acabou do nada com muito xingamento da parte dela e eu sendo um monstro cuidei muito me dediquei me anulei para receber somente 1000% de ingratidao estou muito machucada mas sei que vai passar ontem fez 2 meses que terminamos eu corri atras ainda 1 mes depois do termino e depois decidi sumir e me calar tirei ela do meu face e ela me bloqueou no whats deixei e me calei porem varios amigos me falam para eu me preparar emocionalmente porque ela vai ainda me procurar … vcs acham que ela volta a me procurar ? para mim não a quero mais …tenho certeza que ela me ama ou tem um sentimento muito forte ainda …sei que fica me sondando e quem não sente nd não tem interesse concordam na real preciso de uma luz ….vcs ja vivenciaram isso geralemte os borders vem procurar para conversar ou reatar ? grata 19

      1. Di, se vc não quer voltar realmente, evite qualquer contato, telefone, celular, email, lugares que vcs frequentaram, com certeza ela vai te procurar então se prepare. Ela so está com muita raiva e eles não sabem lidar com a raiva, mas a raiva vai passar e ela vai te procurar,agora é o momento de vc se afastar de vez se vc quiser. Boa Sorte!

    2. Passei pela mesma situação. 1 ano morando juntas. Descobrimos que era bordeline apos o termino que por sinal foi horrivel. Ja faz 4 meses do termino. 2 meses após me desbloqueou querendo encontrar, não quis. Continuamos a falar até o mês passado em que do nada me bloqueou. Agora to sentindo falta dessa pessoa, ta sendo mto dificil

    • noborderman em 04/11/2016 às 10:11
    • Responder

    Danos cerebrais por traumas psíquicos

    Adalberto Tripicchio MD PhD

    Martin Teicher (2002) relata ter verificado que pacientes borderline por ele examinados, que tinham sido vítimas de maus-tratos na tenra infância (físicos ou psíquicos, incluindo abuso sexual), apresenta¬ram desenvolvimento imperfeito do sistema límbico.

    Martin Teicher (2002) relata ter verificado que pacientes borderline por ele examinados, que tinham sido vítimas de maus-tratos na tenra infância (físicos ou psíquicos, incluindo abuso sexual), apresenta¬ram desenvolvimento imperfeito do sistema límbico. O déficit de desenvolvimento caracterizava-se por diminuição do tamanho das referidas estruturas subcorticais, sendo a anomalia restrita ao hemis¬fério esquerdo, particularmente nas regiões frontal e temporal. Esses pacientes apresentavam um traçado eletroencefalográfico semelhante ao da epilepsia do lobo temporal, isto é, com lesão do hipocampo e sobrecarga de excitação na amígdala. Essas experiências, iniciadas em 1984, foram confirmadas sucessivamente por diversos cientis¬tas, sendo que, em 2001, Martin Driessen, na Alemanha, “relatou uma redução de dezesseis por cento no tamanho do hipocampo e de oito por cento no tamanho da amígdala de mulheres adultas com transtorno de personalidade borderline e uma história de maus-tra¬tos na infância”. (Teicher, p. 52)

    Teicher mostra que a ação devastadora do estresse sobre o hipocampo se deve a este núcleo possuir quantidade de receptores de cortisol (hormônio da supra-renal relacionado com o estresse) muito maior que a maioria dos outros núcleos cerebrais. Desse modo, durante um incidente traumático de natureza emocional, quando uma grande quantidade de cortisol é liberada, o hipocampo sofre a maior carga. Uma vez que a maturação desse componente do sistema límbico é lenta, somente se completando aos 2 anos de idade, se o trauma for muito precoce, suas conseqüências podem ser desastrosas, em razão de aquele núcleo ainda não estar plenamente desenvolvido.
    Quanto à amígdala, sua alteração se deve ao impacto sobre seus receptores de ácido gama-aminobutírico (GABA), um neuro¬transmissor que tem ação inibitória primária sobre os processos de excitação dos neurônios, diminuindo-Ihes a intensidade. Com a defi¬ciente inibição dos processos de excitação, os neurônios na amígda¬Ia são deflagrados com facilidade, produzindo exagerado nível de irritabilidade, de modo que emoções primárias, em especial as de medo adquirido e condicionado, bem como as reações agressivas, eclodem com grande intensidade. Por seu turno, estando o hipocampo com seus neurônios atrofiados, sobretudo pela ação do cortisol, per¬de parte de sua capacidade de recuperação das lembranças verbais e emocionais, dificultando a ação do córtex (razão) sobre os estados emocionais primitivos originados da amígdala.
    É importante observar, a esse respeito, que um estímulo recebi¬do pelo cérebro percorre dois circuitos:
    1. primeiro, agindo em nível exclusivamente subcortical, isto é, inconsciente, passa do tálamo di¬retamente para a amígdala e daí para a descarga (emoção);
    2. segun¬do, antes de chegar à amígdala, passa pelo córtex, daí tomando o caminho do hipocampo, de onde prossegue para a amígdala, a partir da qual se descarrega como emoção.
    Portanto, o córtex intermedeia a descarga emocional através do hipocampo. Estando este lesado, a ação racional perde a capacidade de interferir no processo, que se manifesta sob a forma de impulsividade.
    São mostrados ainda outros efeitos do estresse provocado por negligência e maus-tratos na infância. Além das ações acima descri¬tas sobre os hemisférios, há ainda um efeito sobre o verme cerebelar, estrutura do cerebelo que modula a produção e liberação pelo tronco cerebral dos neurotransmissores dopamina (com ação maior no he¬misfério esquerdo) e noradrenalina (com ação maior sobre o hemis¬fério direito).
    O verme cerebelar ainda é mais vulnerável que o hipocampo à ação do cortisol e outros hormônios produtores de estresse. Isto se torna tanto mais relevante quando se tem notícia de achados recentes que, segundo Teicher, relacionam anomalias do verme cerebelar com o Transtorno Afetivo Bipolar, a Esquizofrenia, o Autismo, o Distúrbio de Atenção e a Hiperatividade.
    Esse conjunto de dados levam o autor a concluir que o distúrbio de personalidade borderline e o comportamento anti-social são pro¬dutos de conduta inadequada do ambiente no desenvolvimento in¬fantil, conducente a lesões do sistema límbico, com irritabilidade elétrica geradora de sintomas de agressividade anômala e angústia paroxística, com repercussão nos processos cognitivos. Cita, a pro¬pósito, a clássica experiência de Harlow com macacos criados por mães artificiais imóveis (de arame e de pelúcia), que se tornaram transviados e altamente agressivos quando adultos. Descobriu-se depois que “esses distúrbios eram menos severos quando as mães ar¬tificiais, em vez de imóveis, eram balançadas e movidas de um lado para outro, sendo a melhora atribuída ao efeito do balanço sobre o cerebelo do bebê-macaco”. Estando o cerebelo envolvido no equilí¬brio do corpo, o efeito do balanço sobre o verme cerebelar contri¬buiu para atenuar o devastador efeito estressante da ausência da mãe natural, presumindo-se que o movimento desta (no ato de embalar) contribui para a estabilização do verme cerebelar do filho.
    No caso do ser humano agressivo, particularmente o de trans¬torno grave de personalidade (borderline e anti-social), o efeito do cortisol sobre a amígdala impede a ação inibitória do ácido gama¬-aminobutírico (GABA), tornando suas células irritáveis e prontas para a descarga. A ação desse hormônio sobre o verme cerebelar tem repercussão sobre os neurotransmissores produzidos e liberados pelo tronco cerebral (dopamina e noradrenalina), prejudicando a integração entre os dois hemisférios, sobretudo no que concerne à atenção. A atrofia do hipocampo prejudica a influência cortical sobre os proces¬sos emocionais.
    Por seu turno, a atrofia do hemisfério esquerdo pa¬rece ser uma atitude defensiva, de natureza adaptativa, contra a massacrante incidência de experiências afetivas negativas percebi¬das pelo hemisfério direito. Todo esse conjunto de anomalias contri¬bui para a eclosão de impulsos pertencentes a estágios evolucionários primitivos do padrão luta e fuga, ou ataque e defesa, que colocam os indivíduos em situação de riscos constantes. Dentre esses estágios primitivos, Teicher lembra a conduta de promiscuidade sexual que costumam ter os portadores de transtornos graves de personalidade, que precisam, dessa forma pri¬mitiva de sexualidade, como meio adaptativo – ou seja, para darem seqüência à vida têm de relacionar-se sexualmente de forma intensa e indiscriminada, já que suas condutas os levam a riscos constantes, sendo elevado o índice de comportamento autodestrutivo entre eles. Enfim, para sobreviverem em um ambiente inóspito e hostil, têm de retornar a uma etapa anterior da evolução humana em que o hemis¬fério esquerdo ainda não predominava.
    Os estudos que levaram a essas conclusões foram feitos com portadores de transtornos de personalidade, mas é presumível que algo semelhante ocorra em outras patologias, inclusive nas neuro¬ses, uma vez que, segundo Teicher, anomalias na regulação da dopamina e da noradrenalina, neurotransmissores cuja regulação sofre a influência do verme cerebelar, estão implicadas na esqui¬zofrenia, na depressão, no autismo, na hiperatividade com distúrbio da atenção, bem como em quadros epilépticos.
    É notável a semelhança dessa descrição com alguns conceitos básicos de Freud, especialmente o de regressão como mecanismo adaptativo de defesa. Inclui também outros mecanismos de defesa, como a repressão, resultante da ação de um ego frágil, por ser ainda pouco desenvolvido. No caso, a fragilidade do ego coincidiria com a atrofia do hemisfério esquerdo, que se resguardaria do excesso de in¬formação de emoções negativas transmitidas pelo hemisfério direito.
    Teicher relata ainda pesquisas que mostram haver em crian¬ças vítimas de negligência e maus tratos diminuição do volume não somente do hemisfério esquerdo, como também do corpo caloso, ponte que liga os hemisférios, tornando mais agudo o desequilíbrio inter-hemisférico. A esse respeito, conclui:
    “Esses achados, em conjunto, sugerem um intrigante modelo que explica o modo pelo qual o transtorno de personalidade borderline pode emergir. A redução da integração entre os hemisférios e a diminuição do tamanho do corpo caloso pode predispor esses pacientes a mudarem abruptamente os esta¬dos de dominação do hemisfério esquerdo para o direito, com percepções e lembranças emocionais muito diferentes. Essa dominância hemisférica polarizada pode levar uma pessoa a ver amigos, família e colegas de trabalho de modo extremamente positivo num momento e de forma diametralmente oposta em outro momento – o que é a ca¬racterística distintiva desse transtorno.” (2002, p. 61)
    Esses relatos coincidem com a experiência de Schore (1994), segundo a qual o período compreendido entre os seis e os doze pri¬meiros meses de vida são fundamentais para o desenvolvimento da capacidade de regulação das emoções pelo córtex pré-frontal. Nessa fase, o bebê fica muito excitado diante da posição face a face com o objeto com o qual está interagindo, ocasião em que ocorrem, sorrisos de parte a parte, de forma tão espontânea quanto intensa. A excita¬ção do bebê nessa situação é regulada pela capacidade de resposta do objeto, sendo esse estado afetivo responsável pela liberação de dopamina por neurônios cujos corpos celulares se situam na porção medial do cérebro do bebê (mesencéfalo), cujos axônios se esten¬dem ao córtex pré-frontal.
    Esse neurotransmissor (dopamina) pro¬move intensa proliferação de sinapses no córtex pré-frontal, sendo importante fator de desenvolvimento da capacidade cognitiva. Além disso, há um retorno dessa malha pré-frontal em direção à porção medial originalmente liberadora do neurotransmissor, formando uma interconexão responsável pela regulação das emoções pelo córtex pré-frontal. Nota-se, pois, a estreita ligação entre os estados afetivos e cognitivos através dessa intensa produção de sinapses. Portanto, o córtex pré-frontal, que regula as emoções do sistema límbico, deve em parte seu desenvolvimento e a capacidade reguladora a substân¬cias químicas produzidas no sistema subcortical que tem sua ativida¬de regulada.
    Reside aqui, provavelmente, a essência da dominância cortical, ou, psicanaliticamente, a dominância do ego e do princípio da reali¬dade. No caso das experiências descritas por Teicher, pode-se depreender que a negligência afetiva pode ter contribuído para o empobrecimento da liberação de dopamina no córtex pré-frontal nesse período crucial do desenvolvimento, como conseqüente déficit cognitivo de regulação das emoções.
    Portanto, não há praticamente quadro psicopatológico que não possa estar relacionado com lesões de núcleos cerebrais causadas pela conduta dos adultos durante as primeiras fases do desenvolvi¬mento infantil. É fundamental que esta noção seja retida, pois é o ponto crucial para a compreensão da importância que a psicanálise continuará a ter como doutrina científica independente, mesmo de¬pois da verificação de que a mente se manifesta pelo trabalho do cérebro.
    Além do que foi descrito, existem outras evidências neurais da existência do funcionamento mental inconsciente, em proporção tão extraordinária, que não deixa qualquer dúvida de que os fenômenos psíquicos são inconscientes e produzidos em circuitos neurais. Dentre esses fenômenos inconscientes, não se pode deixar de lado o so¬nho, de onde Freud extraiu a essência de sua teoria.
    Observação: Para quem quiser conhecer mais e melhor das relações da psicanálise com a neurociência recomendo enfaticamente o livro “Um diálogo entre a Psicanálise e a Neurociência”, de Victor Manoel Andrade. São Paulo: Casa do Psicólogo, 207 p., 2003.

    • nobordergirl em 04/08/2016 às 15:20
    • Responder

    Olá, tenho 25 anos e me relacionei por estúpidos 4 meses com uma mulher border de 20 anos, que sugou tudo de mim e depois(como sempre fazem) me jogou pra fora da sua vida. Eu, lendo esses relatoS fiquei impressionada com a semelhança dos seus relacionamentos com o meu, por isso resolvi escrever tbm. Estou tentando me recuperar, já que tem um mês apenas que terminamos, ela entrou em contato comigo várias vezes querendo minha”amizade”, mas cortei total contato, e só quero recuperar a minha vida de antes. Sei que ela terminar comigo foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, mas me deixou sequelas, todos os seus xingamentos e humilhações e agressões físicas e verbais.

      • Sergio A. Dos Santos em 04/12/2016 às 9:18
      • Responder

      Infelizmente amigo você foi o “premiado” pelo destino e se relacionou com uma doente mental gravíssima. Agradeça a Deus essa mulher doente ter saído de sua vida. Mulher doentes assim são as que acabam provocando a própria morte e destruindo a vida de homens de bem, levando estes a prisão. Vejo isso todos os dias no noticiário.

  15. Eu me relacionado…e estou tentando me recuperar…estou com um buraco negro dentro de mim…foi…peço a Deus que ilumine e ajude essa pessoa…pq é muito triste…eu ainda estou tentando me encontrar!!!

      • noborderman em 04/10/2016 às 11:48
      • Responder

      Força e mantenha distância. A esmagadora maioria dos não borders que postam aqui vc deve ter observado que terminaram ainda gosando/amando. Portanto nós somos partes importantes na doença. Porque a fila dos borders voa. E oque tem me dado forças é exatamente isto. Ninguém suportaria tanto abuso e quando o border surra é capaz de nos nomear de ABUSADORES!!! Percebe? Nós temos que suportar. Eles se sentem vitimuzados e abusador. É muito difícil aceitar. Mas essa doença é a AIDS da psiquiatria. Não há amor, fé ou qualquer outra coisa que dê conta. Ao insistir você e qualquer outra pessoa sairá muito pior do que o border. Boa sorte e tente se ajudar. Fique bem. Eu ligo até hoje para apagar ou sepultar. se

    • Adalberto em 02/22/2016 às 11:45
    • Responder

    Olá amigos(as)! Boa semana à todos(as)! Bom , como já li em um depoimento aqui, realmente,acredito que, quem termina um relacionamento com um(a) border, não o faz por não mais amar a(o) companheira(o), mas sim por ter percebido que havia uma escolha à fazer. Cada caso é um caso, mas no meu caso era escolher continuar tentando convencer a pessoa de que necessita de terapia e medicamentos dando tudo de mim e recebendo agressões físicas e verbais, ou tratar do que já tinha se tornado no mínimo uma depressão em mim . Então cá estou, escrevendo e de certa forma comemorando já uns 12 meses de separação e 4 meses sem qualquer maneira de contato. Ainda sinto as dores e escuto os ecos das brigas na minha cabeça às vezes, e as agressões acho que irão ficar para sempre no inconsciente, e estou há 2 meses sem medicamento algum graças à atividade física. Na mente estou tentando resignificar tudo isso pensando em tudo que tentei fazer em 6 anos de relacioanmento como algo positivo. É como se tivesse plantado uma semente de amor onde alguns familiares tinham plantado apenas ódio, e agora tenho que apenas torcer para que a semente dê bons frutos em um terreno tão hostil. Apenas torcer mesmo, porque qualquer tentativa de contato coloca tudo à perder para as duas partes.(além de não me parecer um ato que traduza ao menos um pouco de amor próprio de minha parte)

    Aos portadores de borderline, imagino que a luta seja muito difícil, mas não desistam de ser pessoas cada dia melhores. A terapia pode ajudar muito!(consegui fazer algumas através do CAPS depois de uma entrevista com psicólogo de lá)

    Para quem convive com um(a) border, por favor faça tratamento também para aperfeiçoar seus pensamentos e recarregar suas forças. Provavelmente eu não estaria aqui escrevendo isso se ainda estivesse em meu antigo relacionamento com border ,no meu caso, a separação foi a melhor coisa à fazer. Chega um ponto em que as habilidades para lhe dar com o border 24 hrs por dia ficam cada vez mais ineficientes.

    Reparem que em um avião, no caso de descompressão, a determinação é de que coloque a máscara de oxigênio primeiro em você para então ajudar quem está ao lado) Nunca desistam de vocês que são verdadeiros tesouros em forma de milagre. (Ler bons livros ajudam muito também) Bom desejo muita paz e amor para todos.

  16. Preciso de ajuda urgente! Li todos os comentários e me identifiquei muito. Estou passando por uma dor insuportável, por que acho que a pessoa que me relacionava era border. No começo era tudo perfeito, essa pessoa falava comigo todos os dias e eu sempre ia vê-lo todos os finais de semana era sempre muito exigente e nada que eu fazia era suficiente para ele, sempre queria mais e nunca fazia nem a metade por mim. Todavia, tive que fazer um trabalho fora e fiquei um final de semana sem ir lá, a noite liguei e essa pessoa desligou na minha cara, eu não entendi nada e insisti. e desligou novamente, perguntei o que havia acontecido disse que estava bebendo em um bar com umas “amigas”. Senti um ar de provocação mas deixei pra lá e não me estressei. Ficamos 6 meses juntos e essa pessoa ao mesmo tempo que demonstrava ter carinho por mim ora me tratava com grosseria e frieza. Eu sempre fui compreensiva, pois gostava de sua companhia. Mas andei notando que somente eu me esforçava para vê-lo, sempre estava junto dele, em seu aniversário o presentiei com um bolo. Ele mora sozinho e sua família mora em outro Estado. Sempre fiz de tudo para ficarmos bem, inclusive tolerei algumas grosserias. Infelizmente, tivemos uma desavença, e dias depois quis me desculpar, mas essa pessoa começou a me tratar muito friamente como se eu fosse uma estranha.
    Eu pedia desculpas, ele falava pra eu parar de insistir, que não gostava mais de mim dentre muitas coisas que me machucavam.
    Como alguém que diz gostar de vc em um dia, quando aparece um problema deixa de gostar de uma hora pra outra?
    Fui em sua casa buscar umas coisas e ele me tratou com total frieza e cinismo, disse que tinha começado a trabalhar e eu fiquei feliz por ele. E o parabenizei.
    Isso começou a doer e sugar todas as minhas energias, respeitei seu espaço e não insistia muito, mas parece que quanto mais eu tentava ficar em paz mais sarcasmo e frieza eu recebia. Em 6 meses essa pessoa disse que nao estava preparado para namorar e eu fui respeitando afinal estavamos nos conhecendo. Eu me afastei por uns dias para a poeira abaixar e quando retorno essa pessoa assume um relacionamento com outra pessoa no facebook com uma pessoa que conheceu em seu novo trabalho. isso me matou por dentro, pois tenho certeza que foi pra me atingir por ter me afastado. Ele queria que eu me submetesse às suas crueldades preferi me afastar a receber suas patadas que tanto me machucavam e eu sempre com educação e respeito. Se uma pessoa que demonstrava ser tão criteriosa para se relacionar com alguem assume com outra em poucos dias. O príncipe se transformou num verdadeiro monstro. Fez muitos jogos psicologicos para me machucar, tudo que me falava era pra me atingir, dizia que ia sair com amigas, que ficava com varias pessoas ao mesmo tempo sem que eu perguntasse. Chorei muito mas resolvi me afastar, ainda dói mas está recente. Eu cortei todo o contato. So queria que me ajudasse se esse comportamento tem algo a ver com esse transtorno, pois nao quero mais me culpar e achar que sou um problema minha auto estima esta destruída durante muito tempo achei que eu fosse o problema. Pois nossa briga foi por um motivo futil, nao foi traíção nem nada, e essa pessoa se transformou de uma pessoa carinhosa e atenciosa para alguem frio, calculista, e manipulador. Me ajudem por favor.!

      • noborderman em 03/07/2016 às 16:16
      • Responder

      Pelo vosso relato acredito que sim, vc por ventura tenha tido a infeliz oportunidade de se aproximar de um border. Mas também percebo muita coodependência afetiva em vc. Busque ajuda. Vc reside em que estado?

      1. Sou de Minas Gerais. Na verdade não sou codependente dele. Eu cortei todo o contato sigo minha vida normalmente. Mas infelizmente eu preciso saber se o problema era comigo ou com ele.
        Por que ele no começo me fez sentir uma pessoa muito querida, ao ponto de me assustar, pois mal nos conhecíamos ele já demonstrava muita sede ao pote, se eu demorasse uns minutos para responder as mensagens já surtava começava a falar com meus amigos do facebook perguntando se sabiam onde eu estava. O excesso de preocupação acabou me fazendo gostar dele. Fui me acostumando e gostando, mas com uns 3 meses começaram as exigências que eu deveria ser isso ou aquilo, que eu deveria melhorar isso ou aquilo, e isso começou a tirar minha paz e ele nunca olhava seus próprios defeitos. Chegava a ser inconveniente falando que eu estava feia naquele dia ( e eu nao sou feia, tenho minha independência e sou uma mulher muito equilibrada) muito direto mas eu relevava.
        Ele quis fazer faculdade e eu o apoiei, fiquei semanas analisando grades de cursos que ele me mandava para ver qual seria a opção melhor ( vários cursos diferentes). Percebi que buscava muito minha opinião. No final escolheu o mesmo curso e a mesma faculdade que eu fiz um curso que não tem NADA A VER com a área que ele trabalha. Enfim o apoiei. Eu sou fotógrafa e de repente ele disse ter se interessado por fotografia e eu o apoiei. Comecei a perceber uma certa inconstância da parte dele e que era muito influenciável e se refletia muito em mim.
        Tentei ao máximo apoiá-lo em suas escolhas. Comecei a perceber que ele dava uns surtos sem motivo, estavamos super bem conversando e de repente ele dava umas respostas com muita grosseria e dava tapas na minha cara sem razão, com ar de brincadeira, mas comecei a me assustar. Chegava pra conversar sério com ele (botar ele na parede) ele se esquivava dizendo que conversava amanha e esse conversa nunca acontecia.
        Exigia sempre a minha presença e sempre eu que ia vê-lo e ele nunca se deu o trabalho de me ver, moramos um pouco longe.E ele ainda disse que ” precisava de mais investimento meu para dar certo” Até que resolvi parar de atender as exigências de atenção e fiquei uns dias sem ir lá por causa de um trabalho que iria apresentar. Começou a me tratar de modo indiferente e com frieza, decidi não dar importância e liguei para ele no final da tarde e ele desligou na minha cara e mandou uma mensagem dizendo que nao podia atender por que estava com ‘amigas’. (Percebi aí o primeiro comportamento manipulador). Eu continuei sem dar importância, sempre respeitei o espaço dele pois sou uma mulher muito segura de mim e ele começou a ter uma atitudes que pareciam para me provocar ciúmes.
        Comecei a notar a história que ele me conto da ex, que morava com ele, que quando terminaram ela raspou a cabeça e tentou se matar, até disse que incorporou. Realmente não achei que ela fosse a louca, algo deveria ter acontecido e já desconfiei.
        No final, ele veio de grosseria comigo e eu revidei e passou a me odiar me tratar como se nunca tivesse me conhecido na vida, foi aí que resolvi me distanciar. Percebi que a partir no momento que parei de fazer o que ele queria me descartou como se fosse um objeto.

        Sou uma pessoa super extrovertida, minhas amizades TODAS mantenho desde a minha infância, meus relacionamentos sempre foram muito estáveis e terminaram de forma amigável. Tenho amigos por onde passo e nunca tive reclamações da minha pessoa sobre os defeitos que ele me colocava.

        Enfim, como tive o azar de me apaixonar por aquela pessoa no início hoje sofro por que tudo foi uma ilusão. Ele conseguiu por uns momentos fazer eu me questionar se eu tinha algo errado, me olhava no espelho e ficava imaginando se eu era aquilo mesmo. Isso me consumiu por dentro e me tirou a paz. Ele quis me moldar fazer eu esquecer quem eu sou.

        Me traí, para agradá-lo (coisa que nunca fiz na vida foi ser quem eu não sou) isso está me matando por dentro e me sinto muito culpada.

        Só queria um apoio de vocês pois me sinto lesada emocionalmente e saber se isso coincide com algum transtorno de personalidade. Pois não quero mais achar que eu sou louca e fracassada e quero seguir em paz.

          • noborderman em 03/09/2016 às 16:47
          • Responder

          Vc se diz não codependente? Mas o relato é de codependência.
          Em primeiro lugar pode tirar essa culpa dos ombros.
          Essa pessoa que vc se afastou não mudará nunca.
          É complicado…alguns aqui falam que seria como cortar a própria carne e deixar de lado uma pessoa que amamos muito. Mas para o seu bem e sanidade mental, a melhor coisa a se fazer é tocar a vida e quando for o momento, alguém bacana bata a sua porta.
          Fique bem! Boa sorte! Abs.
          Veja http://www.codabrasil.org.br

      • Sergio A. Dos Santos em 03/08/2016 às 9:56
      • Responder

      Andressa.

      A principal coisa que você deve saber é que nada é foi ou será culpa sua. Borderes são doentes mentais graves e bastante projetivos. Melhor coisa do mundo que te aconteceu foi se separar dele. Mantenha distancia, não ligue, não entre em contato, não aceita contatos. Borderes são clinicamente loucos e desejam te enlouquecer também. Procure videos de profissionais no youtube sobre o tema e relaxe. Nada é com você e sim ele. Ele é o problemático, doente e destrutivo. Ele que destroe tudo e todos e a si mesmo. Os que se relacionam com um border é que são as vitimas destes doentes mentais. Se precisar conversar, estamos aqui!

        • Eunice Loide Conceição Jesus em 04/12/2016 às 18:55
        • Responder

        è uma vergonha esta página e as coisas que escreveu…mentiras de quem diz se entendido!!!!!
        se falamos de doença mental logo é uma doença causada por traumas etc etc q a pessoa apanhou…

        Estas pessoas precisam de apoio não serem abandonadas|!!!!!!!!!!!!!!!!q tipo de pessoa é você
        !??????você livrava-se de uma mãe doente????de um pai ou filha com uma doença assim?????
        n se diz este tipo de coisas são bem graves…as pessoas q tem borderline sofrem de depressão, de bipolariedade e muito sofrimento senão não se mutilavam…
        O sofrimento de estar vazio se sentir sempre só e ser super sensivel faz a pessoa ser agressiva pq sente q as pessoas não teem noção do seu sofrimento…e dar desprejo e ignorar é a pior coisa do mundo!!!!!
        Eles gritam esperneiam porque apenas querem amor e carinho!!!!!precisam de atenção, amor e carinho dado de uma forma diferente e serem ajudados n é abandonados…
        Porque o medo deles é de estarem sós…sente se sempre mal…o sofrimento maior é de quem tem a doença…
        tou chocada com as coisas q escreveu e q ainda conselha a abandonar alguém assim?
        Como é q tem coragem de aconselhar a abandonar uma pessoa doente????
        è preciso ser se um animal digo eu…queria ver se alguém da familia…
        quem abandona não ama…as pessoas qd casam na igreja diz la na saude e na doença…

        Sao seres humanos que sofrem e que precisam de apoio não é serem abandonados…
        quem faz isso deixa la q vai prestar contas a Deus…

          • Sergio A. Dos Santos em 04/19/2016 às 7:18
          • Responder

          Sinto Eunice, acho que borderes não devem frequentar esse fórum. Aqui as pessoas falarão a verdade e não farão festinhas para massagear o ego de loucos. Não sou eu quem diz que o Transtorno de Personalidade Borderline é uma DOENÇA MENTAL GRAVÍSSIMA. É a literatura médica psiquiátrica, o DSM e o CID. O Border oscila entre a neurose e psicopatia e é um problema social muito sério. Você não tem noção da quantidade de mortes em acidentes de transito já foram provocadas por indivíduos fronteiriços, quantas vidas destruídas, quantos prejuízos, suicídios e depressão em quem convive com esses aberrados. Em épocas passas um doente como os borderes eram mantido em hospícios isolados da sociedade devido aos danos que provocavam. Acho que você não tem extensão do mal que essa doença na sociedade. Deveria é estudar mais, ler livros sobre o assunto e ver que nem os psicologos, psicanalistas e psiquiatras suportam lidar com pacientes tão aberrados. Para mim só tem um coisa que funciona com os borderes …isolamento e eletroconvulsoterapia que voltou a ser usado como terapia ! Tá com dó ? Leva para casa…daqui a 3 meses vem dar seu relato aqui para gente chorar junto!

            • noborderman em 04/22/2016 às 11:51

            Eunice infelizmente o Sérgio tem razão. Leia o artigo que postei acima sobre danos cerebrais. Há inclusive uma hipótese de hipodesenvolvimento do sistema límbico. Estudei e ainda estudo muito a respeito da doença. É você sabe qual a minha maior frustração? Sou psicólogo e pós graduado e me relacionei recentemente por cerca de 2a6m. Passei por tudo oque era provável e esperado para o “cuidador” que insiste por amar. Passei, vi, li, senti de tudo. Pra agora no finalzinho ser taxado de abusador (invertida) e no momento que eu tentava ponderar a resposta foi que eu NÃO era o psicólogo da mesma! Eunice respeito sua opinião. Fui contra tudo que li neste post, sabia que ia me dar mal insistia na loucura. E ainda a amo como nunca amei outra mulher. Mas infelizmente saturou. Resta trabalhar minha impotência. A border? Vai bem obrigado, ao invés de procurar ajuda, preferiu ingressar na faculdade de psicologia. A eletroconvulsoterapia (ECT) citada pelo Sérgio teve uma repaginada e em alguns pacientes tem surtido um bom resultado em alguns casos por um período de tempo. A minha amada? Tocar nesse assunto é procurar guerra. Resta também orar por ela. Nunca passei por isso na minha vida. Como a Fernanda Rangel citou em posts antigos, é tanta briga que você até esquece a motivação para a última briga. A mesma também diz que a melhor forma de sair de uma vez de uma relação doentia desta, seria percebemos o montante de energia positiva que nos é sugada.
            São crianças horrendas, indivíduos sem a pele mental. Nunca sofri ou tentei agredir uma mulher. Mas fui agredido pela mesma diversas vezes. No livro pisando em ovos tem um trecho que gosto muito é uma citação de um marido casado há 15 anos com esposa border. Ele menciona várias situações que passou. Mas na parte que esse mesmo marido fala que acontecesse o que acontecesse, ele jamais a abandonaria. Foi aí que ele percebeu que havia abandonado a si mesmo. Fique bem. Espero que NÃO tenha soado grosseria da minha parte por conta desse desabafo. Te asseguro que ainda a amo. Mas chegou no limite de ambos. Ela que não denota motivação alguma pra buscar ajuda e eu sendo taxado de abusador, intolerante, opressor, machista, etc, etc. E sempre voltava a me.procurar. Mesmo sabendo que tinha conhecimento dos envolvimentos dela com outros caras. MASOQUISMO? Como pode? Eu o algoz e a pessoa volta a me.procurar? Hoje eu acredito que até onde ela suportar? A vivência acadêmica a manterá ocupada.

            • Eunice Loide Conceição Jesus em 04/23/2016 às 17:31

            Você é o demonio em pessoa só pode!!!!a minha mãe tem esquizofrenia e não está em nenhum manicomio,..a familia não a abandonou e ela faz uma vida normal…as pessoas com problemas independemente do q tenham n devem ser abandonadas!!!!eu n sou borderline pelo menos nenhumm medico diz q sou dizem q tenhodepressão bipolar o que for…acho é imundo indecente nojento grutesto diabolico medonho as coisas q você escreveu aqui…é o q digo devia ter vergonha na cara talvez um dia tenha alguém de sangue assim depois quero ver o que fazia..mandava para o manicomio…
            você é q devia estar por ter tanta maldade dentro de si…o juizo final de deus tb vai estar para pessoas como você a escrever coisas horríveis sobre pessoas q n estão bem….
            As pessoas n tem comportamento anormais porque querem…pessoas como você é q sabem bem o que dizem e fazem a minha mae mata e tenta se suicidar se n se medicar claro q as pessoas podem ter varias coisas por causa de traumas…muitos coisas sobre esse transtorno falam q foram crianças q foram abusadas sexualmente como acha q fica uma pessoa q foi abusada sexualmente…???????????????uma criança q a mãe ia deixando morrer a nascença pq tava a ter surtos psicoticos por causa da esquizofrenia????maçles q aconteceram q a pessoa nem se lembra…uma familia desiquilibrada onde uma pessoa cresce sem saber quem é sem conseguir criar a sua personalidade normalmente…
            tenha vergonha na cara nem resposta…devia ter vergonha na cara….de3 dizer certas coisas…a minha mae tb está doente e n foi internada em nenhum sitio esquizofrenia sim é grave e tem tratamento era bordeline q n tinha não…conheço pessoas com isso e teem uma vida normal…precisam de apoio n de odio e abandono…
            VOCÉ METE NOJO A MUITA GENTE NORMAL Q MATA ESFAQUEAI PESSOA E ANDA EM ALTA VELOCIDADE NA ESTRADA PORQUE QUER N SÃO BODERLINES PORRA,TRISTEZA…OS BORDELINES CORTAM .SE E ISOLAM E MUTILAM SE E FAZEM SEXO COM DESCONHECIDOS TUDO COISAS Q FAZ MAL A ELES NÃO AOS OUTROS…VOCÊ N SABE DO Q FALA..FALA DE LIVROS M N SABE O Q É ESTAR NA PELE DE ALGUÉM ASSIM…
            vocé é q devia estar internado…e levar eletrochoques para ter o q merece…

            • Mary em 04/27/2016 às 11:57

            noborderman rapaz vc é graduado e pos graduado em psi e ainda assim caiu nas garras de uma border, que triste isso né? ai sim que tenta mais e mais querer ajudar… meu ex border tbem esta namorando uma psi e penso que a história deles so servirá pra aprendizagem profissional e trauma pessoal eterno, pq vai ser muito pior a queda.

            Essa nossa co-dependencia é terrivel, pensar mas PORQUE eu ainda gosto de alguém que me fez sofrer tanto??? eu não chorei tanto no primeiro ano de morte do meu pai, como eu chorei por um ano todo namorando o border…juro. Do dia que me conscientizei disso já sabia que eu precisava dar um basta….mas nunca consegui… por benção divina ele que terminou pela milionésima, porém definitiva, vez.

            • Mary em 04/27/2016 às 12:00

            A Eunice não tem a MENOR idéia do que é conviver com borderline…a MENOR…. pra achar que quem está dando depoimento é um monstro demoníaco. Não sabe o que é você amar alguem e fazer TUDO pra querer ver aquela pessoa bem e feliz, NUNCA querer abandonar o barco e deixar a pessoa pra tras, mas ser OBRIGADO a tomar essa atitude em prol da sua sanidade mental, que é alguém saudável e não deveria adoecer junto.

            Não julgue o que não vivenciou, você não é capaz de julgar a dor de quem passou por isso.

            • Marina em 04/28/2016 às 10:11

            Eunice surtou.

            • MPG em 05/21/2016 às 17:33

            Concordo plenamente Sergio A.!

            • MPG em 05/21/2016 às 17:48

            Com todo respeito a Senhora Eunice, porem ela se enquadra perfeitamente no perfil BORDERLINE. Deus a ajude!

        1. A Eunice é borderline. Por isso está se fazendo de a vítima abandonada, desconsiderando todo o sofrimento que pessoas que convivem com borders passam. Ela exige que todos tenham paciência e empatia por ela, mas pouco se importa com o sofrimento que ela mesma causa às pessoas. Pouco me importa se foi abusada, se foi abandonada, se sofreu disso ou daquilo na infância. Pouco me importa, se hoje como adulta ela for uma abusadora, sugar a energia de pessoas, transformar a vida de outros indivíduos num inferno a ponto de eles pensarem em suicídio, é para ser internada ou então ir pra cadeia! Nada de vitimismo aqui! Ninguém aqui é inocente nesse assunto, todos aqui já conviveram com tipos como vc, não vem dar uma de pobre coitada e justificar o sofrimento que VOCÊ CAUSA (SIM, A CULPA É SUA!) nas outras pessoas com as quais você convive, dizendo que sofre muito. Ninguém tem culpa de você ser transtornada, ninguém deve ser obrigado a conviver com pessoas tóxicas. Antes de amar uma pessoa louca é preciso ter amor próprio e o amor próprio nos ensina que amor nenhum deve ser incondicional sob pena de ser autodestrutivo. Vocês não amam pessoas, vocês sugam as pessoas. Todos os relacionamentos que vocês desenvolvem com os demais são abusivos porque vocês são vampiros emocionais, vazios e infelizes, que vivem destruindo a psique daqueles que têm o desprazer de se encontrar com pessoas como vocês.

  17. Acho que o afastamento total é a melhor solução. É sofrido, corrói, você lembra do momento de idealização, onde era tudo pra ele, mas o lado obscuro do ódio gratuito. As acusações infundadas,o ciúme paranóide, e oscilação de humor que te deixa apavorada e pisando em ovos, te coloca na realidade, pois nada que você se esforce para agradar será bem visto, tudo será pouco e do amor incondicional, ao ódio vingativo, se arrasta o convívio com um borde. Temos que lembrar que o amo é calmo e o que é de Deus trás paz. Viver com um borderline, ser seu “cuidador” te transforma em um doente também, desprovido de amor próprio. Terminei um noivado amando um bordeline, pois o lado “bom”, romântico e sedutor é incontestável e quando terminei não fazia ideia que essa doença existia. Pesquisando e lendo, consegui descobri o que ele tem e por saber que ele sofria e não o estava apenas sendo um algoz, mas que é também vítima de uma doença, sinto compaixão e oro muito por ele, desejo a maior felicidade do mundo pra ele e a dor e o trauma que ele me causou, espero superar com fé e resignação. O meu amor por ele será eterno, mesmo sabendo que jamais será possível amar de verdade, o amor fraterno irá permanecer.

    1. Honestamente? Gostei muito do que escreveu, acho que ninguém ou no máximo um ou outro(a) termina um relacionamento com um border por não gostar da pessoa, pulamos fora por perceber que é uma questão de sobrevivência psíquica e espiritual.

      1. Nossa, realmente, ninguem termina com um borde por falta de amor, termina por medo, termina por sobrevivência, pq se não ele fica cada dia mais louco, se não ele pira, e deixa de ser quem ele sempre foi, vc pode fazer o que quiser, mas essa é uma situação que sempre existirá. acabei de terminar um relacionamento com uma Borde, acha que estou feliz? estou triste, angustiado, mas eu sei que nada do que eu fizer vai mudar, pq já ouvi tanta coisa, mas tanta coisa, que se não for a misericórdia de Deus eu vou surtar, vou entrar em depressão, vou ficar louco. amo mto ela, mas eu nao posso, nao assim.

      2. Eu terminei por falta de amor. Comecei a acha-lo insuportável, era manipulador, entrão, alcoolista, falso, aff…eu realmente sequer consegui me apaixonar por ele. Borderlines são gente muito chata, não tem estabilidade alguma, qdo as coisas vão bem ele da um jeitinho de fazer ficar ruim, tentam fingir, mas fica dificil pq são muito sem noção, imitadores, sem personalidade, explosivos, qdo xingam parecem um esgoto a céu aberto. Eu não consigo amar isso.

    2. Você descreveu exatamente o que sinto. Quantas vezes achei que eu era louca, e realmente estava ficando… perdi meu amor próprio, me sentia a culpada de tudo. Ele se vitimizava muito, manipulava e distorcia as coisas que eu falava. Ao mesmo tempo em que era muito bom por outro lado, amigo da família, cavalheiro etc.
      Tentou várias vezes se reaproximar depois de ter terminado comigo, de repente ele se mostrava super presente, mandando mil mensagens, sendo muito legal, e quando eu cedia, ele começava a se afastar e esfriar. Acabava descobrindo que havia outras mulheres na história também.
      Hoje, quando converso na maior calma, digo que não sinto raiva mas que ele precisa procurar tratamento, faz logo o drama habitual: você me considera um monstro. Não sou monstro. (Pelo menos disse que já está fazendo terapia).
      Ainda o amo, mas também penso que só me resta orar por ele. Peço a Deus que o ajude, sei que Deus pode todas as coisas, inclusive cura-lo. Mas essa cura não cabe a nós. Afinal, nós também estamos precisando de ajuda.
      Preciso superar o trauma. Tenho medo dessa experiência prejudicar meus futuros relacionamentos, de eu viver suspeitando da sanidade mental dos homens que conhecer. Estou meio apática com a vida, éramos noivos e nossos planos foram pro ralo. Hoje estou sem amigas pra sair, com 30 anos, a maioria casou enquanto eu vivi uma ilusão.

      Se possível, vamos trocar emails, quem sabe podemos nos ajudar.
      mary_t1@hotmail.com

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