Transtorno de personalidade borderline – um doente ou somente um imbecil maluco?

Só um aviso aos usuários do Fórum do Búfalo, estamos tendo instabilidades no sistema, por isso o fórum está com uma grande lentidão. Eu realmente não sei exatamente o que ocorre, mas acredito que seja alguma instabilidade nos servidores. Acredito que até o fim da tarde tudo retorne ao normal, geralmente os responsáveis pelo host que o Fórum está hospedado são competentes em arrumar esses problemas.

Agora, ao artigo:

por Paul Elam 

Tenho sido um admirador de longa data dos poucos profissionais que trabalham com psiquiatria que decidem lidar com a verdade, ao invés de apenas ficar vendendo o mais palatável para as mulheres neste senso comum misândrico.

Andar no caminho certo é difícil em qualquer área. Na área que lida com a “saúde” mental que é dominada por feministas, é algo brutal. Eu sei, eu vivi tal vida por algumas décadas. Eu posso lhe dizer por experiência própria que os maiores bombardeios que sofri foi por não ter seguido a linha oficial que o partido nos deu.

Meu primeiro conflito sério foi sobre o alcoolismo, que eu era obrigado a ver como uma doença. Isto era complicado para mim, já que o alcoolismo não é uma doença. Eu não estou especulando sobre isso, ou vendo as coisas sob a minha “perspectiva”. Eu falo que isto é uma verdade irrefutável. Não há nenhuma evidência, nenhuma, que o alcoolismo é uma doença, exceto que foi considerada assim no ano do meu nascimento, em 1957, pela Associação Médica Americana, sem a mínima evidência científica que a suporte.

Isto foi puramente uma decisão política e financeira, que permitia que os médicos começassem a ter motivos para cobrarem alcoólatras pelo tratamento da “doença” deles, o que permitiu que alcoólatras inveterados fizessem o que eles sabem fazer de melhor… jogar a culpa de seus problemas em outras coisas ao invés deles mesmos.  No fundo, todo mundo saia ganhando com isto.

Outra área significativa de conflito que tive que passar no campo saúde mental foi em respeito a tal Transtorno de Personalidade Borderline (ou limítrofe), ou, como acho mais apropriado, “imbecil perigoso que deveria ser evitado como a peste”.

Peço um pouco de paciência enquanto abordo um pouco do básico aqui. Se tratando de problemas psicológicos, nós estamos lidando com um imenso e diverso leque de problemas e suas causas. Temos desordens que são puramente fisiológicas em sua origem, como a Síndrome Cerebral Orgânica, onde uma doença ou lesão prejudica as funções mentais. Esta síndrome tem um termo um pouco antiquado, e foi até removida do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais por causa do aumento das descobertas que apontam para uma causa orgânica (fisiológica) de muitos transtornos psicológicos.

Mas o importante aqui é que descobrimos que muitas vítimas de lesões ou doenças cerebrais tem pouco controle sobre seus pensamentos, e muitas vezes de suas ações. Esta capacidade lhes foi retirada devido os efeitos de um trauma cerebral ou alguma doença.

A esquizofrenia, uma condição devastadora que causa uma série de deficiências cognitivas, suspeita-se que em parte acontece por problemas fisiológicos. Assim como outros problemas orgânicos cerebrais, a vítima é completamente impotente contra seus sintomas e as vezes não tem controle sobre seu comportamento. É uma doença destruidora que literalmente aterroriza suas vítimas. Imagine você vendo agora demônios vindo da parede e te rasgando em pedaços, ou sua mente te dizendo que deus está falando através de seu cachorro, mandando você matar alguém.

Esquizofrênicos não escolhem ter estas alucinações e pensamentos bizarros e sem ajuda médica ou até mesmo legal, eles muitas vezes não tem controle sobre como eles responderão a tais estímulos. De forma parecida, a desordem bi-polar pode resultar em uma psicose aguda, fazendo com que a habilidade que m indivíduo tem de controlar suas ações ficarem no mínimo questionáveis.

Há mais exemplos de quando uma causa fisiológica é a raiz de problemas psicológicos ou comportamentais graves. A depressão é um bom exemplo. Ela pode ter uma miríade de causas físicas e pode resultar em sintomas físicos muito perigosos, como o alcoolismo, abuso no uso de drogas, violência e suicídio.

Mas a depressão é uma desordem, mesmo tendo algumas possíveis causas fisiológicas, que demandam um tratamento diferente de doenças como a esquizofrenia.

Uma pessoa, não importa o quão deprimido esteja, ainda é capaz de fazer escolhas racionais sobre suas ações. 

Vendo sob esta luz, eles são totalmente responsáveis por usarem ou não álcool ou drogas, serem violentos ou até mesmo se matarem. Podemos dar a eles remédios e psicoterapia, assim como prover outros serviços de apoio, mas no fim eles são totalmente responsáveis por cada ação que eles tomam. Mesmo com sua mente ficando turva por causa do problema, eles ainda são capazes de determinar a diferença entre o certo e o errado assim como entender as consequências de seus atos.

E isto nos trás a desordem de personalidade borderline. Este indivíduo, geralmente uma mulher (sim, isto já foi observado) é alguém no qual seu estado mental faz com que ela seja um perigo emocional, psicológico e até mesmo físico para as pessoas que se envolvem com ela, em particular os homens no qual elas tem algum tipo de relacionamento amoroso.

A desordem de personalidade borderline é diagnosticada quando alguns ou todos estes sintomas estão presentes: 

  • um longo histórico de emoções turbulentas ou instáveis, incluindo frequentes demonstrações de raiva inapropriada;
  • um padrão de impulsividade e relacionamentos caóticos, incluindo, mas não limitado, a impulsividade de gastar dinheiro, uso de drogas, relacionamentos sexuais, compulsão alimentar e furtos em lojas;
  • reação intolerante, muitas vezes hostil, de ficar sozinha;
  • repetidas crises e atos de auto mutilação, como cortar os pulsos ou abuso de medicamentos.

Existe um exame mais aprofundado dos comportamentos comuns de uma pessoa que sofre desta desordem, mas você provavelmente não irá achá-las detalhadas na literatura médica disponível. O que vem a seguir são traços comportamentais que observei em anos lidando com mulheres bordeline em ambientes clínicos e na vida real.

  • Uma facilidade para mentir e manipular, particularmente usando a simpatia e a adulação, mas também  para listar a ação de outras pessoas que ela possa utilizar para vantagem própria no futuro, com fins vingativos ou de retaliação;
  • uma propensão para inventar acusações de estupro, abuso sexual e violência doméstica;
  • uma capacidade praticamente infinita para praticar vinganças pelos menores, ou imagináveis, motivos;
  • um prazer sádico de causar danos injustificáveis contra os outros que são vistos por ela como inimigos, ou mesmo contra aqueles que ela considera que não as ama o “suficiente”;
  • a capacidade de justificar e racionalizar qualquer comportamento abusivo, não importa o quão extremo ou quão inocente é a vítima. Não seguem um norte moral;
  • a demanda incessante que os outros gostem dela, mesmo com ela causando destruição na vida de inocentes;
  • a visão distorcida que o abuso que elas infligem não é abuso, mas reclamar ou reagir contra este abuso é algo abusivo para elas.

E mais uma coisa que precisa ser incorporado em seu entendimento sobre a desordem borderline. Elas sabem exatamente o que estão fazendo. Não há nenhum fator orgânico ou deficiência em seu auto controle que provoque elas a fazerem isto.  Seus atos são intencionais e premeditados. Elas sabem muito bem a diferença entre o certo e o errado, o que é apropriado ou não, o que é verdade e o que é mentira, realidade e fantasia.

Elas frequentemente tem empregos e se envolvem em situações sociais em que seu comportamento destrutivo acabam rapidamente prejudicando elas. Geralmente demonstra uma capacidade admirável de auto controle e comportamento apropriado. Qualquer noção de que elas não conseguem controlar suas ações, o que você frequentemente escutará da boca de algum borderline ou de um médico inescrupuloso que lucram com esta condição ajudando elas a racionalizarem seu comportamento, são totalmente fraudulentos.

Elas sabem muito bem o que estão fazendo, e muitas vezes até gostam disso.

Elas sofrem com o caos interno e emoções instáveis? Certamente. Assim como os depressivos, os alcoólatras e aqueles que tem desordens de ansiedade ou outras mazelas. Só não podemos permitir que se dê um desconto a eles ou que machuquem os outros e a si mesmo. E nem devemos.

Dado o potencial absoluto de destruição que um borderline pode ter na vidas dos azarados que acabem cruzando seus caminhos, é muito importante o entendimento do prognóstico de sua condição.

Não há medicamento psicotrópico e nem terapias cognitivas que funcionem em um borderline. Resumindo, eles tem uma condição intratável com o que temos atualmente. Eles não podem ser ajudados tanto quanto eles devem ser isolados para poder ajudar os outros.

Há uma piada corrente entres os psiquiatras que lidam com a borderline. E sim, nós fazemos piadas sobre problemas sérios. É uma das maneiras de aliviar o stress de ter que lidar com estes casos. De qualquer forma, é uma piada curta e grossa:

Você não trata borderliners, você simplesmente os ignora.

E assim, num sentindo mais amplo, é o conselho indireto que se dá para qualquer pessoa que tem o azar de se encontrar na mira de um borderline.

Fique longe dele. 

Siga outro caminho. Não vá atrás. Não pague 200 dólares. Simplesmente caia fora; esqueça qualquer perda que sofreu em sua experiência e fique feliz de não ter perdido mais.

As famílias dos alcoólatras são orientadas a ignorá-los quando eles estão bebendo. É um bom conselho que ajuda o alcoólatra encarar o problema e que salva sua família de muitos problemas. Mas lidar com um borderline não é tão simples ou fácil como ir a encontros do AA e aprender a ter limites. Sua patologia é muito mais séria e perigosa do que isto.

Escute isto, e não esqueça. Eles não irão melhorar. Nunca. Não há nada que você possa fazer, nenhuma bondade que você possa fazer, nenhuma simpatia que você possa oferecer, nenhuma mãozinha amiga, nem a combinação de toda a sua experiência pessoal que você possa oferecer pode fazer com que um borderline seja nada além de uma tremenda dor de cabeça e um pesadelo em potencial que está só esperando a chance de destruir tudo o que você tem, por dentro e por fora.

Na verdade, se você se encontra num eterno dilema se deve ou não sair de um relacionamento com uma borderline, eu sugiro é que você vá procurar ajuda. Ao invés dela, talvez tenha uma chance de ajudar a você descobrir as causas que te fazem ficar ligado a uma vida cheia de abusos, caos e perigo.

Afinal, sempre haverá a pílula vermelha da verdade.

fonte: http://www.avoiceformen.com/women/borderline-personality-disorder-sick-or-just-crazy-asshole/

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935 comentários

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    • Fernanda Rangel em 03/23/2015 às 14:07
    • Responder

    Realmente algumas pessoas “endemonizam” os borderlines, e eu não culpo essas pessoas, pois sei do sofrimento emocional pelo o qual já passaram ao lado de quem sofre dessa doença. Imagina ser filho de uma mãe bordeline? Imagina como esse filho vai sofrer se a mãe não se trata. Acredito que possam sim existir borderlines sem caráter, assim como existe tal característica em quem não sofre desse transtorno, e vale o inverso. Aliás todos nós, sem exceção, muitas vezes temos atitudes nada louváveis, manipulamos, mentimos, nos fazemos de vítima, enfm, é algo humano. Só que para mim o borderline é uma pessoa acima de tudo desequilibrada, que tem um universo próprio e não compreensível para quem é “normal”, e por isso acabam utilizando muito mais desses mecanismos (mentiras, manipulações, chantagens, ofensas) do que quem não sofre desse distúrbio. São pessoas inseguras em termos de sentimento e que exigem provas de amor desrespeitosas para com o outro. Dessa forma, quando os borders não se tratam, quando não tem noção desse desequilíbrio emocional que possuem e tentam adaptar o não-border ao universo psicológico border, causam muita dor no outro. Para mim que convivi, tenho uma opinião bem sólida sobre o assunto: border não é sinônimo de mau carater (esse poderia ser um psicopata), porém um border sem tratamento pode ter inúmeras atitudes egoístas e mesquinhas, para assim tentar aplacar seu próprio sofrimento, sem pensar no próximo. No fim das contas, seja qual for a causa, mau-caratismo ou tentativa de aplacar uma dor interior imensa, não importa, o dano no outro vai acontecer do mesmo jeito. Porém o border pode se arrepender, depois do surto ter a consciência e tentar se desculpar, já o psicopata não, ele não se arrepende verdadeiramente. Acima de tudo, é opção de cada um saber se vale a pena ou não viver ao lado de um borderline. Acredito na melhora do border com tratamento adequado, mas eu não gostaria de ter de lidar com um border de forma íntima novamente. Para mim não há nada melhor do que ter paz todo dia. Desejo tudo de bom para minha ex-namorada border, que ela se trate, que ela encontre alguém com mais paciência, que seja feliz, que tenha seus sonhos realizados, só que não quero mais contato por questão de amor-próprio. Não posso ajudar alguém quando me destruo junto.

    1. Fernanda quando li a matéria fiquei até me sentindo um monstro pois sou diagnosticado como um border. Meus relacionamentos foram muito difíceis isso não posso negar. Mas acredito que eu não seja esse monstro que a matéria diz eu tenho caráter eu me arrependo muito das coisas que eu faço quando tenho crise, faço tratamento a 8 meses, ainda tenho crises, pensamentos suicidas também quase não tenho. Mas sou muito grato por Deus colocar em minha vida alguém como meu marido. Ele tem muita paciência comigo e ao contrário do site/matéria que diz que sou um imbecil e que as pessoas devem se afastar de mim que nunca terei cura, meu esposo discorda.

      Mas farei diferente da matéria que diz coisas horrendas de borders, ao invés de dizer que o psiquiatra que escreveu isso é um imbecil eu digo faça terapia com um psicologo para não ficar stressado ao invés de fazer piadas.

        • Fernanda Rangel em 05/20/2015 às 20:33
        • Responder

        Oi Michael, é exatamente isso que sempre digo. Tudo depende. Tem pessoas que conseguem conviver bem com os borderline, afinal quem possui esse transtorno de personalidade tem qualidades maravilhosas também. Os borders são pessoas muito intensas, que fazem com o que outro se sinta amado de uma maneira única. Se não houvesse um lado tão bom em vcs com certeza não existiriam tantas pessoas sofrendo ao tentar sair da relação, seria mais fácil. Mas tem o outro lado da moeda também. A montanha russa emocional não é fácil de suportar, hoje é puro amor, amanhã qualquer coisinha desencadeia uma tempestade num copo d’agua. Acredito que existam vários tipos de borderlines de acordo com outros aspectos da personalidade de cada um, então novamente digo que depende de caso para caso. Só por vc ter a noção de que tem um problema e se tratar já é digno de admiração. Não desista nunca do tratamento. São raras as pessoas que possuem paciência para lidar de maneira equilibrada com essa situação, dê sempre valor a seu marido. Se vocês têm uma relação saudável em que ambos estão felizes, satisfeitos, é isso que importa. O que não acho certo é quando uma pessoa está a beira de um abismo por causa das constantes brigas na relação com um border, nesse caso tem que terminar, não tem jeito.

    • Tainá Nicodemo em 03/20/2015 às 2:05
    • Responder

    Eu sou uma border.. sofro desde os 13.. tenho 19 anos agora. Posso dizer que somos realmente muito complicados e precisamos de muita paciência, o que não significa que devem passar a mão na nossa cabeça.. eu finalmente estou conseguindo equilibrar o transtorno, depois de muita luta, sofrimentos, internações e tentativas de suicídio.. só peço que não abandonem uma pessoa que sofre com o transtorno.

  1. Alguem me responda minha bordelaine me abandonou a 4 meses foi para s.Paulo atras de um ex namorado de antes do casamento que ela encontrou na internete , mas parece que o tal é bisexual e pelo visto não a quis . eu racionalmente não a quero e acho que ela também não me quer mais . pois dis que vivia uma vida de prisão e desrespeito ou seja uma vida de casada com um filho de 6 anos eu trabalhando e ela na faculdade me traindo e fumando maconha. ela é muito bonita ja foi modelo e eu 15 anos mais velho. nos 4 anos de casado enquanto amamentava minha vida com ela normal apesar de afamilha me contar de crises e de atitudes contra a mãe que eu achava exagero .nos 2 anos atras menha vida ficou um inferno mas como a amo achava que ia voltar a ser a pessoa que casei ela fez de tudo e mais um pouco se eu não fosse espiritualizado poderia ter tragedia. mas mesmo assim faço terapia e não consigo tira-la da cabeça mesmo sabendo que ela me fez muito mal . mas não a procuro e não demostro para ela ajo normal friamente mas temos um filho tenho medo que ela possa me envolver e eu não resista ela no fundo sabe de meu amor .mas acho que os borde não sabem o que amor ,fidelidade gratidão e o valor de uma família alguem por favor me fale alguma coisa que me conforte

    1. po ninguem vai me falar nada?

    2. Cara…minha ex parou de trabalhar quando veio morar omigo…já nao gostava e viu que nao precisaria, fumava maconha umas tres vezes por dia…mesmo eu nao gostando de maconha e vivia dando margem pra receber cantada dos outros…sei como é isso.

  2. Olá,

    Eu queria saber se alguém quer compartilhar o relato de ser filho de borderline.
    Por que, se afastar é mais fácil quando é marido, irmão, primo, amigo. Mas, e quando é mãe?
    Alguém quer compartilhar algo? Passa por isso?

    1. Foi a mesma pergunta que eu fiz….

    2. Oi Val,
      Eu te compreendo profundamente. Também sou filha de mãe borderline. Consegui sobreviver. Hoje, com 45 anos, estou completamente afastada dela. Com base em minha experiência, o que posso te dizer é que você NÃO VAI MUDÁ-LA, VOCÉ NÃO TEM CULPA E NÃO TEM NADA DE ERRADO!. Sei que ela tentou de tudo para fazê-la se sentir uma péssima pessoa, te humilhou, manipulou, fez exigências absurdas, te desacreditou, destruiu sua auto estima e quase te enlouqueceu. Mas você precisa saber que o problema é ela e nunca foi você. Saiba que você não está só. Embora ela não tenha (ou seja quase impossível) cura, você tem e vai sobreviver.
      Se quiser pode enviar mensagem para meu email: gigisp.45@hotmail.com
      Abraço

      1. A mãe dela tem traços narcisistas.

    3. Você vai ter que mudar de cidade, Estado ou até de país. Esqueça sua mãe e se você se sentir culpada por isso, ajude quem precisa, um asilo ou orfanato.

    • Fernanda Rangel em 03/14/2015 às 10:51
    • Responder

    Na minha opinião, não é que os borders sejam “monstros” que devam ser ignorados e jogados no abismo profundo da solidão, mas sim que são raras as pessoas que conseguem lidar com eles numa boa, sem se destruir junto. Creio que para se relacionar com borders a pessoa tem que ser muito tranquila, saber impor limites de uma forma saudável e, principalmente, não se deixar abalar pelos surtos de raiva que ás vezes acontecem. Então tem que ser um ser humano muito forte em termos psicológicos. Daí que vem o problema: quantas pessoas hoje em dia tem um psicológico bom o suficiente para segurar junto a barra do borderline sem se partir em mil pedaços? No meu caso, sei da pior maneira, que eu não tenho. Ou quem está junto com o border tem essas características e assim não se fere tanto ou então é um ser humano “normal” que acaba tendo que abrir mão de parte de sua felicidade e bem estar para estar do lado do border e aguentar o tranco. Na segunda hipótese, muitas vezes ao se chegar a um nível de esgotamento psicológico, por uma questão de amor próprio, o não border tem que cair fora. Auto-preservação.

    1. Fernanda Rangel estou a quatro meses separado de minha border. minha vida e de meu filho melhorou ele com seis anos esta mais calmo não fala muito da mãe ,que em quatro meses so ligou tres veses ,ela esta em s. paulo , agora de uma para outra manda zap que esta com sudade de joão , filho que vem em maio , eu estou fazendo terapia mas não compreendo como penso nela o tempo todo sei que não é amor e uma abistinencia igual de droga , com fe que vou conseguir criar nosso filho em um habiente de paz. meu nome é nicolai e participo com depoimento ja publicado.

  3. Barãozinho quero saber mais sobre as boderlne fui casado com uma que me abandonou com filho que estou criando longe dela e graças a Deus ele esta mais tranquilo ,porque perto da mãe ele era muito agitado. compreendi muitas coisas pois pensava que ela era mal caráter e fdp fez de tudo e mais um pouco não sei como convivi 6 anos mas os 4 anos ela era nervosa mas não aprontava talvez porque amamentou meu filho ate os 4anos . os familiares me elogiavam que eu tinha transformado ela em uma boa mulher e que a maturidade tinha chegado mas eu na intimidade a achava dificil com atitudes estranhas mas muito apaixonado ela ,é muito bonita e sedutora.a mãe diz que ela e bp ,talves para esconder os maus tratos que ela viveu criada em uma família desestruturada ,quando nasceu os pais ja estavam separados o pai acolatra e a mãe drogada que se casou com um mais doido ainda e por sinal conhecido compositor biano muito louco,mas hoje em dia a mãe e o padrasto ja não usam mais drogas mas a família e muito desestruturada um filho irmão de minha ex se suicidou e ela e saquelada borderline.

  4. Eu vivo com uma pessoa que tem me deixado no limite, e todos os artigos que tenho lido sobre borderline, aqui e em outros sites, parecem descreve-la. Tudo o que tenho lido sobre atitudes de borderlines me da a impressão de ter alguém observando a rotina da minha casa, tamanha a exatidão dos fatos. Porém nao estou sabendo lidar com a situação, pois todas as vezes que tento conversar com ela sobre separação ela faz ameaças de suicídio. Temos um filho, e piora muito a situação. Nao sei mais o que fazer…

    1. Você tem o direito e o dever de ser feliz. Existem outras pessoas. Uma vida inteira pela frente. Você não é obrigado a ficar com alguém que te faz sofrer. Muitas vezes, nem mesmo psiquiatras aguentam tratar borderlines. Muito menos nós, que não temos o mínimo preparo psicológico para lidar com borders. Vá ser feliz.

  5. Pessoal. Alguém aqui é amigo desses loucos ? Tenho um ex amigo que inferniza a minha viada. Tenta manipular e só procura qdo tem interesse. O que fazer para esse carrapato sair do meu pé ????

    1. No seu caso é mais fácil ainda. Não é namorado/marido, não é parente. Dê um basta. E se não for efetivo, considere a possibilidade de chamar a polícia, caso ele se torne um estorvo em sua vida.

    2. Ofereça a ele a oportunidade de entrar na Herbalife.

  6. Sei muito bem o que o texto diz, convivo com um border a 17 anos e simplesmente eu não existo mais, nao tenho mais esperança, tenho 2 filhas e por elas tento dar um basta, mas como se divorciar de um border???? Fazem chantagem, ameaçam, manipulam, agridem, etc……..Resumindo é IMPOSSIVEL sobreviver ao lado de um boderline, meu marido não se considera um doente, o mundo é que esta errado e ele sempre certo.Nem a psiquiatra aguentou . Só Deus pra me tirar dessa situação, lamento ter tido duas filhas com ele, mas agora é tarde demais.Desabafo!!!

  7. Fui casado e minha ex tem todos os sintomas de bordeline mas a mãe acha que é bipolar mas as caracteristicas descritas aqui e em outros lugares me mostra o contrario a amo muito mais as brigas , maus tratos traições e mentiras se agravaram apos trauma de ter perdido um irmão mas a convivencia é insuportavel ela me dizia coisas terriveis que nenhum ser humano deveria dizer a outro aida mais sendo sua espousa. ela foi embora para s.paulo sem almenos se despedir do filho de 6 anos de idade e ja tem 3 meses que não liga para o filho por outro ele esta mais tranquilo pois não entendia como a mãe o tratava e me tratava õ tempo todo de cara feichada e nada a agradava sonha em ser atriz e algus projetos de arte cenicas ela participou se formou em Bacharel de cultura convivi por 8 anos teve um tempo bom que apesar das brigas frequentavamos uma religião espirita e ela se segurava mais quando entrou na faculdade se emvolveu com grupos de teatro voltou a fumar maconha ficava calma durante o efeito mas quando passava no outro dia uma pilha de nervos e se trasformou no que era antes de me conhecer na epoca do namoro as pessoas me perguntavam o que eu tinha feitoa que ela estava outra pessoa mãe dedicada e super protetora mas com o passar do tempo ela virou outra pessoa dizia que me odiava e que eu era a cusa de todos os seus problemas fazia escandalos em casa que nosso filho ficava assustado tentou se enforcar mas e oseu conportamento na frente de outras pessos era totalmente diferente super calma quando queria alguma coisa era atravez de manipulação sinto sua falta mas sinto que tirei um peso enorme e vol ter a oportunidade de ter uma vida eu e meu filho sem oestres que ela causava 24 por dia eu vivia tentando agradala pisado em ovos na minha propria casa hoje sei que algus sentimentos de gratidão de amor não existem em seu coração.

    • Nathy Prione em 02/21/2015 às 12:39
    • Responder

    Concordo que somos MUITO difíceis de lidar, concordo que não temos o direito de levar ninguém conosco ao fim do nosso poço, mas discordo quando falam em mentiras, dissimulação, sangue frio e consciência nos atos… na verdade somos emotivos até demais, SENTIMOS até demais! Imagine você sentir a dor do ciúmes 10x mais, do abandono, da solidão, da paranoia, da tristeza, do desespero, tudo 10x mais! E a forma de nos proteger muitas vezes é atacando, isso que vocês chamam aqui de “vitimismo”.
    Pode vir o melhor psiquiatra, psicólogo, estudioso ou companheiro de um border, NINGUÉM nunca irá saber como realmente sentimos as coisas. Descrever é fácil, sentir é diferente. É uma dor que nos dilacera dia após dia…

    Lembro-me que minha “vítimia” maior foi minha mãe, mas hoje entendo que todas as vezes que a odiei na verdade estava odiando à mim por não merecer uma mãe tão perfeita, também cheguei a sentir raiva dela pois não entendia como podia ser tão maltratada e ainda assim continuar me amando?!? Muitas vezes gritei que a odiava, mas no fundo daria minha vida pela dela…

    Minha maior vontade é de voltar no tempo e rever meus erros, para evitar tanto sofrimento em pessoas inocentes, mas para entender isto infelizmente leva tempo e tbm tem que querer entender, hoje em dia foco toda a minha dor à mim mesma, me isolo, me agrido, me bato, me espanco, me xingo, me faço sangrar pelos pulsos, mas continuo viva, pois minha filha pequena precisa de mim e pra ela finjo ser a mãe mais feliz e perfeita do universo, e ela me ama incondicionalmente, isto já é motivo para eu aguentar minha dor e permanecer neste mundo que só tem me causado angústia e tormentos… não sou feliz e nunca hei de ser, mas não sou uma pessoa fria, dissimulada e astuta, queria mesmo ser, assim sofreria bem menos…

    Mostrei este texto ao meu marido, pedi que lesse à todos os comentários, eu sabia que ele iria ficar horrorizado, então pedi que se livrasse de mim enquanto há tempo! Ele leu, chorou e disse que realmente é muito difícil, mas que não irá se afastar, e já estamos indo para o quinto ano de casados e tenho me esforçado para o fazer feliz nos momentos de lucidez, sendo a melhor esposa do mundo… fiel, carinhosa, amiga pra todas as horas… isso que vocês chamam de dissimulação, bate e depois assopra, é na verdade uma maneira de compensar toda a dor que causamos. Sei que não justifica, mas infelizmente a doença não tem cura e acreditem: quem mais sofre são os borderlines…

    1. Sra.Nathy.
      Gostaria de acreditar nessa sua história de sofrimento. Desculpa, não consigo.
      Deixa eu ver se entendi, vc fez o seu marido ler todos os comentários, inclusive o seu, pediu para ele se afastar e o cara disse não e chorou ainda? Manipuladora! Egoísta! Sem sentimentos! Fez o pobre do marido se sentir culpado. A única coisa que me deixa em paz é saber, que depois de um tempo, nós vítimas dos borderlines nos recuperamos, a gente sofre, chora, sente falta, mais deixamos os momentos de horror vividos juntos dessa raça, já vcs….vão ser infelizes para sem

      1. Cara, quem é vc pra julgar ela e acusar assim sem conhecer e sem saber o que ela realmente passa todos os dias? Tenha raiva da pessoa que te sacaneou por ser mal caráter! É direito seu. Essa moça não fez nada contra vc. E eu não vi nada de manipulação e muito menos falta de sentimentos da parte dela, pelo contrario! As pessoas que tem esse transtorno e aceitam o tratamento podem sim ser felizes e fazer outras pessoas felizes, quando assim desejam.

        O problema ta na falta de caráter e na negação ao tratamento! Vc tbm não pode dizer que o marido dela se sentiu culpado. Só ele sabe o que ele passa todos os dias ao lado dela, sejam as coisas ruins e as BOAS tbm.

        Concordo que é difícil mesmo aguentar quem tem esse transtorno, mas é difícil quando a pessoa não se trata e quem convive diariamente tbm precisa se tratar junto (com psicoterapia e para aprender lidar com crises). Ninguém escolhe ter essa doença, e ninguém é pobre coitadinho, nem quem é doente e nem quem aceita conviver. A resposta está no TRATAMENTO e na conscientização!

        Agora vi aqui em muito comentário gente dizendo que não sei quem faz um monte de merda pq é doente: falta de caráter não é doença e tão pouco o transtorno está ligado a agir assim. Faz besteira quem quer, e não faz por ser doente não!

      2. Felipe eu concordo com vc .fui casado com uma border por 7 anos e sofri com ela ,que so deus e quem sabe ,ela derrepente foi para Saõ Paulo e me deixou com meu filho de 6 anos ,para morar com o pai ,mas nos três primeiros meses se juntou com um garotão de 24 anos desempregado grafiteiro que mora com a avo, não telefona para o menino e agora dis pelo zap que no fim de ano quer leva-lo para morar com ela no subúrbio e botar ele em escola publica para viver da pensão . mas logico que não vou deixar isso acontecer ele aqui estuda em um excelente escola particular. por favor aguem tem ex mulher border e sofrimento que não para ela ainda pensa que pode me manipular mas agora sou eu que a enrolo procuro não entrar em atrito mas sei que mas sedo ou mas tarde ela vai quebrar a cara

    2. Releia seu comentário e veja o quanto você se faz de vítima. O tempo todo. E ainda levou seu marido a se sentir culpado. E não me surpreende o fato de você não conseguir enxergar isso. Borderline não enxerga mesmo. DICA: pare de fazer seu marido sofrer. Se você o ama de verdade, deixa-o livre para ser feliz. “Prender” ele com você não é amor, é egoísmo, pois você SABE o quanto ele sofre. Você sabe que é borderline e ele não poderá fazer nada quanto a isso. Deixe-o ser feliz.

  8. Um absurdo tratar os borders como vilão da história.
    Seu texto noa põe para baixo, não nos dá esperança e ainda faz com que as pessoas não queiram nem entender o sofrimento que passamos.
    Sugiro que seja mais humano e estude mais.
    Eu vou ter cura sim! Vou ter minha personalidade reconstruída!s

    1. Stephanie, nós não tratamos os borders como vilões, apenas falamos a verdade de tudo o que se passa em um relacionamento com um borders, não é uma tarefa fácil conviver com um borders, sendo bem sincera com vc é um pé no saco na maior parte das vezes, fazemos tudo para agradar, para ajudar, e somos traídas nas mais variadas formas de traição. Nós não precisamos colocar vcs para baixo, vcs fazem muito bem esse papel e nos levam juntos,nós tentamos entender o sofrimento de vcs sim, mas não existe benevolência nenhuma da parte de vcs, vcs so olham para o sofrimento enorme de vcs, e nós como ficamos? nossos filhos como ficam? Espero e desejo de todo o coração que vc consiga se curar, mas não nos julgue vc não sabe o que nós passamos por vcs.

    2. Tenho diagnóstico de tb. Fui casada, e não, meu marido não me deixou, EU O DEIXEI! E o segundo está comigo porque quer, não há uma arma apontada pra ele. Eu me trato, faço terapia, ginástica e tudo o mais…e querem saber de uma???? QUEM QUER LARGA O MARIDO SOU EU, NÃO ELE! Bando de hipócritas! E chega de mimim…

      1. LIgia , pelo visto o tratamento não está fazendo efeito nenhum com vc e Que bom que vc quer lagar o seu marido, so assim ele se livra de uma vez de uma mala sem alça. Não somos Hipócritas, so não conseguimos mais viver com pessoas destrutivas como vcs.

    • Solange Gomes em 02/15/2015 às 21:57
    • Responder

    Boa noite!

    Eu lendo as postagens e estão sendo esclarecedoras. Tudo que passei com meu ex-marido. Quem foi para em psiquiatra e psicologa fui eu. Detalhe depois que casamos e por ter sido demitida em função da mudança de Estado que tive de fazer. Além de mudar toda a minha vida por causa do casamento, começaram os maus tratos.

    Ele não admite que tenha algum problema. Eu que pesquisando muito e com a ajuda da psicologa que achávamos que ele é Bordeline. Mas uma dúvida que fiquei foi a seguinte ele quem pediu a separação. Aqui vejo que os bordelines não aceitam o termino do relacionamento é isso mesmo?

    Vou contextualizar a situação da separação. Quando cheguei em junho em casa já que estava em outro estado estudando mestrado justamente para poder voltar e ficar com ele de vez na cidade. Uma vez que não conseguia emprego lá então resolvi ir para área acadêmica e assim ter como me sustentar. Ele estava surtado disse que eu não o obedecia, que tinha ido para casa para atrapalhar ele e que era uma besteira passar o dia dos namorados juntos.
    Eu fiquei perdida pois no final de abril ele havia dito que eu era a mulher da vida dele que jamais ia se separar de mim. Em junho ele pediu a separação porque não estava bom já que eu não o obedecia.

    Desde a lua de mel começou os maus tratos. Eu quase enlouqueci porque durante o namoro ele era maravilhoso e já no dia seguinte a festa de casamento ele estava esquisito parecia outra pessoa. E foi só piorando… O resto vocês bem sabem mentiras, ciumes sem fundamento (ameaça de agressão por isso), coações psicológicas continuamente, indícios fortes de traição (embora ele negue) e etc..

    Mas fiquei com essa dúvida por causa dele ter pedido a separação. Talvez seja por causa do contexto. Por está me punindo já que não “obedeço” ele?

    Aguardo algum cometário que me esclareça
    Obrigado

      • Fernanda Rangel em 02/19/2015 às 8:42
      • Responder

      Olá Solange! Pela minha experiência posso lhe afirmar que os borders terminam relacionamentos também, normalmente por impulsividade, eles estão raivosos, vão lá e terminam sem dó nenhum. Porém depois começam a se sentir sozinhos, algo que os destrói por dentro, não suportam solidão, assim voltam a lhe procurar querendo reatar. Só não irá te procurar se encontrar alguma outra pessoa que forneça a ele mais segurança emocional do que vc fornecia. Resumo: se vc era muito submissa na mão dele, difcilmente vai ser substituída e ele vai te procurar para reatar.

        • Solange Gomes em 02/19/2015 às 15:11
        • Responder

        Fernanda,

        Obrigado pelo esclarecimento! Estou sofrendo muito mas creio que ele esteja com outra mulher porque o que ele queria literalmente era se livrar da minha presença. Tanto que o divorcio está correndo só porque entrei com o litigioso. Ele não consegue resolver e se enrola
        todo já tem sete meses e só foi procurar um advogado mesmo porque recebeu a intimação.
        Também é muito comodo para ele quem ficou sem emprego e sem nada fui eu. Nem o que comprei de móveis ele me devolveu. Apenas enviou por transportadora minhas roupas, fotos do casamento e o vídeo do casamento.
        Eu não sou tão submissa casei porque acordamos que ele ia pedir transferência para outra cidade maior que eu pudesse trabalhar também mas não estava acontecendo isso. Ele chegou a falar para um “amigo” que ele nunca iria para outra cidade além da cidade onde o filho dele reside. Fiquei sabendo isso pela esposa desse amigo que me contou depois que estou aqui na casa da minha mãe. Ou seja ele mentiu o tempo todo. Na cabeça dele pelo que parece pensou que porque casei iria me submeter a tudo, Mas eu também fui ficando com medo pois quando nem temos nosso trabalho ficamos muito vulneráveis na mão de terceiros. Então estava procurando alternativas estudando e depois ia voltar a trabalhar. Creia durante o tempo de casamento eu que me mantive com minhas economias mas acabaram justamente quando ele pediu a separação. Fui muito ingenua e confiei muito nele.
        Esta sendo muito difícil superar isso tudo se você tiver alguma dica serei grata.

          • Fernanda Rangel em 02/20/2015 às 12:29
          • Responder

          Olá Solange, é difícil sair de situações como essa, ainda mais quando se está vulnerável financeiramente. O que posso lhe aconselhar é para tentar aos poucos restabelecer sua própria vida, saindo da sombra financeira do seu ex-marido, para assim obter independência. No começo vai ser complicado, vai doer, porém com o tempo tudo se ajeita e você voltar a ter sua vida de volta e sua felicidade. Então cuide de vc, da sua vida, e dê graças a Deus que está ilesa. Suas marcas emocionais, essas cicatrizes melhoram com o tempo.

        1. Mas também não caia no erro de culpar a doença pelas atitudes dele. Ao que me parece existe um desvio de caráter mesmo, ele simplesmente não teve respeito, foi egoísta, mentiroso, e isso não é doença. Não vai ser tratamento que vai “curar”, mas sim ele quebrar a cara com a vida, tomar um pouco bom senso e aprender a respeitar as pessoas.

            • Karen em 02/26/2015 às 15:49

            “ele simplesmente não teve respeito, foi egoísta, mentiroso, e isso não é doença”. Me desculpe, mas Borderline é EXATAMENTE isso.

        2. Karen, me diz quantos anos vc passou estudando sobre os transtornos mentais pra poder sair por aí dando diagnostico?

          1. Rayane vc está na página errada, com certeza vc deve ser border. vc por acaso é formada em psiquiatria, ou é psicologa? porque se for , deveria mudar de profissão, porque vc não entende de nada do que está falando.

    1. Solange, isso que a Fernanda disse é verdade.

      Mas tem que tomar cuidado, pois uma psicologa não pode diagnosticar o seu marido pelo o que vc fala. Ela teria que ter varias sessões com ELE e entender o que se passa na cabeça DELE para fazer um diagnostico mais preciso e buscar a melhor alternativa de possível tratamento. Existem outros transtornos de personalidade e tbm existe a possibilidade de não ser transtorno nenhum, ele apenas não ser um cara legal. Para se ter um diagnostico correto leva tempo, o profissional tem que compreender o histórico do individuo e até possíveis traumas (que talvez só ele saiba) que tenham dado origem a algum transtorno ou a uma confusão emocional.

      Agora cuidado, ele acha ruim vc não obedece-lo? Isso não é coisa de border, é coisa de quem teve um criação machista (valores deturpados). Se ele que pediu a separação, mesmo que por impulso, use isso a seu favor para não passar o resto da vida com um homem (independente de ser doente ou não) que te trata mal e todas essas coisas.

      1. O problema é que eles escondem as informações dos profissionais. Principalmente quando não reconhecem que podem ser borderlines. Aí mesmo que eles ficam com raiva e escondem tudo que podem. Meu ex namorado frequentou muito o psiquiatra. Até então, era diagnosticado bipolar. Foi só eu falar com o mesmo e mostrar tudo que acontecia(inclusive com gravações de celular, onde gravei brigas nossas.) que o psiquiatra já o considerou borderline, principalmente por juntar com dados que ele mesmo já havia percebido, mas não era conclusivo.

      2. Rayane….é ruim border se tratar. Eles adoecem o mundo todo e permanecem lá umbilicais. É loucura mesmo. Adoecem por que são ambivalentes…fazem vc acreditar neles, posam de boa gente, são personagens, não é verdadeiro, quando são bons é porque coviveram com alguém bom e como são porosos, recebem traços da personalidade de outros, só que não conservam esses traços tbem por conta da porosidade. E aí a pessoa fica bem afim que a parte boa seja verdadeira e quando se depara com as atitudes…aí começa a adoecer, fica sem entender nada. Todos adoecem inclusive os filhos. Esses então como são pequenos se sentem perdidos, ansiosos, aguardando que o genitor ou genitora mostre a faceta boa…mostre que ao menos os percebe, só que TPB é um transtorno narcísico, o portador simplesmente não percebe os outros, tem déficit de empatia e de culpa…por isso que a depressão deles é desvinculada de culpa…é só o vazio existencial de que tanto eles falam quando estão na baixa da crise. Simplesmente não tem cura. Me perdoe, mas não tem, por mais que a gente sonhe com essa cura, não existe um só caso de cura na literatura. Morrem enfernizando a vida das pessoas, filhos esposas, namoradas, pais…todos. O avô de uma amiga da minha filha tem, e aos 81 anos, grita que vai se matar…a filha, que é mãe da amiga dela sai recolhendo todas as cordas da casa pq ele já tentou varias vezes nesses 81 anos. O pai de meu segundo filho tem…já vi até a cara de desprezo dele para com a criança pq o menino de 4 anos tem problema de fala (vai a uma fono)., cumpre as visitas e não é capaz de pagar uma água ao filho, se esconde dentro do shopping e compra a comida pra si, chega a ser ridículo. Procuro criar meu filho com ferramentas boas para lidar com esse ser, e ele é envolvente (os borders tem uma fina sintonia com o ambiente e como o problema é remissivo a infância, procuram manter vivas as necessidades dessa fase, necessidades inclusive de adoração pelos genitores etc, que espelham em quem por ventura eles se relacionem), ao mesmo tempo que despreza a criança, quer ser adorado faz de tudo, tenta ser agradável na sequencia…se não é adorado despreza…é um circulo vicioso. E bebe bebe… pq sente que o filho não o adora…e como assim se sente abandonado não aguenta a frustração e bebe sem parar. É um doido completo. Não existe recuperação para borders. o tempo que parecem bem é resultado da porosidade, absorvendo (mas não apreendendo) algumas palavras ou gestos de alguém, inclusive do terapeuta. É uma doença horrível.

  9. Fiquei horrorizada com esse texto e mais ainda com os esses comentários.

    Concordo sim que é extremamente difícil conviver com um border em crise mas EXISTE SIM TRATAMENTO. Dizer o contrario é um absurdo vindo de um psicologo e é desmotivador pra quem procura ajuda. Esse tipo de texto só aumenta ainda mais o tabu da doença e dissemina o preconceito. Além de tudo, achei o texto bem cínico.
    Pode ate ser que algumas coisas ditas nesse texto estejam mesmo presentes no comportamento de algumas pessoas, mas acredito que isso tem mais a ver com FALTA DE LIMITES e não que seja culpa da doença.
    Psicopatia nada tem a ver com transtorno borderline, um psicologo saberia disso. Psicopata não tem sentimentos enquanto o border sente em excessos.

    Imagino sim que muita gente aqui viveu o inferno por causa de gente MAL CARÁTER, e que tiveram a infeliz coincidência de ter esse transtorno junto de um espirito de porco. Essas pessoas que escolheram tonar suas vidas um inferno foram mesmo egoístas, não são coitadinhas não, pois não assumem os erros e nem escolhem tratar algo tratável. Por tanto não é culpa delas serem borderline, é culpa delas mesma.

    Gostaria de colar aqui o relato da Fernanda Minguini.

    Fernanda Minguini
    12 de maio de 2014 em 21:33 (UTC -2) Link para este comentário
    Responder
    Depoimento de uma Border

    Exatamente um ano e um mês atrás, fui diagnosticada com border.
    Nunca tinha ouvido falar nessa expressão, quanto mais o transtorno em si. Como qualquer pessoa ignorante que procura mais informações sobre algo, procurei no Google.
    Na época eu estava devastada, com uma depressão terrível e me recuperando da minha primeira e unica tentativa de suicídio. Logo na minha primeira busca me deparei com essa página e fiquei feliz e aterrorizada ao ler o seguinte parágrafo:
    “Escute isto, e não esqueça. Eles não irão melhorar. Nunca. Não há nada que você possa fazer, nenhuma bondade que você possa fazer, nenhuma simpatia que você possa oferecer, nenhuma mãozinha amiga, nem a combinação de toda a sua experiência pessoal que você possa oferecer pode fazer com que um borderline seja nada além de uma tremenda dor de cabeça e um pesadelo em potencial que está só esperando a chance de destruir tudo o que você tem, por dentro e por fora.”
    Confesso que por vezes, no auge das minhas crises, eu abria esse site só para ter o que me puxar para baixo. Algo que afirmasse que eu nunca iria melhorar.

    Hoje, um ano depois, fazendo tratamento psiquiátrico, com uso de remédios e terapia regular; posso afirmar que sou outra pessoa. Não a pessoa que fui durante minhas crises, nem a que eu costumava ser antes dela… Sou uma pessoa melhor.
    Sou uma pessoa melhor porque ninguém, nem nos momentos mais complicados e confusos, ninguém desistiu de mim. Se não fosse por eles, hoje provavelmente eu não estaria aqui pra dar esse depoimento.

    Esse artigo tem uma visão muito extrema do assunto.
    Como você pode afirmar que todas as nossas atitudes são racionais, se uma das principais características do transtorno é impulsividade e a falta de razão? Claro, em seu período de crise.
    O que diferencia o border de um psicopata é exatamente isso. O border sempre vai agir impulsivamente ligado às suas emoções. O psicopata sempre irá agir racionalmente, com frieza.

    Quando você publica um artigo com tamanha opinião forte, vendo apenas um lado; você sim tem que ser racional. Porque você pode estar desmotivando muitas pessoas, tanto familiares/companheiros quanto o próprio “idealizado”.

    Quanto aos familiares/ companheiros, peço que não desistam da pessoa que os motivou a vir à Internet procurar sobre o transtorno. Muito provavelmente, se você está pesquisando é porque se importa. E essa importância foi conquistada de um jeito ou de outro. Lembre- se que ele nem sempre foi assim, isso pode ser uma crise grave. O ajude como me ajudaram um dia, e por eles eu estou aqui, passando a minha experiência a frente.
    Desistir é sempre a opção mais fácil, mas não quer dizer que seja a correta ou a melhor.

    Quanto ao Border,
    Eu juro que melhora. Não importa qual seja a situação, melhora.
    Você pode não ter mais esperanças, mas espero que alguém as tenha por ti, como eu tenho.
    Se eu melhorei, você COM TODA A CERTEZA pode.

    fernandaminguini@gmail.com

      • Fernanda Rangel em 02/19/2015 às 8:37
      • Responder

      Olá Rayane, por um lado concordo contigo, pois border em tratamento são outros 500. Mas volto para a questão prática do dia a dia, quantos realmente possuem o diagnóstico correto e assim conseguem se tratar? Quantos dos que recebem um diagnóstico correto aceitam se tratar? Quantos aceitam marcar pelo menos uma consulta com um psicólogo? É por ai que mora o problema. Que um border em tratamento melhora, tudo bem. Só que na prática, nas situações cotidianas, a realidade mesmo é outra: a maior parte dos borders não passam por tratamento e são hostis à ideia de que tenham um problema psicológico. Pela dinâmica da própria doença, se nós chegamos e tentamos conversar com essas pessoas, explicando que elas têm um problema que afeta os relacionamentos de maneira grave, e que assim devem buscar auxílio especializado, elas não aceitam, se vitimizam, se viram contra nós. É assim na maior parte das vezes, o que torna a prática muito diferente dessa teoria utópica que vc prega. Na prática, na convivência real, sem maquiagem, quem não é border é sugado emocionalmente até a última gota então pegamos verdadeiro horror a essa doença.Temos esse direito depois de ser tanto saco de pancadas, chega! Também preciso de tratamento depois de tanta agressão ou será que é só o border coitadinho que merece viver bem? E quem conviveu com um border que não se tratou e está todo estraçalhado emocionalmente, como faz?

      1. Concordo com vc, e entendo perfeitamente a indignação. Não acho que nenhum border é coitadinho não. Sei que é muito difícil mesmo e a grande maioria não aceita tratamento. Mas isso não muda a chacota que esse texto é.

        Eu tenho uma mãe border que não aceita tratamento e é REALMENTE difícil pois adoece a família e quem está em volta, por isso é tão importante o tratamento para todos. Inclusive pra quem sofreu em relacionamentos, mas não por se envolver com border, e sim com uma pessoa com valores deturpados ao ponto de prestar queixa falsa, roubar, te sacanear e etc.

        Sim, se vc conhece um border que não se trata cuidado mesmo, o melhor é não se aproximar se essa pessoa recusa tratamento e acha que não tem problema. Mas existem sim os que aceitam e vivem de boa quando tratados sem o turbilhão de emoções (já que essa é a maior característica).

        Como psicologa, afirmo que outro problema é a idade: quando recebem o diagnostico muitas se identificam e fazem tais coisas culpando a doença “vc tem que me perdoar pq sou doente” e não é assim a vida. Ninguem é obrigado, ela não ta sendo fdp pq é doente, ta fazendo merda e sacaneando os outros pq quer. Algumas tem orgulho da doença e por isso os bons psiquiatras e psicólogos hoje em dia optam por não rotular a pessoa como border e sim tratar os sintomas com moderadores de humor, antipsicóticos (em alguns casos), anti depressivos e principalmente com a psicoterapia que é o que fará essa pessoa mudar o seu comportamento, aprender a lidar com essas emoções e até educar a mente.

        Ou seja, tem tratamento sim, e não é pq a pessoa é border que ela vai ser mal caráter. São coisas diferentes tem que tomar cuidado para não confundir as coisas. Li vários comentários e acredito que muitas dessas pessoas aqui talvez nem sejam border, sejam apenas gente fdp.

      2. “Verdadeiro horror a essa doença” Bingo!! Parabéns pelo post, sinto uma raiva por tudo que passei, desconfio de todos, não quero me relacionar com ninguém pelo trama causado em mim.
        Li que os bordes sentem demais, diferentemente dos sociopatas, MENTIRA! é uma raça egoísta e interesseira. Não vou mais me machucar lembrando de tudo que passei, entrei aqui pra te agradecer, Fernanda! Tem todo o meu respeito.

      3. Fernanda,

        Gostei muito de sua exposição. Sou filha de mãe borderline, hoje estou afastada dela totalmente mas continuo em tratamento psicológico devido aos danos emocionais que sofri durante 33 anos de convivencia com ela. Ler seu texto faz com que eu me sinta compreendida e acolhida. O efeito terapêutico é maravilhoso.

        Cansei de ouvir “vc tem que perdoar pq ela é doente”. Cansei de ouvir gente com peninha de border querendo justificar suas crueldades, sem pensar no intenso sofrimento de quem convive com eles (ou foi obrigado a conviver, como no meu caso). Isso só piorava meu estado emocional já precário, pois além de me sentir sozinha ainda por cima me sentia culpada por não conseguir perdoá-la!

        Obrigada por compartilhar. Gostaria de deixar aqui meu email, caso queira entrar em contato será um prazer. gigisp.45@hotmail.com

        Um abraço

    • Fernanda Rangel em 02/07/2015 às 21:12
    • Responder

    Os borderlines que me desculpem, mas de fato é muito difícil a convivência com essas pessoas. Hoje existe na nossa sociedade uma ideologia do politicamente correto que temos que engolir goela abaixo uma série de situações ruins sem reclamar, temos que ser o máximo tolerantes possível, entender o sofrimento dos nossos semelhantes, não se pode mais criticar certos comportamentos que que já vem a patrulha dos direitos humanos nos cercar com as algemas à mostra. Não adianta tampar sol com peneira, não! Existem borders que se tratam, que tem ciência do seu problema e com muita força de vontade melhoram. Porém são quantos os que tem esse comportamento auto-consciente? Para quem acha que aturar o borderline é moleza, ou vem aqui defendê-los é porque certamente não teve a maravilhosa chance de se relacionar com um deles. Um simples passeio no sábado a noite com um namorado (a) borderline tem um grande potencial para te gerar desgaste. Não raras foram as vezes em que eu já cansada pelo trabalho e estudos durante a semana, saía com minha ex borderline no sábado para tentar distrair um pouco e voltava para casa mais esgotada do que antes. Muitas vezes sentávamos em um bar e ela começava a me oferecer o que lia no cardápio, me oferecia toda a sorte de comidas, bebidas e etc. pois “não gostava de beber sozinha” ou então achava que eu não me alimentava direito. Até aí tudo bem, muito atencioso da parte dela, existem aspectos da personalidade de alguns borders que são realmente cativantes, dignos de grande admiração, por isso a dificuldade em nos afastarmos. O problema porém era quando eu não estava a fim de beber ou comer nada, o que aconteceu várias vezes. Problema? Sim, para um borderline pode ser um grande problema vc recusar as ofertas deles, se ofendem. Era o caso da minha ex. Se sentássemos em algum local e eu não estivesse a fim de nada, recusasse tudo o que ela me oferecia, a noite acabaria em brigas horríveis. Ela achava isso uma tremenda ofensa! O que na verdade acontecia e nunca pude revelar a ela era que quando íamos a algum lugar público como restaurante, lanchonete, shopping, cinema, teatro, e outros locais eu ficava extremamente ansiosa e portanto perdia o apetite. Porque já havia reparado que nesses locais a chance de brigarmos era tremendamente maior. Enquanto estávamos num quarto de motel, ou dentro do carro numa rua escura, havia dois tipos de interações possíveis: diálogo e sexual. Nos locais públicos era apenas um tipo de interação: DIÁLOGO! O que seria ótimo nunca relação normal, não com uma border! Quanto mais diálogo, mais chances de se pisar (e quebrar) ovos. Outro aspecto era que nos locais públicos abriam-se uma gama imensa de motivos de briga: era a tv se eu prestasse mais atenção na tela do que no papo dela; era o meu cochilo no meio do filme no cinema; era o olhar que eu dava para um garçonete bonita; eram meus dedos indicadores batendo continuamente na mesa, um grande sinal de que eu estava entediada com ela; era o momento errado que eu a interrompia para pode ir ao banheiro; era a falta de assunto que eu não puxava; e etc. Por outro lado, onde podíamos ter interações sexuais eu podia me safar um pouco mais dessas probabilidades de brigas, seja pela menor intensidade de diálogos tanto pelo local não ter tantas “distrações”. Engraçado que mesmo no sexo as exigências infundadas e sem fim prosseguiam. Eu deveria olhá-la nos olhos enquanto transávamos, deveria saber o tempo exato de quando era o momento de ir para os finalmentes (não muito antes, não muito depois) pois eu enrolava demais, deveria beijá-la sem exageros para não prejudicar a respiração dela; e etc. Durante todos os anos da relação sempre me foi jogado na cara continuamente o que ela fazia de bom para mim, parecia que ela tinha um caderninho com tudo anotado, lembrava de cada ato. Parecia que fazia apenas para poder cobrar depois, na frente. E o mais absurdo era que se eu não “pagasse” todas essas benesses sendo conivente com tudo o que ela queria eu era tachada de ingrata. O que contei nessas linhas acima foram só algumas situações que ainda me lembro. Não posso deixar de assumir minha culpa em grande parte das brigas, pois admito que também não possuo um psicológico plenamente saudável. Então por várias vezes não fui capaz de parar uma discussão infundada, ajudei a alimentar uma série de bigas inúteis e infantis que ela começava por motivos os mais banais. Além de que eu perdia a paciência e partia para ofensas. Hoje eu digo que sem sombras de dúvidas eu não tenho um psicológico equilibrado o suficiente para lidar com um borderline. Eu seria o que se chama de “complemento patológico” dessas pessoas, ou seja, alguém com sérios problemas para saber impor limites às outras, se respeitar, não conseguindo demonstrar autoridade sem ser agressiva, pois onde existe um manipulador existe um trouxa que permite (codependente). Quando descobri os depoimentos desse blog me senti acolhida, foi uma grande ajuda a mim, senão a maior. Por isso não deixo de sempre dar uma passadinha por aqui para escrever sobre a minha experiência, assim quem sabe também não ajudo alguém que está passando pelo inferno emocional pelo qual já passei. Boa sorte a todos e minha sincera admiração aos borders que se tratam e tentam melhorar, aos que não se tratam e trazem inferno astral aos outros TCHAU TCHAU.

    1. Falou e disse Fernanda!

    2. Meu Deus!!!! Parece que fui eu que escrevi esse texto , ja vivi e vivo tudo isso a 17 anos.Quem nunca conviveu não sabe como é sofrido.O pior é que eles acham que estão certos.

  10. Obrigada gente. Espero que eu tenha servido de exemplo para muitos que sofreram e ainda sofrem por ter relações com um border.
    O que posso dizer é que aos poucos, lentamente, estou recuperando minha vida. Tá sendo difícil? Demais. Vc se sente maluca pq como pode sentir saudade de um louco que ferrou sua vida? Mas é normal. Você sente falta das partes boas. Mas como já falaram aqui, as partes boas são poucas. Aliás, em algum momento, elas são praticamente nulas. Não vale a pena passar por tudo isso. É melhor largar, começar a reconhecer-se novamente, organizar a vida pra só então deixar outra pessoa chegar. E que seja alguém que queira ter um relacionamento leve, tranquilo, saudável. Que seja prazeroso e não agoniante. Alguém que preze pela individualidade, pelo respeito mútuo, segurança na vida e alegria. Não digo que não existe relacionamento sem desentendimentos, isso é utopia. Mas pra isso temos o diálogo. O diálogo calmo, tranquilo, sincero, com respeito e carinho. E infelizmente isso você não consegue com um border. E relacionamento sem diálogo, não existe.
    Estou engatinhando para uma melhora. A única pessoa que tem estado ao meu lado o tempo todo é minha mãe. Justo a mulher que eu briguei tanto, por dar razão ao border. Justo a mulher que eu deixei de lado tantas vezes, que nunca dei ouvidos, que sempre me alertava do quanto ele estava me ‘moldando’. E agora ela está aqui. Amor de mãe é algo incrível mesmo. Ela tem sido minha única amiga verdadeira, aquela que sempre está lá para o que der e vier. Como eu disse no outro comentário, durante os 5 anos eu havia deixado minhas amigas de lado, era impedida de andar com elas e por medo dos surtos, assim o fiz. Então meus ‘amigos’ eram apenas os amigos dele e aqueles que conhecemos juntos, durante esses anos. Aqueles que deram razão a ele eu simplesmente passei a ‘excluir’ da minha mente. Alguns já passaram a me procurar, dizendo que lamentavam o que havia acontecido, que éramos lindos juntos(claro, ninguém via o que se passava). Alguns que são amigos de infância dele, apenas disseram que me entendem pq sabem o quanto ele é ‘difícil’ e que lembravam-se dos relacionamentos anteriores dele(bingo). Mas ninguém sequer faz ideia do que ele realmente é. Apenas o acham “difícil”. Mas já foi algo bom eles me procurarem e não me considerarem ‘vilã’ por ter terminado. Já outros, que conhecemos recentemente, continuaram a me ‘boicotar’. Mas eu estou tranquila, pq sei que cedo ou tarde eles tb o conhecerão de verdade.
    Ontem tive que ser forte novamente. Um dos amigos dele(esse de infância) veio me procurar, dizendo que ele queria conversar comigo, que não queria ficar ‘de mal’ comigo(tudo de novo..). Já caí nessa(como mostrei no outro comentário) e não caio mais. Neguei. Disse que desejava que ele melhorasse e que fosse feliz, mas longe de mim.
    Enfim, estou me recuperando. Muito devagar, mesmo. Mas estou. Não me vejo mais estagnada. Tenho recuperado minha vontade de viver, minha vontade de conhecer outras pessoas, de resgatar as atividades que gosto. Tem sido muito difícil principalmente pq moro em cidade de interior. Nós já andamos por tudo aqui. Todo o lugar me lembra ele, Principalmente meu quarto, que é onde passávamos os dias e noites juntos(brigando e se matando ¬¬). Nossa mente é traiçoeira. Ela tenta nos lembrar dos momentos bons e tenta fazer você esquecer o que teve de ruim. Aí é que você assume o controle! Força-se a lembrar de tudo que passou, de tudo que perdoou, de tudo que aconteceu de horrível. E fica mais fácil aceitar que terminar tudo foi a melhor coisa que já fez na vida.
    Eu tomei uma decisão muito radical pra mim. Pretendo mudar de cidade. De estado inclusive. Deixar todas as minhas memórias e sensações enterradas aqui. Vai ser uma página virada. Uma aventura(que realmente sempre fez parte da minha personalidade, mas estava apagada). Algo que realmente quero tentar. Quero lugares diferentes, sotaques diferentes, energias diferentes. Já passei alguns meses nessa cidade em questão(cidade grande)e sempre amei. Agora finalmente vou tentar algo por lá e não só passear.
    E é isso. Me vejo mais esperançosa novamente. Sem medo de tentar coisas novas, sem medo de ME reconhecer, de saber quem sou novamente.
    Desejo de coração que quem esteja nessa situação também consiga se libertar. Que passe a lembrar constantemente que a vida é curta e que a qualquer momento podemos partir. Quando você se dá conta disso, passa a não querer mas perder tempo com sofrimentos desnecessários. Nota que há bilhões de pessoas nesse mundão e que com certeza você vai achar alguém que te respeite, que te valorize, que te deixe ser você mesma. Mas principalmente, percebe que você é dona da sua vida. Você é sua melhor amiga. Você é que tem que se cuidar e aproveitar ao máximo tudo que a vida te dá. Encare tudo isso de ruim como experiência. Agora você saberá sim reconhecer quando alguém assim aparecer novamente em sua vida. E vai saber que o melhor é nem começar nada. Seja feliz e não dependa de ninguém pra isso. Só de você mesma.

    1. Karen o convívio parece até um vício do qual é difícil se livrar! vc descreve com perfeição o que ocorre. É um desgaste emocional terrível,uma sensação de impotência.Vivem descobrindo motivos para o início de um conflito, falam demais, repetem,repetem !Não aceitam críticas seja pelo excesso de bebidas ou trajes inadequados, não esquecem, a raiva torna-se permanente.O melhor,de fato, é conseguir a separação definitiva.

      1. Com certeza Marinalva. O melhor é a separação. Ninguém merece viver nesse inferno. A gente fica pensando coisas do tipo “ah mas então eu não amo de verdade pois o deixei mesmo sabendo que era doente”. Pensar assim é um erro. Ninguém que ama um border o deixa facilmente. Ninguém não tenta ajudar. Pelo contrário. A gente anula a própria vida, só para tentar ajudar o border. Até descobrir que não há o que fazer. Não há. Simplesmente, não há.
        E a sensação é realmente assim: um vício. O border é como uma droga. Te traz prazer momentâneo, mas você sabe que é tudo ilusão. Sabe que na verdade, é uma droga.

  11. Santa Karen! Simplesmente sensacional seu depoimento. Ahhh… eu ainda chego lá. Estou tentando fazer um resumo mental para escrever, nesse espaço. Concordo com o maioria, aqui é um local para os “azarados” e não para a corja borderlaine.

  12. Me chamo Juliana, e sou casada com um border a 29 anos, estou pensando o que vou escrever, porque no momento me encontro totalmente sem forças e descrente em qualquer coisa. Ele começou o tratamento a 5 meses, mas eu leio e releio o relato das pessoas que tiveram um ralacionamento com um border e vejo a minha vida nesses textos, e me sinto completamente sem esperanças, eles mentem, traem, manipulam, recentemente descobri outra traição dele e ele acha que está certo, que não fez por mal, foi so para preencher o buraco enorme que ele tem dentro dele, fora os outros abusos. Não sei o que fazer.

      • Fernanda Rangel em 02/05/2015 às 9:39
      • Responder

      Juliana, menina sai dessa! Pelo amor que vc tem por ti, cai fora. Sei que é fácil falar, já passei por isso e amava demais minha ex bordeline, então acabava voltando atrás. Porém te garanto uma coisa: todo o esforço que temos para cair fora e nos manter longe desses borders vale a pena, depois de uns 2 meses sem essa pessoa na sua vida vc já se sente renovada. É que nem abstinência de droga, se vc conseguir passar pelo período de provação um novo horizonte se abre, e a partir daí vc tira forças para se manter longe. No começo é difícil exige força de vontade, firmeza de atitude, se vc quiser consegue. Força aí!

    1. Chuta que é macumba!!!!Juuuu…

    2. Sei muito bem, sofro a 17 anos com meu marido, dependo dele financeiramente, ele nao aceita o divorcio, tenho duas filhas ,só Deus sabe o que passamos.
      Perdi as esperanças.

  13. acho engraçado esse pessoal que vem encher o saco das pessoas que deram seus depoimentos aqui
    quem passa o que passa com um borderline nao quer saber de “tadinho, pobrezinho, nao pode culpar, tem que entender, eh um problema” mimimimimimi
    eu jah passei o pao que o diabo amassou por conta de uma borderline
    tenho pena? hoje nao mais! jah tentei ajudar? muito! adiantou? nao e ainda fiquei o louco da historia
    nem venham com essa nao
    quem passa o que passa com uma borderline nao quer saber de “pena” pq essa pena jah foi pro espaço ha muito tempo

  14. Exatamente isso Márcia ,sem tirar nem por uma virgula. Eu terminei a 1 ano e cada dia que passa me sinto melhor.

    1. Que bom janaina…A vida feitas de escolhas e viver da melhor maneira possivel.Sei que tem opnioes diversas janaina mas a escolha final e nossa. Espero que continue assim.

  15. Tenho transtorno e minha vida e um inferno por isso nao namoro,ja e dificil pra mim e imagino que para os outros e pior.
    Mas o bordelaine e uma pessoa que atrai as pessoas,e incrivel como os homens se sente atraidos por mim e se encantam a primeira vista.Sei como eu sou e me afasto,ja quem sofre minha mae apesar de ja saber como contornar a situacao.
    Contudo,faco tratamento a 2 anos,me afastei de tudo e de todos.Abortei o meu filho pois nao suportei a gravidez,pq acreditava que nao seria boa mae.Sou o bordelaine que se tranca e que so me preojudico a mim mesma, e minha familia sofre por me ver definhando dia apos dia.

  16. Excelente texto. O único que achei que realmente é verdadeiro e sem papas na língua. Todos os outros textos que encontrei abafam as coisas, minimizam tudo, passam a mão na cabeça dos borders justificando os seus atos pq tem problema, são doentinhos(justamente o que eles mais adoram que pense deles. Justamente o que dá mais força para eles). Aqui é o único direto e concreto!
    O que posso dizer é: Nós nunca conhecemos alguém de fato, não é mesmo? Com o border, isso vale em dobro. Se você acha que namora um ser que te ama e quer o seu bem, você está muito enganado. Esse tipo de gente só pensa em si mesmo. Não tem nenhuma empatia por ninguém. Não se colocam no lugar de ninguém. Nunca. E se o fazem, é pq há alguma intenção por trás. Sim, parece irreal, mas vai por mim. Olha o número de depoimentos aqui sobre quem tem relacionamento com um border. E aqueles que falam que insistem nisso pq amam, não tiro o crédito(já fui assim). Mas com certeza vão acabar quebrando a cara, como todos os outros. E mais: não é nem o fato de “quebrar a cara”, e sim o fato de que quando você se relaciona intimamente com um, automaticamente você está o deixando tomar conta da sua vida. E provavelmente só vai se dar conta disso depois que você perder amigos, família, sanidade, emprego, faculdade e vai se ver frequentando consultórios psiquiátricos. Aliás, ele só vai expor essa podridão quando perceber que realmente não há mais jeito: você caiu fora. Quando ele ver que não importa o que faça, não vai conseguir voltar com você, prepare-se. É um inferno maior ainda.
    Eu namorei um. Acabei há 3 semanas. Namoramos por quase 5 anos. Quando lembro disso, me sinto um lixo por ter aguentado tanto tempo. Deus, como pude? É sempre(SEMPRE) um relacionamento conturbado, dramático, caótico, violento, extremista. O border é extremamente egoísta, impulsivo, agressivo, violento, mentiroso, vingativo, ciumento doente, vitimista, chantagista, manipulador. É um sem vergonha mesmo! Faz qualquer coisa pra conseguir o que quer. E quando não consegue… Sai de perto meu amigo. E pode esquecer aquele seu pensamento de que o border é uma pessoa honesta, de caráter. Não é. Mas não é mesmo! E o pior é que você vai cair nessa durante um bom tempo. Pode anotar. Eu caí.
    Perdi amigos. Perdi familiares. Me afastei de todos, acreditando nas ideias estúpidas de um border. Os que eu não me afastei, acabarem por afastarem-se de mim, alegando que eu era um ‘zumbi’ que havia morrido e não sabia. Todos sempre contra o meu namoradinho, tão bonzinho e honesto… Sempre “falando a verdade, doa quem doer”. Perdi faculdade. Perdi de viver pois simplesmente nunca mais sequer saí de minha casa, onde só passava os dias e noites grudada nele. E ai de mim se reclamasse disso. Era pq eu “não o amava, não dava valor para seu amor.”. Ai de mim se minha vontade fosse de ir a algum restaurante, cinema, festa… Era pq eu queria “me esfregar em algum homem pq sou vagabundinha mesmo”. E sou assim pq fui “mimada” pela minha família. Minha mãe que “não presta e é louca”. Meu pai que é um “pervertido sem noção”. Meus avós são “dois sacos de merda”. E pensa que com a família dele era diferente? Não. Todos “não prestavam também.” Coitados, sempre reféns dos surtos do neném. Como eu era.
    O que eu ganhei nesse relacionamento? Bom, experiência para já reconhecer de cara esse tipo de gente e para aprender a nunca mais sair confiando em ninguém que queira passar uma imagem de “honesto” demais. Ah, ganhei um olho roxo também.
    E advinha quem acabou parando no psiquiatra/psicólogo? Pois é…
    2 dias após eu ter terminado, a pessoa ainda veio com papinho de que queria apenas manter contato. Que estava tudo bem. Que ia superar. Foi o último golpe em que caí. Aceitei manter a diplomacia. Até que comecei a perceber que nossos amigos em comum(os únicos que eu podia andar até então ¬¬) começaram uma espécie de boicote. Passaram a me ignorar de todas as formas e eu comecei já a desconfiar do motivo. Como eu já tinha cansado de rodeios, fui direto ao ponto. Perguntei pra ele o que estava acontecendo. Depois de alguns dias, conversando como se estivesse tudo bem, ele simplesmente disse: “Sim, estão lhe ignorando pois eu falei com todos eles. Agora todos eles sabem quem você é de verdade. Agora todos sabem o pq você terminou: pq não aguenta ficar com um homem só. Quer sair por aí rebolando esse rabo. Acabou seu reinado de mocinha sua falsa. E você mereceu isso.”.
    Fui direto falar com algumas pessoas. Aqueles que eram mais amigos dele, obviamente ficaram do lado dele. E incrivelmente esqueceram de quem eu era, quem eu sempre fui, após anos com todos andando juntos e tendo uma amizade muito próxima, com parceirias. Outros, ficaram do meu lado e perceberem que só o que ele fez, por si só, já demonstrava quem ele era(afinal, eu virei um monstro só depois que terminei o namoro não é?).
    Enfim, estou tendo que lidar agora com algumas caras feias dessa gente. Até não os culpo tanto, pois eu também já caí nessa lábia dele. Facilmente eles caíram também. Mas não adianta: Mais cedo ou mais tarde, a máscara cai. O border trai a si mesmo pq chega um momento em que não consegue mais sustentar suas mentiras. Ele é ardiloso, mas não para todas as situações. Chega um momento em que ele se entrega. E você não quer acreditar. Você recusa-se a acreditar. Mas acredite. É assim mesmo.
    Hoje cortei totalmente qualquer tipo de contato com esse boçal. Até foi útil essa última ação dele de me difamar para todos. Conseguiu com que eu pegasse um nojo da cara dele. Um nojo extremo. Antes, eu ainda tinha um certo afeto. Ficava com dó(são especialistas nisso). Conversava com ele pois era um “ser humano triste”. Agora quero mais é que ele se foda. E o melhor: não preciso fazer nada para isso. Ele se fode sozinho nessa vida de merda que ele tem, fadado a ficar sozinho, perdendo tudo e todos.
    Ah e cuidado com a projeção que ele faz. Ele projeta nos outros tudo que ele mesmo é. É uma loucura. Você não entende como alguém tem a capacidade de falar tanta coisa que ele mesmo é e não enxerga. E muitas vezes, vai fazer você acreditar que ele está certo. E vai sentir-se culpada. Mas não, você não tem culpa de absolutamente nada! A única culpa que você tem é de aguentar esse tipo de gente. CAIA FORA!
    Pelo amor de Deus, caia fora!! Saia correndo!! Não dê chance alguma!! Nunca fale nada sobre você! Nunca confie, por mais sedutor ou sedutora que seja! Por mais que demonstre honestidade e “sinceridade”, não confie! Se você começar a notar tudo que fala-se aqui nos comentários, não relute! Não continue tentando! Não queira mais provas, pois provavelmente todas estão debaixo do seu nariz mas você escolhe não vê-las! Afaste-se dele antes que você acabe afastando-se de você mesma(o)!.
    E esse pessoal que pede pra apagar comentários: Olhem como vocês continuam reféns desses desgraçados, mesmo depois de cortarem o contato! Percebam isso!! Não tenham medo de expor o que eles fazem, o que eles são! Você não tem mais nada a perder!

    1. Desculpe mas nao pode culpar o outro por suas escolhas, borde nao e facil eu sei…Mas culpar os outros por suas escolhas nao sensato. Alem do mais existe o borde,bipolar e os sociopatas…Eu sou borde nao sociopata e assumo minhas escolhas e meus erros.

        • clark@hotmail.com em 02/03/2015 às 21:47
        • Responder

        Desculpe, Márcia, mas não vi em nenhum momento a Karen dizer que culpava alguém..

        1. Clack…
          Ela compreendo o sofrento dela,o marido da minha irmao tem serio problemas… sintomas semelhantes o do borda e ela esta com ele a 15 anos sofrente pelo comportamento dele mas nao separa e suporta td e diz que o ama.Quando me referir a karen ao dizer que ela culpa o namorado pela vida dela e porque ela aceitou essa situacao por motivos pessoais,ela permitiu e sabia como ele era.Ate onde vai o limite do amor?O que o outro precisa fazer para entendermos que e um relacionamento doentiu?Ela permitiu isso durante 5 anos,deu um basta…em quem as pessoas acreditam ou nao!o tempo vai dizer a verdade.
          Clark, foi um desabafo da karen eu sei,mas vira a pagina e procure um relacionamento saudavel,faça escolhas melhores e se fortaleça para nao se envolver mais com sociopatas.
          A escolha final e sempre nossa.

      • Fernanda Rangel em 01/30/2015 às 17:50
      • Responder

      Adorei seu texto Karen,falou o que muita gente vem aqui e não tem coragem de dizer ou depois pede para apagar. Está tudo preto no branco, sem tapar sol com peneira, assino embaixo de tudo o que vc escreveu. Ainda tento dar uma colher de chá para os borders que entram num tratamento INTENSIVO, tem que ser INTENSIVO pra dar conta de melhorar a loucura que eles trazem às nossas vidas. Mas para a minha vida, não quero nunca mais! Credo! Foram os piores anos de minha vida. Problemas no trabalho pelas noites sem dormir brigando, problemas na alimentação pela ansiedade, problemas nos relacionamentos com outras pessoas, problemas para estudar para a faculdade, problemas, problemas, problemas. Lado bom? Alguns! Porém, não compensa. Posso ter esses mesmos lados bons com pessoas que não me tragam tantos ônus. Obrigada pelo relato, me ajudou, fortificou minha decisão de me manter longe da minha ex.

    2. eh exatamente isso karen! passei pelas mesma coisas! nao tem essa de nao culpar os outros pelas suas escolhas. A gente tenta ajudar e simplesmente cagam pra essa ajuda. E borderline que assume os erros? to esperando ateh hj

    3. Ops
      Comentei na postagem errada,era pra comentar aqui na da Karen!

      1. Ok…que bom que teve a atitude de terminar o relacionamento.

    4. Karen, sua historia é praticamente um CTRL C, CTRL V da minha….. eu leio todos dias seu comentario, que pra mim virou LEI!!!!! minha situação é diferente e complicada porque da mesma forma que seu border tentou ferrar seus amigos, a minha está me fodendo e me humilhando no trabalho!!!!! eu virei o monstro pra todos, mas hoje ja estou dando risada da situação porque muitos vem percebendo as atitudes dela….

      Sinceramente, tenho vontade de aplaudir seu relato!!!!

  17. Oi, por favor, será que poderiam apagar meu comentário? Uma pessoa está desconfiada que fui eu e eu não quero que isso aconteça. Por favor, pode deletar? Me desculpem.

  18. Quem conviveu com borderlines que nunca teve esta experiência?

    http://www.psiconlinews.com/2014/12/como-identificar-e-parar-os.html

    • Maria rodrigues em 01/10/2015 às 18:45
    • Responder

    Sou borderline, nunca trai ninguem, ja menti e ja manipulei e que atire a primeira pedra quem nunca o fez! Nao falo por ninguem alem de mim mesma, pq so conheço a mim e mal me conheço, se destrui alguem, sim destrui!!!! A MIM MESMA por varias vezes, e a mais ninguem, portanto se vao tratar todos os borderlines como iguais comecem a se comparar com todos os n borderlines q aceito seus argumentos, sem mais.

    1. Você não precisa “aceitar” rigorosamente NADA do que lê aqui, até porque o texto não é pra você. O texto são pras pessoas que tem o AZAR de cruzar com borderlines e não entendem o que está acontecendo de errado enquanto a própria vida está se tornando um inferno.

        • Fernanda Rangel em 01/25/2015 às 21:21
        • Responder

        O Sapoo está certo, por favor respeite nosso espaço, temos o direito de desabafar e encontrar pessoas que passaram por situação parecida.

      1. Caramba sapoo…o “sem mais”, meu ex border usa essa frase para finalizar…direto e reto. São todos iguais mesmo.

      • Marcela Levan em 01/12/2015 às 19:03
      • Responder

      Eu também sou borderline e nunca traí ninguêm, mas sempre vivia de depressão e acabava machucando as pessoas que gostavam de mim. 2 meses depois eu estou muito melhor, comecei a fazer este curso http://saudeefoco.com.br/a-sua-missao/ e estou muito mais motivada para tudo!

    2. E verdade maria…todos temos defeitos,e mto facil culpar os outros por td que da errado.Border ou nao tds tem erram e tem sua parcela de culpa.Levando em conta que os bordelaine atrae mtos sociopatas e psicopatas,pois eles se aproveitam de sua instabilidade emocional.Nao sei se assistiram a minisserie da globo onde relata bem o fato.E preciso ter carater.Forca Maria…
      Sem mais

  19. olá pelo ao moderador para excluir esse post meu, publiquei muitos detalhes e parece que algum parente d aminha ex viu e ela esta me infernizando, ameaçou de me processar e de fazer da minha vida um inferno.. por isso peço gentilmente para excluir meu desabafo

    1. Feito.

    2. Você poderia reescrever sem revelar o santo, pois seu texto é muito bom.

  20. Olá! Boa tarde. Por favor desejo mais esclarecimentos sobre o autor desse blog. Ele é formado mesmo em que área? É Psiquiatra,Psicologo? Tenho muito interesse em saber quais são as bases dessas afirmações tão chocantes sobre o borderline…eu sou diagnosticada como sendo uma border ou apenas traços e sou dona da comunidade TPB (Brasil) e preciso realmente entender o motivo de tanto ódio a pessoas portadoras desse transtorno. Eu compartilhei esse link na comunidade pra que eles possam fazer uma reflexão de tudo que aqui foi abordado. Aguardo uma resposta. Grata!

    1. O autor da postagem é psicólogo, formado nos EUA.

      • Fernanda Rangel em 01/25/2015 às 21:20
      • Responder

      Liliana, não é ódio, ódio é uma palavra muito feia e pesada e não é como nos sentimos em relação aos borderline. O que sentimos é uma espécie de “saturação” , “esgotamento emocional” , vontade de poder cair fora, sair correndo, e ter relacionamentos mais saudáveis, pois se até os psiquiatras tem dificuldade em tratar borders, imagina um ser humano que não é da área da psicologia e tem tem suas próprias fraquezas para cuidar também! Acredito que sejam esses os sentimentos predominantes em quem vem aqui desabafar nos comentários deste post. É um canal onde pessoas que já conviveram com um border podem dividir sua experiência pelo seu próprio ângulo. Lembre-se: existe sempre os dois lados. Não é porque vcs tem esse problema que temos que aguentar tudo na boa. Sei que sofrem, só que nós que entramos juntos nessa montanha russa emocional sem pedir também ficamos bem danificados emocionalmente e não somos obrigados a ficar pra sempre.

      1. Disse tudo Fernanda.
        Parabéns!

  21. Tem muitas inverdades neste texto, sou borderline, passivo, nunca fiz mal a qualquer ser vivo e tenho crises de choro, guardo toda a dor na minha alma e existem composições medicamentosas que te estabilizam tenho amigas casadas com este transtorno. Sou tratado no Rio de Janeiro pela psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa silva uma das melhores deste Brasil. Você está confundindo o sistema límbico cerebral de um serial killer com o sistema cerebral de um borderline, o sistema cerebral do serial killer é pura razão, não possuo sentimentos, muitos seriais killer perguntam : o que é ter sentimento? Já uma pessoa com o transtorno borderline é pura emoção isto é analizado na cintilografia de perfusao cerebral onde se vê no borderline um excesso de emoção tão forte que ele ou ela ,pois é 3 mulheres para 1 homem, vivem no limite das emoções mas, emoções Boas , tem o coração aberto para o amor, tem um video no you tube “Borderline girl” desculpa-me não concordar com que você estudou, mas a prática é completamente diferente, tem fatores pessoais e emocionais. No seu texto vejo você criando um monstro e um borderline é completamente ao contrário do que você escreveu. Provavelmente você confundiu com um serial killer. Sem mais.

    1. Tirando o fato que uma cacetada de gente aqui que conviveu com border discorda da sua opinião, sou inclinado a acreditar que esta puxando a brasa pra sua sardinha…

  22. Bom…eu moro a 1.000 km do pai do meu filho, isso ajuda muito, mas a outra que veio antes, mora na mesma cidade e tbem tem um filho com ele…nooosssa ela sofre pacas. O lance é rezar pra ele se enroscar com outra. O meu arrumou agora uma coitada que já tem dois filhos…penso nas crianças e tudo mais pq sei que ele vai tentar destruir a harmonia daquele lar, mas depois penso no meu filho e vejo que cada um tem sua missão, e a nossa NÃO é ter que conviver com ele.
    Aos 3 anos meu filho passou 6 dias com o pai num camping, perdeu 20% do peso. Eu via o pai tentado ser legal com meu filho, e ao mesmo tempo sem conseguir ter o minimo de empatia pra sacar que a criança precisava ser alimentada, Borderlines não sentem empatia, pra mim é o traço mais marcante deles. Meu filho ficava desesperado qdo eu chegava pra vê-lo…e eu não entendia porque, era fome.
    Outro dia o pai pediu para que eu colocasse meu filho no skype, o pai estava visivelmente destroçado, não falava coisa com coisa, no escuro, balançando um bife pro meu filho ver ele comendo, e dias depois parecia normal…meu filho não quer mais falar com o pai, penso que seja melhor assim.
    Não sei o que vc poderia fazer Nice, sei apenas que a distancia fisica ajuda muito. E muita leitura sobre a doença, pq sem isso a gente também se perde e fica confusa.

    • Fernanda Rangel em 11/10/2014 às 16:34
    • Responder

    Olá pessoal! Passei por aqui algumas vezes ano passado para deixar meu testemunho. Sou homossexual e tive uma namorada borderline por quase 3 anos. Lendo o testemunho de tantas outras pessoas que passaram por situações parecidas com a minha comecei a reparar em certas semelhanças que sempre se repetem quando interagimos com quem é borderline. Em quase todos os relatos quem lida com o borderline se sente: sugado energeticamente (essa era a sensação que eu mais sentia), tem suas vidas paralisadas para poder atender às necessidades do border, começa a agir artificialmente com medo de desagradar o border e causar uma grande briga, se afasta de familiares e amigos pois o border consegue te jogar contra eles, são traídos pelas border que conseguem justificar maravilhosamente bem o motivo da traição, entre outras caracteristicas em comum. Passei por todas essas situações narradas e mais um monte as quais teria que escrever um livro. Vim aqui na verdade para contar uma novidade boa que talvez possa ajudar quem está nessa luta. A novidade é consegui me livrar dessa relação destrutiva, que estava acabando comigo. No meu caso frente a tanto desgastes, absurdos e brigas banais o que eu sentia foi-se acabando. Hoje o que sobrou foi muito pouco do enorme sentimento que já possuí por ela, o que me possibilitou passar a ignorá-la por todos os meios possíveis. Ela está totalmente bloqueada do meu celular, e-mail e não pode ir atrás de mim em outros locais. Como todos nós relatamos, as borderline não largam o osso tão fácil, ou seja, quando encontram uma alma caridosa que as aguenta e tem um pouco mais de paciência que os demais, acabam sempre tentando retomar o relacionamento.
    No meu caso há cerca de dois meses alguns fatos foram fundamentais para que o meu sentimento fosse consumido. O mais grave foi que a border com quem me relacionava me envolveu em um acidente de carro gravíssimo, na estrada, o qual saímos vivas por pura sorte, até porque ela não usava cinto de segurança e estava mais embriagada que um gambá. Não bebo, vi toda a situação absurda sóbria: ela dirigindo numa estrada molhada. de mão dupla, e cheia de curvas acentuadas, com pneus carecas, sem cinto. O que eu fiz? Nada! Assisti anestesiada esse show de absurdos, inclusive o absurdo que foi a minha omissão. Me omiti por medo da briga, por estar sem energia para mais discussões,errei. Essa minha omissão quase me custou a vida. Numa curva que ela estava a 120 km/h num carro que não foi feito para chegar a esse limite, o pneu careca derrapou, o carro atravessou a outra pista (sorte não estar vindo outro carro no sentido contrário), rodou, e só foi parar numa árvore. Toda essa situação já é absurda por si só, mas o pior não foi isso. O pior foi a reação dela após o acidente: fria, banal, como se nada de mais houvesse acontecido e eu estivesse fazendo drama. Para ela o maior problema era ter que chamar o guicho. Não consegui olhar mais na cara dela naquela noite, e assim a situação foi invertida, eu saí como a vilã, “a ingrata” porque ela tinha me buscado em casa, me levado para sair, e me trazido de volta em casa, e eu a tratei friamente. Depois desse episódio absurdo, pedi para ela repensar na situação, desliguei meu celular por um dia, tentando me recuperar junto a minha família. Novamente situação invertida, eu fui a vilã pois me afastei por um dia e ela queria pedir desculpas, assim ela terminou comigo. Não devemos tentar entender a lógica dos boderline, pois apenas não é uma lógica normal para nós.
    Após esse término, ela me procurou depois de umas duas semanas, reatamos. Mas depois do acidente meu sentimento já tinha quase se esgotado inteiro, mesmo assim cedi. Até que num determinado dia ela me surpreendeu novamente, sendo extremamente bordeline. Me aplicou um teste para ver que horas eu iria sentir falta dela e iria a procurar. Lógico que não passei no teste. Demorei demais a sentir a falta dela nesse dia e fui reprovada. Ela tinha uma justificativa na ponta da língua: ela poderia estar num hospital! E eu só fui me dar falta dela depois de horas! Poderia estar morta naquele momento! Bom, depois desse absurdo, eu já estava de saco tão cheio, aproveitei para fazê-la provar do próprio veneno: terminei a relação. Terminei, ela me procurou depois, eu não quis papo, e já faz uns dias consegui tomar a decisão final que foi bloquear ela de tudo. Aos poucos estou me recuperando de toda essa montanha russa. Estou tendo mais tempo para cuidar de mim, fazer minhas vontades, assistir meus filmes, estudar, ter vida social, enfim: é tão maravilhoso e libertador sair de verdade de uma relação com uma border. Quando estamos envolvidos demais não reparamos 100% como elas nos sugam. Quando vc tem a oportunidade de novo de resgatar sua vida, suas vontades, a sua própria essência, repara no estrago que um borderline pode fazer na sua vida. Vida, essa palavra é tão linda para deixarmos que borderlines as tirem da gente. Quem puder, ouça o conselho do autor do blog do bufalo: fuja! viiva a sua vida! Para os que decidirem ficar, entendo, mas saibam quem parte valiosa da vida de vcs vai ser desperdiçada em prol de um ser humanos extremamente descontrolado que pode te largar a qualquer momento. Vc quer isso para a sua vida? Eu não quero para a minha. Agora espero encontrar um relacionamento realmente saudável, assim que me curar das feridas.

    1. Fernanda, lendo seu texto me vi nas mesmas situações que você passou. Tive um relacionamento que durou 2 anos com uma border, minha vida foi um inferno durante este período. Eu passava a maior parte do tempo sem energia, noto que em boa parte devido ao stress de viver o tempo todo me policiando para não surgirem novas brigas e acusações sem o mínimo fundamento.

      As técnicas que ela utilizava para sempre transferir a culpa, inventando que eu estava tendo casos com suas amigas e com isto se fazer de vítima, me causaram um estrago psicológico muito grande.

      Como decidi romper o relacionamento a muito pouco tempo, ainda tenho que me recuperar de muitos danos emocionais.

      Sobre o fato do border ter a emoção ao extremo eu concordo, mas não acredito sejam capazes de sentir empatia. Vejo mais como vampiros que sugam as energias de quem teve o azar de cruzar seus caminhos.

      1. Concordo, sem querer descobri juras de amor para ex-namorado, cadastro em site adote um cara, ofensas para com a minha filha, etc..etc…um verdadeiro inferno. Até o ponto que explodi e chamei de tudo quanto é nome que não deveria chamar uma mulher. A gente precisa se tratar para descobrir o que fez e faz a gente se vincular a estas pessoas. Não pode ser amor de verdade…não pode…

          • Fernanda Rangel em 01/25/2015 às 21:41
          • Responder

          É verdade Sergio, uma conhecida minha que é psicóloga já me falou exatamente isso. Disse que nós que nos submetemos aos mandos e desmandos dos borderline por tanto tempo, mesmo quando estes se recusam a se tratar, também temos que procurar ajuda, pois isso não é normal. Além de que a bagunça que sobra na nossa mente depois dessa relação caótica é grande.

            • sergio em 02/12/2015 às 14:08

            Obrigado Fernanda pelo comentário ao meu desabafo, realmente é complicado se desvincular dessas pessoas, mesmo sabendo que num período de 12 meses, se rolou 12 dias de trégua seria muito tempo. Assim como você se desligou da sua parceira, tento fazer o mesmo, por enquanto ela não me procurou, fui firme e até levei as coisas da mesma no último contato.

    2. Oi Fernanda tudo bem? Me indentifiquei muito com seu seu depoimento pois me relacionei por 1 ano com um borner e essa experiência não desejo a ninguém. Graças a deus eu também consegui me libertar dele completamente depois de diversas idas e voltas e o que me pergunto é o que nos liga a pessoas como essas e o que nos fazem tolerar caladas todo esse abuso? . Eu por exemplo detesto bebida e esse crápula enchia a cara sempre e dirigia em seguida, isso sem contar com a condição degradante do veiculo, percebo pelo seu depoimento que pessoas com esse transtorno não importam muito com isso, tipo conservar o carro, fazer revisões,não sei a sua mas esse tudo que eu sugeria melhorar pra nossa segurança era bobagem ou gasto desnecessário, ja passei muitos apuros em estradas e diversas vezes tive que ajuda-lo empurrar o cacareco isso sem contar quando ele deixava a gasolina acabar pra ficar gritando comigo. As criticas, agressões verbais eram constantes, me chamava de burra, de retardada, de palavras de baixo escalão, uma vez me xingou tanto, me humilhou tanto que me deu vontade de morrer no outro dia me ligava mansinho como se nada tivesse acontecido e quando eu tocava no assunto dizia que não se lembrava por que estava bêbado e eu aceitava. Foi assim até o dia que resolvi mesmo da um basta, sai caladinha, fui me afastando certa da minha decisão, deixei várias coisas pra trás pra não ter que encontrá-lo novamente e passado mais de 1 ano o reencontrei quando ele me chamou me bateu maior medo dele fazer algo mas pelo contrario foi dissimulado, frio e cínico, perguntou o que aconteceu com a gente, como podemos nos afastar dessa forma e por que eu não havia ido atras dele ou ligado e me pediu desculpaS, ME CHAMOU DE ESPECIAL E ACHou QUE ME ENGANARIA NOVAMENTE. Tratei ele da mesma forma cínica e fui embora nem telefone dele tenho mais e tenho pavor de pensar nos dias vividos ao seu lado. Ainda tenho medo não sei por que, medo dele me procurar, medo de mim sei lá é uma sensação estranha. Isso é como uma droga cada dia de uma vez e depois dessa peço a deus nunca mais encontrar com um borner novamente.

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