Transtorno de personalidade borderline – um doente ou somente um imbecil maluco?

Só um aviso aos usuários do Fórum do Búfalo, estamos tendo instabilidades no sistema, por isso o fórum está com uma grande lentidão. Eu realmente não sei exatamente o que ocorre, mas acredito que seja alguma instabilidade nos servidores. Acredito que até o fim da tarde tudo retorne ao normal, geralmente os responsáveis pelo host que o Fórum está hospedado são competentes em arrumar esses problemas.

Agora, ao artigo:

por Paul Elam 

Tenho sido um admirador de longa data dos poucos profissionais que trabalham com psiquiatria que decidem lidar com a verdade, ao invés de apenas ficar vendendo o mais palatável para as mulheres neste senso comum misândrico.

Andar no caminho certo é difícil em qualquer área. Na área que lida com a “saúde” mental que é dominada por feministas, é algo brutal. Eu sei, eu vivi tal vida por algumas décadas. Eu posso lhe dizer por experiência própria que os maiores bombardeios que sofri foi por não ter seguido a linha oficial que o partido nos deu.

Meu primeiro conflito sério foi sobre o alcoolismo, que eu era obrigado a ver como uma doença. Isto era complicado para mim, já que o alcoolismo não é uma doença. Eu não estou especulando sobre isso, ou vendo as coisas sob a minha “perspectiva”. Eu falo que isto é uma verdade irrefutável. Não há nenhuma evidência, nenhuma, que o alcoolismo é uma doença, exceto que foi considerada assim no ano do meu nascimento, em 1957, pela Associação Médica Americana, sem a mínima evidência científica que a suporte.

Isto foi puramente uma decisão política e financeira, que permitia que os médicos começassem a ter motivos para cobrarem alcoólatras pelo tratamento da “doença” deles, o que permitiu que alcoólatras inveterados fizessem o que eles sabem fazer de melhor… jogar a culpa de seus problemas em outras coisas ao invés deles mesmos.  No fundo, todo mundo saia ganhando com isto.

Outra área significativa de conflito que tive que passar no campo saúde mental foi em respeito a tal Transtorno de Personalidade Borderline (ou limítrofe), ou, como acho mais apropriado, “imbecil perigoso que deveria ser evitado como a peste”.

Peço um pouco de paciência enquanto abordo um pouco do básico aqui. Se tratando de problemas psicológicos, nós estamos lidando com um imenso e diverso leque de problemas e suas causas. Temos desordens que são puramente fisiológicas em sua origem, como a Síndrome Cerebral Orgânica, onde uma doença ou lesão prejudica as funções mentais. Esta síndrome tem um termo um pouco antiquado, e foi até removida do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais por causa do aumento das descobertas que apontam para uma causa orgânica (fisiológica) de muitos transtornos psicológicos.

Mas o importante aqui é que descobrimos que muitas vítimas de lesões ou doenças cerebrais tem pouco controle sobre seus pensamentos, e muitas vezes de suas ações. Esta capacidade lhes foi retirada devido os efeitos de um trauma cerebral ou alguma doença.

A esquizofrenia, uma condição devastadora que causa uma série de deficiências cognitivas, suspeita-se que em parte acontece por problemas fisiológicos. Assim como outros problemas orgânicos cerebrais, a vítima é completamente impotente contra seus sintomas e as vezes não tem controle sobre seu comportamento. É uma doença destruidora que literalmente aterroriza suas vítimas. Imagine você vendo agora demônios vindo da parede e te rasgando em pedaços, ou sua mente te dizendo que deus está falando através de seu cachorro, mandando você matar alguém.

Esquizofrênicos não escolhem ter estas alucinações e pensamentos bizarros e sem ajuda médica ou até mesmo legal, eles muitas vezes não tem controle sobre como eles responderão a tais estímulos. De forma parecida, a desordem bi-polar pode resultar em uma psicose aguda, fazendo com que a habilidade que m indivíduo tem de controlar suas ações ficarem no mínimo questionáveis.

Há mais exemplos de quando uma causa fisiológica é a raiz de problemas psicológicos ou comportamentais graves. A depressão é um bom exemplo. Ela pode ter uma miríade de causas físicas e pode resultar em sintomas físicos muito perigosos, como o alcoolismo, abuso no uso de drogas, violência e suicídio.

Mas a depressão é uma desordem, mesmo tendo algumas possíveis causas fisiológicas, que demandam um tratamento diferente de doenças como a esquizofrenia.

Uma pessoa, não importa o quão deprimido esteja, ainda é capaz de fazer escolhas racionais sobre suas ações. 

Vendo sob esta luz, eles são totalmente responsáveis por usarem ou não álcool ou drogas, serem violentos ou até mesmo se matarem. Podemos dar a eles remédios e psicoterapia, assim como prover outros serviços de apoio, mas no fim eles são totalmente responsáveis por cada ação que eles tomam. Mesmo com sua mente ficando turva por causa do problema, eles ainda são capazes de determinar a diferença entre o certo e o errado assim como entender as consequências de seus atos.

E isto nos trás a desordem de personalidade borderline. Este indivíduo, geralmente uma mulher (sim, isto já foi observado) é alguém no qual seu estado mental faz com que ela seja um perigo emocional, psicológico e até mesmo físico para as pessoas que se envolvem com ela, em particular os homens no qual elas tem algum tipo de relacionamento amoroso.

A desordem de personalidade borderline é diagnosticada quando alguns ou todos estes sintomas estão presentes: 

  • um longo histórico de emoções turbulentas ou instáveis, incluindo frequentes demonstrações de raiva inapropriada;
  • um padrão de impulsividade e relacionamentos caóticos, incluindo, mas não limitado, a impulsividade de gastar dinheiro, uso de drogas, relacionamentos sexuais, compulsão alimentar e furtos em lojas;
  • reação intolerante, muitas vezes hostil, de ficar sozinha;
  • repetidas crises e atos de auto mutilação, como cortar os pulsos ou abuso de medicamentos.

Existe um exame mais aprofundado dos comportamentos comuns de uma pessoa que sofre desta desordem, mas você provavelmente não irá achá-las detalhadas na literatura médica disponível. O que vem a seguir são traços comportamentais que observei em anos lidando com mulheres bordeline em ambientes clínicos e na vida real.

  • Uma facilidade para mentir e manipular, particularmente usando a simpatia e a adulação, mas também  para listar a ação de outras pessoas que ela possa utilizar para vantagem própria no futuro, com fins vingativos ou de retaliação;
  • uma propensão para inventar acusações de estupro, abuso sexual e violência doméstica;
  • uma capacidade praticamente infinita para praticar vinganças pelos menores, ou imagináveis, motivos;
  • um prazer sádico de causar danos injustificáveis contra os outros que são vistos por ela como inimigos, ou mesmo contra aqueles que ela considera que não as ama o “suficiente”;
  • a capacidade de justificar e racionalizar qualquer comportamento abusivo, não importa o quão extremo ou quão inocente é a vítima. Não seguem um norte moral;
  • a demanda incessante que os outros gostem dela, mesmo com ela causando destruição na vida de inocentes;
  • a visão distorcida que o abuso que elas infligem não é abuso, mas reclamar ou reagir contra este abuso é algo abusivo para elas.

E mais uma coisa que precisa ser incorporado em seu entendimento sobre a desordem borderline. Elas sabem exatamente o que estão fazendo. Não há nenhum fator orgânico ou deficiência em seu auto controle que provoque elas a fazerem isto.  Seus atos são intencionais e premeditados. Elas sabem muito bem a diferença entre o certo e o errado, o que é apropriado ou não, o que é verdade e o que é mentira, realidade e fantasia.

Elas frequentemente tem empregos e se envolvem em situações sociais em que seu comportamento destrutivo acabam rapidamente prejudicando elas. Geralmente demonstra uma capacidade admirável de auto controle e comportamento apropriado. Qualquer noção de que elas não conseguem controlar suas ações, o que você frequentemente escutará da boca de algum borderline ou de um médico inescrupuloso que lucram com esta condição ajudando elas a racionalizarem seu comportamento, são totalmente fraudulentos.

Elas sabem muito bem o que estão fazendo, e muitas vezes até gostam disso.

Elas sofrem com o caos interno e emoções instáveis? Certamente. Assim como os depressivos, os alcoólatras e aqueles que tem desordens de ansiedade ou outras mazelas. Só não podemos permitir que se dê um desconto a eles ou que machuquem os outros e a si mesmo. E nem devemos.

Dado o potencial absoluto de destruição que um borderline pode ter na vidas dos azarados que acabem cruzando seus caminhos, é muito importante o entendimento do prognóstico de sua condição.

Não há medicamento psicotrópico e nem terapias cognitivas que funcionem em um borderline. Resumindo, eles tem uma condição intratável com o que temos atualmente. Eles não podem ser ajudados tanto quanto eles devem ser isolados para poder ajudar os outros.

Há uma piada corrente entres os psiquiatras que lidam com a borderline. E sim, nós fazemos piadas sobre problemas sérios. É uma das maneiras de aliviar o stress de ter que lidar com estes casos. De qualquer forma, é uma piada curta e grossa:

Você não trata borderliners, você simplesmente os ignora.

E assim, num sentindo mais amplo, é o conselho indireto que se dá para qualquer pessoa que tem o azar de se encontrar na mira de um borderline.

Fique longe dele. 

Siga outro caminho. Não vá atrás. Não pague 200 dólares. Simplesmente caia fora; esqueça qualquer perda que sofreu em sua experiência e fique feliz de não ter perdido mais.

As famílias dos alcoólatras são orientadas a ignorá-los quando eles estão bebendo. É um bom conselho que ajuda o alcoólatra encarar o problema e que salva sua família de muitos problemas. Mas lidar com um borderline não é tão simples ou fácil como ir a encontros do AA e aprender a ter limites. Sua patologia é muito mais séria e perigosa do que isto.

Escute isto, e não esqueça. Eles não irão melhorar. Nunca. Não há nada que você possa fazer, nenhuma bondade que você possa fazer, nenhuma simpatia que você possa oferecer, nenhuma mãozinha amiga, nem a combinação de toda a sua experiência pessoal que você possa oferecer pode fazer com que um borderline seja nada além de uma tremenda dor de cabeça e um pesadelo em potencial que está só esperando a chance de destruir tudo o que você tem, por dentro e por fora.

Na verdade, se você se encontra num eterno dilema se deve ou não sair de um relacionamento com uma borderline, eu sugiro é que você vá procurar ajuda. Ao invés dela, talvez tenha uma chance de ajudar a você descobrir as causas que te fazem ficar ligado a uma vida cheia de abusos, caos e perigo.

Afinal, sempre haverá a pílula vermelha da verdade.

fonte: http://www.avoiceformen.com/women/borderline-personality-disorder-sick-or-just-crazy-asshole/

930 comentários

1 menção

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  1. Meu marido é borderline, depois de 14 anos de brigas infernais, no qual a culpa de tudo era sempre minha, finalmente me sinto mais aliviada ao perceber a doença que ele tem. Estou todo esse tempo devido ter sido meu primeiro namorado, nao tinha parametro do que era ou nao um relacionamento saudável. Eu nunca sei com quem estou lidando, no mesmo dia ele passa de me endeusar até me tratar como o pior lixo que já existiu. Já fui agredida fisicamente, sofro violencia psicológica, coação sexual, já achei conversas que ele tinha com garotas de programa e simplesmente nao consigo me desvencilhar disso, estou com ele há praticamente a metade da minha vida (tenho 28 e estou desde os 14) e acabei me “acostumando” a viver nesse inferno, pois quando as crises dele cessam, ele se torna um marido melhor. E eles sao tão manipuladores que conseguem inverter tudo que acontece contra voce, vc passa a duvidar da sua sanidade… Além de tudo sao mimados, tudo tem que ser do jeito deles, nao toleram frustraçoes que logo gritam, quebram coisas, batem a porta do quarto, parece que convivo com um adolescente infantil… Espero ter forças pra sair dessa relação e que ele algum dia melhore como pessoa, porque apesar disso tudo, nao sinto que ele é uma má pessoa, só é uma criança cheia de problemas emocionais num corpo adulto, e enquanto isso estou aprendendo a lidar com tudo, criei uma barreira emocional e espero em breve sair dessa vida sufocante.

  2. O médico ou terapeuta que diagnostica Bordeline no seu paciente informa ao mesmo? A família é informada também? Haveria problema de uma pessoa próxima no intuito de ajudar, informar que ao indivíduo que tem os traços de Border? Ou isso não é recomendado? Conheci uma ex namorada que tem todos os traços, o terapeuta dela me informou que ela tinha transtorno de personalidade mas na época não atentei e não pesquisei o que era. Recentemente a encontrei e observo perfeitamente bastante os traços mencionados, mas nem todos, por exemplo auto mutilação ou uso de bebidas ou drogas, tentativas de suicídio, mas o resto tem muitos. Queria saber também se a mentira faz parte dos traços. Grato!

  3. Empiricamente opinando:
    Se possível, contato 0 (zero).

  4. O que se chama de borderline aqui no grupo, pode se enquadrar melhor como narcisistas.

    • Ana Flávia em 01/29/2018 às 5:45
    • Responder

    Sou borderline e sei o estrago que eu causo, mas tb sei do estrago que me causaram, tb sei de todos os sentimentos e impulsos que guardo dentro de mim da melhor forma que posso. Sempre preferi ME MACHUCAR ao invés de machucar os outros, seja quem for. Tem vezes que gostaria de me tornar um completo monstro e devolver para as pessoas td o que me fizeram! Mas eu n consigo, pq eu sei como dói e n desejo causar dor a ngm, principalmente a minha mãe, que smp esteve ao meu lado. Eu n conheço o infeliz que escreveu esse artigo, mas essa pessoa deveria ter vergonha! E essas piadas? Vc nos coloca como monstros, pessoas que machucam de propósito e n se importam, que premeditam suas más ações…! VÁ SE FERRAR! Ter alguém como vc na área da saúde dá vergonha e nojo!
    Quantas pessoas ao redor do mundo fazem inúmeras besteiras, cometem crimes e riem dos outros e n sentem remorso?! Nós somos os vilões? Devemos ser evitados? Sentimos td com uma intensidade esmagadora e ainda assim sorrimos e completamos tarefas normais, mas que para nós são desafios mortais! Todos magoam e destroem relacionamentos, familiares ou n, mas quando borderlines o fazem, o mundo acaba para nós! Sentimos uma angústia imensa e um pesado arrependimento! Tanto que concluímos n sermos merecedores de amor algum e que merecemos sofrer! E aí vem um BABACA e me escreve isso? Vc n nos conhece, n conhece nosso transtorno, vc apenas acha que sim. Mas infelizmente o mundo está cheio de gente assim, hipócritas.

    1. O que realmente satisfaz um borderline é o sofrimento alheio; não tenho dúvidas em relação a isso.

      1. Sim, é uma forma deles compensarem o sofrimento pelo qual eles passam. Muitos têm inveja da felicidade e da satisfação de terceiros.

  5. Interessante várias exposições descritas nos comentários, mas na real eles (borderlines ou sei lá que porcaria são) apresentam um comportamento genuinamente patético; Após nos afastarmos dessas figuras ridículas e descompensadas, conseguimos ver com clareza o buraco sem fundo onde estávamos. Parem de pirar e achar que amam ou amaram essas criaturas, pois nada mais são que um estorvo na vida que tem o azar de cruzar com essas buchas.

  6. Tenho borderline e honestamente me impressionou a sua postagem. Principalmente pelo fato de perceber que somos tratados como uns lixos imbecis até pela comunidade médica. Talvez você esteja certo, somos mesmo e não temos cura nem controle. Talvez seja melhor mesmo eu morrer do que continuar sendo um peso para a sociedade ao meu redor.

  7. A conheci no trabalho, era gestor de uma equipe de 20 pessoas e lá estava ela, andando sempre muito perfumada, um batom vermelho na boca, a pela clara, sempre no salto alto, uma mulher muito linda! Rosto angelical, ela tinha 22 anos e eu 26.
    No começo já notei algo de estranho ali,sou um cara vivido, apesar de pouca idade, bem experiente e por isso nunca me aproximava dela, intimamente sabia que era problema.
    No decorrer dos dias ela virou assunto comentado em todas as áreas da empresa, depois começou a fazer fila de paparicadores em nossa sala, chamando-a para sair, para almoçar e etc…
    Passados alguns dias ela relata durante o almoço no refeitório que estava precisando de um fiador para poder alugar uma casa com a família dela, e disse que tinha falado com um amigo dela e ele seria o Fiador, perguntei quem era, quando ela respondeu percebi que o tal amigo era um sujeito casado, que ela acabara de conhecer na empresa , não tinha 3 dias, mas ela falava como se ele fosse intimo dela, borderlines e histriônicas tem esse traço de tratar com intimidade quem acabara de conhecer.
    No decorrer do dia ela se aproximou de mim e começou a listar os caras que haviam a chamado para almoçar ou sair, depois começou contar a vida dela, coisas intimas da relação familiar, mais um traço dos borderlines e histriônicos, falar da vida intima, sempre com histórias tristes a fim de chamar atenção e despertarem o espirito altruísta dos que estão a sua volta.
    Chegou a um ponto que tive que chamar sua atenção e pedir para maneirar no que falava da sua vida pessoal, pois estava gerando comentários, logo percebi que aquela criatura cresceu sem mãe, pois a primeira coisa que aprendi foi a não contar a minha vida a estranhos.Logo deduzir que a mãe dela não poderia ser boa coisa.
    Passados alguns dias ela me pede para sair mais cedo para resolver a contratação do aluguel, vi ela saindo da empresa com a mãe e o suposto amigo casado que se propôs a ser o fiador.
    Passados uns três dias vi ela andando de mãos dadas com o sujeito na empresa, e ele nem se deu o trabalho de tirar a aliança, depois vi os dois se beijando em baixo de uma árvore, próximo da empresa. Histriônicos e borderlines são inconsequentes e impulsivos.
    Não demorou para o sujeito tirar a aliança, assumir o relacionamento com ela para todos e o assunto ser comentado por todos da empresa, tendo em vista ele ser evangélico e estar casado a mais de 5 anos e demonstrava ser muito apaixonado pela empresa.
    O relacionamento chegou ao fim em no máximo 2 meses, depois ela saiu dizendo que ele era viado e não gostava de sexo. Histriônicos e borderlines tendem a difamar os seus ex parceiros.
    Nesse tempo ela começou a ir tirar dúvidas comigo em minha mesa de decote, faltava esfregar os seios na minha cara, depois começou a me chamar no aplicativo de comunicação interna da empresa, sempre com assuntos vagos e sem sentido. De inicio fugi, orientei ela a só falar comigo assuntos de trabalho, ela sumia por uns 5 dias, depois voltava, dava outra patada nela e ela sempre voltava.
    Um dia ela me chamou e falou que estava sem namorado, que quando arrumasse um iria se trancar com ele no motel uns 3 dias! pronto, ativou em mim o instinto caçador, de homem! Pensei:” vou chama-la para sair, fazer sexo e depois saio fora” ledo engano!
    Começamos a sair todos os dias, fazíamos sexo dentro do carro, as vezes com o veículo a mais de 120k/h, ia fazendo sexo oral da ora que saia do trabalho até o motel mais próximo, visitamos todos os motéis da minha cidade! Bom, esqueci de falar, eu era casado, ela sabia, mas isso para ela era irrelevante! E para mim também começou a ser.
    Chegou um momento que larguei minha mulher que acabara de dar a luz ao meu filho para ficar com ela, estava envolvido, apaixonado, preso sexualmente a ela! Eramos igual cachorro, fazíamos sexo em qualquer lugar!
    No trabalho ninguém percebeu e isso durou por dois anos!! depois saímos da empresa e assumimos o relacionamento para todos, eu que tanto criticava o rapaz que foi seu fiador, estava lá, fazendo pior!
    Aluguei uma casa grande, aluguel muito caro, ela disse que me ajudaria a pagar, depois de muita insistência dela, fui até um cartório e me casei com ela no civil sem ninguém da minha família saber. Sim, aceito criticas, estava louco, cego, ninguém sabe como fiz isso, pois sempre fui um cara de personalidade, decidido, bem sucedido,sempre conquistei o que queria, não me apegava a mulheres e etc.
    Continuando, me casei com ela, fui morar junto e o que era ruim, ficou pior, pois durante o “namoro” quando ela era contrariada ela começava a gritar igual uma louca, quando estava dentro do carro ela abria a porta e ameaçava se jogar se eu não parasse… quando eu parava ela saia andando e sumia… não atendia telefone nem nada e eu ficava preocupado.. quando chegava em casa ela estava lá ou ia embora para a casa da mãe, colocava a culpa da briga em mim, me chamando de grosso, insensível e etc… aqui temos impulsividade, mas um traço desses transtorno.
    Quando fomos morar juntos ela começou a impedir que eu fosse na casa da minha mãe, começou a implicar com o meu filho, isolava ele dentro de casa, eu não podia nem dizer que o amava ou chama-lo de bebê senão ela dava crise, gritava, arrastava os moveis, quebrava as coisas, arrumava as coisas e ia embora para a casa da mãe, passava alguns dias eu ia atrás e a gente voltava.
    A própria mãe me disse uma vez que ela fazia isso como chantagem para eu ir atrás dela, ou seja, a mãe sabia da condição da filha,pois ela também me ligava e me estimulava a voltar com a filha dela, me disse certeza vez que só aceitava ela em casa por ser filha dela.. era o jeito.
    Nesse tempo de casamento, ela foi e voltou mais de 15 vezes, nas brigas sempre me ameaçava com a maria da penha, vinha para cima de mim e já chegou a xingar meu filho de lixo. Eu apaixonado ficava puto, brigava mas não tomava uma atitude firme e isso só aumentava e comecei a ter crises de ansiedade e síndrome do panico.
    Fomos a um psicologo, pois ela disse que minha ansiedade era causada por eu não saber lidar com mulheres, fui ao psicologo para “aprender” tratar uma mulher e tratar ansiedade,ele atendeu cada um individualmente, ela falou mal de mim para ele, quando entrei na sala ele me atendeu assustado… no outro dia ela disse que ele havia dado em cima dela e falado para ela me largar, pois eu era um monstro! Mais um traço do borderline, mentir e flertar com pessoas de autoridade, professor, médico, psicologo, chefe e etc…
    Voltei ao psicologo para tirar satisfação ele disse que não tinha falado nada daquilo, e disse a ele que não conseguia gostar dela 100%, pois tinha medo deixar ela sozinha com o meu filho e que ela gritava e me acusava de coisas que ela era quem fazia, nessa hora o psicologo mandou eu largar dela e disse que quando eu achasse uma mulher que valesse a pena eu iria gostar e me entregar a ela 100%. Foi um tapa na cara, mas eu não confiei no que ele disse, ela já tinha plantado a semente na minha cabeça de que ele estava interessado nela, dai deduzir que ele queria que eu a largasse para pega-la.
    Me sentindo culpado pela as brigas na relação, comecei a agradá-la ainda mais, ela disse que não estava se sentindo bem, queria pintar o cabelo, dei a ela 300 reais para ela pintar o cabelo de loira, paguei academia, íamos juntos! Ajudei a pagar faculdade dela, arrumei emprego para mãe dela e para duas irmãs, passei a ser mais frio com o meu filho (podem me xingar, eu mereço), abandonei amigos, família, mesmo todos me alertando que eu estava cego e em uma furada, só acreditava nela! Mas nada do que eu fazia era suficiente, ela sempre queria mais e me acusava de grosso, insensível, que nenhuma mulher iria me aguentar, que meu filho era um capeta e que iria arrumar alguém para tratar ela igual uma princesinha, que era como ela merecia! E eu me sentindo culpado e aceitando aquelas sentenças, quando reagia ela gritava, quebrava coisas e ia embora, já me humilhei para ela não ir embora, enquanto o cara do uber estava na porta esperando… ela ate mandava eu entrar pois eu estava passando vergonha!
    Nessas horas ela desistia de ir, eu pagava o uber para ele ir embora, entravamos no quarto e transvasamos loucamente, ela era igual uma atris pornô!Muitas vezes as brigas eram interrompidas pelo sexo selvagem e voraz.. ela atuava!
    As crises de ansiedade continuaram, procurei outra psicologa, mas dessa vez fui sozinho, expliquei a situação e ela disse que eu estava em um relacionamento abusivo! a Ficha caiu!! Eu estava sendo chantageado, humilhado, desvalorizado dentro de minha própria casa! Sendo escravizado pelo sexo, abrindo mão da minha identidade em prol dela.
    Voltei da psicologa, cheguei em casa questionei a ela das compras que ela tinha feito, pois gastou R$900,00 para duas pessoas e não tinha praticamente nada na geladeira, a banana que meu filho gostava de comer ela não comprou, disse que no mercado não tinha, mas estávamos falando do Extra, difícil lá não ter banana, era só uma forma de retaliar meu filho e a mim.
    Quando ela foi questionada, começou a gritar, meu filho de 4 anos estava em casa, ela apontou para ele disse gritando que já não aguentava mais ser tratada com grosseria enquanto eu tratava bem o meu filho, arrancou a aliança e jogou na minha cara! Mais uma vez ela disse que iria embora, falei para ela que daquele dia em diante meu filho não iria presenciar mais nenhuma briga que ela podia ir embora de vez (voltei a ser homem), sem gritar, sem xingar, comuniquei a ela que iria sair de casa para que ela pudesse ter tempo de pegar as coisas e ir embora sem brigas, sai, isso eram 10 da manhã, fui para casa da minha mãe com o meu filho, ela não me ligou nem nada, voltei para casa as 18, a casa estava fechada e tudo escuro… Quando entrei ela estava lá, deitada na cama! fiquei calado e comecei a me arrumar para sair de novo, ela começou a gritar, pegou as chaves do carro e escondeu, e começou a falar que queria conversar sobre as dividas, que ela queria saber como ficaria, na hora da raiva falei que não queria conversa e a mandei ir embora do jeito que veio, que não precisava do dinheiro dela.. ela disse que se eu saísse pela porta ela iria embora para sempre.. mesmo assim achei a chave e sai, junto com o meu filho.
    Nesse tempo ela ficou me ligando e mandando mensagens, depois disse que tinha achado umas fotos da minha ex no meu pc e que nos veríamos do divorcio! voltei para casa as 1 da manhã, ela ainda estava lá, com as coisas arrumadas e muito descontrolada, começou a gritar, entrei, deitei em um colchão na sala e ela começou a gritar querendo um documento onde eu abria mão de exigir qualquer quantia dela durante o divorcio, fiquei calado, ela começou a me dar tapas e pedir que eu reagisse, mandando eu virar homem, falando para eu honrar minhas calças, logo percebi a intenção e comecei a filma-la , logo ela partiu para cima de mim, arranhou meu rosto, reagir.. meu filho correu e se escondeu em um quarto.
    Tentei segura-la para ela parar, ela começou a pedir socorro aos vizinhos, fiquei sem saber o que fazer, a soltei e liguei para policia, ela continuava descontrolada e gritando, a policia não apareceu.. peguei meu filho, as gravações e fui na delegacia e registrei uma ocorrência contra ela, passados algumas horas ela foi na delegacia e registrou uma ocorrência contra mim por maria da penha, escondendo fatos e inventando outros, dizendo que era agredida a pelo menos 10 meses, dois dias depois acordei com a oficial de justiça me intimando das medidas protetivas.
    Ela foi embora para a casa da mãe, bradava aos 4 cantos que queria se divorciar de mim o mais rápido possível, contratei uma advogada e mandei entrar em contato com ela para fazer o divorcio no cartório em 24 horas, já que ela não tem direito aos meus bens, adquiridos antes e nem temos filhos.
    Ela não aceitou, disse que vai fazer pela defensoria pública, o que demora de 6 meses a 1 anos, mas disse não sentir raiva de mim e quer que eu arrume uma pessoa e fique bem, mas aos meus amigos ela já se fez de vitima, de agredida, me trata como um homem violento e disse ainda estar correndo risco de vida( aqui temos vários traços, mentira, fantasia, mania de perseguição e denegrir a imagem do ex).
    Essa historia ainda esta desenrolando, fazem 2 meses que estamos separados, tive que gastar 3 mil com advogado para me defender da maria da penha, minha sorte são as gravações que fiz no celular, senão poderia até ter ido preso, estou com dividas que tínhamos em conjunto, o aluguel tenho que pagar sozinho, estou me tratando com psicologa, deixei de render no meu emprego, apesar de tudo isso ainda sinto falta dela, acreditam? levantar todos os dias tem sido difícil, graça a Deus minha família e amigos tem me ajudado muito! Ela? Ela posta varias fotos no facebook exibindo o cabelo pintando com o meu dinheiro, espalha para todo mundo que esta correndo risco de vida, diz que quer meu bem e que eu arrume outra, mas não quis se divorciar em 24 horas, a ocorrência que fiz contra ela ainda não caminhou, vai demorar, audiência do maria da penha só ano que vem..
    Estou aqui, falido, com problemas emocionais, lutando para esquecer ela, respondendo maria da penha e ela simplesmente tirou o time de campo e com certeza já está com a próxima vitima.
    Deus é jutos, e sei que passei por isso porque mereci e dei espaço.. mas faço um alerta, ela emitiu sinais, e eu não dei importância, se entrar em um relacionamento e algo lá no fundo, no seu coração disser que existe algo errado, fujam, fujam que é cilada!
    Características que não me atentei: Disse que foi abusada sexualmente quando criança, saiu de casa aos 15 anos e foi morar em outro estado com o namorado que conheceu na net,teve vários relacionamentos curtos, contabilizei uns 7 ou 8. O pai era violento, deixava a família passar fome, batia na mãe e a traia com varias mulheres, a mãe é uma pessoa sem cultura, interesseira e fanática religiosa, também trata os filhos de forma superficial com diminutivos como se fossem crianças ainda. A irmã, que também diz ter sido abusada, usa drogas, tem vários parceiros e é uma mentirosa costumas.
    Nunca assumiu seus erros e sempre me acusa das coisas que ela faz, a culpa sempre foi e é minha.
    Senhores, essa é minha historia, é um pouco grande, mas vale a pena pois serve de alerta! continuo aqui preso a ela, pelo divorcio e pela maria da penha, lutando para esquece-la, pois depois do termino ainda me senti culpado e só lembro dos momentos bons, indo em terapia e me apaguei com Deus para esquecer.

    1. Li seu texto, e de certa forma, me identifiquei com ele. O meu caso, foi uma pouco mais brando, embora não menos traumático. Você ainda se encontra na mesma situação? Tenha fé em Deus, sempre. Um abraço.

      1. Gustavo! O processo do maria da penha foi arquivado por faltas de provas! O divorcio saiu, mas ela continua por ai dizendo que está correndo risco de vida e que eu posso matar ela a qualquer momento, terei que processar ela no civil para ver se assim ela para… ela e a familia dela.. todos descompensados. A mãe saiu de casa e foi morar com o ex cunhado, ela já se separou de vitima que arrumou após o nosso termino e agora se uniu com a irmã que também diz ter sido violentada e possuis as mesmas carácter iscas e saem para vários frevos.. bebidas, drogas e tudo o que ela criticava enquanto estava comigo… no mais, com ajuda de psicologos, após verem os videos, disseram que aparentemente se trata de uma psicopata com traços histrionicos e bordelines…

        Espero que tenha sorte na sua historia, eu me apaguei muito com Deus! ainda estou na abstinência!

        O Psicopata Dissimulado

        Seu comportamento se caracteriza por um forte disfarce de amizade e sociabilidade. Apesar dessa agradável aparência, ele oculta falta de confiabilidade, tendências impulsivas e profundo ressentimento e mau humor para com os membros de sua família e pessoas próximas.

        Na realidade, poderíamos comparar o Psicopata Dissimulado como uma mistura bastante piorada dos transtornos Borderline e Histérico da Personalidade. Isso significa que ele pleiteia um estilo de vida socialmente teatral, com persistente busca de atenção e excitação, permeada por um comportamento muito sedutor.

        O Psicopata Dissimulado é considerado como uma variante da Personalidade Histriônica, continuamente tentando satisfazer sua forte necessidade de atenção e aprovação. Essas características não estão presentes no Psicopata Carente de Princípios ou no Malévolo, os quais centram em si mesmo sua preocupação e são indiferentes às atitudes e reações dos outros.

        Esse subtipo dissimulado costuma exibir entusiasmo de curta duração pelas coisas da vida, comportamentos imaturos de contínua busca de sensações. Seguindo as características básicas e comuns a todos os psicopatas, o dissimulado também tende a conspirar, mentir, a ter um enfoque astuto para com a vida social, a ser calculista, insincero e falso. Muito provavelmente ele não admite a existência de qualquer dificuldade pessoal ou familiar, e exibe um engenhoso sistema de negações. As dificuldades interpessoais são racionalizadas e a culpa é sempre projetada sobre terceiros.

        A contundente falsidade é a característica principal deste subtipo. O Psicopata Dissimulado age com premeditação e falsidade em todas suas relações, fazendo tudo o que for necessário para obter exatamente o que quer dos outros. Por outro lado, diferentemente do Psicopata Carente de Princípios

        ou do Psicopata Malévolo, parece desfrutar prazerosamente do jogo da sedução, obtendo excitação nas conquistas.

        Mesmo aparentando intenções de proteger certas pessoas, o Psicopata Dissimulado é frio, calculista e falso, caracterizando mais ainda um estilo fortemente manipulador. Essa característica pode ser conseqüência da convicção íntima de que ninguém poderá amá-lo ou protegê-lo, a menos que consiga manipular a todos. Apesar de reconhecer que está manipulando seu entorno social, tenta convencer aos outros de que suas intenções são boas e que suas atitudes são, no mínimo, bem intencionadas.

        Quando as pessoas com esse tipo de psicopatia são pressionadas ou confrontadas, sentem-se muito encabuladas e suas reações oscilam entre a explosão agressiva e vingança calculista. A característica afabilidade dos Psicopatas Dissimulados é superficial e extremamente precária, estando sempre predispostos a depreciarem imediatamente a qualquer um que represente alguma ameaça à sua hegemonia, chegando mesmo a perderem o controle e explodirem em cólera

    2. Olá.
      Cuide de quem você ama, toque a vida em frente e tente não errar com os mesmos erros.
      Boa sorte.

      1. Nesse buraco não caio mais não, nem sabia que esse tipo de demônio existia.. hoje sei que estava com uma psicopata!

    3. Li toda a sua história. Fiquei impressionada! Sinto muito e desejo sinceramente, que encontre alguém que valha a pena!

      Ainda bem que achei esse blog. Pois recentemente conheci um homem que é border. Ele me disse de cara que é, mas ele não sabia que eu sou estudante de psicologia e conhecia um pouco do transtorno (bem pouco, algo bem superficial). Então comecei a pesquisar mais afundo, encontrei depoimentos de ex, familiares, médicos, psicólogos. Li o também o DSM-V.

      Encontrei esse cara uma vez pessoalmente, e já havia falado pra ele que eu não gostava de ficar por ficar. Ainda assim, ele tentou me beijar, foi muito insistente; e quando viu que não ia conseguir, me disse que estava me testando para ver se eu fazia o que falava. E como não tinha cedido e realmente fazia o que falava, eu era tudo que ele precisava, tudo que ele desejava, tudo que ele sonhou. Perguntou nessa vez se seríamos namorados. Como sou muito religiosa, depois de uns dias ele me disse que tinha ido orar e que eu havia despertado a espiritualidade dele novamente. Disse ainda que estava muito feliz por ter me encontrado, pois eu tinha feito ele acreditar novamente no amor. Mas estava triste porque estava com medo de me perder.

      Realmente, após tudo que encontrei, só posso dizer que quanto mais distante deles, melhor.

      1. Obrigado, Andreza! olha, depois descobri que a minha era psicopata com traços borderline e histrionico… pelo relato o seu é bem psicopata!

  8. Mulheres que tem um ex border, vamos trocar emails. Quem sabe podemos nos ajudar a superar o trauma.
    Abs.
    mary_t1@hotmail.com

  9. Pessoal, quem tem filho(a) com borderline se vira como? Me divorciei e estou passando maus bocados. Já acionei o Conselho Tutelar pra resguardar os direitos da minha filha e o órgão vai fazer uma intervenção; mas, dependendo, posso até judicializar a questão. Minha ex é extremamente desrespeitosa comigo, se vinga (e de maneira desproporcional) pelas mínimas coisas, faz joguinhos o tempo todo… Tem sido bem difícil. Eu sempre sou o malvado, o bandido. Dá vontade de entrar com uma ação de guarda unilateral, pra acabar logo com essa história e não ter mais que lidar com essa mulher. Nunca sei se ela vai acordar com a pá virada ou não. Minha vida e a da minha filha não podem depender disso. Como é com vocês?

  10. Pessoal que tem filhos, gostaria de saber: como é a relação de vocês com a mãe (ou pai) borderline? A minha está pra lá de difícil. Às vezes chego a pensar em entrar com pedido de guarda unilateral, só pra evitar a mala sem alça da minha ex-mulher.

  11. Vi esse outro texto, sobre relacionamentos com sociopatas narcisistas. As características de um relacionamento com eles é bem parecida com a de um relacionamento com um borderline. Eu diria que o que muda não é o que fazem, pois agem de modo parecido, mas como sentem. Borderlines tem amor e raiva junto, normalmente mais raiva que amor. Sociopatas tem um nada, buscam amor e nada encontram, e ficam com raiva. Ambos são vazios de amor, mas o borderline ainda sente culpa pelos seus erros, tentam melhorar mas não conseguem, já os sociopatas não sentem culpa por nada, nunca se desculpam.

    http://www.contioutra.com/as-3-fases-de-um-relacionamento-toxico/

    1. Psicopata, bordeline e afins, tudo a mesma coisa! pesquisa no google sobre psicopatas dissimulados.. eles são psicopatas, mas com traços de borderilne e histrionico

  12. Venho relatar minha história. Acabei de sair (ao menos eu acho) de uma relação totalmente abusiva e doentia com uma borderline. Relatarei tudo aqui. Para começar, nos conhecemos na universidade, eu era professor dela. Ela uma aluna já formada, na segunda graduação, a melhor aluna do curso que eu dava aula – na Psicologia. Ela tirava ótimas notas, estudava muito, era muito dedicada e obstinada, e eu admirei esse empenho nela desde já, mas nunca tomei iniciativa. Ela sempre tentava puxar papo nos intervalos das aulas e depois das aulas, com nenhum ou pouco êxito, ela era muito tímida e nervosa ao falar comigo.

    Ela se declarou pra mim após um mês de aula, numa festa de outro curso, fora da universidade, se disse apaixonada, disse entender que eu tinha outra pessoa (no momento não tinha, mas estava em vias de me envolver com outra garota) mas que queria uma chance. Ficamos, foi maravilhoso, uma conexão fora do normal, sexo maravilhoso, conversas e entendimento absurdo, tudo lindo. Começamos a ter uma relação escondida, afinal era minha aluna, nos vendo quase todos os dias.

    Ao começarmos a relação, no entanto, ela revelou algumas coisas estranhas. Primeiro que tinha lido minha tese e meus artigos todos. Ela fez uma prova incrível, cheia de citações, o 10 mais merecido que dei pra alguém, 16 páginas escritas, um paper praticamente, de qualidade tão boa como os meus, algo espantoso. Segundo, que havia entrado numa academia porque viu no Facebook que eu malhava. Terceiro, começou a escutar bandas que eu escutava. Quarto, começou a se adaptar visualmente ao que achava que eu queria. Esse quarto ponto é particularmente interessante, ela me confessou que começou a se vestir de preto, com meia calça, bota, maquiagem, coisas que não usava, porque achava que eu gostava de meninas mais “dark”, mais góticas, por ouvir sons mais pesados. Depois, ao longo do relacionamento, ela confessou que observou minhas ex-namoradas no Facebook, e essa observação acompanhou outra mudança: começou a se vestir como elas, com sapatilhas, vestidos floridos, etc. Nada disso ela usava antes, começou a fazer por mim. Quando ela me revelava seus esforços eu não achava estranho ou obsessivo, na verdade achei fofo ela ter tentado me agradar, achei que era coisa de gente apaixonada, aceitei isso sem problemas.

    Nossa relação foi progredindo muito rapidamente. Nos víamos todo dia. Quando eu trabalhava almoçavamos juntos, nos dias que eu não trabalhava ela vinha aqui pra casa de tarde. Todos fins de semana dormia aqui, e era tudo maravilhoso. A conexão afetiva, de amizade, de carinho, era maravilhosa. Nunca uma mulher demonstrou tanto amor por mim. Na cama o sexo era maravilhoso, sempre intenso, sempre olhos nos olhos, ela chamando meu nome, os dois conectados de maneira muito diferente. Eu nunca tive uma conexão sexual de tal tipo, tal como com ela. E ela era inteligente, muito inteligente, fora do normal. E isso me espantava. Já era formada em Computação, estudava Psicologia, era a melhor aluna da turma, queria recomeçar porque gostava mais de humanas que de exatas – e usava exatas como “ganha pão” para se manter estudando. Era dedicada, responsável, doce, meiga. Nunca estive com alguém com tantas qualidades. Em 2 meses com ela já me vi falando aos meus amigos: “não sei o que está acontecendo, nunca me senti tão bem assim, acho que ela é a mulher de minha vida.” Ainda não estava apaixonado, mas daí em diante me permiti me apaixonar.

    O pano de fundo de nossa relação incluia, porém, um dilema: antes de estar com ela eu tinha um envolvimento com outra garota, coisa que ela ficou sabendo. Não era amor, paixão, mas era alguém que eu admirava, uma menina muito bonita e gentil, que eu namoraria, mas não tinha sentimento. Era muito nova também, e eu via isso como um problema. Não continuei envolvido com ela, mas sentia que isso motivava minha borderline a lutar por mim. Ela queria vencer aquela menina linda, erudita, artista. Ela já tinha vencido, mas ainda não sabia, e por isos lutava.

    Algumas coisas, no entanto, me levaram a ficar desconfiado, despertaram para algo estranho. Primeiro, ela me idealizar. Ela falava que via em mim um cara destrutivo, que a faria sofrer por amor, meio indiferente, mas que conheceu um cara amoroso e carinhoso. Eu perguntei o que sentia a respeito disso, ela dizia que era diferente, mas gostava desse cara que ela conheceu de verdade. Ela me idealizava como o professor jovem, com alta formação, muito seguro e autoconfiante – enquanto ela, se via sempre insegura, com medo de conversar, sem autoconfiança. Segundo, os ex-namoros dela. Ela sempre me relatava que suas histórias com os ex-namorados eram abusivas, terminavam de maneira catastrófica, e que eles eram obsessivos, violentos ou perseguidores. Aí pensei, ela deve buscar esse padrão, pois foi atrás de mim achando que seria um abusador, como eu não era pensei: então agora vai dar certo comigo. Mas os pontos não fechavam. As histórias sobre os ex variavam. Uma hora os ex-namorados eram abusivos, outra hora ela os defendia. Quando eu mergulhei nessas histórias descobri: eles eram abusivos sim, mas amavam muito ela, e em grande medida ela cometeu muitos erros com eles, os fazendo mal, os deixando em depressão, os abandonando, de modo que eles foram se tornando piores. Não vou os defender, mas após meu contato com ela relativizei: talvez ela tenha os levado a sofrimentos terríveis, que justificaram o abuso, ou talvez seja apenas isso que ela diz pros outros, e eles apenas foram homens humilhados por ela, tal como eu acabei sendo posteriormente.

    Enfim, nosso relacionamento foi progredindo rapidamente. Em 6 meses falávamos sobre namorar, sobre viajar juntos, fazíamos planos. O objetivo era assumirmos publicamente tudo após as aulas e daí pra frente levar uma boa vida juntos. Nos viamos como companheiros, como aliados. Pensavamos até em planos futuros para artigos, trabalhos, etc. Só que até então era ela se dizendo apaixonada, eu já sentindo que estava, mas me resignando. Até que tivemos nossa primeira discussão. O motivo: insegurança com aquela outra garota que eu tive um envolvimento lá atrás. Ela disse que aquilo a magoou muito, pois as pessoas falavam que eu ainda estava envolvido com aquela menina. E sim, as pessoas falavam, e sim isso a machucava, e sim, eu sabia que ela tinha muitos ciúmes e omitia. Mas falei pra ela que contaria pra garota que estávamos juntos e pediria para não tocar mais em meu nome perto de pessoas próximas. E assim o fiz, e assim começou o inferno. Eu tirei a rival do caminho, e a primeira reação da border foi me bloquear e parar de falar comigo, falando que eu não deveria ter contado sobre nossa relação. Começaram as brigas sem sentido. Ela dizia que não dava mais pois demorei muito para resolver isso e as inseguranças tinham desgastado tudo pra ela. A verdade? Ela precisava da emoção de competir para estar ali. Eu eliminei a competição. Tivemos várias discussões após isso, e os motivos do término eram sempre as inseguranças que provoquei nela, meu temperamento impulsivo ao procurá-la, eu não dar espaço, e iam se multiplicando ad infinitum. Os motivos surgiam aos montes, e tudo era culpa minha. Dei uns dias pra ela e ao fim das aulas, nos vendo livres do impedimento de sermos professor e aluna, tentando reatar a procurei, entreguei flores, uma bilhetinho com uma letra de música que gostávamos, em seguida falei que gostaria de namorar com ela. Do nada, com total indiferença, ela terminou comigo em definitivo.

    Daí pra frente começou o destrato. Ela dando esperanças pra voltar em recados, em emails, para em seguida me ignorar por dias. Ela ignorando mensagens de Natal, Ano Novo. Ela respondendo minhas mensagens para dizer que eu era culpado por tudo e arruinei tudo. Eu não entendia o que acontecia, mas sentia muita culpa. Hoje entendo: eu rompi a idealização, de um cara indiferente que ela queria eu era um homem carinhoso querendo estar com ela. Ela queria estar com um homem abusivo, mas não se vendo na possibilidade de fazê-lo se tornou abusiva. Daí pra frente os jogos emocionais só se amplificaram: mensagens dúbias sobre voltar, não voltar, sermos amigos, terminarmos de vez, reatarmos, seguidas, dias depois de xingamentos, humilhações, etc. Voltamos a nos ver e a cada encontro tentando reconciliação ela me humilhava e me culpava quando sentia que eu gostava dela. Ficamos juntos uns 6 meses, e essa situação de tentativa de reconciliação, de falsas esperanças de amor, ou de amizade, foram se arrastando por meses, com muito abuso emocional, muita culpa. Entrei em depressão, tive crises de ansiedade, pensei em suicídio. Era tudo culpa minha, segundo ela. E eu me sentia culpado, não tinha mais amor próprio e nem vontade de viver.

    Em meio a isso eu fiz o concurso para outra universidade, em outro Estado, e fui aprovado. Pensei: ao voltar tento falar com ela, vendo que vou embora talvez comece a pensar em tudo. Não, pelo contrário, a procurei e ela me acusou de perseguidor, de doente, me xingou de todas as formas. Nós mal nos encontrávamos, eu a evitava e ela me evitava, mas daí em diante começou a me chamar se perseguidor, a me difamar em meu trabalho. Foi nesse ponto que conheci um doutorando de neurociência especialista em transtornos de personalidade. Acabamos ficando amigos e relatei minha história. Ele não tardou em concluir e me alertar: eu estava envolvido com uma borderline. Eu relutei, não acreditei, mas revendo todos os ex-namoros dela identifiquei padrões: como amava todos, levava todos à amá-la pra em seguida os atormentar, os levando a loucura, a doença, à violência. Me assustei, mas não queria acreditar.

    Nesse meio tempo, após meses de separação, eu estava com outra pessoa, mas ainda gostando da border. No dia de meu aniversário eu fui numa casa noturna com essa garota que ficava, e pra meu desespero a border estava lá. Não falou comigo, não fez nada, mas ficou olhando com cara de ódio pra mim e pra menina a noite toda, não deu em nada, mas foi sinal do que veio em seguida. Na semana seguinte sofri uma denúncia de assédio na universidade por parte dela. Tive que me explicar, e ela acabou tendo que assumir que tivemos um relacionamento. Não resultou em nada grave, foi resolvido. Recentemente, e 1 mês depois desse acontecimento, a encontrei em outra festa, numa casa de conhecidos, aonde tinham vários alunos meus. Ela começou a esbarrar em mim, dançar perto, me provocar após me ver conversando com outras garotas. Ela sabia que ainda a amava, e queria me provocar mesmo. Eu não iria falar com ela, pois já imaginava que seria maltratado novamente, agora em público. E ela não parava de me olhar. Vendo que foi ignorada completamente começou algo ridículo: encheu a cara e começou a ficar com pessoas, homens e mulheres, na minha frente, e depois passava por mim rindo de mim. Eu fui a ela e perguntei se poderíamos conversar sobre as coisas que estavam acontecendo e ela gritou “sai daqui, seu perseguidor, suma da minha vida seu maluco” e coisas assim. E virou um escândalo, empurra empurra. Fui pra fora da festa, sentei na calçada, pensando naquela reação exagerada. Aí, do nada, chegou um colega dela me dando um chute na cabeça, seguido de vários socos e chutes, fiquei desacordado, quebrei o maxilar, perdi 2 dentes. Eu estava machucado, e ela passou rindo e me xingando. Foi o fim ali pra mim. E o inferno não parou: ela fez um escândalo dizendo para as alunas da universidade que eu havia a assediado e agredido. Pronto, cheguei na segunda feira no trabalho com cartazes pedindo para que eu saísse de lá. Ela fez BO contra mim por agressão, fiz contra ela por calúnia e difamação (sobre me chamar de perseguidor e assediador), e contra o amigo dela que me agrediu também, e agora a história está nesse ponto. Abandonei o curso dela, Psicologia, e fui remanejado à Economia. Como passei em outra universidade em breve me mudo.

    Agora, meu grande dilema, é resistir. Ela já havia me bloqueado de tudo desde as últimas discussões; agora eu a bloqueei de tudo também. Quero resistir. Aquela mulher perfeita foi embora. O que sobrou de todo amor é só a raiva, a violência, o ressentimento. Aparentemente só a raiva é verdadeira pros borderlines, amor e paixão são nomes confusos que eles dão pra competição, obsessão e ciúmes. Quero me livrar disso. Para mim chegou a um ponto final, vou procurar ajuda psicológica e jurídica. Quero me ver livre disso antes que piore. Irei embora em breve, recomeçar a vida em outro lugar. Estou torcendo para ela não voltar, pois sabemos que uma borderline apaixonada é a coisa mais linda do mundo, mas ela te odiando vai te matar aos poucos, te destruir, acabar com sua vida. Preciso de ajuda agora, e farei de tudo para superar.

    1. Estamos juntos!! Sei exatamente o que passou meu camarada, historias bem parecidas!! coloque na cabeça que ela é uma psicopata com traçoas bordeline… mas na verdade é o proprio demonio em pessoa!!!! elas gostam de ver os outros destruidossssss!!!!
      Deixe seu e-mail, se puder! abraço!

  13. Hoje, lendo todos os comentários, tenho certeza que meu ex companheiro é borderline. Apesar de ser diagnosticado com outro transtorno mental, tudo se encaixa nessa patologia. Vivi quase dois anos ao lado de uma pessoa inconstante, que criei um medo inexplicável. Aceitei todo tipo de humilhação. Sei que não tive paciência para lidar com a maioria das situações, mas nenhuma pessoa merece ouvir e passar por situações pelas quais eu enfrentei. Ele nunca aceitou ajuda, terapia ou medicação. Nunca teve coragem de conversar abertamente comigo sobre isso. Às vezes tenho dúvida se é por culpa da doença ou se tudo isso reflete uma parte de quem ele realmente é… Todos os erros do relacionamento foram culpa minha, sempre destacava coisas que eu nunca aceitei e que no começo pontuava aspectos da minha personalidade que eu sei que não eram verdade, mas passei a acreditar. “Mentirosa, burra, desleixada, vagabunda…” Não consigo sentir raiva, apenas pena. Mas estar ao lado dele me esgotava, sempre me sentia inferior, ia do céu ao inferno em questão de horas. Não sei mais quem eu sou, me sinto “sequestrada”; não tem um dia que eu não pense nele e me sinta culpada.

    • Miscelâneas de Jasimbalgson em 03/01/2017 às 14:34
    • Responder

    Como identificar uma mulher perigosa

    • Mario Justino em 02/23/2017 às 1:39
    • Responder

    A sua definição de Borderline ta mais pra Predador Narcisista! Não esqueça que existe um CID so para doenças psiquiátricas separado das outras doenças físicas patológicas!
    Alias quem escreve um texto ridículo deste sem ter nenhuma profissional psiquiatria me parece mais ser um Narcisista!

  14. Destruidores de vida, egoista, traidores manipuladores, mentirosos, sem carater são monstros, lixos humanos…boderlaines quero que explodão no fogo do inferno

    • Noborderman em 02/08/2017 às 15:24
    • Responder

    Pelo visto este canal parou de ser assiduamente procurado. Forte abraço a todos e todas que como eu insistiram em algum momento manter uma proximidade quase que legal com uma pessoa amada, reconhecidamente ou não, borderline.

    1. Pena mesmo que os relatos não evoluíram mais. É um dia de cada vez quando vc se desfaz da relação com um border.

    2. Pelo visto este canal parou de ser assiduamente procurado……… sabe porque ? a borderline saio da moda e as pessoas que conviviam com esses seres finalmente se libertaram

    3. noborderman, posso tirar algumas duvidas com vc?? obrigado desde ja

      • wangshung em 12/31/2017 às 15:26
      • Responder

      lamento, gostaria de conversar sobre este assunto

  15. Meu ex é border! Ja tinha noção de que normal ele não era, só não sabia o nome! E lendo tudo isso, os comentários, não tenho dúvidas! Ele esta na minha vida ha um pouco mais de 1 ano, perdi a conta de quantos términos foram. Mais de 20 vezes! E é perverso! Ardiloso! Manipulador! Estamos separados ha 3 semanas, e ja me procurou 2 vezes, mas se eu questionou, digo que estou magoada pelas palavras grosseiras, por cada briga que me humilha, ele desiste no dia seguinte! A necessidade de ter sempre mulheres disponíveis, e a simpatia! Olha… Tenho 32 anos, sou independente, me banco, tenho uma familia maravilhosa e amigos que estão sempre do meu lado! E ele queria tirar tudo, me isolar! Me manipular, como se ele fosse a melhor coisa da minha vida e eu deveria agradecer todos os dias por ele esta comigo! Ele ficou na vida de uma ex dele por quase 2 anos, me largava e voltava pra ela, atormentou ela! Eu não serei a próxima! Hoje me procurou, trabalhamos no mesmo local, mas sigo firme, não dou brecha, pois ele sabe que pode conseguir me ter de novo! Nunca tive coragem de falar pra ele se tratar! Eu acreditei todas as vezes que ele dizia que seria diferente, que ia durar mais de 5 dias. E ele sabe que tem problemas. Mas não vai se tratar! Então pra mim ja deu! Eu estava me destruindo! Era uma falsa felicidade! Eu estou tentando tomar o controle da minha vida novamente!

  16. Olá pessoas:

    Tudo bem?
    Lendo os comentários, percebo uma similaridade grande entre borders e narcisistas perversos. Não à toa, já que os dois estão entre os transtornos do cluster B (Dramáticos, Imprevisíveis ou Irregulares). Inclusive, essa descrição entre parenteses dessa classe é uma ótima definição, rs.
    Falando como ex- namorada de um narcisista perverso não diagnosticado e não tratado (imaginem que pessoa maravilhosa de conviver), pergunto aqui se alguém já teve dúvida em classificar um(a) ex entre esses dois. Classificar não seria a melhor palavra, já que por ser leiga não tenho essa atribuição, mas por ser ex tenho essa fortíssima sensação… Afinal, as máscaras caem com quem eles têm relacionamentos muito íntimos.

    Mas é isso aí meu povo, contato zero e sorte a todos!

      • noborderman em 06/08/2018 às 17:18
      • Responder

      Perfeito!!! Agradeço a este canal, através desse seu comentário minha percepção mudou radicalmente, passei a enxergar o angu de caroço que havia me metido: NARCISISTA COM TRAÇOS BORDERLINES/HISTRIÔNICOS. O combo do capeta.

  17. Sou borderline e sou um doce de pessoas.
    Tomo meus remedinhos, faço terapia, faço atividades físicas.
    Tenho vida social, profissional e emocional.
    Todas bem dosadas e equilibradas para não prejudicar nenhum aspecto da minha vida.
    Borderline não tem cura, ok… mas quem disser que não é possível levar uma vida o mais próximo do normal possível, não entende de borderline…
    Estudem, façam uma pesquisa com uma amostragem mais ampla, mostre dados e psiquiatras renomados usando um termo tão pejorativo como “imbecil”
    Sem estudo, sem informação e sem ética.
    Procure um psiquiatra. Quem sabe vc não consegue ser o mais próximo do normal…

    1. As pessoas criticam tanto eu sei que em muitos casos são dificies mas nem todos são iguais e muito triste ver alguem que amamos se acabar assim mas sem apoio certos perdemos aqueles que não sabem como pedir ajuda porque acham que estam bem

      • Alessandra Mello em 04/14/2017 às 10:11
      • Responder

      Estou há 15 anos com um borderline ainda não diagnosticado, tenho certeza absoluta de que ele sofre deste transtorno e outras comorbidades associadas, ele até aceita fazer tratamento, mas, quando chega no consultório psiquiátrico, ele reage de forma tão normal, racional, equilibrada, que eu é que fico como a louca de história, já chego agitada, transtornada, desequilibrada de ter que lidar com ele. O que vc como borderline me aconselha a fazer para tentar ajudá-lo de fato, eu o amo muito e não quero desistir dele.

    2. Excelentes argumentos. Achei desrespeitoso, usando o mínimo. E parabéns, moça.

    3. concordo plenamente com você.

  18. Acabei de me separar de uma borderline e confesso que estou destruído… Sai do relacionamento por questões de sobrevivência mesmo. Ainda a amo muito, mesmo depois de todas as agressões que sofri. Não consigo entender o que está acontecendo comigo. Ela me difamou até no meu ambiente de trabalho, ligando e mandando mensagens para colegas e amigos, sempre distorcendo os fatos. Enfim, virei um canalha da noite pro dia.

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