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jan 11 2012

Mulheres – Fracas e patéticas? – Final

clique aqui caso não leu a 1ª parte.

por Angry Harry

Outro exemplo que é muito citado como uma evidência de que a mulher era oprimida eram os tradicionais procedimentos de herança, onde o filho mais velho ganhava a propriedade – as terras, o dinheiro, os títulos e o status.

Mas isto era realmente uma opressão, dada as circunstâncias e limitações do passado?

Por exemplo, o que poderia ser feito numa época que não se tinha um sistema legal que se impunha e que lidava com os direitos de propriedade – ou títulos, como o de “Rei”? Bem, a melhor maneira sempre é a mais simples. Você dá a propriedade para apenas um dos membros da família – o mais velho. Você nem precisa de ficar escolhendo, assim evitando a ira dos que não foram escolhidos. Nem um contrato é necessário para provar tal acordo (não que a maioria das pessoas comuns podiam ter lido mesmo se houvesse um). E aqui não teríamos o que argumentar contra isto. O primogênito é a resposta.

E mais, mantendo toda a riqueza nas mãos de apenas um pessoa garante que a base do poder familiar não se dilua em pequenas unidades que eventualmente acabariam se dissipando com o tempo.

É só ver a situação do Afeganistão para ver o que ocorreria se não tivéssemos um “direito ao trono” indiscutível. Vários senhores da guerra se armam, todos alegando sua própria legitimidade, e o país é dividido por diversas facções se matando pelo poder.

E A MULHER É COMPLETAMENTE JOGADA PARA ESCANTEIO NESTE PROCESSO.

Mas porque a preferência é sempre o homem ser o herdeiro em detrimento da mulher?

A resposta é que mulheres são fracas e patéticas em comparação ao homem – especialmente no passado e em lugares onde a força é tão ou mais importante quanto a diplomacia.

Além do mais elas já tem seus filhos para cuidar.

E mais, mulheres passaram boa parte de suas vidas se preparando para a maternidade e todas as suas implicações. Ou seja, as mulheres já tinham muito com o que se preocupar.

E que esperanças teriam para qualquer grupo que dessem o poder para as pessoas menos capazes de exercê-lo?

Bem, eles seriam facilmente dominados por aqueles que não fizeram uma besteira dessas. E rapidamente eles desapareceriam.

Então, se formos pesar, tanto homens quanto mulheres se beneficiaram deste costume que dava o controle do poder e da riqueza da família para o homem.

Na verdade, mesmo hoje em dia, os grupos que ainda são muito ligados a “família” (como pode ser observado em comunidades asiáticas que moram na Inglaterra) e aos seus papéis tradicionais de gênero, estão se saindo muito melhor em comparação aqueles que a “família” é algo muito menos estruturado e onde o homem, efetivamente, perdeuseu poder.

Estes últimos grupos são fracassos, e eram para ser totalmente desintegrados com o passar do tempo se não exisitissem os imensos benefícios sociais que são financiados pelo resto da população.

Concluíndo, me parece que se algum grupo social do passado resolvesse dar mais poder para suas mulheres do que para os homens, eles iriam, simplesmente, sumir da face da terra rapidinho.

E de fato, parece que isto é o que está acontecendo agora.

As sociedades dominadas pela doutrina feminista em breve serão derrubadas e completamente dominadas por aquelas sociedades onde a mulher prefere ficar em casa e cuidar de seus filhos (NT: é só ver a Suécia e grande parte dos países europeus, onde a população muçulmana vem ganhando mais e mais terreno, enquanto a população nativa vai cada vez mais diminuindo).

A mais simples matemática prova isto.

Dado que as mulheres ocidentais de cor branca compõem apenas uns 5% da população mundial atual, daqui 100 anos elas mal existirão.

O feminismo é uma ideologia que promove a auto-extinção.

É uma pílula da morte cultural e racial.

E não tem esperanças de prosperar.

E isto irá causar imensos problemas para as sociedades ocidentais enquanto elas lentamente irão decair sob esta influência maligna e destrutiva.

O Tédio é o problema

Aqui temos algumas mulheres de 150 anos atrás explicando os problemas que as mulheres da época passavam. O principal problema delas parecia ser o tédio.

Não sendo oprimidas, abusadas ou violadas; como nossas feministas mentirosas querem nos fazer acreditar.

O maior problema para estas mulheres é que elas achavam a vida tediosa.

Refiro-me aqui, como este capítulo deve ser entendido principalmente para se referir, não para aquelas a quem a má sorte ou o destino as forçou a ganhar seu pão; mas para as “senhoritas” que nunca foram educadas a fazer qualquer coisa. Tom, Dick e Harry, seus irmãos, cada um deles já tinham que trabalhar desde seus tempos de escola. Seja em um escritório, loja ou na faculdade, algo que lhe daria um futuro no qual ele poderia concentrar todos os seus objetivos. Eles tinham o grande sustento da alma humana – a ocupação. Se qualquer circunstância da vida retira-lhes sua ocupação, que pobre criatura o homem torna-se! — mas que vadio, lastimável, preguiçoso, sem noção! E por que? “Oh coitado! Isso é porque ele não tem nada para fazer!”. No entanto, esta é precisamente a condição que muitas mulheres passam por um terço, metade ou até vezes toda a sua existência. Dinah Maria Mulock Craik – escrito em 1858.

Então, a tal “opressão da mulher” na verdade é que elas não tinham nada para fazer.

Eu gostaria de ser oprimido assim!

O link acima te levará a um livro inteiro. Não é a leitura mais fácil do mundo, mas vale uma lida. Notem como a AUTORA claramente durante toda a obra afirma sua crença que – naqueles tempos – era a MULHER que em GRANDE PARTE determinava como a vida da MULHER deveria ser.

Outro trecho…

“E, olhando para as classes médias, que formam a base da comunidade, parece-me que a chaga PRINCIPAL na vida dessas mulheres é a falta de algo para fazer.”

Razões a favor e contra a emancipação da mulher – Por Barbara Leigh Smith Bodichon – escrito em 1869 – 15 minutos – muito bem escrito – LEITURA OBRIGATÓRIA, especialmente para os que dominam a língua inglesa.

Sua -> -> -> MÃE <- <- <-não permitiu que ela fizesse medicina,  então ela decidiu estudar matemática na Faculdade de Griton… junto com outras mulheres oprimidas do passado.

Extraído do fabuloso blog Heretical Sex:

A primogenitura masculina

Vale a pena perguntar porque temos um sistema onde a primogenitura masculina [o homem, e não a mulher, se tornar o “chefe”]. Os teóricos da evolução poderiam dizer que os humanos são membros da família dos chimpanzés, e assim, os territórios seriam guardados pelos bandos de machos, com as fêmeas sendo exogâmica, que quer dizer que se quando se casam, ela deixa o bando original de seus pais e vai morar com o bando do seu marido. Isto ajuda a promover a diversidade genética. A exogamia é refletida atualmente no fato em que a mulher casada pega o sobrenome do marido, assim passando a linhagem masculina. No passado, quando as comunidades guerreavam entre si, eles dependiam de seus exércitos para sobreviverem, e isto significa que eles dependiam de seus homens. O homem mais forte simplesmente era o mais apto para o serviço. As mulheres não poderiam desafiar um macho alfa em combate, além do mais,elas eram preciosas demais biologicamente para serem perdidas assim, já que elas constituiam a habilidade da comunidade de se reproduzir.

A monarquia é uma instituição antiga, e segue a primogenitura masculina porque nos tempos antigos, o Rei também era o líder dos exércitos, e marchava com seus homens para a guerra. Ele era o líder da gangue, o poderoso chefão, o macho alfa, o valentão da rua. Havia muitos outros homens que queriam ter este serviço, e se eles conseguissem derrubar ele, o teriam. Pouquíssimas mulheres poderiam sobreviver por muito tempo num ambiente assim, então elas nem tentaram. Naqueles tempos, ao contrário de hoje, a mulher tinha que valorizar a força masculina.

A verdadeira questão não é “Porque as mulheres não poderiam ter acesso ao trono em termos iguais aos homens?” mas sim “Porque as mulheres deveriam mesmo ter acesso ao trono?”

Aqueles que conseguiram chegar ao poder queriam ficar nele de qualquer jeito, inclusive transferindo seu poder aos seus filhos. Uma quebra na sucessão real poderia levar a uma guerra civil ou uma invasão estrangeira, e todos não queriam uma coisa dessas. O pior fim de um monarca seria morrer sem ter tido filhos. Não é de se surpreender que as princesas eram o Plano B. Se o Rei não tinha filhos mas tinha uma filha, então ela subiria ao poder para manter a ordem e a estabilidade política. Ao memso tempo, não achem que as mulheres da família real do passado eram moscas mortas; elas eram tão arrogantes quanto os homens, e sempre agiam em interesse próprio.

A primogenitura masculina, como quase tudo na sociedade, é um reflexo cultural da natureza humana, e tem nada ver com alguma conspiração misógina sinistra. As feministas constantemente mordem a mão que as alimentam. Foi o esforço dos homens através dos séculos que permitiu a criação desta relativamente estável, rica, e pacífica sociedade atual. As mulheres de hoje podem se candidatar a um cargo público sabendo que para isto não precisarão ir para a guerra empunhando uma espada, ou sendo morta na traição em sua cama.A natureza da liderança mudou. Ao invés de expressar gratidão pela vida confortável e segura que a sociedade dominada pelos homens do passado deu para elas, as feministas ficam é reclamando.

fonte: http://www.angryharry.com/esWomen-WeakandPathetic.htm?note

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