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dez 15 2011

Uma vantagem econômica injusta

retirado do livro The Principles of Social Competence
traduzido por Oddy 

Um modelo simplificado de sociedade, composto por dez homens e dez mulheres, pode ser construído para expor o problema econômico causado pelo feminismo. Cada pessoa recebe um trabalho de gênero. Todos os vinte trabalhos representam toda a estrutura econômica da sociedade.

Todas as pessoas na sociedade precisaram de roupas e alimentos, desta forma os homens serão concebidos 10 empregos de caça, e as mulheres serão concebidas dez empregos de costura. O emprego dos homens irão atender às necessidades das mulheres para alimentos e o emprego das mulheres irá cumprir as necessidades de roupas dos homens. Desta forma, a necessidade de todos são atendidas.

Agora, o feminismo entra em cena. Ele decreta uma política chamada “Ação afirmativa” concebida para proporcionar “igualdade” para mulheres. Em vez de se preocupar com a satisfação das necessidades da sociedade, a política está focada em assegurar que todos tenham acesso a um único tipo de trabalho, independentemente se eles são ou não qualificados.

Como resultado, cinco homens perdem seus trabalhos de caça para cinco mulheres. Mas como as mulheres não têm capacidade para atender as demandas do trabalho de caça, seu resultado é muito pobre. Logo, a sociedade sofre uma escassez de alimentos.

Hoje, nossa situação não é diferente deste modelo. O feminismo dá direito a posições econômicas de orientação masculina às mulheres por meio de cotas de ação afirmativa e outros programas de gênero tendencioso. Trabalhadores acabam perdendo suas folgas por conta de incompetentes trabalhadoras que não têm capacidade de cumprir os deveres do seu trabalho. Homens subsidiam os contracheques de suas colegas de trabalho, produzindo mais, aumentando a qualidade de seus produtos e serviços, sua remuneração real do trabalho feito é menor. Mesmo as mulheres que não trabalham recebem esses benefícios de bem estar através de subsídios e programas destinados a beneficiar grupos “desfavorecidos” do sexo feminino. Como os homens subsidiam salários femininos por trabalhar mais para compensar a incompetência do trabalho feminino, acabam pagando os impostos das mulheres também

Na superfície, assegurar salários iguais para as mulheres parece um objetivo nobre e igualitário. Mas somente quando as razões da disparidades salariais entre homens e mulheres são examinados vemos a verdade nua e crua: o feminismo não quer apenas igualdade de remuneração entre mulheres, ele espera privilégios. Por convenientemente negligenciar o fato de que as mulheres em geral trabalham menos horas em areas menos perigosas e em carreiras menos exigentes do que os homens, o feminismo engana a sociedade a acreditar que uma injustiça econômica existe. Assim, os estados feministas pagam às mulheres baseado no que eles acham que elas merecem e não baseado no realmente ganharam.

Em nenhum lugar este desequilíbrio é mais claramente observado do que na disparidade econômica masculina nos relacionamentos amorosos numa sociedade feminista.

Embora as ações do feminismo gritem por apoio a igualdade econômica para ambos sexos, ela falha ao proteger os homens de que se tornem vítimas dos tradicionais papéis de género (os mesmos denunciados pelas feministas). Envergonhando os homens fazendo os agir como “cavalheiros”, mulheres obtem direitos econômicos especiais. Colunistas de auto-ajuda como Judy McGuire rotineiramente aconselham as mulheres a explorar essa hipocrisia: Através de uma aplicação unilateral de cavalheirismo, as mulheres tem permissão para roubar os meios economicos de seus homens. Esse auto-serviço de manipulação da economia oferece às mulheres beneficios especiais sob a fachada de “igualdade” de direitos.

acesse o site dos autores do livro: http://manhood101.com

3 comentários

  1. Só mais um

    Perfeita a análise! Gostaria de compartilhar um exemplo de campo profissional que está impregnado por esse movimento feminista: a POLÍCIA!!! Nos últimos tempos, a área de segurança pública vem sendo invadida por essas “pessoas sensíveis e acolhedoras, de um sexto sentido maravilhoso, dedicadas, amigas e outros bla bla blás.” Ora, se este setor profissional está sendo invadido, é sinal de que elas estão fazendo por merecer, pensaria a nobre alma! Ledo engano!!! Cada vez mais os governos estaduais reservam um número de vagas maior para as mulheres, já que, competindo de igual para igual com os homens, perderiam feio, principalmente nos testes físicos. Aqui está o primeiro sinal da concorrência desleal tão desejada pelo feminismo. Logo em seguida, entra o treinamento nas academias de polícia, com testes e provas mais fáceis para essas espertonas. Mais um detalhe: a partir daqui, os salários são idênticos, mesmo exigindo-se menos das mulheres. Uma vez todos formados e “aptos” a trabalharem nas ruas, as policiais mais bonitinhas são convidadas para trabalharem em serviços burocráticos. Aqui o feminismo individual delas começa a ficar de lado: a maioria aceita trabalhar de secretária, pois serão promovidas de forma mais rápida pelos seus superiores e não terão que trocar tiro com bandido na rua. As feias que tiveram o “azar” de ir pras ruas, logo começam a apresentar problemas psicológicos e comportamentais… são poucas que aguentam o tranco trabalhando igual aos homens. Umas desistem da carreira, outras são premiadas com afastamentos médicos e poucas simplesmente são toleradas pelo comando. Não vou nem entrar na esfera sexual, quando a viatura deveria passar por determinada área e está em outra, escondida, com o casal de policiais passando o tempo…
    Finalizando!!! Mulher na polícia serve para trabalhos administrativos (internos), menos arriscados e de salário idêntico ao dos homens… com promoções mais rápidas devido à “competência profissional testemunhada pelos seus superiores.” E como prêmio, elas podem se aposentar 5 anos antes dos homens… enquanto isso, eu fico na rua trocando tiro com ladrão e sendo massacrado pela mídia

    1. Barãozin

      Muito interessante seu testemunho, meu amigo.

      Aliás, seu relato está em consonância com tantos outros que já li/ouvi de amigos e conhecidos meus que são policiais.

  2. marcos

    texto mais real e preciso impossível

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