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dez 06 2011

Respeitar a opinião pública é para perdedores

por Paul Elam

Há duas coisas que aconteceram recentemente aqui nos EUA que gostaria de comentar.

Primeiro, recentemente a página da Wikipédia de língua inglesa falando sobre Thomas James Ball foi deletada, pois foi considerada como irrelevante. E segundo, comentários recentes de um leitor antigo daqui sugerem para que eu modere meu linguajar, talvez até o tom que uso em meus artigos, para meus textos ficarem mais palatáveis à opinião pública.

Sim, a mesma opinião pública que considera a morte horrível de Thomas James Ball irrelevante. A opinião pública que nos deu as absurdas leis de violência doméstica, Hanna Rosin, leis de família draconianas, políticas obrigatórias de detenção, a lei do agressor primário, a mídia que ignora a morte do sr. Ball, e a massa de zumbis que assitem a tudo isso e se preocupam com questões primordiais como “Ei, já comeu as batatinhas cobertas de queijo do Wacky Burguer?!?”

Para mim, a situação atual é auto explicativa.

Não precisamos de agradar a opinião pública. Temos é que continuar a criar um ambiente onde os oxímoros da opinião pública sejam expostos.

A opinião pública não tem sensibilidade. A opinião pública é composta por um bando de desmiolados programados para consumirem porcarias orgânicas e eletrônicas. Afinal, eles são estúpidos o suficiente para pensarem que feminismo é sobre igualdade, não é?

Boa parte de nós sabemos disto, mas temos que ficar repetindo, então escrevo este artigo como resposta permanente aos que me pedem para ser bonzinho com políticos sociopatas, forças policiais brutais e corruptas e especialmente com os zumbis manginas que tomaram conta da opinião pública.

Para todos que acham que tenho que me moldar as vontades deste sistema moralmente corrupto e misândrico estejam avisados que deveriam pensar primeiro na morte e na desumanização póstuma de Thomas James Ball promovida por eles.

Deixe me ser direto. A opinião pública é o problema. Como diabos podemos ter alguma chance de resolver este problema apelando por compaixão e decência para aqueles que não tem estas qualidades?

Teremos que vestir nossos problemas e reclamações com uma linguagem polida e esperar por esmolas vinda do pessoal dos direitos humanos?

Vocês estão brincando comigo?!

Acho que há uma aproximação melhor, e tudo é uma questão de mentalidade; como nós nos vemos, e como nós vemos “eles”.

Primeiro, NÓS somos a porra da mídia. As putarias que passam nas redes de notícia atuais não tem nada a ver com o mundo real. Tudo que eles fazem é ilegítimo e cheio de mentiras. Mas eles continuam a ter legitimidade porque nós atribuimos a eles alguma importância ou credibilidade.

E eles estão morrendo… uma morte lenta, mas merecida. Cada dia mais as pessoas se voltam para a internet para se informarem. (NT: Olavo de Carvalho fala muito disto em seus programas de rádio pela internet, ouçam!)

Pensem, irmãos e irmãs. Larguem de bobagem! Temos que aprender a vê-los como eles enxergam atualmente os homens: em termos estritamente utilitaristas.

Resumindo, temos que nos aproveitar deles o quanto pudermos, e jogá-los no lixo e ignorá-los quando não pudermos mais usá-los. Mas nunca, jamais, tentar uma aliança ou conquistar o respeito deles.

Nunca deveremos ter a “aceitação” deles.

Nosso “produto” é destinado a uma elite crescente. Nós somos privilegiados que não apenas enxergamos através da falsidade deste sistema misândrico, mas também sabemos que a biologia conspira contra os homens para mantê-los num estilo de vida subserviente. Nunca podemos ser a “opinião pública”, mas sim uma grande e florescente subcultura.

E nós cresceremos, não por debatezinhos polidos e cavalheirescos, mas sim como Dan Moore diz (figurativamente) “arrancando a pele de nossos oponentes e dando risadas de seus gemidos de dor.”

Não sei se Thomas James Ball alguma vez vistiou o nosso site, o A Voice for Men. Talvez sim, mas nunca saberei com certeza. O que acredito é que, se ele fosse convencido a não atear fogo em seu corpo em desespero, ele seria um reforço imenso a esta guerra.

Um homem como ele vivo e ativo seria um pesadelo imenso para eles. E se ele se dispôs a se auto imolar para mostrar suas convicções, não acho que meras encheções das feministas o fariam recuar.

Eu acho, que com esta guerra contra os homens piorando, acabarão por surgir mais e mais homens como o Sr. Ball. E com este site crescendo, acabaremos por encontrá-los antes que eles encontrem gasolina.

Usando a palavra “FODA-SE” não irá nos parar.

Usar contra nós palavras de ódio e de hostilidade aberta, afinal, pode ajudar. Nós refletiremos os sentimentos deles com nosso conteúdo, e não diluindo ele.

Então se ainda não ficou claro, deixe-me deixar bem claro agora. A política oficial deste site é:

QUE SE FODA A OPINIÃO PÚBLICA E QUE SE FODA AS SENSIBILIDADES DELA.

Com meus sinceros respeitos aos masculinistas que pensam diferente, eu apenas posso dizer que não acho que vocês estão vendo as coisas com clareza.

Quando formos grandes o suficiente, e certamente seremos, a grande mídia virá com tudo, tentando pateticamente minar nosso crescimento. Usaremos isto para contra atacá-los e ganharmos ainda mais seguidores.

Mas primeiro teremos que nos agrupar e causar alguns estragos.

Nós daqui do A Voice for Men já temos alguns planos em mente, que até podem não virar o jogo, mas que vão causar bons estragos na reputação de algumas feministas.

Mas neste meio tempo, para aqueles que dizem que temos que falar mansinho, até os escutaremos, mas vocês serão respeitosamente ignorados.

Está é uma guerra, porra!

fonte: http://www.avoiceformen.com/2011/06/24/mainstream-acceptance-is-for-losers/

3 comentários

  1. Ricardo Dionisio

    Eu não concordo com 80% do que o Olavo fala, aliás, ele fala muita besteira, mas é algo imprescindível.
    Por que você precisa ouvir o podcast do Olavo de Carvalho? (Também está no Youtube).
    1) Suas opiniões são embasadas. Embasadas de verdade, ele não segue opinião de grupos.
    2) Vai ser um soco nos estõmago. Quem acha que as discussões são apenas essa massaroca homogênea que todo mundo fala vai saber o que é uma verdadeira opinião divergente.
    3) Ele não tem medo de errar.
    4) Ele pede desculpas (sofrendo muito) quando erra.
    5) Ele trata de assuntos proibidos que ninguém mais fala.
    6) Mesmo quando ele está errado, sua opinião é relevante.
    7) Ele vê alguns assuntos por ãngulos que você jamais pensaria.
    8) Ele mostra que é inteligente e que estudou muito sem ser convencido (quase sempre).
    9) Ele fala como homem, sem meias palavras.

  2. Humberto

    o/ A midia é um “boost” pra qqr tipo de cancer,seja o feminismo ou qualquer um deles. No final quando eles estiverem perdendo,irão fazer oq? Leis que obrigam o homem a casar,e ser provedor de vagabundas velhas??Conheci a real esse ano,mas já não assisto tv faz séculos.

  3. Walterskinner

    10 ! Nota 10! Continue sempre!!!

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