«

»

dez 04 2011

O Guia do Macho Zeta – Hipergamia feminina

por Paul Elam

“Quando se é casado, é como se todas as manhãs você fosse se olhar no espelho e dizer: ‘Que se foda você. Que se foda seus sonhos, suas ambições e tudo o que for importante pra mim’. Agora é tudo para ela.” – Cris Rock

Em nossos esforços para tentar entender e mensurar o poder que as mulheres tem na sociedade, temos muita dificuldade em estudar sobre isso pelo fato que nossa cultura tem muita dificuldade em reconhecer que tal poder existe. Na verdade, todos negam que só por serem mulheres, elas podem tem muita força e poder, e não admitem que elas estão protegidas de inúmeras pressões sociais e culturais. Proteção que é ainda mais reforçada pela negação deste poder.

“Prepare seu filho para trabalhar. O faça ganhar dinheiro para dar a maioria para sua irmã.”

Um pequeno exemplo disto pode ser visto com o uso da palavra misandria. Embora não seja um exemplo tão pequeno assim. Uma cultura que se recusa a aceitar que existe a misandria e acha que ela só existe no papel é uma cultura que está apagando a existência de um fato na consciência coletiva. E quando uma distorção dessas ocorre sem nenhum controle, ela não tem só o poder de manipular as atitudes e perspectivas das pessoas, mas também acaba adquirindo força legal, política e na educação e conscientização pública.A misandria ataca sem controle por que ela não “existe” oficialmente.

As mulheres querem mais e mais poder, e sempre conseguirão ele, por que afinal elas “não tem” poder.

Mas temos uma exceção. É aquelas que falam “Eu sou mulher. Me veja rugir!”. Estamos numa sociedade que proclamam que mulheres são tão capazes quanto os homens enquanto estamos acorrentados pela opinião que os homens oprimem essas mulheres supostamente “iguais” a eles. Ou seja, esse jeito “eu sou mulher!” de se expressar é algo totalmente contraditório e irônico. Acabamos assim por termos que nos portar como animadoras de torcida do poder feminino, ao mesmo tempo que temos que repetir os mesmos slogans que mulheres nunca tiveram poder.

Isto só serve para nos confundir ainda mais quando buscamos saber sobre o real poder que elas tem.

Ninguém fala por aí expressões como “domínio feminino” ou “opressão matriarcal”, e apesar delas acontecerem, é certo que 98% das pessoas olhariam torto se alguém vier falando sobre isso. Isso demonstra como o poder feminino é algo que se tornou invisível.

Seria como tentar descrever o que é uma nuvem sem usar a palavra “nuvem” – num mundo em que ninguém acredita ou sabe que existem nuvens. Ficamos limitados a falar sobre o poder feminino através de metáforas e piadinhas. Nós podemos descrever como uma mulher tem o poder de acusar um homem inocente do que ela quiser e levá-lo a um inferno em vida até ele ser capaz de explicar o que realmente aconteceu, ou como um homem tem uma tremenda desvantagem em acordos nas varas familiares somente por ser homem. Mas temos muitos poucos “jargões” para descrever essas situações de um modo direto. Assim, muito do que demonstramos é julgado como exagero e reacionário demais.

Esta é a grande vantagem feminina, ter um poder que é ao mesmo tempo onipresente e invisível, que está em todos os lugares e em lugar nenhum ao mesmo tempo.

Mas isso está mudando, graças aos esforços do movimento masculinista.  A cada dia, mesmo com toda a oposição que enfrentamos ao desmascarar este “segredo”, mais e mais pessoas já estão descobrindo os efeitos da misandria. Com o uso constante da palavra “misandria” , não apenas estamos popularizando mais uma palavra, mas estamos mostrando o conceito por trás dela:

  • Mulheres podem – e fazem – demonstrações de ódio irracional tanto quanto homens;
  • Mulheres podem ser sexistas, e muitas delas são;
  • Mulheres podem ter muito ódio guardado em si, e muitas tem.

Este é o poder que uma única palavra gera, e quanto mais ela é usada cotidianamente, lenta mas inexoravelmente as coisas começam a mudar. Ainda estamos longe disso, mas chegará o dia em que a misandria e o ódio pelo homens será tão debatido quanto a misoginia pela sociedade, e as pessoas cada vez mais irão associar uma expressão com a outra. A linguagem é uma grande ferramenta de transformação social.

Neste intuíto, criei este “Guia do Macho Zeta” com foco em não apenas inverter a polaridade do fluxo de poder entre homens e mulheres, mas tentarei também dar algum sentido e clareza na linguagem que usamos para descrever esta polaridade. E a melhor forma de começar é explicar uma palavra que está sendo muito usada aqui nos EUA ultimamente.

Hipergamia.

Esta palavra significa literalmente a propensão das mulheres de só preferir se relacionar com homens com uma posição socio economica bem mais elevada que a delas. Muitos já explicaram esta tendência feminina de ficarem excitadas na presença de homens poderosos. Vi comentários na internet dizendo que mesmo mulheres casadas ficam “molhadinhas” na presença de um homem poderoso, mesmo se o poderoso for um cara feio como Henry Kissinger.

Não duvido que isto seja verdade.

Mas há muito mais por baixo desta “hipergamia” que pode ser usado pelos homens revisarem e expandirem a compreensão deste termo, e incluir estas novas conclusões à linguagem cotidiana.

Primeiramente, devemos considerar a definição literal do termo que é usado hoje – mulheres com acesso e a disponibilidade de usar o poder que seus homens tem.

Este poder vem nas mais diversas formas, e será ambicionada de formas diferentes por diferentes mulheres, especialmente em diversos pontos durante suas vidas.

Uma jovem pode se sentir imediatamente atraída por homem que tem poder por ser ou agir como um marginal, enquanto uma mulher mais velha e sofisticada será atraída por um homem bem sucedido nos negócios. Ambas ficarão excitadas por isso e preocupadas se podem ter o controle sobre esta fonte de atração para elas.

Então, mesmo se elas ficarem “molhadinhas” por causa de um cara numa Harley ou pelo cara que comanda uma fábrica da Harley, elas estão basicamente sendo atraídas ela mesma coisa.

Estas duas mulheres se jogarão de cabeça em seus relacionamentos no início, mas em pouco tempo irão usar seus métodos natos de manipulação sexual e/ou emocional para começar a “encoleirar” estes homens e assim assumir o controle de tudo que ele possui, seja dinheiro, casa ou seu tempo.

Boa parte das mulheres começarão a ficar cada vez mais exigentes e insistirão que tudo gire em torno dela, e a única opção para o homem comum é aceitar calado. Como escrevi no meu ensaio “Uma Oração para Joe Bob“, aí é onde vemos muitos homens abandonarem tudo só para satisfazer os desejos e vontades de sua mulher.

Elas não tem a intenção de apenas se casar. Elas estão sempre em alerta para poder arrancar todas as vantagens possíveis para elas num relacionamento. Elas entram num relacionamento com a intenção de com o tempo ir controlando todos os aspectos da vida do parceiro. Vi uma vez uma mulher vestir uma camiseta com a seguinte frase, o que resume bem o que quero dizer:

Mais eu. Menos você.

Para ilustrar melhor este ponto, mostro uma pergunta que eu usava em grupos masculinos que eu participava:

“Quantos de vocês”, perguntava, “já teve a vontade de arrancar os cabelos de raiva porque não o importa o quanto você faz, sua mulher nunca fica fica satisfeita  e só quer mais?”

Os cerca de 5% dos homens que respoderam negativamente esta questão eram gays.

Mesmo homens que se dizem felizes no casamento tem essas frustrações, e estes homens atribuem este “casamento feliz” ao fato que eles davam tudo que suas mulheres queriam sem questionar.

Isto que eu chamo de hipergamia em ação, é uma forma de controle exercido que tem um poder inigualável em controlar a vida de um homem, e esta é uma experiência que praticamente todos os homens passam.

Para os homens que desejam ter a capacidade de fugir desta armadilha, é necessário ter uma definição ampliada do conceito de hipergamia.

A Hipergamia é a tendência inata das mulheres em reduzir os homens a meros provedores, para extrair o máximo de benefícios para si quanto possível. E continuarão a fazê-lo até o “alvo” não aguentar mais.

Resumindo, a hipergamia é a tendência universal das mulheres em transformarem homens em meros objetos, não importa se este objeto é um vibrador ou um caixa eletrônico, não faz diferença.

E não importa que as mulheres venham dizer o contrário, que não é assim, porque é fato que TODAS as mulheres heterossexuais praticam a hipergamia, e aposto uma grana que a minoria das lésbicas também fazem isso. É algo biológico, elas são programadas para isso, não é uma escolha consciente. Então, odiar mulheres por isso é o mesmo que odiar homens por gostarem de bundas e seios. Imbecilidade.

E além disso, não é necessário odiar as mulheres para entender e compreender o que é a hipergamia. Na verdade, é bem possível fazer qualquer mulher que você se relaciona “correr atrás do próprio rabo” com sua busca idiota pela hipergamia, deixando ela se frustrar com a experiência que só ela é que está lá querendo conflito e não sendo correspondida. E para combater isto não é necessário manipulação, esqueminhas, desonestidade ou qualquer método safado que é usado pelos homens que não seguem o conceito do “macho zeta”. (NT: ou também, daqueles que não conhecem Nessahan Alita)

Na verdade, o que se exige é que você faça justamente o oposto dessas coisas e aja apenas com honestidade e de forma direta, deixando bem claro que você é um homem autoconfiante e sábio.

Falarei mais disso no meu próximo artigo.

fonte: http://www.avoiceformen.com/2010/08/27/zeta-game-hypergamy/

7 comentários

Pular para o formulário de comentário

  1. c1f2j3

    Brother, corrige aí… excessão por EXCEÇÃO… Na boa. Nem precisa postar esse comment. Exclui e corrige o texto. Abs.

    1. Barãozin

      Ah, sempre escapa essas rs

    2. crypto

      Muitos meses depois vejo a “correção” acima. Erros de grafia são inevitáveis mais pateticidade é. Brother, corrige aí… não faça mais isso. Não seja patético.

      1. SPJ

        Ah a ironia…
        Chega a ser “patético” ver alguém querer corrigir e jugar a grafia de outrém sem nem saber diferenciar o significado das palavras “mais” e “mas”.

      2. Luis Will

        Disse tudo SPJ kkkkkk… o cara chega na ignorância. Primeiro que errar é humano, ainda mais digitando. Outra o cara querer corrigir sem escrever direito.
        “mais” = + crypto

  2. Hugo Nunes

    Ótima matéria. Muito bem escrita. Só li verdades.
    Tentei enviar o link desse post pra uma pessoa no Facebook, mas este site está bloqueado lá.
    Parece que o dono do Facebook não quer que essa verdade seja divulgada.

  3. Bruno Santana

    Ótimo artigo!
    Isso mostra o quanto é contraditório o comportamento de alguma mulheres… muitas manipulam,pisam nos homens e depois vão as ruas protestar por se sentirem oprimidas pelo ”machismo”!

Deixe uma resposta

Switch to mobile version
%d blogueiros gostam disto: