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dez 07 2011

O Catálogo de táticas de intimidação contra homens

por Exposing Feminism 

Táticas de intimidação. Isto é familiar a muitos ativistas masculinistas americanos. É o uso da mentalidade histriônica das detratoras femininas que se recusam a contra argumentar com a lógica. Mas não são só as mulheres que usam destas táticas. Manginas também as usam.

Táticas de intimidação são dispositivos emocionais que jogam com as inseguranças masculinas e que desviam o foco do debate. Elas são feitas para fazer com que o público seja atraído pelo ponto de vista feminino e para demonizar os homens que dizem verdades inconvenientes. Na maioria dos casos, se não em todos, táticas de intimidação são basicamente ataques ad hominem.

De qualquer forma, é interessante catalogar as principais táticas de intimidação que são usadas contra os homens sempre que uma discussão sobre o feminismo, assuntos masculinos, relacionamentos, etc, surge. A lista a seguir contem descrições das táticas intimidatórias, alguns exemplos de frases que utilizam estas táticas e a contra tática que pode ser usada contra elas. Boa leitura!

Ataque por irritabilidade (código vermelho)

Discussão: o alvo é acusado de ter problemas em lidar com sua raiva. Qualquer emoção negativa que ele demonstre é vista como injustificada. Exemplos:

  • “Você é frustrado!”
  • “Você precisa de parar de ter ódio das mulheres.”
  • “Você é tão negativo!”

Como proceder: A raiva é uma emoção legítima perante a injustiça. É importante deixar claro que a aceitação passiva da maldade não é uma virtude.

Ataque por covardia (código amarelo)

Discussão: O alvo é acusado de ter um medo injustificável de interagir com mulheres. Exemplo:

  • “Você tem que parar de ter medo delas.”
  • “Se recomponha e seja homem!”
  • “Você tem medo de mulheres fortes!”

Como agir: É importante lembrar que há uma diferença entre bravura e estupidez. O único risco que pessoas sensatas correm são riscos calculados. Deve-se pesar os benefícios e os problemas em cada caso. Assim, alguns homens acabam por descobrir que muitas mulheres não tem um custo-benefício bom.

Ataque por hipersensibilidade (código azul) – O ataque do bebê chorão

Discussão: O alvo é acusado de ser histérico ou exagerar no problemas masculinos (ou seja, acusando-o de ser um “franguinho medroso”). Exemplos:

  • “Pare de reclamar!”
  • “Pare com essas bobagens!”
  • “Seja homem e encarem isso!”
  • “Homens não sofrem nem um pedaço do que sofrem as mulheres!”
  • “Você só tem medo de perder seus privilégios masculinos.”
  • “Isto é ego frágil masculino…”
  • “Putz! Vocês precisam virar homens!”

Como proceder: Aqueles que usam este tipo de tática intimidatória revelam ser insensíveis com a natureza masculina. Pode ser interessante perguntar ao acusador se um certo problema masculino merece ser visto com mais cuidado ou não, não importando o quão pequeno ele pode ser. Se o debatedor responder negativamente, pode-se perguntar porque os os homens deveriam se preocupar com o bem estar do acusador, sendo que o favor não seria devolvido. Se o acusadro afirmar que não é capaz de fazer nada pelo problema, pode-se perguntar a ele então porque ele ataca aqueles que estão tentando fazer algo sobre o problema.

Ataque da Infantilidade (código verde) – O ataque Peter Pan

Discussão: O alvo é acusado de ser imaturo e/ou irresponsável de alguma forma que afete negativamente em seu status de homem adulto. Exemplos:

  • “Cresça!”
  • “Você é tão imaturo!”
  • “Você ainda vive com a mamãe?”
  • “Não me interesso em garotinhos. Me interesso em homens de verdade.”
  • “Homens estão querendo fugir da responsabilidade dada por deus de se casar e ter filhos.”

Como proceder: Deve ser lembrado que o histórico sexual , estado civil, etc não são indicadores confiáveis da maturidade e/ou responsabilidade de alguém. Se fosse, não teríamos problemas com crimes do colarinho branco (aqueles feitos por pessoas de posição respeitável em nossa sociedade), divórcio, gravidez não planejada, casos extraconjugais, etc.

Ataque por comprometimento (código laranja) – O Ataque de Perigo Iminente

Discussão: O alvo é acusado de ser uma ameaça de alguma forma não muito clara. Este ataque pode vir acompanhada de alguma forma de “bronca”. Exemplos:

  • “Vocês são estranhos!”
  • “Você me faz ter medo.”

Como proceder: Pode ser útil apontar que só fanáticos e tiranos tem medo de ter a verdade dita na cara deles. Pode-se até perguntar como algumas mulheres podem querer ter posições de comando se elas se assustam com a liberdade de expressão masculina.

Ataque pela racionalização (código púrpura) – O ataque pela depreciação

Discussão: o alvo é acusado de expor suas frustrações e insatisfações e culpar as mulheres por isso. Exemplo:

  • “Você é frustrado porque você não consegue transar!”

Como agir: neste caso, podemos lembrar da fábula da Raposa e das Uvas, aonde a raposa desdenha das uvas porque não podia alcançá-las. Resumindo, podemos simplesmente falar ao acusador “Quem desdenha quer comprar!”. De qualquer jeito, o código púrpura é um bom exemplo do que é chamado ad hominem circunstancial.

Ataque pelo fanatismo (Código Marrom) – O ataque nazista

Discussão: o alvo é acusado de intolerante, de ter uma ideologia extremista ou ser devoto de um ponto de vista ignorante. Exemplos:

  • “Você deve ser um desses radicais de direita.”
  • “Você é um extremista.”
  • “Você é um facista!”
  • “… mais daquela bobagem anti-feminista…”

Como proceder: Podemos lembrar que a verdade não é decidida pelo número de pessoas que acreditam nela. Se uma idéia está ou não dentro do “senso comum” não é o que está sendo discutido. Uma conclusão correta não é necessariamente atingida somente por adotar uma visão que está no meio de duas visões opostas (a falácia ideológica do “Falso Compromisso”).

Ataque da falta de virilidade (código lavanda)

Discussão: O alvo é acusado de ser homossexual ou não ser homem o suficiente. Exemplos:

  • “Você é gay?”
  • “Eu quero um homem, não um maricas.”
  • “Mas é um fracote.”

Como proceder: A não ser que você trabalhe para uma organização religiosa conservadora, há muito pouca consequência se um homem deixar seus acusadores ficarem duvidando de sua masculinidade.

Ataque pela generalização exagerada (código cinza)

Discussão: O alvo é acusado de fazer generalizações ou criar esteriótipos femininos exagerados. Exemplos:

  • “Eu não sou assim!”
  • “Não generalize!”
  • “Esta é um esteriótipo sexista/machista.”

Como proceder: Pode-se demonstrar que as feministas e também muitas mulheres vivem fazendo generalizações sobre os homens. Frases de feministas, por exemplo, podem ser usadas para facilmente provar isto. Também, podemos demonstrar que apontar para uma tendência não é o mesmo que generalizar. Mesmo que todas as mulheres não tenham certas características, uma quantidade significativas delas podem te-las.

Ataque pela misoginia (código negro)

Discussão: O alvo é acusado de demonstrar alguma forma de rancor injustificado contra uma mulher em particular ou conta as mulheres no geral. Exemplos:

  • “Seu misógino nojento!”
  • “Porque você odeia mulher?”
  • “Você gosta da sua mãe, por acaso?”
  • “Você é insensível a condição das mulheres.”
  • “Você é egoísta com as mulheres.”

Como proceder: pode se perguntar como uma agenda pró-masculina pode ser inerentemente anti-feminina (especialmente que muitas feministas afirmam que os ganhos de homens e mulheres “não são um jogo de soma zero”). Ou pode-se perguntar ao acusador sobre as mulheres que concordam com seus pontos de vista, seriam elas misóginas também? O Código Negro de intimidação geralmente integra a falácia lógica do “argumentum ad misericordiam” (argumentação baseada em gerar pena das mulheres) e/ou “argumentum in terrorem” (provocar medo sobre o que o acusado pretende fazer contra as mulheres).

Ataque por instabilidade (código branco) – O ataque do quarto acolchoado

Discussão: O alvo é acusado de ser mental ou emocionalmente instável. Exemplos:

  • “Você é instável.”
  • “Você tem problemas”
  • “Você precisa de terapia.”
  • “Maluco!”

Como proceder : Em resposta a este ataque, pode se perguntar se há algum estudo/apontamento médico sério que prove que ter tais comportamentos é sinônimo de desordens mentais/emocionais.

Ataque pelo egoísmo (código prata)

Discussão: O ataque é auto explicativo. É um ataque comum contra homens que não estão afim de se engajar em relacionamentos amorosos. Exemplos:

  • “Você é tão materialista.”
  • “Você é tão egoísta.”

Como proceder: Pode ser interessante “jogar o feitiço contra o feiticeiro”, pressionando a acusadora com uma pergunta parecida sobre o egoísmo dela. Por exemplo, podemos dizer: “Então, você está dizendo que não posso gastar o meu dinheiro comigo mesmo, mas sim com uma mulher igual a você – e eu é que sou o egoísta?! É isto que planeja fazer comigo, afinal?”

Ataque pela superficialidade (código dourado) – O ataque pelo deslumbramento

Discussão: O ataque pela superficialidade é usado geralmente contra os homens para atacar o tipo de mulheres que eles preferem. Exemplos:

  • “Se você não preferisse só as fúteis, quem sabe…”
  • “Como você pode ser tão superficial a ponto de rejeitar uma mãe solteira?”

Como proceder: Mulheres comuns podem ser tão ou mais problemáticas em seu comportamento quanto as mais lindas mulheres. E sobre a superficialidade feminina, a mídia dá exemplos praticamente infinitos sobre as fúteis exigências femininas sobre como deve ser o homem ideal (ex: essas listas famosas em que mostram o que um cara deve/não deve fazer para sua mulher).

Ataque pela Feiúra (código bronze) – O ataque do patinho feio

Discussão: o alvo é acusado de não ter nenhum atrativo ao sexo oposto. Exemplos:

  • “Aposto que você é gordo e espinhento!”
  • “Você não consegue arrumar uma foda!”
  • “Feioso!”
  • “Perdedor!”
  • “Você tem problemas em ser você mesmo?”

Como proceder: Outro exemplo de “ad hominem circusntancial”. O potencial atrativo do alvo não tem nada a ver com o mérito argumentativo dele. (NT: o famoso “O que tem o cu com as calças?”)

Ataque pelo derrotismo (código castanho)

Discussão: Esta tática intimidatória é semelhante ao ataque pela irritabilidade e pelo ataque pela covardia, em que o acusador ataca o comportamento ngativo ou reservado que ele tem sobre determinada situação. Entretanto, este ataque foca nem tanto nos medos e raivas do alvo, mas sim na suposta atitude de resignação. Exemplos:

  • “Pare de ser tão negativo.”
  • “Você é tão cínico.”
  • “Se você desistir de ter relacionamentos sérios com mulheres, então está admitindo que perdeu.”
  • “Vamo lá! Homens enfrentam as coisas, não correm delas.”

Como proceder: O ataque pelo derrotismo pode ser defletido explicando que você é realista sobre a determinada situação. Aliás, pode apontar também que fazer com que os homens aceitem calados os maus tratos nas mãos das mulheres e da sociedade é a verdadeira atitude derrotista. Muitos homens não perderam sua determinação, mas sim sua paciência.

Ataque por ser mal amado (código rosa) – O Chicote Rosa

Discussão: O alvo é alertado que seus pontos de vista e comportamentos não farão ele arrumar mulher. Exemplos:

  • “Nenhuma mulher vai te querer com esta atitude.”
  • “Doidos como você nunca vão conseguir trepar!”

Como proceder: este é um exemplo da falácia lógica “argumentum ad baculum” (“apelar para a ignorância”). O acusador tenta invalidar uma posição demonstrando que consequências ruins irão acontecer caso o acusado prossiga com este ponto de vista. Realmente, o único jeito de lidar com o “chicote rosa” é afirmar que a felicidade de um homem e o seu valor não dependem de suas conquistas amorosas (incluíndo o casamento).

fonte: http://exposingfeminism.wordpress.com/shaming-tactics/

17 comentários

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  1. Angelo

    Bem isso msm,divulgando o material…

  2. Paulo Oliveira

    Já repararam que esses ataques são usados pela grande maioria das mulheres, independentes de serem ativistas feministas?

    1. Il

      Minha mãe já usou o código rosa comigo e ela é anti-feminista assumida.

  3. Richard Helghast

    Muito útil.

  4. Fernando

    Estava procurando esse manual de novo para se defender de táticas de intimidação de manginas e feminazis FDP.

  5. sapo

    Impressão minha ou a Liah SÓ usou de retórica intimidatória pra contra-argumentar um texto que fala de tática intimidatória? Não apresentou NENHUM ponto. Nenhunzinho…

    – Ataque por hipersensibilidade (código azul) no primeiro “argumento”
    – Ataque pela misoginia (código negro) e Ataque pelo fanatismo (Código Marrom) no segundo “argumento.

    Chega a ser hilário. Estão tão acostumadas a usar dessas táticas de má fé que não conseguem argumentar nem quando o assunto é a incapacidade de argumentar sem usar de tais artificios.

  6. Liah

    Ou seja qualquer coisa que uma mulher fale, é uma tática feminista de intimidação contra os homens? a melhor coisa a coisa que uma mulher deve fazer numa discussão (na visão de vcs) é concordar com tudo, ou manter-se calada, pra que vcs saiam vitoriosos, com a sensação de que ganharam a discussão, que são mais inteligentes e tudo que pensam são a mais pura realidade, aiaiai rsrsrs

    1. Barãozin

      Não, basta apenas se ater ao debate, e não ficar especulando se o cara é isso, se é viado, se tem pau pequeno, etc…

      Será q isso é pedir demais para o seu cérebro de minhoca?

      Ah, pedir pra uma idiota argumentar ao invés de ficar tentando fofocar sobre a vida dos outros é demais msm rs

    2. Charles Souza Leão

      Mas são muito burras mesmo. O que o feminismo fez com a mente dessas idiotas…

      1. Lia

        E o que o machismo fez com a sua mente e desses doentes daqui? Já começou a matar mulher pra assinar o atestado de machista convicto?

        1. Barãozin

          Não, só deixamos misândricas imbecis como vc sem argumento algum pra dizer nada rsrs

          Matar a gente deixa a cargo das feminazis, q amam assassinar bebês inocentes por aí…

          1. Oscar Luiz Urias

            kkkkkkkkkkkkkkk

        2. lucman

          E a senhora já fez seu aborto este ano? Ou simplesmente só incentiva isso? Se o faz em nome da liberdade feminina sobre o corpo da mulher, como chama isso, de machismo também?
          0

        3. Charles Souza Leão

          Quem mata é assassino, não machista. Não to falando que são muito burras mesmo…
          O machismo que conhecemos nos ajudou a enxergar a verdadeira face de mulheres escrotas como você, que acham que só porque nascem com uma buceta, são dignas de respeito…

  7. Clauton

    bom texto e bem completo, acho que não faltou nada. agora para colocar isso em prática exige muita disciplina.

  8. Fulano de Tal

    Catálogo bem completo, cobre a maior parte das situações. Muito bom para lidar em debates com as feminazis sem perder a cabeça.

    Afinal, especialidade delas é depreciar e tentar diminuir você, tentando fazer com que você perca a razão. Claro, afinal após o cara se irritar elas vão desclassificá-lo mais ainda, por isso jogam sujo usando esses argumentos falaciosos.

    Pena que mesmo encurralando elas, elas não vão admitir que estão erradas pois não são tão racionais quanto nós. (Vide N.A., ele explica melhor isso). Deixem a batata-quente que elas tentam empurrar na gente com elas que tudo fica bem.

    Uma vez que a mulher entrar por estes caminhos, o melhor a se fazer é contra-argumentar de acordo com o catálogo, apontar o fato dela estar trapaceando (induzindo a baixar o nível), e depois se retirar da discussão subitamente, ignorando o que mais ela falar.

    Saia de cabeça erguida, pois você sairá vitorioso.

  9. Maxsuel

    mt bom esse texto adorei mesmo

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