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dez 08 2011

A princesa miserável e a grande máquina americana de vadias

por Paul Elam

Começo, sem exitar, tirando meu chapéu para as mulheres tradicionais que ficam ao lado de seus homens na saúde e na doença, não importa o que aconteça na vida deles. Também saúdo as mulheres que trabalham e contribuem igualmente em seus relacionamentos em termos de finanças e fazem alguns esforços para carregarem o seu fardo dentro de uma relação amorosa, como por exemplo, saindo do carro para ajudar a trocar o pneu – ou achar um motivo verossímil para começar uma discussão.

Com as “mulheres excessão” colocadas à parte do que vem a seguir, agora dedicarei o resto do artigo com as mulheres que a esmagadora maioria dos homens tem que lidar, especialmente quando eles ficam um pouco mais velhos.

Isto irá desagradar alguns. Falar algumas verdades sobre as mulheres reais, não importando a idade, tem um efeito estranho neste mundo vaginante. É só ver a reação das feministas, manginas, cavaleiros brancos e até mesmo alguns que se dizem “conhecedores do lado obscuro feminino” quando algumas verdades mais pesadas são ditas (NT: aqui, troquei o trecho original que fazia a mesma referência ao site A Voice For Men para a realidade brasileira).

É até engraçado ler os comentários destes seres. Você pode até mesmo vê-los do outro lado, cuspindo e esbravejando feito loucos, como se fossem o Patolino:

“Aieee! Aieeeee! Isso é misoginiaaaa!!! MISOGINIAAAAA!!! Seu frustrado ahhh!!”

Bem, não sou frustrado não. Assim como eu também não odeio crianças, mas as vezes as acho irritantes, por motivos semelhantes pelos quais muitas muheres me enchem o saco. Melhor dizendo, é pelas mesmas razões. Realmente não há tanta diferença assim, exceto é que se eu for tentar corrigir uma mulher eu posso parar na justiça.

Estava viajando pelos EUA alguns anos atrás e estava com o rádio de comunicação ligado, para pegar avisos sobre a estrada com os caminhoneiros. Assim acabei escutando a conversa de dois deles; que aparentavam ter uns 40 anos cada um. Um estava contando ao outro que ele deixava uma mala pronta sempre quando ele voltava para casa, assim quando ele ficava de saco cheio da chateação da esposa, ele simplesmente pegava sua mala e punha o pé na estrada novamente.

Um plano de fuga instantâneo; algo que parece que ele teve que usar algumas vezes durante os últimos anos.

O outro caminhoneiro entendia muito bem sobre isto e até fez uma reflexão interessante sobre a situação: “Eu nunca consigo entendê-las. Uma mulher prefere subir numa cerca de arame farpado e rastejar sobre cactus para começar uma briga do que simplesmente te olhar nos olhos e resolver um problema.”

Então, outro motorista entrou do nada no papo e arrematou:

“É porque elas são que nem crianças.” disse, “Até a última delas.”

Então o radio caiu no silêncio. Nada mais precisava ser dito. E nem tinha mais o que se falar.

Agora é fácil, até mesmo obrigatório e compulsivo para os outros conjurarem uma reflexão “vaginante” sobre a conversação, tentando diluir estas verdades numa mal disfarçada “misoginia” dos caminhoneiros.

O único problema é que tem muitas verdades neste papo.

Temos, por inúmeras razões, uma pandemia de imaturidade nas mulheres ocidentais. Acabei de ouvir alguns chiados vindo dos “Patolinos” – o que significa que eles não estão longe, mas a não ser que eu seja preso pela policia da vagina, eu irei terminar o que comecei.

Isto começa com os contos de fadas; o Principe Encantado ao resgate, unicórnios mágicos e muito mais. Isto ganha o reforço do “Papai” da equação “A garotinha do papai” e isto se torna numa fantasia que dura toda a vida de muitas delas, o que significa o desejo incontrolável pro ter um homem rico e bonitão aos seus pés, todos os seus caprichos atendidos e adulação eterna só por ser bonita. E isto acaba virando uma incomensurável falta de vontade que nossa princesinha de porcelana tem para contribuir com algo positivo para o relacionamento além da sua aparência e das suas necessidades.

Isto parece ser fácil de ser arrumado. Tais fantasias idiotas devem ser desfeitas logo quando se revela a criança que não há Papai Noel, Fadinha dos Dentes ou Coelhinho da Páscoa. Poderíamos falar para essas garotas quando próximo da maturidade sexual que elas tem que “crescer”.

Mas outra coisa acontece.

O Papai continua a tratar a filhinha como uma princezinha, assim criando expectativas fantasiosas na mente dela. A mamãe muitas vezes contribui para isso também. E tudo isto junto continuará a manter nelas desejos e expectativas infantis.

Damos para elas roupinhas de “princesa” e tiaras ao invés da verdade e de um norte moral. E elas não tiram esta fantasia de princesa mesmo depois de grandes. Não raro elas vão até a morte com tal fantasia. Elas nem imaginam que aos olhos de uma pessoa madura elas parecem com algum marmanjo vestido de diabinho, batendo de porta em porta e gritando “Travessuras ou Gostosuras!” com uma voz estridente numa noite de Halloween.

Há algo de muito errado com isto tudo. Mas elas não se mancam, porque a mente delas não amadureceu.

E é por isso que descontentamentos e frustrações eternas fazem parte da vida de muitas mulheres.

Mesmo depois que a beleza delas começam a ir embora, muitas delas ficam chocadas ao descobrirem que o “Principe Encantado” é um humano comum, e ele já está ficando farto de aturar os caprichos reais de quem ele tem que prover.

É claro, quer dizer que nesta história o homem é que está errado. Então nossa mulher ocidental segue o caminho de tantas outras. Ela descarta o Principe Encantado, aumenta seus níveis hipergâmicos, e vai caçar o seu “homem ideal”.

As indústrias das revistas femininas e de auto ajuda dão grande destaque a isto (ou será que foram eles mesmos que criaram isto?), então constantemente eles anunciam “Como conquistar um homem que _____ (coloque aqui o desejo infatil a sua escolha)” em seus artigos, sabendo que terão uma audiência cativa de milhões de mulheres que acabaram de se livrar do seu último trouxa e estão à procura de outro que reconheça seu status real de portadora da vagina sagrada.

Elas não se tocam que seus problemas de relacionamento estão no espelho e que a ajuda que ela pensa receber daqueles que lucram com sua ignorância não irá ajudar ela.

E também, mesmo tendo um padrão de vida muito superior e tendo muito mais oportunidades que qualquer ser humano da história, elas estão a cada dia mais miseráveis.

Veja a indústria farmacêutica. As vezes o fracasso em amadurecer e desenvolver expectativas razoáveis tem que ser camuflado quimicamente. É a versão da vida real da pílula COSMO, a pílula que te dá tudo, menos responsabilidade.

O gosto de mulheres pelos anti depressivos está rivalizando com seu gosto por chocolate, e também, isto é tudo culpa do nosso Principe Encantado que não soube mimar suficientemente a princezinha.

Um padrão, talvez?

Não tenho certeza, mas algo me parece muito engraçado nisso tudo. Porque a desilusão de ter uma vida de conto de fadas para as mulheres ocidentais levam diretamente à ilusão de que isto pode ser consertado se ela se ela se jogar num consumismo desenfreado?

Parece que as mulheres geralmente estão numa destas 2 situações. Ou estão pensando no quando o príncipe encantado vai surgir, ou estão amarguradas por descobir que ele não existe.

Ou, como muitas mulheres gostariam de fazer, elas vivem as duas situações ao mesmo tempo.

Me parece que se estas mulheres simplesmente amadurecessem e desenvolvessem expectativas mais realistas sobre os homens, assim como de si mesmas, acredito que isto seria a morte da indústria de auto ajuda, da cirurgia plástica, da indústria cosmética, de 99% dos psicoterapeutas e pelo 10 dos antidepressivos mais vendidos.

Ah, e elas desenvolveriam alguma felicidade. Com si mesmas e com os homens que finalmente não terão que ficar pisando em ovos para deixá-las satisfeitas.

Mas espera aí. Não pode ser. Se tudo isto for verdade então quer dizer que as mulheres, como uma classe, estão sendo extorquidas em bilhões de seus (e dos seus homens) dólares, ano após ano, tanto em busca de uma ilusão infantil, ou por sua raiva de não realizar o irrealizável.

Isto quer dizer que todas estas entidades, como o feminismo, produtos de consumo, psicologia, mídia, propaganda, política e outras coisas voltadas às mulheres se uniram para se transformar numa imensa Máquina Americana de Criação de Vadias; que transforma a mente da mulher em nada mais que um produto desta máquina, e que as mulheres presas a esta mentalidade agora tem que estar num empreguinho de merda para poder pagar e consumir outros produtos desta grande máquina, ou tentar arrumar algum trouxa para pagar por elas.

E isto explica o porque a qualidade de vida e a felicidade delas deterioram a cada ano que passa.

Não, como um Outro amigo meu diz, isto não pode ser verdade.

Afinal, vivemos sob o patriarcado mesmo.

Obs: Os grifos são meus.

fonte: http://www.avoiceformen.com/2011/05/16/princess-miserable-and-the-great-american-bitch-machine/

 

5 comentários

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  1. Jeff

    Outra coisa que estive pensando esses dias a respeito ”desconstrução da heteronormatividade”
    contida naquela maldita cartilha dos ”direitos humanos”. O alvo principal é a masculinidade, em colocar esta como vítimas inermes do feminino, com a promoção do homossexualismo correndo paralelo, ao mesmo tempo que tentam inviabilizar a conduta sexual normal, vão oferecendo a alternativa. O modus operandi agora é esse, não precisa criminalizar tal conduta de forma direta(embora tenha sido feito de alguma forma), mas inviabilizar. O movimento revolucionário viu um gigantesco potencial no feminino como uma das ferramentas para arrombar de vez as portas do ocidente e demolir tudo.

    Pergunto a todos, vocês conhece alguma mulher capaz de entender ou querer ao menos, esse assunto ?? não há nem se quer possibilidade de diálogo minha gente !!

  2. Jeff

    E o mais alarmante é que não se vê em parte alguma, nenhum setor da sociedade iniciativas ou mesmo se quer em intenção resolver esse mal que aflige a todos nós. É bem pelo contrário o que há é uma desconversa paralisante, e todo mundo só sabe inflar o ego feminino e passar a mão na cabeça delas, estou muito pessimista em relação a tudo isso.

  3. Pedro

    Exatamente! Bela reflexão! Tudo que elas precisam( para manter seu ego inflado) é desses manginas desvalorizados, enquanto que elas se divertem com os cafas, os que realmente as fazem ‘felizes’. Homem que se valoriza de verdade segue os preceitos da Real.. E mulher que se valoriza, prefere seguir os tradicionais… E mandar essas feminazis pra casa do C…

  4. Leandro

    Uma coisa interessante que o Paul Elam não citou no artigo é a questão do EGO. Sim, as mulheres também sofre o Ego (mais do que nós) Por que as muheres fazem isso? Por que querem ter o Ego inflado. Aquelas tops mimadas então mal acostumadinhas a terem o ego sempre inflado, sempre tendo um monte de manginas baba-ovos, quando sofrem UMA rejeição então. No dia em que as mulheres deixarem de ser tao ególatras e também exercitarem a MORTE DO EGO, a indústria da beleza vai quebrar… Isso eu garanto.

  5. Luis

    “Me parece que se estas mulheres simplesmente amadurecessem e desenvolvessem expectativas mais realistas sobre os homens, assim como de si mesmas, acredito que isto seria a morte da indústria de auto ajuda, da cirurgia plástica, da indústria cosmética, de 99% dos psicoterapeutas e pelo 10 dos antidepressivos mais vendidos”.

    Este trecho, por si só, desvenda o “mistério” da “mulher moderna, independente e bem resolvida”. Então vc, amigão, que fica aí se perguntando pq as mulheres são do jeito que são, não precisa perguntar mais.

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