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dez 04 2011

A primeira general do Exército Israelense comandará Brigada de Recursos Humanos

por The-Spearhead.com

Maj. Gen. Orna Barbivay

Ao contrário de todos aqueles mitos propagados sobre a igualdade de gêneros que ocorrem no exército isralelense, eles sempre tiveram sucesso em recusar as demandas feministas por mais igualdade em suas forças armadas tão bem quanto os demais exércitos ocidentais. Entretanto, como as feministas não conhecem limites, até os israelenses estavam começando a ficar incomodados com as demandas. Então, numa manobra que demonstra uma certa esperteza dos comandantes das Forças de Defesa Israel, eles decidiram criar um batalhão de Recursos Humanos, e promoveram uma mulher para general que liderará esta tropa de burocratas armados de papel e caneta.

Do Ha’aretz (jornal de esquerda de Israel):

(…) as recomendações do comitê liderado pelo Major General Yehuda Segev que o próprio exército indicou em 2008 – a saber, para adotar um modelo de total igualdade para as mulheres – está avançando somente pelas beiradas. A barreira parece ter uma fonte principal: a tendência do alto comando em evitar atritos com as lideranças religiosas, o que aparentemente os impedem de usarem pessoal altamente qualificado nas linhas de frente.

Além disso, a exclusão de mulheres das unidades de combate servem aos interesses dos oficiais mais conservadores do exército – incluíndo aí até mesmo oficiais seculares – que enxergam a integração de mulheres como uma ameaça as capacidades de combate do exército, , com a justificativa religiosa os dá uma legitimação conveniente.

Sob estas circunstâncias, a questão que surge é qual a verdadeira intenção de apontar uma major general feminina para liderar um Batalhão de Recursos Humanos.

É claro que Israel precisa de um exército altamente capacitado para manter sua sobrevivência na região. Seus vizinhos – incluíndo os terroristas do Hizbollah – não tem dessas bobagens de igualdade entre sexos num campo de batalha, então os judeus precisam se manter alertas para poderem se manter em segurança. Talvez o espectro da submissão aos guerreiros de Alá não causam muita preocupação para as tolas mulheres que não ligam com a realidade e pode ter ser um dos motivos para que as feministas israelenses não sejam tão estridentes, mas os israelenses devem ter sempre em mente que feministas não tem muita preocupação com as consequência de seus atos, então imagino que manter as feministas no seu lugar por lá irá custar um bocado.

fonte: http://www.the-spearhead.com/2011/05/31/first-female-general-in-idf-to-command-hr-brigade/

1 comentário

  1. Ricardo Dionisio

    Concordo com os esquerdistas. Não deveriam colocar a “generala” para comandar recursos humanos. Deveriam colocar ela para cuidar da alimentação e mandar sanduíches aos soldados que participam das batalhas.

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