«

»

dez 14 2011

A falácia de que “falta homem no mercado” em BH

por Fábio Leite

Primeiro, leiam esta matéria.

Sim, tem mais mulheres para cada homem. Mas não sejam ingênuos. A belorizontina é extremamente tirana, egoísta e pisa em cima de você, mesmo que você demonstre minimamente que gosta dela. Fora que ela faz pose de entendida, mas é burra como uma porta.

Vou até comentar a matéria:

No filme A Cidade das Mulheres, do cineasta italiano Federico Fellini, o personagem Snàporaz, interpretado por Marcello Mastroianni, é seduzido por uma bela mulher. Ele se apaixona, a segue e vai parar na cidade das mulheres, um lugar onde, por ser o único homem é, ao mesmo tempo, reverenciado e julgado. Para a frustração de muitos representantes do sexo masculino e alívio da mulherada, esse roteiro é obra apenas da ficção. Mas muitas cidades brasileiras estão se tornando cada vez mais femininas e Belo Horizonte não escapa dessa tendência.

Ha! “Alívio da mulherada”, como se elas estivessem passando por apuros no mercado afetivo-sexual. Continuamos:

Pelo menos é o que mostra o Questionário do Universo do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). BH é a campeã em Minas na proporção homem-mulher: sua população tem 53,1 % de pessoas do sexo feminino (1.261.638) e 46, 9% do sexo oposto (1.113.513). Isso significa que há 148.125 mulheres a mais, ou seja, 100 delas para 88,2 homens na média de todas as faixas etárias. Em 2000, no último censo, a diferença foi de 124 mil.

E o que mais impressiona é que, enquanto a população envelhece, essa diferença só aumenta. “Quando a população vai ficando mais velha é natural que haja uma feminização, porque a mulher vive mais. Percebemos que nascem muito mais homens e até a faixa dos 9 anos eles predominam. A partir dos 15, começa a inversão. Elas são maioria e a diferença cresce a cada ano”, diz a professora de demografia Paula Miranda-Ribeiro, do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar-UFMG). Só para ter uma ideia, na faixa de 80 anos há 68,8% de mulheres contra 31,2% de homens.

Sempre quando disserem que há mais mulher que homem num lugar X, desconfiem: é quase certo que essa sobra de mulher esteja entre a faixa etária acima dos 70 anos. A não ser que você seja um maluco que curte comer velhotas.

Outro dado importante são os indivíduos que estão no chamado “mercado do casamento”. Dos 20 aos 24 anos, há 94 homens para cada 100 mulheres, e dos 25 a 29 são 92 para 100 mulheres. “Em pesquisas como esta, a primeira constatação da mulherada, principalmente das solteiras, é esta: está faltando homem.

Traduzindo: estão faltando homens destacados, ou seja, ricos, bombados, com carro do ano, cafajestões carismáticos, ocupantes de altos cargos empresariais para sustentá-las. O homem de bem, mediano e honesto? Esse sobra, em todos os sentidos.

Apesar de a maioria das pessoas não se casar com gente da mesma faixa etária, há uma diferença grande na quantidade de pessoas de sexos diferentes.

O negrito evidencia um traço da natureza feminina: procurar caras mais velhos, mais experientes e mais estáveis financeiramente para casar. O homem inexperiente e pobre que se foda, porque as mulheres o odeiam. Essa é a verdade.

Além disso, há um índice alto de homens que morrem entre os 15 e 29 anos, e por morte violenta, seja por crime ou acidente. Eles estão mais expostos.

Quem é mais agredido e morre mais violentamente, então? Olhaí mais uma pesquisa que comprova que é o homem. Chupem, feminazis.

Sem falar nos que estão se assumindo cada vez mais como homossexuais”, acrescenta a pesquisadora.

Ora, isso não afeta o número de homens hetero honestos, medianos e de bem na sociedade. Que continuam disponíveis, doidos para namorar, e recebem o que das mulheres em geral? Desprezo.

Outro fator que pode explicar o domínio feminino em BH é a migração. Segundo Paula Miranda-Ribeiro, a cidade é voltada para os serviços e, por isso, a oferta de empregos neste setor, como turismo e comércio, é bem grande. “É uma área que atrai mais mulheres e, portanto, temos várias migrando para cá. Já os homens costumam trabalhar em indústrias, escritórios, que são menos comuns por aqui. O homem profissional de BH sai muito daqui para trabalhar em outros lugares”, analisa.

Concorrência

É fácil perceber em BH a inquietação em muitas jovens com o resultado dessa pesquisa. Na UFMG, a situação não é diferente. Até o 2º semestre de 2009, os homens eram maioria entre os estudantes. A partir do 1º semestre de 2010 houve inversão. Hoje, elas são 15.668 e eles 14.373. Até mesmo em alguns cursos com histórica predominância masculina, como educação física e engenharia, é comum ver uma expressiva quantidade de meninas.

Se elas se inquietam, é porque faltam machos alfa cafas comedores para elas. Repito: o que não falta são homens de bem para elas namorarem em BH. Ah, mas que graça tem o homem de bem, honesto e estável, né? Elas querem é altas emoções com os cafas de balada, viagens, carros…

E essa de expressiva quantidade de mulheres em cursos tradicionalmente masculinos é balela pura. Basta uma olhada nas engenharias, ciências econômicas e exatas em geral, em qualquer faculdade de BH, pra ver que é mentira.

Apesar disso, de fato, é preciso ver que mais mulheres estão acessando as universidades (vejam também os dados do próximo parágrafo). Fiquem ligados e INVISTAM EM CRESCIMENTO PESSOAL EM VEZ DE LAMBER SALTO DE VADIA. Enquanto você corre atrás das vagabundas, elas se formam e daqui a alguns anos tomarão seu emprego, te chefiarão e te governarão.

Na PUC Minas, dos 47.552 alunos, 25.662 são do sexo feminino e 21.890 do masculino, diferença de 3.772. Há 10 anos, a disparidade era de apenas 871. Em contrapartida, em outros só dá elas, como fisioterapia e psicologia. “Nossa sala tinha 37 pessoas no começo do curso e sete eram homens. Hoje, só há quatro”, diz a aluna de fisioterapia Júlia Antunes, de 19 anos.

A colega Luíza Cabral, de 20, já observou que a mulherada domina também em bares e boates de BH. “É mulher demais e muita mulher bonita. Isso aumenta a concorrência. Está complicado”, lamenta.

Hahaha! Mais uma prova NA CARA DA GENTE que a maior concorrente da mulher é ela própria. Ela não vai bonita pra balada pra te agradar, mas sim pra causar inveja nas outras mulheres.

Já Nayara Louro, de 19, vê algumas vantagens com a predominância feminina, como uma melhor valorização no mercado de trabalho, mas se relacionar com elas costuma ser complicado. “Mulher sempre cria mais picuinha. Eu tenho vários amigos homens por causa disso. A convivência é mais tranquila.”

Meu deus, esse parágrafo é o melhor de todos! Junta o ódio que a mulher tem das rivais, a escalada feminista no mercado de trabalho e o miguxismo. Simplesmente fantástico.

Nem vou perder tempo comentando. Vocês mesmos que tirem suas conclusões.

Mais mulher no mercado não assusta os marmanjos. O estudante de psicologia na UFMG Abel Passos, de 40, crê que tudo tem o lado bom e ruim e que sempre teve a percepção de que o mundo é realmente delas. “O censo só veio a comprovar o que já observava.”

Manginão beta detected. Alguém aí duvida que ele é pisado na cabeça pela maioria das mulheres que conhece?

Enfim, se ainda quiserem tentar alguma coisa em BH, boa sorte. Vão precisar.

18 comentários

1 menção

Pular para o formulário de comentário

  1. Fabiano

    Concordo totalmente com o texto e assino em baixo!

    Moro em Belo Horizonte desde que nasci, e posso afirmar que, com raríssimas exceções, as belorizontinas são extremamente exigentes e metidas. Elas realmente ‘se acham’; até mesmo aquelas que nem são tão bonitas só querem caras com muito dinheiro e pinta de galã.

    As mulheres de Belo Horizonte estão entre as brasileiras mais ‘carne-de-pescoço’ de todo o território nacional. Depois de passar a vida inteira sonhando com um “alfa” (que a maioria obviamente não consegue), elas preferem permanecer sozinhas do que dar uma chance a um cara simples que ela sabe que gosta dela.

    Um cara que não ganha uma fortura, mas que também não vai dar à mulher uma vida de miséria, ou seja, homem mediano.. Um cara que não tem pinta de galã, mas que também não é feio… Este elas não querem! E depois ficam por aí conversando pelo rabo, falando que falta homem em BH.

    Mulher de BH não quer homem.. quer status!

    1. André

      Cara você disse tudo, sou de BH e já tinha percebido isso e olha que as minhas amigas ficam comentando me achando do estilo bonitão. No dia que tirei o meu carro as coisas mudaram. Velho é isso mesmo elas querem é status!

  2. jozias

    o problema não é mulher ou homem.O problema é que ninguém está mais sabendo conviver com ninguém.. . E falam que mineiro é um povo bacana… sei não, Em BH ta cheio de gente atrevida e baixo nivel.Povo esquisito pra caramba…

  3. Hunterboy

    Tenho 25 anos e moro em BH desde que nasci.
    Esse texto do Barão retrata a pura realidade da nossa cidade.

    Eu nem perco meu tempo indo nessas boates onde só dá interesseiras procurando um boyzinho beta para sustentá- las:

    Swinguers, DusDeuses, Caribbean, Mariah e por aí vai…..

    Não suporto o ambiente hostil desses lugares onde se vê mulheres entrando OFF e bebendo horrores, enquanto o homem médio paga R$100,00 pra entrar e toma uma garrafa de água mineral lá dentro.

    Em BH, as mulheres são tiradas, gostam de status, ostentar e adoram causar inveja nas amigas. Elas odeiam caras da região, por isso que quando aparece um de fora se dá bem, afinal elas não querem experiências normais. Querem dar pro turista.

    É difícil de se encontrar uma mulher de valor e que preste por aqui.
    O resto é só lixo.

  4. R P

    Concordo e outra, viagem para fora, outras cidades do Brasil saiam de trás das montanhas, e vão ver que aqui definitivamente não esta com essa bola toda, a cidade ta cada vez mais feia em amplo sentido, de big roça , ta big favela…. e só mais um adendo as estatísticas do IBGE não contam aquelas mulheres feias e descuidadas que as vezes nem da para chamar de mulher… fora as lésbicas que também aumentam o número!

  5. Bruno L. Rocha

    Quando eu era mais novo, me envolvia sexualmente com as mais velhas, já que as novinhas não queriam nada comigo. Quando passar dos 30 e for um arquiteto formado e cheio da grana, é a vez das mocinhas novinhas. Hehehe. É só falar onde mora, seu bairro, e você já é taxado do pobretão sem graça. Os Alfas sempre foram burros e idiotas, e mulher adora homem burro. Parece fetiche. Ela sabe que um homem inteligente e de bom diálogo, significa que não é manipulável e também não cai nos joguinhos de sedução mulherio, como o modo como elas adoram alisar os braços dos homens, dar leves passadas de dedo na mão ou no pescoço do homem, tentando despertar a sexualidade masculina para ela. Homem esperto já saca que é vagabunda e só serve pra sexo, igual uma prostituta.

  6. Bruno L. Rocha

    Moro em Belo Horizonte e concordo plenamente. Sem falar que grande parte dos trocadores dos ônibus, são mulheres. Elas tem mais tendencia a baixar a bola para o patrão do que o homem. Não é a toa que são mais vantajosas em determinados cargos, do que homem, onde o chefe é machão e bota a mulherada na linha. Essas mulheres, são as que pedem conta chorando e nem passa pela cabeça delas um processo trabalhista daqueles. Ou seja, dominando-as, elas são menos ameaçadoras para os patrões safados do que homens trabalhadoras, que costumam peitar os chefes e processar a empresa e ainda estando lá dentro.
    Faço arquitetura e a maior parte da sala é de mulheres, que pasmem, acham que arquitetura é só ficar desenhando casinha. Quando chega a hora da matemática da engenharia, e a noção espacial, uma capacidade extremamente alta e quase exclusiva dos homens, elas se ferram e abandonam o curso. Mas é bom dar uns pegas nessas ai, já que elas já sabem que um arquiteto ganha bastante e tem tempo livre de sobra.
    Meu sonho sempre foi casar. Eu era aqueles manginas que se apaixonava fácil e já me imaginava casado, tendo filhos, netos etc. Coisa de filme mesmo. Mas acordei para a realidade e só quero sexo e curte a vida, para mim e somente EU.

  7. Márcio

    Pessoal, moro em BH. O artigo diz a verdade.

    Mulher de BH é chata, escolhedora, fresca com os betas mas adora cafa bombado, com grana e tatuado como em qualquer outro lugar. Acho que exigem mais do que no RJ ou até SP. E detestam os caras locais.

    Oh lugar que dá feministas! E sapatonas, balzacas arrogantes vencidas por Chronos, separadas insolentes também.

    Dá muita mulher bonita mas dá mais mulher feia ainda (as tais migrantes, vindas das regiões miseráveis do estado e dos estados vizinhos para o setor de “serviços” – camelôs e prostitutas). Mas o difícil mesmo é achar mulher bem educada, polida, sociável. Bando de gente mal educada, sô! Parece bicho do mato!

    E como não tem nada de interessante para fazer ou ver em BH, o povo só enche a cara de cachaça e a pança de coisa gordurosa. Já dá para imaginar o “corpitcho” da belo-horizontina média…e o baixo nível de costumes.

    Sul e centro-oeste de Minas dá mais jogo. O nível é bem melhor.

    O melhor negócio do mundo é comprar uma belo-horizontina pelo preço que ela vale e vendê-la pelo valor que ela acha que vale.

    O negócio é dar uma banana para elas, ocupar as universidades e os bons empregos.

  8. Fabiana

    Voce é engraçado

    1. Barãozin

      Valeu.

      1. Aline Santamonica

        Falta mercado pro homem jovem? E para a mulher mais velha, de mais de 35, tá sobrando né?

        Parem de mimimi.

        1. Barãozin

          Claro. Quem vai querer coroca velha?

        2. TENENTE UMBERTO

          Se aturar uma nova ja eh osso, imagina uma cenil de 35 adiante

        3. Cruel

          Ih! Esta tal de Aline deve ser uma destas balzacas ou quarentonas destruida q foi pelo Chronos. haha!

        4. Luiz A. Brito

          Entendeu agora Aline, por que está tão difícil pra eles? Nem mesmo as bem novinhas conseguem lidar com esse tipo de babaquice. Ou melhor, insegurança, de saber que a idade nada afeta a performance sexual de uma mulher, alias a experiencia só melhora… Já em homens, fica cada vez mais e mais difícil de fazer subir. Ou qual seria a explicação dessas agressões vazias?

          1. The Engineer

            Esse Luiz A. Brito aí foi aprovado com louvores na Pós-Graduação de Manginagem!!

          2. Kira

            “Entendeu agora Aline, por que está tão difícil pra eles? Nem mesmo as bem novinhas conseguem lidar com esse tipo de babaquice.”
            -Traduzindo: nem as novinhas nem as balzacas conseguem refutar as verdades ditas aqui.

            “Ou melhor, insegurança, de saber que a idade nada afeta a performance sexual de uma mulher, alias a experiencia só melhora…”
            -Aparenta estar contando vantagem. Imagino que tu sejas dessas fêmeas com inveja do pênis, apesar do nome . O que afeta a ‘performance sexual’ da mulher é a condição financeira do cara.

            “Já em homens, fica cada vez mais e mais difícil de fazer subir.”
            -Um homem tendo conhecimento sobre o pau de outro homem… no mínimo, estranho.

            “Ou qual seria a explicação dessas agressões vazias?”
            -Me diga você. Só você viu agressões por aqui.

          3. Cássio

            “Já em homens, fica cada vez mais e mais difícil de fazer subir.”

            Ofensa clássica feminina. Mulherada que não sabe disfarçar….

Deixe uma resposta

Switch to mobile version
%d blogueiros gostam disto: