abr
23

Definindo o cavaleiro branco e o mangina

homem feministatraduzido por Durga, da Equipe Búfalo de Tradução

por Society of Phienas

Pode haver confusão geral sobre o que se entende pelos termos “cavaleiro branco” e “mangina”, como eles aparecem na androsfera com relação aos homens. Enquanto eles certamente têm elementos comuns neles, há diferenças importantes que os tornam separados e distintos. Este post vai fazer uma tentativa de definir claramente cada um e fornecer exemplos próprios de cada um.

Os elementos comuns

Como mencionado, o cavaleiro branco e o mangina têm elementos comuns. Ambos  são homens feministas. Em outras palavras, eles apoiam os ideais feministas e práticas feministas, no todo ou em parte, com pleno prejuízo para os seus próprios interesses pessoais. Ambos acreditam que todas as mulheres que encontram são potenciais vítimas indefesas e, consequentemente, precisam de sua ajuda para “remediar” a situação. Estas definições têm, no fim, se tornado sinônimos de um ou outro conforme o feminismo arraigou-se no seio da sociedade. Isso pode servir para semear a confusão sobre a diferença entre os dois quando se trata de identificá-los, mas ambos são criaturas ginocêntricas, apoiando totalmente o feminismo em todos os seus aspectos, incluindo uma visão de si mesmos como descartáveis ​​quando se trata de servir aos interesses das mulheres . O Ginocentrismo é: Leia mais »

abr
21

Cãezinhos: a companhia na estrada da extinção

cachorrinhopor W. F. Price, do The-Spearhead.com

Com as taxas de natalidade das americanas só caindo, a companhia de pequenos cães acabou se tornando normal nos centros urbanos americanos.

A próxima geração de jovens americanos deveria se chamar “geração Rex”.

Se você se pergunta porque os parques municipais andam tão quietos e cada vez se vê mais cachorros, uma nova pesquisa tem a resposta: cada vez mais as americanas estão ignorando a maternidade e voltando seu instinto maternal para as pequenas raças de cães.

Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças nos mostram que a grande queda no número de crianças nascidas de mulheres com idades entre 15 e 29 anos  se correspondem com um grande aumento no número de cachorrinhos pertencidos as jovens americanas, diz o site Quartz. Leia mais »

abr
18

[Os Doze Trabalhos] Compreendendo o Nono Trabalho

hipolitaNão deixe de ler o Nono Trabalho antes de prosseguir com a análise do mito, caso ainda não tenha lido.

por DiomedesRJ

O Nono Trabalho contém duas lições poderosas para qualquer Realista amadurecido.

A primeira diz respeito às mulheres que militam pela supremacia feminina.

Existem dentre elas, as que percebem o vazio e o mal do seu caminho, e que emergem de sua loucura reconhecendo a verdade: que o Homem sempre foi o Guia e o Protetor da Mulher. São estas as que buscam devolver a nós, o dever que elas usurparam apenas para espalhar seu veneno e conformar seus egos. Leia mais »

abr
16

[Os Doze Trabalhos] O Nono Trabalho: O Cinturão das Amazonas

hipolitapor DiomedesRJ

Ao mar, Hércules novamente seguia rumo ao dever.

Seu barco desta vez seguia para águas pouco amistosas. À noroeste da Trácia, havia um reino onde os Homens não viviam, e sua aproximação quase sempre lhes causava a morte. Apenas mulheres o lideravam, o defendiam, o gerenciavam.

Temíscira. O Reino das Amazonas.

Hércules fora para lá enviado por Euristeu para chegar até sua Rainha, Hipólita, uma semideusa filha de Ares, assim como Diomedes da Trácia, e tomar dela o cinturão que seu Pai lhe deu, símbolo de sua autoridade sobre as Mulheres. Conhecendo a ferocidade delas em relação a homens estrangeiros, o Filho de Zeus trouxe todo o seu arsenal consigo, ainda que tivesse estratégias alternativas a um confronto direto em mente. Leia mais »

abr
14

Times contra rebanhos

boiadapor W. F. Price, do The-Spearhead.com

Ando pensando sobre como os homens, como um grupo, não conseguem promover seus interesses políticos para o público. A resposta mais óbvia para isto é que o homem compete entre si ao mesmo tempo que sabota os demais, mas se pensarmos bem, a mulher também faz o mesmo. Entretanto, homens e mulheres competem de formas diferentes. Mulheres competem em nível individual. Por exemplo, duas garotas que são amigas podem rapidamente parar de se ajudarem se ambas quiserem uma mesma coisa, mas elas se uniriam em um grande grupo por um interesse coletivo. O homem, por outro lado, são muito bons em se unirem em nível individual - muitas vezes de forma desinteressada – mas eles competem em pequenos grupos – ou times, usando um termo mais apropriado. Esta é a base das guerras, da competição econômica, da caçada (nos tempos paleolíticos) e em tantas outras atividades. A habilidade de agir como um time é padronizada no homem. Nerds, atletas, criminosos, policiais e até mesmo políticos fazem isto. Leia mais »

abr
11

[Os Doze Trabalhos] Compreendendo o Oitavo Trabalho

éguas devoradorasNão deixe de ler o Oitavo Trabalho antes de prosseguir com a análise do mito, caso ainda não tenha lido.

por DiomedesRJ

Esse é um dos Trabalhos mais diretamente ligados com o Realismo conforme os mais jovens o encaram, então merece uma análise cuidadosa.

As mulheres estão naturalmente inclinadas a seguir e serem guiadas por homens dotados de dominância genuína, ignorando e se rebelando contra os fracos e pusilânimes. Ao conhecerem aqueles que conhecem o Realismo, mas o utilizam apenas para seus fins egoístas, os herdeiros do Rei da Trácia mostram a elas uma dominância tão forte, embora distorcida e malévola, que o convívio delas com eles igualmente lhes deforma o íntimo.

Ao invés de simplesmente se afastarem da fraqueza masculina, elas passam a se alimentar dela, voltando contra os homens fracos de corpo e alma, a indignação que no fundo, nutrem contra os próprios abusadores que amam. Leia mais »

abr
09

[Os Doze Trabalhos] O Oitavo Trabalho: As Éguas Devoradoras

éguas devoradoraspor DiomedesRJ

Em seu Oitavo Trabalho, mais uma vez a um barco, Hércules foi lançado.

Cruzando o Mar Negro, mais distante para onde o Filho de Júpiter jamais foi, estavam as terras da Trácia, onde Diomedes, filho de Ares, Deus da Guerra, e de Cirene, governava com um punho de ferro banhado em sangue.

(Nota: Cabe diferenciar Diomedes da Trácia, filho de Ares, sobre o qual esse Trabalho é contado, de Diomedes de Argos, filho de Tideu, de quem esse Autor tem seu nome.)

Pouco se sabia do que realmente ocorria lá, a não ser o fato mais infame, que o Filho de Ares criava éguas que se alimentavam unicamente de carne humana, e que os estrangeiros desavisados se transformavam no pasto delas. Euristeu encarregou seu servo e primo de capturar esses animais torpes e livrar a Trácia desse mal. Leia mais »

abr
07

O casamento como bolsa de estudos

bolsa de estudospor Gekko, do Fórum Do Búfalo

Como toda boa mulher dentro da nossa cultura tida por muitos como machista e patriarcal, ela crê que a obrigação de prover a casa é do homem. Como toda boa feminazi de conveniência, ela crê que essa história de trabalho doméstico ser executado pela mulher é coisa do passado. Como toda boa carreirista, ela crê que precisa fazer uma faculdade e conseguir uma posição de alto status e boa remuneração. Como toda boa moça de família, ela pensa em se casar. E como toda mulher minimamente consciente, ela sabe que não pode demorar muito a fazer isso, do contrário não terá tempo de encontrar um pretendente, namorar, casar e ter seus filhos antes dos 35 anos, considerado a idade limite para uma gravidez saudável.

Ocorre, porém, que dos 18 aos 25 anos, período da vida em que uma pessoa responsável para com seus estudos faz faculdade, ela estava ocupada demais se divertindo. Como toda mulher moderna, ela sabe que curtir a vida é necessário. Festa vai, festa vem, até que ela percebe que já está chegando aos 25 e nem sequer entrou na faculdade. Seus relacionamentos, alguns tão efêmeros quanto uma noite de festa, outros um pouco mais duradouros, mas não o suficiente para evoluir para algo mais sério, acabaram-se todos e ela não tem nenhum candidato a marido. De repente a ficha cai e ela vê que é hora de correr atrás do prejuízo. Leia mais »

abr
04

[Os Doze Trabalhos] Compreendendo o Sétimo Trabalho

touro de creta* caso não tenha lido o Sétimo Trabalho, clique aqui.

Se ainda não leu a série completa, comece por aqui

 por DiomedesRJ

Após o Realista aprender a não conservar apegos mundanos, e a buscar a máxima evolução de suas posses terrenas, ele descobrirá que, a despeito de quantos bens ele consiga acumular para seu conforto, que sempre haverão aqueles que possuirão mais do que ele mesmo. Mas como eles não possuem o seu esclarecimento do que é necessário, e do que é excesso vão, o Sétimo Trabalho lhe revela como lidar com os bens terrenos em um patamar superior.

Todo homem busca para si o máximo dos bens mundanos que puder reunir em torno de si, e em um dado momento, aquele que os busca de forma desordenada, atingirá um patamar que será mais que suficiente para seu sustento. Nesse momento, um Iludido se sente verdadeiramente presenteado pelos Deuses. Leia mais »

abr
02

[Os Doze Trabalhos] O Sétimo Trabalho: O Touro de Creta

touro de creta* o Diomedes resolveu dar prosseguimento a série, e hoje veremos mais um episódio da Saga de Hércules e seus 12 trabalhos. 

Se você ainda não leu a saga, comece por aqui

por DiomedesRJ

O mar da Grécia enchia o nariz de Hércules com o seu odor, enquanto seu pequeno barco o guiava à caminho do Sétimo Trabalho.

Desta vez, o Arauto de Euristeu o remeteu para a Ilha de Creta, onde dizia-se que um enorme touro branco pertencente ao Rei Minos, tinha se tornado furioso e passado a ameaçar vilas e aldeões. Sua missão era trazer o touro vivo até Micenas, para que Euristeu desse a ele o fim que desejasse.

Em seu quarto, pouco depois da partida de Hércules, Euristeu ainda lá estava, apavorado. Juno havia aparecido novamente a ele em sonho, como aquele enorme pavão de olhos de fogo, desprezando-o pelo Filho de Júpiter ainda estar vivo, e anunciando, logo após dizer a seu servo qual seria o próximo Trabalho de Hércules, que agora, ela iria pessoalmente garantir que ele falharia, daqui por diante.

De volta para o semideus, à medida que se aproximava de Creta, o tempo se tornava mais escuro e fechado. Nuvens pesadas e baixas cercavam gradualmente a ilha, como um grande manto cinza-chumbo que caía sobre ela. Quando enfim aportou no Reino de Minos, o dia tinha se tornado noite. Leia mais »

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